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4. [POV] Carência


Fic: My only delight. by Draco Malfoy NC18. AVISO. COMENTEM


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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POV GINA

 


Ele me fitou por um longo momento, eu já estava cansada de esperar. Harry parecia uma menininha. “Não estou pronto”. Isso é desculpa de menina, a não ser que...


- Já disse meu amor. – disse Harry tirando-me do meu devaneio. – E-eu apenas acho que não é hora. Só tem quatro meses e...


- Poxa Harry, mas pensa só... – sussurrei em seu ouvido enquanto me sentava em seu colo. – Nos conhecemos à quase oito anos.


Harry desviou os olhos. Abracei seu pescoço e o beijei com todo carinho que consegui encontrar naquele momento, ele correspondeu, o que me levou a descer até seu pescoço. Harry arfou quando meus lábios entraram em contato com sua nuca. Com grande esforço ele me afastou levemente.


- Por favor, Gina. – suplicou ele.


- Não sei o que você está esperando.


Ele não respondeu, apenas fez o que mais sabia fazer nessas ultimas duas semanas, afastar o olhar e fingir que não era com ele. Ele estava me irritando tanto. Levantei indignada, e ele ainda evitou me encarar. Peguei minha mochila na poltrona e coloquei sobre os ombros.


- Eu te amo Harry. Mas eu, você, todo mundo tem necessidades. E o caso não é que você não queira fazer, é que você anda me evitando, e eu acho que se termos uma relação mais intima... – parei para uma pausa dramática. – você voltaria a me amar.


Harry me encarou assustado se levantando também.


- Você acha que eu não a amo? – ele disse ameaçadoramente.


Troquei o peso do corpo para o pé direito. Um garoto do segundo ano entrou no Salão Comunal e passou direto por nós, como se nem estivéssemos ali. Esperei a porta do dormitório masculino se fechar.


- Eu acho Harry, que você apenas deixou de me amar.


Esperei por sua resposta, mas ela não veio. Virei-me calmamente e sai pelo buraco que levava a escada. Eu não estava agüentando mais, Harry parecia uma menina medrosa, com medo do desconhecido.


Mas não era só isso que estava diferente nele, era a maneira de me tratar, às vezes, quando recusava meus beijos, carinhos e afagos. A forma como se afastou de mim, Mione e Ron e o quanto tem andando estranho e calado de uns tempos para cá.


- Opa! – disse alguém me segurando pelo pulso me fazendo voltar com um solavanco alguns passos para trás. – Parece perturbada Gina.


Levantei os olhos tentando encontrar sua voz. Justino Finch-Fletchley me fitava com seus lindos e irresistíveis olhos negros enquanto sua língua passava no canto de sua boca. Sorri ao ver Ernesto MacMillan parado ao lado dele. Podia fazer uma lista de garotos que já havia transferido um pouco do meu carinho no colégio.


- Não é nada Justin. – respondi sensualmente. – Olá Ernesto.


Ernesto me olhou por alguns segundos, e depois sorriu maliciosamente.


- Ginny. – disse se aproximando. – Sinto falta de você, e o quanto você me fazia feliz.


Ele pegou um pouco do meu cabelo e cheirou. Virei-me para ele.


- Imagino que sim.


Dizendo isso deixei um Justino confuso e Ernesto excitado para trás. Segui o corredor tentando lembrar quem eu já havia ficado naquela escola, e contei mentalmente enquanto encontrava com cada um pelo corredor. Terêncio Higgs, era compreensivo, mas muito possessivo. Montague, um grude só. Teodoro Nott, nada mais que beijos. Ernesto, foi um namoro maravilhoso. Justino, queria mais do que beijos. Miguel Corner, viciando em quadribol. Simas Finnigan, chato até falar chega. Dino Thomas, serve só como amigo. Colin Creevey, viciado de mais em Harry. Denis Creevey, novinho de mais e obsessivo por Harry Potter. Milo Bletchley, feio até que dói. Novato, [...]


- Novato? – disse em voz alta ao encontrar com um aluno na Corvinal no corredor que aparentemente eu nunca havia visto antes.


Ele passou por mim como se não tivesse me visto. Talvez eu estivesse feia, descabelada ou... Não era possível, eu sempre sou bonita. Olhei para minha roupa, nada de errado. Andei até seu encontro, ele ainda caminhava rapidamente.


- Ei, você! – chamei, sem resposta. Continuei seguindo-o. – Novato.


Ele olhou para trás e me viu correndo ao seu encontro.


- Novato? – repetiu ele confuso.


Olhei para ele descaradamente. Cabelos negros desalinhados, olhos azuis oceano, lábios vermelhos, cheiro levemente amadeirado, roupas de estilo... Oh meu Deus, ele era um gato.


- Sim, você. - disse tentando fazer um charme.


Ele me olhou confuso. Imaginei nos dois de mãos dadas andando em Hogsmeade nos divertindo, ele me beijando no corredor, suas mãos percorrendo minhas costas, cintura e cabelos. Uma corrente elétrica subia por minha espinha.


- Gina sou eu. – disse ele apontando para ele mesmo.


- Como sabe meu nome? – perguntei confusa.


Ele me olhou displicentemente.


- Oras, porque eu te conheço.   


Olhei para ele tentando fixar seu rosto. Não me lembro de ver tamanha perfeição há tempos.


- Como me conhece se eu nunca te vi?


Ele aproximou se de mim. Senti intoxicada pelo seu perfume maravilhosamente masculino.


- Caleb. – disse . – Caleb Thomas Brhusk.


Caleb? Aquele Caleb, o da corvinal. O CDF que usa óculos de velho, que se mata de estudar. Não podia ser ele, esse Caleb era muito mais gato.


- Olha Gina não tenho tempo para conversa. – disse ele se afastando. – Amanhã tem prova do Snape e eu realmente preciso estudar.


Dizendo isso ele me deixou no meio do corredor, confusa e apaixonada.


...


- O que você quer dizer com isso?


Revirei os olhos impaciente. Como ele me aborrecia. Se não fosse caso de necessidade eu procuraria qualquer outra pessoa. Mas Ron era homem e amigo do meu namorado e eu precisava que alguém dissesse para Harry que não doía nada.


- Quer que desenhe Ronald? – perguntei com um gesto displicente.


Ron desviou os olhos e olhou para parede mais adiante. Ron andava maio sensível esse dias, Hermione parecia não estar mais interessada nele, e com o afastamento repentino de Harry ele estava se sentindo sozinho. E apesar de ser chato às vezes ele era meu irmão.


- Ok, desculpe. – pedi.


- Tudo bem. – disse ele me encarando.


- Ron, eu só preciso que alguém convença Harry de que fazer amor não dói nada. – levantei as mãos para o céu. – Santo Merlin, ele está parecendo uma menininha.


- E você acha que é minha obrigação falar com ele? – perguntou com o olhar distante. – Você que é a namorada dele e não eu.


Desviei o olhar. Ron se ajeitou na cadeira ao lado. Decidir conversar em uma sala vazia não foi uma idéia tão boa quanto esperava. Ficar tão perto de Ron assim me incomodava, assim como naquele verão quando...


- Pare de balançar a cabeça assim. – ralhou ele segurando minha cabeça. – Parece até que quer afastar pensamentos.


Olhei para ele.


- Estava lembrando do verão, quando nós...


- Nem me lembre, por favor, Ginny. – disse ele me interrompendo. – Eu me arrependo.


- Você não parecia arrependido na hora do oba-oba. – disse indignada.


Ele se mexeu desconfortável na cadeira.


- Só não me lembre ok? Somos irmãos Gina, por Deus.


Ele estava tão irresistível aquela noite. Como naquele verão em que ele bebeu de mais e pediu para que eu me sentasse em seu colo que ele me contaria um segredo. Sorri ao lembrar do que ele me disse. “Você cada dia fica mais gostosa, maninha. Quase não me seguro.” E na mesma noite entrei em seu quarto e ele disse da cama: “Estava te esperando”.


- Na hora de falar o que pensava de mim, você não me tratou como irmã.


Vi Ron colocar as mãos sobre o volume da calça, talvez ele estivesse tão excitado como eu ao lembrar daquele dia. Levantei da cadeira e me aproximei por trás dele passando minhas mãos em seu peito.


- Você sabia Ron, - sussurrei ao pé de seu ouvido. – que quando precisamos da Sala Precisa ela aparece em qualquer parte do castelo. Só basta você querer também.


Seus olhos azuis brilharam em um azul marinho. Ele segurou minha mão em seu peito e levantou da cadeira empurrando-a para trás, fazendo um barulho irritante enquanto a cadeira arrastava seus pés no chão encerado. Ron me jogou contra a parede e apertou seu corpo contra o meu, podia sentir o grande volume em sua calça. Seus lábios roçavam meu pescoço. Então seus lábios entraram em contato com o meu, senti sua língua roçar na minha e perdi totalmente o controle de meus atos.


Já não me sentia mais prensada contra a parede, um vácuo se abriu atrás de mim, e então senti ele me guiando até algo macio, talvez fosse uma cama. Talvez estivéssemos na Sala Precisa. Não sabia ao certo, eu sabia que eu estava de amassos com meu irmão que estava me levando para cama e que desde daquela noite eu ansiava por esse momento.


Ron tirou minhas roupas em uma velocidade surpreendente. Seus lábios percorriam cada parte do meu corpo deixando beijos aqui e ali e me arrancando suspiros longos. Então ele começou a descer, e na mesma velocidade parou. Olhei para ele esperançosa.


- Anda Ron. – disse com a voz baixa. – Prove que você é realmente bom em alguma coisa.


 Ele se levantou da cama e olhou para mim malicioso.


- Não tenho que te provar nada. – ele se virou. – Espero que aprenda Gina, que eu sou seu irmão e não seu brinquedo erótico.


E dizendo isso ele saiu da sala por uma porta que se abriu. Sentei na cama indignada. Tão perto. Peguei minhas roupas e saia da sala, indo em direção as masmorras. Só tinha uma pessoa que poderia a me ajudar a saciar minhas necessidades.

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 10/05/2014

Por que tenho a leve impressão de que é o Draco? kkkk

Nota: 5

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