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8. Falar, Falar e Beijar


Fic: A Menina da Lua


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Cap. 8 - Falar, Falar e Beijar

Sylvie decidiu, finalmente, dar outra chance à mãe. Decidiu isso depois de muito pensar, ponderar, considerar os prós e contras de se revoltar outra vez e fugir ou de enfrentar a situação. Decidiu após passar a tarde inteira reclusa em seu quarto de hotel, em absoluto silêncio, meditando, para fazer a escolha certa.

E após devorar um pacote inteiro de sapos de chocolate, dois de feijõezinhos de todos os sabores e uma caixa enorme de sorvete de amora “que nunca derretia e prolongava o sabor”.

Enfim, agora achava que estava pronta para encarar Tonks outra vez. E Remus. Aliás, tinha um novo plano, que era a melhor idéia que já tivera até ali. Era simplesmente espetacular, e não tinha como dar errado.

Consistia, em termos básicos, em colocar os três trancados na mesma sala e obrigar os pais a lhe contarem tudo e se acertarem.

Certo, sabia que havia incontáveis maneiras de aquele plano dar errado. Provavelmente daria, mesmo. Mas foi o máximo que conseguiu bolar com a indigestão que ganhou depois de devorar todos os doces disponíveis no bar do hotel.

Assim, após um pequeno gole da poção amarelada que prometia curar dores de estômago em dois minutos, ela apanhou seu casaco e saiu para a noite fresca do povoado, em direção ao apartamento do pai. Achava que seria mais fácil começar por ele, que não sabia o que o esperava, do que pela mãe, a quem teria de convencer, implorar, arrastar ou enfeitiçar, quem sabe, para ter cooperação. Iria apenas convidar Remus para dar uma volta e então caminhar inocentemente pelas ruas até topar com Ninfadora. Duvidava que ela tivesse ido embora. Podia estar brava, mas nunca, em hipótese alguma, ela abandonaria a filha.

Apertou o cachecol colorido – comprara-o ali mesmo, na feira que acontecera na praça no último final de semana – contra o pescoço, tentando impedir o vento cortante de atingi-la. As árvores bonitas e cheias balançavam seus galhos ruidosamente ao seu redor, como se dançassem. Apreciou isso, perguntando-se se era capaz, antes daquela viagem, de notar coisas como aquelas. Achava que não. Não se recordava de parar, como fazia agora, na esquina da avenida central, apenas para olhar para cima e ver as estrelas, para admirar seu brilho. Eram coisas novas, que lhe faziam bem, embora parecessem um pouco tolas.

Queria que Tonks também pudesse ver o quanto ela estava melhor. Por que estava, sem dúvida, e gostava disso. Gostava de seus pesadelos não estarem mais tão assustadores, nem acontecerem com tanta freqüência. E gostava de ter um pai, mesmo que seu relacionamento ainda estivesse meio esquisito. Era bom, agradável, conversar com Remus.

Pulando uma poça de água enlameada à beira da calçada, atravessou a rua correndo, e chegou sorrindo ao prédio antigo ao qual já estava tão acostumada. Apegada, até. A porta de entrada estava aberta, como acontecia às vezes, então entrou sem cerimônias e subiu as escadas.

Mas não havia ninguém em casa.

Foi como se seu pequeno balão de esperança tivesse sido estourado por uma agulha vinda do nada. Sentiu-se murchar, chateada, e recriminou-se por se abalar tão facilmente. Certo, ele tinha saído – aliás, onde estaria àquela hora? – mas aquilo não era o fim do mundo. Podia esperar. Isso, iria esperar por ele e a partir daí seu plano seguiria de acordo.

Resignada, ela sentou em frente à sua porta, e olhou para o relógio de pulso. Eram quase sete horas.

---

Às quatro e meia da tarde, naquele mesmo dia, Tonks sentiu o chão se abrir sobre seus pés. De fato, por um instante alucinado, podia jurar que um terremoto estava atingindo a vila, por que era fisicamente impossível que uma pessoa tremesse tanto só de olhar para outra.

E ali estava ela, uma mulher adulta, em um lugar público sofrendo praticamente uma convulsão ao olhar nos olhos de um homem que não via há mais de uma década.

Ridículo, pensou a mínima parte de seu cérebro que ainda funcionava. O resto estava se afundando nos olhos cor de âmbar, entorpecido, meio bêbado, aturdido demais para permitir que ela fizesse qualquer coisa.

A não ser tremer. Ah, ela não parecia estar tendo problemas para tremer.

Esqueceu-se do garoto com quem estivera tendo uma conversa animada há minutos atrás. O coitado estava ali, parado, assistindo à cena estranha de duas pessoas se encarado, sem dizer nada, por bem mais do que seria considerado normal.

Mas ela não ligava. Não conseguia ligar, por que ali estava Remus, seu ex-marido, o pai de sua filha, o homem que mais amara em toda a sua vida. Bem ali, na sua frente. O homem por quem era apaixonada.

Merlin, estava passando mal!

Não desmaie, continuou dizendo o minúsculo resquício de sanidade que tinha, por favor, acalme-se, ou só vai ficar pior. Respire, vamos. Você consegue, Ninfadora. Não é tão difícil. Use seus pulmões, ande, ar para dentro, ar para fora... Isso. Pare de tremer. Por Deus, PARE DE TREMER! E diga alguma coisa. Abra a boca, bom, muito bom... Mas emita algum som! Não fique aí de boca aberta! Certo, esqueça, feche a boca, feche a boca! Está parecendo uma fã abobada de Gilderoy Lockheart! Abortar missão! Abortar missão! Feche essa boca, mulher!...

- Ei, você está bem? – perguntou Brian, levantando também, assustado. Colocou as mãos em seus ombros e olhou para Remus com ar de indagação – Tudo bem aí, senhora Tonks?

- E-e... E-e, e-ele... – engoliu em seco, ainda fitando-o fixamente, sem nem se importar ou rir-se do fato de ser chamada de “Senhora Tonks” – Ele, e-ele...

- Tudo bem. Calminha aí, senhora. Por que você não senta aqui? E... Hm, o senhor também, senhor Lupin. Er, eu, hm, acho que vocês dois devem ter bastante para... – observou a mulher em choque o homem mudo enquanto se sentavam, obedientes como elfos domésticos, sem qualquer outra reação e sem desviar os olhos um do outro – bem... Conversar. – concluiu. Se bem que nenhum deles parecia capaz de manter um diálogo, pensou em seguida.

E escapou dali no mesmo instante.

O silêncio se estendeu. E continuou se estendendo, de maneira constrangedora e cômica, para os que passavam por ali. Hipnotizados, ambos precisavam apenas daquilo por um tempo – não poderiam, na verdade suportar mais. Apenas se acostumavam com a presença um do outro, redescobrindo sua existência. Lembrando-se de que não havia sido um sonho, afinal.

- Então. – foi Remus quem falou primeiro. Ela era a impulsiva. A tagarela. Mas ele falou primeiro, para tentar salvá-los de se afogarem nas lembranças – Então. Você parece ótima.

Esforçando-se para dizer qualquer coisa remotamente parecida com uma palavra ela piscou, engoliu, acenou com a cabeça, engoliu de novo: - É. Você... – olhou para ele. Você o quê? Você está lindo, maravilhoso. Você devia ter mantido contato. Você me fez muita, muita falta. –... Também.

- Eu não esperava encontrá-la aqui. – disse, naquela voz grave rouca, tão, tão melhor do que ela se lembrava – Suponho que tenha falado com Sylvie.

- Sylvie. Sim.

- Ela lhe contou tudo, então? Que veio me procurar?

- Sim. Ela me contou. Ela veio procurá-lo.

Analisando sua aparência estranhamente frágil, triste, ele entendeu que houvera alguma discussão, a não ser que a relação de Ninfadora com a filha tivesse mudado muito durante aqueles anos. Ela tinha entre as sobrancelhas aquela pequena ruga de preocupação que surgia em seu rosto quando algo não estava andando nos trilhos, e um ar ansioso por trás do óbvio nervosismo de encontrá-lo.

- E isso a magoou, não foi, Dora?

- Sim – disse, sem pensar, porque qual era o sentido em mentir? Ele a conhecia, percebia cada um de seus sentimentos com um olhar – Isso me magoou.

Ele sorriu, então. Aquilo fez com que um calor delicioso se espalhasse por seu corpo, embora não entendesse o motivo daquela demonstração de alegria.

- O que foi?

O sorriso, surpreendentemente, se transformou em uma risada. Uma risada! Se Remus encontrara qualquer divertimento até ali bem que poderia avisar a ela. Estava mesmo precisando achar graça em alguma coisa.

- Parece que viu um fantasma, Ninfadora – falou, bondosamente – Nunca a vi assim tão quieta antes.

- Estou conversando com você.

- Querida, você só repetiu tudo o que eu disse até agora.

Ela corou com aquela constatação. Que podia fazer? Não sabia o que dizer. A cabeça mal e mal estava voltando a funcionar normalmente. E era Remus. Remus, bem ali, na sua frente, apenas alguns anos mais velho, e tão bonito...

E a chamara de querida. Como antigamente.

- Desculpe. É só que... Encontrar você. E tive uma briga com Sylvie, e não sei o que ela lhe falou sobre mim. – disse nervosa – Não consigo acreditar que passou tanto tempo. Não sei como agir, ou falar, e eu sempre sou ótima em agir e falar, e, bem, eu... – diga, diga, diga –... Senti sua falta.

Estremeceu quando ele lhe sorriu outra vez. Como podia ser assim, mesmo agora que ela era uma mulher madura? Como podia se afetar tanto com ele? Como sequer se permitia sentir-se assim boba por ouvir um “eu também senti muito a sua falta, Dora”. E então ele estendeu a mão. Ia colocá-la sobre a dela?

Instintivamente, ela afastou o braço.

A ação o aturdiu.

- Ahn... Me perdoe. Eu não ia...

- Tudo bem. Tudo bem. Eu só não, quer dizer, acho que não estou pronta para nenhum contato físico ainda. Sabe? Mal posso aceitar que esteja no mesmo planeta que eu, quanto mais aqui na minha frente. Acho que não daria certo ser tocada agora.

- É claro. Está certa, Ninfadora – e agradou-o vê-la franzir o cenho, mesmo que de leve, à menção do nome. Algumas coisas, felizmente, nunca mudavam – Mas acho que, já que estamos de fato no mesmo planeta, poderíamos conversar. Deveríamos conversar.

- Sim. As coisas ficaram meio complicadas por aqui sem que eu soubesse. Você conheceu Sylvie e ela descobriu o pai que nunca quis ter. – passou os dedos pelos cabelos curtos, bagunçando-os – Nossa, isso vai render mais assunto do que Harry e Ron discutindo quadribol, não é?

- Com certeza. Teremos que decidir o que fazer com Syl.

- E o que fazer conosco. – ela estremeceu quando as palavras lhe escaparam pelos lábios. Acenando com a cabeça, Remus concordou.

- Sim, isso também. – e suspirou – Merlin, será uma longa conversa.

---

Brian não encontrou Sofia no hotel então decidiu ver se ela não prolongara seu expediente trabalhando. Nunca estivera na casa do Sr. Lupin, mas sabia que ele era o amigo de sua mãe e que ela estava ganhando algum dinheiro como sua faxineira até voltar para casa. E não era crime seguir uma garota depois que ela comprava produtos de limpeza em seu supermercado, era?

Bem, não era exatamente normal, também, mas não podiam acusá-lo de nada. E simplesmente não conseguira evitar.

Afastou de sua cabeça os acontecimentos estranhos da tarde com a mulher que tinha perseguido por engano e o Remus Lupin. Aquilo sim fora um encontro bem incomum. Imaginava se algum dos dois já tinha dito alguma coisa àquela altura.

O relógio imenso, de pedra, no centro da praça, bateu sete horas em ponto. Tinha passado todo o tempo até ali trabalhando, recuperando as horas que havia perdido com conselhos amorosos de uma desconhecida. Estava particularmente cansado, pois encontrara novamente a senhora Thomas. Sua irmã gêmea estava na cidade e as duas tinham ido comprar alguns ingredientes para assar um bolo, e ficaram muito contentes em dividir com ele todas as receitas de família, além de uma descrição detalhada do lugar onde a visitante morava.

Nada disso o perturbou mais, porém, quando avistou Sofia sentada no meio fio, os braços deitados nos joelhos, visivelmente entediada.

- Ei! – chamou, aproximando-se – Tudo bem aí?

- E aí, Brian? – exclamou em uma animação forçada. Não queria parecer embaraçada na frente dele, ou com qualquer outro humor que não fosse o absolutamente normal. Tentou descontrair, e pensou com urgência em assuntos para falar com lê. Só o que conseguia era relembrar aquela noite. Nossa, ele devia pensar que ela era tão fraca... – Como vai?

- Bem. – estendendo a mão para ajudá-la a ficar em pé, sentiu os dedos formigarem quando Sofia os segurou, após uma breve hesitação – Preocupado com você.

- Comigo? – riu – Não precisava. Estou ótima. – afirmou – Mesmo. – resolveu acrescentar ao ver que ele ainda a inspecionava. – E pare de me olhar desse jeito, me deixa constrangida!

- Sinto muito. É que... bom, naquela noite pareceu que você, que nós... – que nós éramos importantes um para o outro. Que você confiava em mim. Gostava de mim. – Eu sei lá. Acho que fiquei meio assustado depois que você sumiu, no outro dia.

- Olha, eu já resolvi tudo. Estava tendo um dia muito ruim e desabei em você, e, por sinal, sinto muito por isso. Ponto final. Não quero falar sobre isso.

Estava pronta para dar meia volta e ir embora, para evitar qualquer outra tentativa de diálogo da parte dele, quando Brian agarrou seu braço. Não com muita força, nem com violência ou fúria, apenas fechou seus dedos sobre seu pulso para não deixá-la partir. Era engraçado como caras quietinhos e legais como ele às vezes se impunham, inesperadamente. Apreciando isso, quase inconscientemente, voltou para seu lugar e esperou para ver o que aconteceria.

Ele parecia nervoso com sua própria atitude, como seu corpo por um segundo tivesse adquirido vida própria e feito aquilo sem seu consentimento. Suas faces se coloriram de leve, o que foi bonitinho, pensou Sylvie, quando a vergonha o atingiu. Sem saber o que fazer, se recuava ou não, o garoto pareceu se encher de coragem e finalmente puxou-a um pouco mais para perto.

Queria ver o que Brian faria agora que descobrira que podia tomar uma atitude de verdade, apesar de preferir evitar outras confissões por algum tempo – quem sabe uns dez anos, ou a vida toda? – e esse foi o único motivo que a fez permanecer ali, encarando-o. Levantou as sobrancelhas, sugestivamente.

- O que vai fazer?

Nem ele sabia. Aliás, sabia menos do que ela. O que queria fazer? Queria saber mais sobre ela, descobrir quem era a Sofia de verdade. Ela tinha segredos, suspeitava, embora não tivesse idéia do que pudessem ser. E queria dizer... O que? Não podia dizer que a amava, se é que era isso de fato o que sentia. O que ela faria? Riria dele, provavelmente, talvez pedisse desculpas educadas antes de se virar e partir para sempre. E contaria para seus amigos, quando voltasse, às gargalhadas, sobre o pobre coitado que se apaixonara por ela durante sua viagem.

Porém... Porém havia a possibilidade de que fosse recíproco. Quem sabe – e tinha até medo de sequer cogitar isso, por se dar esperanças demais – ela não confessaria gostar dele também? Essas coisas podiam acontecer, quando se tinha sorte. Talvez ele fosse sortudo e ainda não soubesse.

- Eu só... Eu preciso falar com você. Não precisa dizer nada se não quiser. Só fique quieta e ouça.

- Brian...!

- É sério. Por favor, não vou demorar. Apenas escute até o fim antes de dizer qualquer coisa que quiser e aí pode ir.

Sylvie assentiu. Estava perto o suficiente para ver uma pequena gota de suor começar a se formar em sua testa, e seus olhos expressavam pânico total. Ficou surpresa por ele encontrar voz para continuar.

- Quando chegou você me contou bem pouco sobre si mesma. E depois, sempre parecia desconfortável quando o assunto se voltava para sua vida pessoal. – gaguejou – Eu gostei de você, Sofia, desde a primeira vez que te vi no mercado. N-não de uma maneira esquisita de amor platônico nem nada – disse depressa – só, sabe, como uma amiga, uma pessoa legal e esperta... Então quis conhecê-la melhor. Como na noite em que fomos para a minha casa, quando te encontrei sozinha.

- Quando me seguiu.

- É, bem, você parecia estar com alguns problemas. Eu queria saber, Sofia, quais são essas coisas que estão fazendo tão mal a você. Acho que você ainda não se deu conta disso, mas queria que você desabafasse comigo um dia. Quando decidisse que precisava desabafar, quero dizer. Queria ser a pessoa que você escolheria para isso. Por que aí poderia ajudar um pouco.

Aquilo a comoveu. Era estranho ter tanto carinho e cuidado direcionado a ela. Mas, é claro, ele não sabia da verdade. Se descobrisse o monstro que ela era, mudaria de idéia?

Estranhamente, apesar de Dean, achava que Brian seria diferente. Não que fosse aceitar bem, mas voltaria, não? Voltaria para apoiá-la, quando se acostumasse. Acreditava mesmo nisso.

Então, quando se deu conta do que tinha ali, parado a sua frente, ridiculamente amedrontado com seu pequeno discurso maravilhoso, só pôde pensar em uma coisa.

Inclinando-se para frente, ela encostou seus lábios nos dele.

Podia contar tudo mais tarde, foi o que lhe ocorreu, quando Brian envolveu sua cintura e beijou-a com vontade. E se entregou a ele, parando de pensar.

Aquele era um método tão, tão bom de parar de pensar!


*

Se é que eu ainda tenho alguma leitora com que falar... eu sei que fiquei muuuito tempo fora, mas é que o último ano está muito corrido, e eu também andava escrevendo algumas histórias minhas. Enfim, esse capítulo curtinho está trazendo a fic de volta e agora acho mesmo que vou conseguir continuá-la até o fim - ou pelo menos espero que sim! Um beijo aos que não abandonaram a fic!

Drusilla Tonks

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