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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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31. Justiça


Fic: Príncipes do Apocalipse


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Por favor leiam a N/A no final porque tem recado muito importante! Este capítulo final é dedicado a Lianne Araujo, mais conhecida como The Jones, que é minha leitora mais fiel e sempre comenta nas minhas fics!

O castelo Balvenie localiza-se em Dufftown, cidade de Moray, nas terras altas escocesas. O castelo, para os trouxas, era apenas ruínas preservadas e recebia visitas de turistas nas épocas mais quentes, no entanto o inverno estava sendo rigoroso aquele ano e a região encontrava-se sob quase dois metros de neve. Por isso, ninguém estranharia ver um lobo andando tranquilamente pelo local, farejando algumas árvores e observando o castelo desconfiado.

Harry nunca ficara tão feliz por ter se tornado animago, tinha a chance de cavar a armadilha para os comensais de modo discreto e sem suspeitas. Andava como lobo colocando nas árvores um artefato mágico projetado pelos gêmeos, eram pequenos tubos de metal com uma ponta afiada que permitia fácil perfuração de uma superfície, no caso, troncos de árvores. Foram necessários quase setenta minutos, mas conseguiu por todos os tubos, que estavam em uma bolsinha amarrada em uma das patas, a qual rapidamente retirou e deixou se confundindo com a neve, tão alva quanto seu pêlo.

O lobo avista o fosso do castelo, o qual estava em boa parte coberto pela neve, mas a frente os restos da muralha que protegia o que outrora fora um imponente castelo. Porém está era a visão trouxa, provocada pela magia ilusória que cercava a propriedade. Em sua mente, Harry se concentra nas palavras que os gêmeos lhe ensinaram e, segundos depois, os cilindros brilharam como se refletindo a luz do sol, o qual estava coberto pelas nuvens e pela nevasca. O brilho durara muito pouco para poder chamar a atenção, mas ao findar, também cessou com a magia ilusória.

Diante de Harry erguia-se um castelo majestoso de pedras, sua muralha alcançava os dez metros de altura e era circundada por um fosso profundo e limpo. Havia luzes nas janelas e na torre mais alta uma bandeira trazia o símbolo dos comensais como se fosse um brasão, o fundo era negro e a serpente tinha olhos vermelho sangue. Sentiu seu pêlo se arrepiar e quando deu por si uivava de modo ameaçador.

Um rápido olhar à bolsinha que deixara sobre a neve e esta se transforma em uma assustada lebre branca, que dispara em direção ao castelo e a qual Harry persegue, atravessando o portão aberto e ganhando o jardim coberto de neve. Das torres de observação os comensais viram uma movimentação e precisaram fazer grande esforço para ver duas criaturas brancas correndo em um local da mesma cor, no entanto só se mantiveram observando o predador feroz perseguir a indefesa presa, que corria assustada pelo campo aberto e frio.

Os comensais riram satisfeitos, lembrando-se deles mesmos ao perseguir alguns trouxas assustados, sensação que teriam em breve, quando os vampiros saíssem a noite para devastar as maiores cidades da Grã-Bretanha com os comensais dando cobertura. Uma explosão de urros se deu ao verem o lobo abocanhar a lebre e sacudi-la em sua boca, espalhando sangue por todo lado.

Nos fundos do castelo, Hermione ouvia a gritaria dos comensais, vários torcendo para o lobo e chamando os outros. Uma rápida olhada com seus olhos de vampira e certificou-se de que todos haviam deixado seu posto. Em velocidade sobre-humana se recostou ao muro, então ouviu os urros e barulhos de feitiço, pulou o muro e abriu com uma pequena explosão um buraco na parede, logo depois colocando um feitiço de confusão no lugar, de modo que qualquer bruxo que tentasse olhar o local não veria o buraco.

Harry fingiu-se assustado com os feitiços de comensais e correu com sua “presa” até os fundos, sorrindo ao ver a entrada que Hermione tinha deixado e indo até ela, deixando a bolsa transfigurada em um canto do lado de dentro, onde ela o aguardava.

-Bela apresentação! –Brinca enquanto o vê voltar à forma humana.

-Sente algum vampiro por perto? –Harry pergunta sem querer parar para brincar, não queria deixar o foco nem por um instante.

-Por aqui, não. Dê-me um instante. –Hermione se concentra um instante, deixando sua mente expandir de modo suave. Usar poder mental era algo muito cansativo para ela. –Eles estão lá embaixo, os bruxos a partir do andar de cima. Parece que preferem não se misturar.

-Alguma idéia de quantos são no total? –Harry pergunta tentando fazer a contabilidade.

-Não sei ao certo, alguns são presenças muito fracas e se confundem, mas diria que uns duzentos em cima, cento e trinta quatro embaixo. –Hermione estava séria, era inimigo demais só para os dois.

-Ok. Vamos fazer o seguinte, eu vou subir como lobo, você vai até lá em cima e dá um jeito nos baderneiros. Nos encontramos no terceiro andar. –Harry fala e Hermione concorda pensativa.

-Harry, se encontrar Voldemort, deixa ele pra mim. –Hermione fala em tom sério, ele assente, então cada um vai para um lado.

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Hermione sai pelo buraco e observa atentamente à parte superior, os comensais não estavam a vista e a nevasca aumentara, então aproveita a falta de visibilidade para deixar suas asas saírem e voa para o alto da murada. Ao chegar, retrai as asas e corre silenciosamente até a torre de observação, o casaco branco e o cabelo trançado ajudavam a disfarçar o movimento.

Dois comensais estavam à frente de um tabuleiro de xadrez bruxo, pareciam concentrados e não perceberam a aproximação de uma sombra. Hermione se esgueirou silenciosamente e lançou, de cada mão, um feitiço paralisante em cada comensal. Deixando-os, seguiu para a próxima torre, paralisando os comensais, disfarçando a invasão.

******************************************************

O lobo branco subiu a escada, passando sorrateiramente por alguns comensais, seguindo uma trilha de odores que levava a uma grande concentração deles no segundo andar. No corredor do segundo andar, encontra um comensal e imediatamente ergue a pata dianteira, andando como se estivesse machucado e se encolhe, demonstrando medo.

-O que temos aqui... está machucado? –O comensal, um homem desconhecido que já tinha certa idade, fala com uma voz asmática, aproximando-se devagar com uma mão estendida e outra recolhida, segurando fortemente a varinha.

Harry deu um passo vacilante atrás e abaixou um pouco o corpo, como se tentasse proteger a pata recolhida. O Homem sorriu de lado, observando o pêlo cuidadosamente, parecia interessado em um “casaco de peles”.

-Eu vou cuidar de você. Logo, logo não estará sentindo dor alguma. –Harry inclina a cabeça, como se desse a entender que parecia confiar no homem.

O comensal coloca a mão na cabeça do lobo, fazendo um afago amigável. Harry observa ele se aproximar, um passo vacilante, depois outro, então a mão que segurava a varinha afrouxa um pouco e o homem o puxa para mais perto. Nesse momento o lobo dá um bote silencioso direto no pescoço do comensal, impossibilitando-o de fazer qualquer som e deixando-o morto em pouco mais de um minuto.

Harry segue pelo corredor, parando ao lado da porta e apurando os ouvidos, mas só conseguia identificar ruídos como os de páginas virando. Porém seu olfato indicava que havia muita gente, além do cheiro de pergaminho velho, o qual aprendera a reconhecer nos anos de convívio com Hermione. Após verificar o corredor, volta a forma humana, retirando do bolso uma pastilha de cerca de dez centímetros de diâmetro, conjura um copo de água e coloca-a dentro do copo, vendo que ela começava a efervescer e liberar um gás quase transparente.

-Bons sonhos, comensais. –Sussurra divertido, fazendo o copo se mover silenciosamente até o canto da porta e depois fechando-a.

Voltando a forma de lobo, Harry segue até a próxima parte da escadaria, indo para o terceiro andar, Hermione já devia ter terminado com a vigília.

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Hermione já havia percorrido a muralha de segurança, então desliza pela parede e passa pela janela que dava acesso ao terceiro andar, dando o azar de encontrar um comensal, que rapidamente entra em guarda. Ao mesmo tempo em que ela desloca-se para frente, o comensal dispara um feitiço estuporante que a atinge, fazendo-a rir baixinho.

-Feitiços estuporantes não funcionam em vampiras. –Sussurra ao segurá-lo pelo pescoço com uma das mãos, a outra havia virado o braço direito do comensal no ângulo errado, fazendo a varinha deste cair no chão. –Onde Voldemort está? –Pergunta e depois força a mente dele, observando que este não parecia saber a resposta. –Inútil. –Dizendo isto, ela termina de esmagar a garganta dele e o deixa no chão.

Com sua audição apurada, houve conversas e risos vindos de uma sala próxima. Não havia sinal de Harry, então resolve ir até a sala, porém antes retira o casaco pesado, solta o cabelo e abre os primeiros botões da camisa preta, que terminava assim que a também preta calça justa começava.

-Alguém tem uma bebida para mim? –Hermione pergunta com sua voz musical, seus os olhos estavam vermelhos e as presas aparecendo.

-O lugar dos vampiros é lá em baixo! –Um dos comensais fala aborrecido, porém vários outros se levantam em protesto.

-Não liga pra esse idiota. Entre e fique à-vontade, gatinha. –Um deles, que parecia ter vinte e poucos anos, fala oferecendo a cadeira e usando um tom insinuante.

-Se for boazinha conosco, terá toda a bebida que precisa. –Outro comensal, um pouco mais velho, não esconde a malícia no olhar, que descia pelas belas curvas da morena.

-Não me diga que vocês sabem fazer mais que matar para se divertir? –Hermione agora andava em direção ao centro da sala, sabendo que todos os quinze homens estavam praticamente hipnotizados por seu brilho das trevas, as bebidas já esquecidas sobre as mesas.

-Por que não chama umas amiguinhas e nos deixa mostrar? –Aquele comensal ela reconhecia, era rabicho e estava tão embasbacado que não a reconhecera.

-Peter, você não acredita mesmo que sozinho poderia dar conta de uma de nós, não é? –Aquela pequena provocação maliciosa fez até o rabugento de trás do bar gargalhar.

Era a distração que Hermione precisava, já havia colocado um feitiço de imperturbabilidade na porta e agora todos estavam de guarda baixa. Transformando sua varinha em uma espada curta, arrancou a cabeça do primeiro, perfurou o coração do segundo pelas costas, cravou-a na barriga do terceiro e novamente decapitou o quarto, isto em apenas um minuto, antes que qualquer um pudesse reagir.

Foi o “barman” o primeiro a reagir, lançando um feitiço de extinção, mas ela desvia correndo atrás dos comensais, lançando feitiços e usando a espada curta. O feitiço de extinção atingiu dois comensais que implodiram e causaram uma grande confusão de vísceras, que Hermione aproveitou para terminar de incapacitar os outros, deixando apenas Rabicho de pé.

-Peter, convivemos juntos por tanto tempo e não foi capaz de me reconhecer? –Hermione pergunta segurando o homenzinho no alto, este tinha as calças molhadas e tentava se soltar usando a mão de artificial contra Hermione.

-Como pode? Ela é de prata. –Peter choraminga apavorado, vendo Hermione usar um feitiço para limpar o sangue que estava sobre si.

-Meu brinco também! Talvez possa pegá-la para derreter e fazer umas pulseiras, o que acha? –Hermione pergunta com um sorriso de canto, ouvindo o pequeno traidor guinchar como um rato, mas sem conseguir se transformar, bloqueado pela magia de Hermione.

-Que bagunça é essa? –Harry pergunta ao aparecer na porta, olhando enojado para o chão, mas sorrindo ao ver o que Hermione conseguira capturar.

-Desculpe querido, mas sabe como eu sou rigorosa com cantadas mal dadas. Aliás, adivinha quem tentou se insinuar pra mim? –Pergunta sacudindo Rabicho no ar, este estava ainda mais apavorado.

-O traidor! Quem sabe podemos pegar leve com ele, em troca de umas informações... ele leva jeito para delatar. –Harry sugere olhando profundamente nos olhos de Peter, que parecia conformado com seu destino.

-Eu digo o que quiserem, só não me matem! –Implora deixando as lágrimas rolarem por sua face.

-Onde Voldemort está? –Harry pergunta de modo objetivo.

-Sexto andar, seguindo pelo corredor principal, tem portas duplas que levam pro escritório, o quarto tem acesso por ele. –Rabicho entrega tão rapidamente que não poderia ser mentira.

-E então, o que fazemos com o rato? –Hermione pergunta voltando a balançá-lo.

-Vou cumprir com minha palavra. –Harry fala retirando do bolso da jaqueta um par de algemas coloridas. –Essa chave de portal vai te mandar pra Azkaban. –Fala ao colocar as algemas no comensal, que arregala os olhos espantado, mas antes que ele pudesse falar qualquer coisa, já estava sendo transportado.

-Os vampiros estão a caminho, parece que sentiram o cheiro do sangue. –Hermione avisa e Harry pensa por um instante.

-Você consegue segurá-los enquanto eu subo? Acho que ouvi Nagini. –Harry fala e Hermione, mesmo a contra gosto, concorda.

-Só não esqueça que o golpe final no maldito é meu. –Hermione o lembra e ele concorda com um aceno antes de sair da sala.

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Desta vez Harry segue em forma humana, colocando em sua mão a luva especial que Olivaras fizera para auxiliar na prática de magia sem varinha. Já na escada ouve barulhos de passos apressados e não pensa duas vezes antes de lançar um feitiço explosivo na parede, fazendo as pedras serem lançadas contra os comensais. Alguns foram atingidos pela explosão, outros com as pedras, mas Harry não se importava, não podia parar para duelar com ninguém, então passou por cima dos feridos, seguindo sua corrida em alta velocidade. Estranhou não encontrar ninguém entre o quarto e sextos andares, porém não se surpreendeu ao sentir a presença de vários no sexto andar. Era certo que seria uma armadilha, então resolve lançar uma esfera de chamas para o corredor de acesso ao sexto andar, mesmo que fosse bloqueada atrapalharia a visão.

Assim que vê as chamas serem repelidas, corre o último metro e salta, lançando um feitiço explosivo para baixo, provocando um rápido tumulto, enquanto caía entre três comensais, os atingido com socos e chutes, usando-os para bloquear feitiços que vinham em sua direção, inclusive uma maldição da morte.

A tática seria lançar feitiços de fogo para forçar uma defesa, enquanto lutava corpo a corpo para derrubar os comensais, usando-os como escudo e lançando-os contra os outros aproveitando sua força e velocidade sobre-humanas. Não sairia ileso, mas inteiro o suficiente para enfrentar Voldemort, que estava a apenas dez metros de si, fazendo sua cicatriz doer fortemente.

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Hermione não teve que esperar muito para que os vampiros aparecessem, estavam sedentos e havia um bocado de sangue fresco jorrando. Assim que eles apareceram à porta, foram atingidos sem aviso pela louça de prata, que ela transfigurara em pequenas setas enquanto aguardara.

-Eu sou Hermione, filha de Drakul. Quem não desejar morrer, volte lá para baixo ou venha para meu lado e lute comigo. Garanto que conseguirei uma colocação em um dos clãs de meus irmãos. –Hermione fala em tom solene e deixando que eles sentissem o poder de seu sangue. Porém, eles apenas abriram caminho para um deles passar.

-Eu sou Deimos, líder do clã Hades. -Agora quem falava era um homem de porte aristocrático, certamente o líder do clã de diablerristis. Tinha altura mediana, ombros largos e braços fortes, cabelos curtos cor de bronze e profundos olhos negros. –Caso ainda não saiba, permita-me avisar que tenho pouco mais de seiscentos anos e já devorei vampiros muito mais velhos e experientes que você.

-Adotou o nome que evoca o deus grego do medo para ver se assustava? –Hermione provoca ainda se pondo em posição superior. –Pois saiba que fama e prática são coisas diferentes e, apesar de eu ser bem jovem, posso esmagar você e os outros vermes sem problemas. –É claro que não poderia sozinha contra todos, mas a ajuda já devia estar a caminho.

-Sem dúvida é uma filha de Drakul legítima e, como tal, morrerá por sua soberba. –Deimos fala mansamente, os olhos agressivos e famintos. Quando a última palavra era captada pelos ouvidos de Hermione, Deimos aparecia atrás de si com o punho erguido.

Hermione desvia por milésimos de segundo, a pressão do ar machucando seu rosto, mas esta ignora a dor e gira, tentando acertá-lo, mas este era mais rápido e desviara sem problemas.

-Precisa ser mais ágil, princesa! –Provoca girando rapidamente ao redor de Hermione, suas garras investindo rapidamente contra ela e causando pequenos cortes.

Hermione sabia que ele não tentaria nenhum contato longo ou mesmo uma aproximação, porque a vantagem passaria a ser dela, então tinha que pensar em um jeito de limitá-lo. Logo seu pensamento a levou a um único ponto e logo seu corpo se aqueceu, sentiu as pontas dos seus dedos faiscarem. Abrindo os braços, gira deixando que o ar a sua volta se consuma em chamas, espalhando uma grande onda ao seu redor.

Vários vampiros que assistiam o combate recuaram assustados, contudo Deimos se afastara apenas alguns metros e se protegera com um escudo mágico fraco, provavelmente a magia não havia nascido com ele e sim, sido adquirida.

Hermione salta para trás, destruindo as estantes com vinho e lançando os pedaços de madeira na direção de Deimos, que se defende usando uma das cadeiras que estava próxima de si. No segundo seguinte um feitiço de extinção o atinge lançando-o com violência contra a parede, seus órgãos internos sendo danificados, mas o coração fora protegido.

Percebendo que ela era perigosa a distância, rapidamente Deimos se põe a correr na direção dela, sacando sua espada velozmente e lançando na direção dela. Que confunde o projétil com um feitiço e conjura um escudo, que facilmente é penetrado pelo objeto sólido, que se crava em seu ombro esquerdo.

-Fim de linha, princesa bruxa. –Deimos fala enquanto ri satisfeito, sua boca salivando diante da refeição apetitosa.

-Pelo visto é muito mal informado, Deimos. –Hermione responde tirando a espada do ombro, os olhos apurados de vampiros podiam ver o corte se fechando sob o sangue. –Ficando com fome ao sentir esta mistura peculiar de sangue humano e sangue nobre vampírico? –Hermione provoca ao vê-lo passar a língua nos lábios rapidamente, o nariz parecendo aspirar profundamente o doce aroma.

-A lâmina é de prata, como pode reagir como se fosse de latão? –O vampiro fala sem tirar os olhos da ferida já praticamente curada.

-Sei como se sente. O aroma invade suas narinas e algo dentro de si desperta, pulsa. Então uma segunda voz surge em sua mente, instigando-o a avançar, a não hesitar, não pensar. –Hermione provoca mantendo-se quase colada à parede, sua mão apertando com força a lâmina e então deixando que o sangue suje toda a espada. –Dor ou prazer? –Esta pergunta tinha muitos significados, porém a resposta não passou de urros e grunhidos.

Hermione jogara a espada na direção do aglomerado de vampiros próximos a porta, que avançaram na espada se ferindo e urrando de dor, mas ansiosos demais por provar do sangue para se importar. Ao mesmo tempo Deimos vira o movimento e saltava no sentido contrário, cravando suas presas no pescoço de Hermione, que rapidamente enfia a mão no peito do vampiro e arranca seu coração, esmagando-o e depois o empurrando fortemente, lançando-o contra os vampiros esfomeados que saltaram sobre o corpo do ex-líder.

Infelizmente nem todos queriam disputar aquela “migalha” tendo algo tão saboroso e apetitoso à frente. E, desta vez, atacariam todos ao mesmo tempo. Concentrando a magia em sua mão, Hermione explode a parede atrás de si, deixando que uma tímida luz do sol entre, não era realmente intimidador, porém logo tudo parou.

-Finalmente a cavalaria . –No segundo seguinte a conclusão de Hermione, o cheiro dos lycans dá lugar aos rugidos ferozes e sons de batalha. Um grande lycan castanho rapidamente passara pela porta, parando no meio dos vampiros que iam atacar Hermione. –Divirta-se Logan, vou ajudar o Harry. –Hermione fala para o gigantesco lobo que usava as garras para dilacerar os inimigos que tentavam atacá-lo, mas sem qualquer organização.

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Harry estava no meio do corredor, sua tática havia sido percebida e agora era forçado a se defender dos feitiços sustentando um escudo mágico tão forte, que não permitia que ele próprio atacasse. Já o corpo que flutuava a sua frente, recebia as eventuais maldições da morte que pudessem tentar atingi-lo.

-Até quando acha que conseguirá se esconder, Potter? –Um comensal pergunta em tom provocativo, insinuando covardia.

A resposta veio em forma de feixes vermelhos que surgiram das portas do lado direito do corredor, que abriram ao mesmo tempo em uma atuação tática da Ordem da Fênix. Havia vários membros da ordem e aurores iniciando a batalha contra os comensais que protegiam o salão do mestre.

-Deixe eles conosco, Harry. –McGonagall fala ganhando certo destaque da multidão, Harry apenas assente antes de disparar até as negras portas duplas.

A corrida que o levou a trombar com vários comensais foi breve, a entrada no escritório não teve empecilho, porém assim que entrou a porta se fechou e revelou um local amplo e sem móveis, preparado para a batalha.

-Creio que tenha chegado muito tarde, Potter. Já ordenei o início do ataque as outras células e elas já devem estar devastando Londres. –Voldemort fala de modo tranqüilo e confiante, parado a frente de uma janela, mas ignorando o frio invernal, a varinha a postos.

-Que o ministério se resolva com isso, meu objetivo é apenas derrotar você. –Harry fala dando de ombros, não era o responsável por salvar a humanidade e sim dar um jeito em Voldemort.

-Então se me matar, porém dezenas de milhares de pessoas morrerem, estará satisfeito? –Voldemort o desafia, provavelmente querendo desequilibrá-lo mentalmente.

-Se elas morrerem será incompetência do governo bruxo e trouxa, eu não tenho nada com isso. Mas não precisa ter medo de mim, não vou matá-lo, esse presente vou dar de cortesia a minha noiva. –Harry responde com um sorriso cínico, parecendo surpreender Voldemort com sua calma.

Resolvendo aproveitar o segundo de hesitação, Harry dispara o primeiro feitiço. O velho e bom expelliarmos, que faz a varinha de Voldemort sair de suas mãos por um momento, tempo suficiente para outro feitiço e um avanço físico. Voldemort defende usando magia com uma das mãos, enquanto com a outra mão recuperava o controle de sua varinha.

Rapidamente o lorde negro lança uma esfera prata na direção de Harry, que desvia. Uma sucessão de feitiços se segue e Harry consegue desviar por pouco, sempre tentando alcançar uma distância que permitisse combate físico, área em que tinha ampla vantagem. Entretanto um feitiço de área destrói o chão ao redor de Harry, obrigando-o a saltar para não cair no piso inferior e permitindo que, enquanto no ar, fosse alvo de um rápido feitiço. O escudo que tentou conjurar rapidamente não fora forte para bloquear o feitiço de Voldemort e este atinge sua mão, destruindo a luva que Olivaras fizera e parte de seus ossos dos dedos.

-Pode ter ficado mais forte fisicamente, mas ainda é um bruxo fraco. –Voldemort zomba enquanto lança uma maldição negra.

Harry contra-ataca com um feitiço de extinção, que obriga Voldemort a se defender, enquanto ele desviava e saltava, pousando atrás de Voldemort, que tem apenas tempo para se afastar e lançar um feitiço estuporante para afastá-lo, porém este o atinge como se fora apenas um bom soco, enquanto seu punho esquerdo faz Voldemort quase atravessar a sala.

-Um bruxo fraco que tem bastante resistência mágica! –Harry responde avançando e atingindo Voldemort com um chute tão forte que iça o bruxo, deixando em posição de levar mais uma esquerda na face asquerosa.

Agora Voldemort estava jogado contra a parede, seu sangue profano manchando a parede e o chão, Harry não perdeu tempo em lançar um feitiço de extinção que acerta o inimigo em cheio. A dor lancinante que atingiu sua cicatriz e a figura imóvel de Voldemort deram-no certeza de que todos os órgãos internos do bruxos tinham implodido.

-Até que não foi difícil. –Fala tentando superar a dor e focar no inimigo derrotado, porém assustando-se ao ver seus dedos se movendo. –Como é possível? –Pergunta-se fazendo esforço para se erguer e então rapidamente sentindo algo frio se enroscar em si e prender seus braços junto ao corpo.

Mate-o Nagini, faça desse miserável sua mais preciosa refeição! -Voldemort ordena em língua de cobra, enquanto tentava se refazer do duro golpe sofrido.

Harry não precisaria ser ofidioglota para saber o que aconteceria, pois logo a bocarra estava sobre sua cabeça, à mandíbula deslocada para engoli-lo inteiro. O corpo forte da serpente esmagava sua coluna e já não podia sentir as pernas e fracamente os braços. A serpente era muito mais forte que um animal comum pela horcrux, também responsável por ter evitado a morte de Voldemort diante do feitiço de extinção.

Contudo, Voldemort não tinha idéia do quão rápido sua recuperação se dava, ainda mais depois de ter os ossos esmagados por Scar inúmeras vezes. Cinco minutos depois de ter a espinha quebrada em três lugares, seu corpo estava todo dentro de Nagini e o ar já começava a fazer falta, o ácido digestivo já lhe queimava o corpo, porém a última fissura da espinha se curara e, sem demora, pôde lançar um feitiço de chamas que queimou a serpente de dentro para fora.

Voldemort urrara de raiva ao ver em menos de um minuto a sua serpente de estimação e última horcrux estrebuchando e depois sendo rasgada pelos braços de Harry. O lorde negro ainda não estava de pé, mas tinha forças o suficiente para lançar uma maldição, não a da morte que acabaria o matando de vez, mas uma com o mesmo potencial.

- Sectumsempra -O brado fez Harry gelar, mas não havia nada que pudesse fazer, já que ainda estava envolvido por pedaços de pele de Nagini. –Agora vai morrer seu desgraçado.

O feitiço atingira Harry com força o suficiente para jogá-lo para trás e fazê-lo passar pela janela que estava aberta. Durante a queda sentia sua pele e músculos se rasgarem, seu sangue fugia do corpo rapidamente. Porém os metros de neve amorteceram a queda e o frio humanamente mortal manteve sua consciência desperta. Teria apenas dois ou três minutos até começar uma crise de hipotermia e precisava desse tempo para invocar o máximo de magia de que era capaz.

Com certo esforço, Voldemort se levanta e vai até a janela, arrancaria a cabeça de seu inimigo e faria dela sua mais nova horcrux, precisava de ao menos uma para seguir com seus planos. Ao chegar à beirada, usa de magia para levitar até o chão, parando ao lado de Harry.

-Você foi um espinho entre minha unha e dedo por muito tempo, Potter. Mas agora irá finalmente se juntar ao seu irritante pai e sua mãe sangue-ruim! –Voldemort fala vitorioso ao se ajoelhar ao lado de Harry, erguendo sua varinha enquanto sua outra mão erguia a cabeça do rapaz.

De repente os olhos de Harry se abrem e dois raios vermelhos atingem Voldemort no peito, lançando-o a dez metros de altura e cinco de distância. Apesar de ainda sentir o corpo latejar e queimar devido à alta atividade celular, Harry se ergue vacilante, recuperando o equilíbrio ao mesmo tempo em que Voldemort se colocava de pé.

-Nunca mais se atreva a ofender minha mãe, seu mestiço! Filho de um trouxa. –Harry brada tirando sua varinha do bolso interno da jaqueta.

-Nunca mais ouse repetir esta blasfêmia! –O urro de Voldemort se seguiu a maldição da morte, plenamente correspondida por Harry.

As duas maldições se chocaram no ar e o vento uivou sombrio, ambos podiam sentir o hálito pútrido da morte vindo dos feixes verdes que rivalizavam e se empurravam para um lado e outro.

-Novamente um impasse. Só que desta vez, você está fraco e meu sangue muito diluído no seu e no veneno de Nagini. –Harry fala mostrando confiança em sua capacidade de sustentar a magia por mais tempo.

-Não me subestime, moleque. É claro que eu sabia que aconteceria novamente. –Dito isto, Voldemort ergue subitamente a outra mão e um raio surge de baixo para cima, lançando Harry para trás até que se chocasse contra a parede de pedra do castelo.

Voldemort caiu de joelho, a maldição da morte seguira na direção de Harry, mas passara por baixo dele, enquanto ele voava na direção do castelo. Nenhum dos dois tinha muito mais forças, conjurar a maldição da morte era algo que demandava muita energia.

“Hermione, é a sua chance de matá-lo. Venha logo!” -Harry pede usando sua ligação com Hermione, ao mesmo tempo em que tentava se erguer. Seu lado direito parecia destruído, a clavícula quebrada, costelas e uma perfurando o intestino.

Rastejou por dois metros até ter segurança para ficar de pé, dando mais alguns passos até chegar a Voldemort que brandia a varinha sem conseguir produzir mais que faíscas.

-Hora de morrer, Voldemort. –Harry fala dando um chute forte no rosto do bruxo, sentindo o maxilar deste deslocar. –Mas não serei eu a selar seu destino. –Harry cai de joelhos, não tinha mais forças para ficar de pé ou mesmo se mover.

******************************************************

Ao chegar ao jardim outrora branco, Hermione vê uma grande macha de sangue, cercada por outras várias. Harry estava de joelhos, sua roupa parcialmente destruída, mas a neve derretia ao se aproximar devido à força mágica que desprendia dele. Voldemort estava a frente dele, mas olhava para ela, usando seus últimos esforços para atiçar mentalmente a besta que dormia dentro de si.

-Desista Voldemort, sua intenção pode ter sido fazer do braço direito de Harry um demônio, um inimigo, mas o que fez foi dar a ele novos poderes, despertar a herança genética adormecida. Além disto, me fez mais poderosa e impiedosa, coisa pela qual não irei te agradecer, visto que o preço foi alto demais. –Hermione falava em um rosnado, seus olhos vermelhos fixos nos vermelhos de Voldemort.

-Mata logo esse verme e vamos pra casa. Eu estou precisando de um banho e de comida! –Harry fala com a voz fraca, sua mão esquerda pressionando as costelas do lado direito.

-Parece que ele está precisando é de um curandeiro, porque não o ajuda antes que seja tarde. –Voldemort fala se pondo de pé, parecia estar recobrando as forças, seus ferimentos pareciam estar se curando rapidamente.

-Não vai escapar impune, Voldemort. Vamos acertar nossas contas primeiro! –Hermione fala antes de avançar e acertá-lo várias vezes com os punhos, centenas de golpes fortes que quebravam os ossos e agravavam lesões, mas sem serem fatais.

-Você não pode me matar, não é a pessoa da profecia. –Voldemort guincha furioso, tentando se levantar, mas já estando sem forças.

-Você é só um verme, não um deus! –Hermione fala segurando-o pelo queixo, forçando a cabeça dele para cima, de modo que pudessem se encarar. –Eu poderia matá-lo antes que pudesse perceber ou ainda devagar, para que sofresse bastante. Porém você morreria e tudo acabaria rapidamente... No caminho para cá pensei em várias formas de matá-lo, mas nenhuma me parece satisfatória.

-O que está fazendo, Hermione? Esse demônio não pode ser preso. –Harry lembra-a de forma dura, não havia prisão que o segurasse.

-Fisicamente pode ser, mas mentalmente há inúmeras possibilidades. –Hermione chama Cat por pensamento, sabia o que queria fazer, mas não conseguiria sozinha. –Eu não vou te matar Voldemort, na verdade viverá por muito e muitos anos ainda. Seu corpo estará em uma cela em Azkaban e sua mente eternamente presa em um loop infinito de seu passado.

-Chamou, maninha? –Cat fala após surgir do nada, passava os olhos rapidamente ao redor. –Harry, nunca te vi tão sexy. –Fala após observar detalhadamente os músculos cobertos de sangue.

-Cat, a partir de hoje, guarde os comentários sobre o Harry só pra você! –Hermione a repreende, fazendo-a rir. –Será que pode me ajudar com algo?

-Claro, o que você quer? –Pergunta deixando Harry de lado e olhando a figura desengonçada de Voldemort no chão.

-Quero que prenda a mente dele em um loop, onde ele estará sempre no lugar de suas vítimas, testemunhando a si próprio torturá-lo e matá-lo de milhares de formas diferentes. –Hermione fala olhando as reações de Voldemort, que iam da incredulidade ao pânico.

-Não pode fazer algo assim! Não tem tanta habilidade mental. –Voldemort fala quase em pânico, tentando se mover, mas sentindo seus membros superiores totalmente quebrados e não conseguia sentir seus membros inferiores.

-Mas eu tenho, agora fique quieto. –Cat fala com um sorriso sádico e prazeroso, enterrando a cabeça de Voldemort no gelo.

Hermione se levanta e vai até Harry, fazendo um sinal para que ficasse quieto e então usa magia para examinar seus ferimentos. Ossos quebrados, cortes semi-profundos, uma perfuração no intestino, diversas pequenas escoriações, mas tudo já sendo devidamente cuidado pelo próprio poder regenerador de seu corpo, ela só precisaria por alguns ossos no lugar quando voltassem a sede da ordem.

-Prontinho Mione! Você tem um talento e tanto para castigos, devia publicar umas idéias, quem sabe escrever uns livros de terror. –Cat sugere bem humorada, vendo que Hermione observava o corpo inerte de Voldemort. –Ele ficará inconsciente, preso em um pesadelo eterno.

-Obrigada Cat, não sei como te agradecer. –Hermione fala emocionada, finalmente sentia que havia vingado os pais. Harry a abraça, usando a mão boa para limpar as lágrimas de sangue.

-Não precisa, somos irmãs e devemos ajudar umas as outras. A propósito, seu amigo despertou, alimentei-o com sangue de urso. Acredito que posso mantê-lo sossegado até amanhã, assim poderá cuidar do seu gatinho.

-Obrigada Cat, vou falar com os Weasley e ver qual a decisão que tomaram. –Hermione responde sentindo novamente um peso no peito, desta vez pelo destino do amigo.

-Só saiba que ficarei feliz em recebê-lo no meu clã, um touro forte nunca é demais. –Cat fala antes de ir, fazendo Hermione rir junto a Harry.

-Parece que ela quer mais um amante. Acha que Rony ficaria satisfeito com isso? –Harry pergunta tentando atenuar o clima ruim.

-Não sei. A única coisa que sei, é que vou passar as próximas horas te enchendo de mimos. –Harry sorri e ronrona animado com os lábios contra os dela, enquanto Hermione deixava uma rápida mensagem sobre Voldemort no chão, para que pudesse aparatar com Harry.

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N/A²: Não vou fazer discurso de despedida porque a fic terá continuação, de toda forma quero agradecer a todos que comentaram e dizer que fiquei muito feliz com o retorno positivo que me deram sobre os personagens originais, eu nunca tinha tentado criar tantos e não esperava que dessem tão certo, aliás, foi este sucesso que me motivou a fazer uma continuação para explorar melhor a família de Drakul.


N/A³: ATENÇÃO!!! Eu não vou postar todas as continuações de uma vez, então quero que decidam qual continuação virá primeiro: A continuação de Sitra Achra, de Reescrevendo a História ou a de Príncipes do Apocalipse. Enviem o comentário com a sua escolha em uma dessas 3 fics até o dia 1 de Julho, dia em que acabará a votação.


lucas esteves.: Os dois foram cara-de-pau chegando como se nada tivesse acontecido rsrsrs. Obrigado pelos elogios, também adorei a cena do descontrole dela. Você se enganou só um pouquinho quanto ao Rony, que não é irmão e sim sobrinho da Mione, afinal é “filho” da irmã dela. A fic que seguirá essa, será só para os Príncipes do Apocalipse, então terá bastante ceninha em família, umas boas e outras nem tanto.

James V Potter: Ainda não sei qual o nome vou por na continuação, estava pensando em Anjos & Demônios, você gosta? Por enquanto Drakul continua com 5, vamos ver até quando vai a sorte dele.

A.K Pri: Gabriel é mesmo fácil de se gostar e vai aparecer um pouco mais na próxima fic, digamos que terá papel muito importante na continuação.

Mione03: Bom, o Rony não apita nada! Rsrsrsrs Vão ser os Weasley que irão decidir sobre o futuro dele. Harry quando deixa de marra é muito fofo, humano ou lobo rsrsrs. Na continuação terá muitas cenas da Mione com o Gabriel, então acho que você vai adorar.

Kaos StoneHange: Nossa, o Harry já bateu em tanta gente, não acredito que você ainda não tenha reparado! Bom, nesse cap ele fez o serviço todo pra Mione, ela chegou e o Voldinho já tava detonado.

Angel Cullen = Srta. Cereja: Você disse tudo! Muito suspeito tudo isso, porque será que Drakul quer “netinhos”??

Silvia Cecil: Este foi o último capítulo, mas tem toda uma fic enorme pela frente de continuação a esta, então é só ficar atenta e acompanhar.

The Jones ;D: Rony não é muito ciumento pra virar mais um na lista da Cat? Quanto ao Harry, guarde espaço no seu coração que no futuro ele estará muito mais irresistível! Rsrsrsrs

*MaRy*: Disse tudo! Drakul está armando, mas o que será? Quanto ao Rony, vampiros são sugadores de sangue e se alimentam de pessoas, já o Logan e o Lupin são lobisomens e não precisam comer pessoas e nem o costumam.

Nick Granger Potter: Rony realmente se deu mal, mas acontece. Quanto aos vampiros, eles se alternam bem entre momentos de humor e terror rsrsrsrs

Márcio Black : Realmente a fic acabou, mas a aventura maior só está começando, e eu espero que você goste. Nela teremos a volta dos caçadores e do Hellsing, que acabou “sumindo”.

Ingrid Teixeira: Só mando o Gabriel se você garantir a alimentação dele! Rsrssrs Eu quis por o assunto da gravidez pra meio que acabar com o clichê de que sempre rola gravidez, além disso a Mione ia acabar perdendo o bebê na luta final, mesmo que não tenha apanhado muito.

Ana Rita: Entendo o que quer dizer, não gosto muito desses vampiros bestiais, sou mais o estilo Entrevista com o Vampiro, Tom Cruise e Brad Pitt sabe? Que bom que gostou da fic, espero que goste também da continuação desta.

riraito: Você está em uma ótima linha de pensamento, da última vez realmente foi um amante de vampira que o selou, agora onde exatamente isso se encaixa no quebra-cabeça geral?

bebel: Ele disse laranja, porque queria que ela tivesse um menino, nada demais, apenas uma torcidinha rsrsrsrs.

Bruneka: Ah! Achou a fic já no fim, mas vai poder acompanhar a próxima do começo, é só ficar atenta que eu coloco o link aqui quando postar.

Próxima Atualização: Reescrevendo a História.

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Comentários: 1

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Enviado por Bruna Bullock em 01/12/2011

Posta logo a continuação dessa fic!!!!!!!!!!!!!!
Beijossssssssssssssssssss

Nota: 5

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