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Visualizando o capítulo:

3. Mudanças ???


Fic: Mais que inimigos // D/Hr // Cap 5 on \ô/ (Aeluia)


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/B: Tipo gente, a Suzannah colocou no capítulo, que a Mi usa um mp3 e como todos sabem, isso é um objeto ‘ trouxa ‘ ai, eu nem ela lembramos se pode ou não usar esses objetos lá, se eles funcionam ou não, mais vamos fingir que eles funcionam lá, ok?!

3º capítulo – Mudanças?

Sobrevivera ao primeiro dia com Malfoy e isto já era uma grande conquista para Hermione, que estava no Salão Principal tomando café junto de Harry e Ron. A primeira coisa que perguntaram fora se Malfoy tentara fazer algo a ela, mas como Malfoy não fizera nada demais, apenas respondera que não, e com cara de total espanto foram tomar café. Hermione sabia que tinha sobrevivido ao primeiro dia, mas e se no segundo não conseguisse? Aturar Malfoy não era nada fácil. Dava até nojo de olhar para a mesa da Sonserina e vê-lo com aquela cobra da Pansy Parkinson agarrada em seu pescoço, fazendo de tudo para chamar atenção. Por que você está olhando para lá, Hermione 'Idiota' Granger? Pensou dando um tapa em sua testa e voltando sua atenção para os meninos, que conversavam animadamente sobre o próximo jogo de quadribol que teria. Como não era perita em quadribol e já tinha tomado seu café, resolveu passar pela biblioteca, já estava com saudades. Despediu-se dos amigos e foi.
Nada como ler um bom livro para acalmar Mione, esquecia de tudo e somente viajava pela sua imaginação. Era tão bom, tão relaxante, que não viu o tempo passar e quando se tocou, o primeiro horário já havia começado, transfigurações, McGonagall não era de perdoar facilmente, mas como tinha tantos pontos positivos com os professores, resolveu arriscar ir sem levar bronca. Correu para chegar o menos atrasada possível e ao chegar abriu a porta rapidamente, o que fez bastante barulho e atraiu uma avalanche de olhares para a castanha.

- Er... Desculpa o atraso, professora.

A professora a olhou severamente, com aquele olhar que somente ela sabia fazer e falou:

- Sente-se Srta. Granger. Espero que isto não se repita.

Apenas sentou-se e ficou calada, não suportava que chamassem a sua atenção, principalmente na frente de todos e pior, na frente dos alunos da Sonserina, que davam risadinhas enjoativas. Apesar disto seu dia fora quase agradável, pelo menos até a hora do almoço, após isto houve um pequeno inconveniente. Quando foram para a aula de poções, que quem continuava ensinando era Horácio Slughorn, Hermione se arrependera de ter saído de seu quarto, pois justo na aula dele, um professor homem, sua menstruação resolveu vir adiantada. A vergonha era maior que a necessidade, mas e o mico que pagaria depois? Era só ficar com a capa e pronto, tudo estava resolvido. Ao acabar a aula, Mione foi direto para seu quarto, tinha que resolver isto o mais rápido possível, falou a senha o mais rápido que pode e quase quebrou o quadro tentando abri-lo, ao entrar tirou sua capa e jogou em uma poltrona, quando estava chegando à escada para seu quarto, escutou uma voz nada agradável.

- Para que a pressa, Granger? Há algo de errado? – Hermione não estava para brincadeiras de Malfoy, então apenas fez um gesto obsceno com a mão e segui seu caminho.

- Uou, não precisa mostrar tanto sua educação... E, Granger? Você derramou vinho na sua saia?

No momento quisera se enterrar, mas cavar um buraco iria demorar muito, então fingiu não ter escutado e entrou em seu quarto. Adivinhem só? Isso ai, não tinha roupa limpa. Entrou em desespero e como sempre fazia quando ficava desesperada, esquecera-se da magia e de que poderia transfigurar algo. Desceu correndo e teve o desprazer de perceber que Malfoy continuava lá, mas sem dar importância continuou seu caminho.

- Hey Granger, não tem roupa limpa?

- Não enche Malfoy, a não ser que você tenha um jeito de me ajudar, o que eu sei que é impossível, é melhor não falar nada. – e seguiu seu caminho.

- Na verdade... – falou inesperadamente, o que fez a castanha parar subitamente e virar-se. "Não posso acreditar, Malfoy realmente irá me ajudar?Isso entrará para a história. “O dia em que um Malfoy ajudou uma sangue-ruim”, pensou. – Tenho um jeito de lhe ajudar sim...

- Aham, sei... O que você vai querer em troca? Com certeza isto não irá sair de graça.

- Granger, já lhe falei para nunca duvidar de um Malfoy. – a garota continuou olhando-o, esperando pela ajuda, pois estava tão necessitada, que até a ajuda de um Malfoy era bem-vinda. – Sabe... Eu esperava que uma sabe-tudo como você, soubesse o que fazer... Uma coisa tão simples...

- Vai ajudar ou não? O tempo está passando e não quero perdê-lo com você.

- Granger, Granger... Não se fala assim com pessoas que querem ajudar, sabe? Mas como eu sou muito bonzinho, vou lhe dar uma dica. Você é uma bruxa e pode fazer mágica.

No momento a garota se sentiu a mais idiota do mundo. Como não pensara nisso antes? A mesma coisa acontecera no segundo ano, quando estavam no visgo do diabo e esquecera-se que podia fazer fogo com sua varinha. Mas entre todas as pessoas no mundo, tinha que ficar com cara de idiota na frente de Malfoy?
Quando percebeu que estava perdendo imaginando o quanto fora idiota ao invés de ir logo transfigurar uma farda nova, exclamou um ‘Ah... ’ e saiu correndo para seu quarto.

- Hey Granger! Não lhe deram educação? Cadê meu ‘obrigada’?

Mas a garota não respondera, estava tão desesperada que não o escutou. Sorte dele, pois não receberia uma resposta muito agradável...
Após esta inconveniência nada demais aconteceu. Jantaram e cada um foi para seu dormitório, Mione queria muito ir com seus amigos, mas tinha que fazer a ronda noturna pelo castelo. Saiu de seu quarto e fora fazer a ronda.
O castelo estava completamente tranqüilo, Mione poderia simplesmente voltar e ter uma ótima noite de sono, mas não estava com um pingo de vontade de dormir. Pra que voltar lá e dar de cara com Draco? Não, era melhor ficar apreciando o céu, tão lindo que ele estava. E era isto que a castanha estava fazendo, olhando as estrelas tão brilhantes, a lua que estava linda, sem nuvem alguma para atrapalhar sua visão. Era somente ela, a janela e o céu. Ou quase...

- Linda noite, não? – ao escutar aquela voz, fria, quase um sussurro perto de si, arrepiou-se.

- Não deverias estar fazendo a ronda pelo castelo, Malfoy?

- E você? Não deveria também? – a castanha calou-se.

- Olha Malfoy, não sei o que está acontecendo com você para quase não estar brigando comigo. Mas eu lhe pergunto. O que você ganha com isso? Para que infernizar a minha vida? Todos esses anos que eu estive em Hogwarts, eu nunca consegui ficar em paz, por que você nunca deixou! Então, pelo menos uma vez na sua vida, me deixe em paz aqui, sozinha com as estrelas, elas são melhores companheiras do que você! E assim eu não tenho que ficar escutando coisas desagradáveis o tempo todo!

A castanha virou-se para sair de perto daquela víbora o mais rápido possível, mas algo a impediu. Em um segundo estava andando e no outro se encontrava de frente para Malfoy, encarando aqueles olhos cinza, que mesmo sendo tão frios, conseguiam passar qualquer sentimento. Seus rostos estavam tão perto um do outro que podiam sentir suas respirações cada vez mais rápidas, o tempo que parecia tão frio, agora começava a esquentar. A castanha presa pelo braço do loiro que contornava sua fina cintura. O garoto começou a aproximar seus rostos, fazendo com que Mione ficasse nervosa. O quê que ele ta fazendo?! Perguntava-se aflita. Sua resposta fora respondida com um frio e ao mesmo tempo, caloroso beijo. Os lábios do loiro dominavam os seus de uma forma que ninguém jamais fizera antes, fazia a garota esquecer-se de quem era e de quem estava beijando, no momento era somente ela e ele. O garoto a empurrou ferozmente para a parede, fazendo com que ela não tivesse saída, e cada vez aprofundava mais os beijos. Uma mão na coxa da castanha, que apertava conforme os lábios desta iam pedindo, e a outra passando das costas para a nuca. O loiro deixou os lábios da castanha para apoderar-se do pescoço, fazendo com que a garota desse gemidos de aprovação. Mione já estava tão fora de si que quando percebeu suas mãos já estavam dentro da camisa do loiro, passeando pelo peito e barriga definidos de Draco. Mas logo após tirou-as de lá e colocou-as na nuca do garoto, como incentivo. Draco subira de volta e começara a beijar os lábios da castanha e com um selinho, para finalizar, parou. Ficou apenas olhando a garota, que não sabia o que fazer, não entendia como tinha ido tão longe, logo com Draco Malfoy. Após alguns segundos, que para Mione pareceram longas horas de silêncio, Malfoy disse, tão baixo que saiu num sussurro, mas bastante audível e convidativo para a garota.

- É isto que eu ganho Granger. Você é uma presa fácil, eu posso lhe ter a hora que eu quiser...

- Você é um idiota, Malfoy.

- Talvez, mas você tem que admitir que beijo bem... Sou bom em muitas outras coisas, Granger. Coisas que lhe deixariam louca. – e foi embora, deixando a garota para trás, sentindo-se o ser mais insignificante do mundo. Por que ele, Merlin? Por quê? Não parava de se perguntar. Sentia-se humilhada, mais humilhada do que jamais se sentira. Perdera a vontade de apreciar as estrelas e foi para seu dormitório.
Mas antes decidiu tomar um banho, sentia-se suja por ter deixado Malfoy ter feito aquilo com ela, rebaixou-se a ele, e jamais iria perdoa-se por isso. Mas se ele não merecia uma coisa, era que ela ficasse triste por ele. Não, para quê ficar assim? Ele iria ver que o beijo não a afetara em completamente nada. Terminou seu banho e vestiu a camisola que ganhara de sua mãe no natal passado, não se preocupou se a camisola era curta demais, ou transparente na barriga, pois Malfoy
Ainda estava andando por ai, não tinha escutado barulho nem uma dele chegando. Foi para seu quarto, pegou seu mp3, um objeto trouxa que achava bastante útil, e pegou o esmalte roxo, seu preferido. Nada como escutar musica e pintar a unhas para sentir-se melhor e esquecer de Draco, ou melhor, do beijo de Draco. O que não era nem um pouco fácil, descobriu a castanha, que de vez em quando pegava-se pensando nele. Precisava parar com isto e sabia o que tinha que fazer, as músicas que estava escutando eram muito calmas, precisava de algo mais agitado. Este era o remédio perfeito para se esquecer de algo (quando não se tem chocolate), cantar desafinadamente e dançar loucamente a música mais louca que tivesse. matchbox 20 – disease.mp3.
Levantou-se e subiu na cama, os olhos fechados imaginando-se em um show. Tocando sua guitarra imaginária.


“Feels like you made a mistake”
(Parece que você cometeu um erro)
”You made somebody's heart break”
(Você partiu o coração de alguém)
“But now I have to let you go”
(Mas agora preciso te deixar ir)
”I have to let you go”

”You left a stain”
(Você deixou uma mancha)
”On every one of my good days”
(Em todos os meus dias bons)
“But I am stronger than you know”
(Mas sou mais forte do que você pensa)
”I have to let you go”
(Tenho que te deixar ir)

”No one's ever turned you over”
(Nunca ninguém te recusou)
”No one's tried to ever let you down”
(Ninguém tentou te deixar mal)
”Beautiful girl - bless your heart”
(Garota bonita abençoo seu coração)

”I got a disease deep inside me”
(Eu tenho uma doença dentro de mim)
”Makes me feel uneasy, baby”
(Me sinto ansioso, baby)
”I can't live without you, tell me”
(Não posso viver sem você, me diga)
”What am I supposed to do about it”
(O que eu devo fazer sobre isso)
”Keep your distance from it”
(Mantenha distância disso)
”Don't pay no attention to me”
(Não preste atenção em mim)
”I got a disease”
(Eu tenho uma doença)

”Feels like you're making a mess”
(Parece que você está fazendo uma bagunça)
”You're hell on wheels in a black dress”
(Você é um inferno andante com um vestido preto)
”You drove me to the fire”
(Você me levou ao fogo)
”And left me there to burn”
(E me deixou lá para me queimar)


Pulou da cama e caiu de joelhos no chão, cantando sofridamente cada palavra da musica. Tão sofridamente que era capaz de fazer outras pessoas chorarem de tão mal que a garota cantava.

”Every little thing you do is tragic”
(Todas as coisas que você faz é trágico)
”All my life before was magic”
(Toda a minha vida antes era mágica)
”Beautiful girl I can't breathe”
(Garota bonita Não posso respirar)

”I got a disease deep inside me”
(Eu tenho uma doença dentro de mim)
”Makes me feel uneasy, baby”
(Me sinto ansioso, baby)
”I can't live without you, tell me”
(Não posso viver sem você, me diga)
”What am I supposed to do about it”
(O que eu devo fazer sobre isso)
”Keep your distance from it”
(Mantenha distância disso)
”Don't pay no attention to me”
(Não preste atenção em mim)
”I got a disease”
(Eu tenho uma doença)

”I think that I'm sick”
(Acho que estou doente)
”But leave me be”
(Mas me deixe assim)
”While my world is coming down on me”
(Enquanto meu mundo desaba sobre mim)
”You taste like honey, honey”
(Você tem gosto de mel, querida)
”Tell me can I be your honey bee”
(Me diga se posso ser sua abelha)
”Be strong, keep telling myself”
(Seja forte, eu me digo sempre)
”That it won't take long 'till”
(Isso não vai demorar)
”I'm free of my disease”
(Eu estarei livre de minha doença)


”I got a disease deep inside me”
(Eu tenho uma doença dentro de mim)
”Makes me feel uneasy, baby”
(Me sinto ansioso, baby)
”I can't live without you, tell me”
(Não posso viver sem você, me diga)
”What am I supposed to do about it”
(O que eu devo fazer sobre isso)
”Keep your distance from it”
(Mantenha distância disso)
”Don't pay no attention to me”
(Não preste atenção em mim)
”I got a disease”
(Eu tenho uma doença)

”I think that I'm sick”
(Acho que estou doente)
”But leave me be”
(Mas me deixe assim)
”While my world is coming down on me”
(Enquanto meu mundo desaba sobre mim)
”You taste like honey, honey”
(Você tem gosto de mel, querida)
”Tell me can I be your honey bee”
(Me diga se posso ser sua abelha)
”Be strong, keep telling myself”
(Seja forte, eu me digo sempre)
”That it won't take long 'till”
(Isso não vai demorar)
”I'm free of my disease”
(Eu estarei livre de minha doença)


Após terminar seu show, a castanha escutou palmas, mas não eram imaginárias. Virou-se rapidamente, sabendo quem era, pois somente eles dois podiam entrar lá.
- Nossa, Granger, você realmente canta muito mal. – disse entrando no quarto, sem se importar se a garota estava com uma imensa vontade de mata-lo ou que a garota estivesse somente com uma camisola quase totalmente transparente.
- Saia daqui, Malfoy. – cobriu-se rapidamente com seu cobertor.
- Não antes de conversarmos... Temos umas palavrinhas para serem ditas.
- Não temos nada para conversar. E saia logo, não vê que estou quase sem roupa?
- Ah, vi sim. E... Até que você ficou bem sexy nela. – a castanha pôde sentir suas bochechas queimarem.
- Malfoy, saia daqui A-GO-RA!
- Não estou com vontade, Mione... – e sentou-se na cama da garota.
- Mione? Ah, mas era só o que me faltava... E sai da minha cama, eu vou dormir nela e não estou afim de ter que troca-la agora...
- Não irei sair daqui até você me escutar...
- Então fala...
- Senta aqui do meu lado. – falou batendo com sua mão na cama da garota.
- Malfoy, para de ser abusado e fala logo. – mas ao perceber que não conseguiria livrar-se do garoto se não o fizesse, sentou-se.
- Assim é melhor... Bem, eu queria lhe pedir... Er... Desulpa. – Mione não conseguia acreditar, aquilo só podia ser um sonho (ou pesadelo). Por que Draco Malfoy pediria desculpas à ela?
- Você bebeu? – fora a única coisa que a garota conseguira dizer.
- Não, Mione...
- Granger, pra você. – mas o garoto fingiu não escutar.
- Eu apenas falei aquilo após o beijo, por que não queria que você pensasse que eu gosto de você ou algo assim...
- Não se preocupe, Malfoy. Eu não pensei.
- Mas esse é o problema.
- Que problema?
- O problema é que eu gosto de você, Mione.
- Malfoy, já chega de brincadeirinhas, Ok?
- Não é brincadeirinha, eu estou falando a verdade.
- Ninguem começa a gostar de uma pessoa do nada, e pelo que me lembro você me odeia!
- Não! Eu finjo odiar. Você já imaginou o que os outros falariam se soubessem?
- Ah, Malfoy, você não sabe o que é realmente gostar de uma pessoa... Você nunca amou, nunca vai saber o que é amar. Qundo se ama, você não se importa com o que os outros pensam, você não se importa com a vida, não se importa com mais nada.
- Eu estou disposto a esquecer tudo.
- Malfoy, pará! Eu não vou cair nesse seu joguinho sujo, entendeu? – disse levantando-se, seguida pelo garoto.
- Não existe joguinho, acredite em mim... – falou passando as pontas de seus dedos na bochecha da garota, que fechou os olhos por conta do carinho. Aproveitando a situação, o loiro beijou a castanha e esta o beijou de volta, mas não por muito tempo, lembrou-se do que o loiro falara após o ultimo beijo, e parou.
- Saia, Malfoy. – achando que já ahavia conseguido bastante para aquele dia, saiu do quarto. Com o sorriso vitorioso de sempre. Estava cada vez mais facil.

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N/A:Muito obrigada por todooos os comts amores!! Serio, o que seria de mim sem vcs?? [/dramática] asopksoapkokpsopsaop'

N/Beta e N/A: te acalma ARTEMIS! T.T ksopaoskaospoaosa' \õ/ te deu a/o loucaa/loucoo maiis, brigadaa pelos coments *-*


Myh Malfoy: Awwwwwwwwwwwww ‘espreme até sair coca-cola’ Ela comentouuu!! A beta doiiis!! Saokpskpoakpsapok’ Isso aê gentiii, comentem muuito³ pra me estimular!! Amei a sua matemática amor!! Muito obrigada pelo coment!! \o\|o|/o/ ------------ Trio de ouro !! M³ // Brothar’s eternamenteee!!


Marie Malfoy: Awwww bigaduu amore!! Euu que fiiz a capaa ‘se gaMba kpsasaokpsaopk’ Espero que vc continue lendoo !!!

Ju Fernandes: Eh loucura com certeza!! Mas euu qeuriiia dividir a casa coom o Malfoy... ‘sonha’!! Nums ei se ele olhou, mas se olhou num vai admitir neh?? Saokpokapsopkas’ A Mione matava elee!! Bigadu pelo coment flor!! ô/

yohanah Fletcher *filha^^*: Awwww, que boom que vc tahh amandoo!!! Okpsopkspoksapok’ Thank’s pelo coment!! ;]

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