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26. Capítulo 26


Fic: Meu Marido Até a Poeira Abaixar ATT 12 02 2014


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 26

Quando Gina acordou, bem cedo, na manhã seguinte; ela não desejava mais estar em presença de Draco Malfoy. Ela não desejava sentir a mão dele pesar sobre seu corpo ou sentir o hálito dele roçando seu pescoço... Não queria sentir o estranho calor que aquela proximidade lhe proporcionava ou os lábios dele tocando seu ombro. Muito suavemente.

Ela não queria ter a impressão de que estava perdida e, definitivamente, não queria experimentar aquele súbito tremor e arrepiar de seu corpo. Não naquele momento, não naquele lugar. E, certamente, não com aquele homem.

Ele dormia a sono solto enquanto a fazia despertar, para fazer ponderações estúpidas ou “desfrutar” sensações alarmantes. Ele era arrogante e tão pretensioso que a enervava. Era preconceituoso, vaidoso... Irritante. E, como se não bastasse, muitas vezes era grosseiro e intrometido. Um idiota.

Suspirou fechando os olhos.
Um idiota sim, até mesmo cretino. Mas o idiota se preocupava com ela.
Gina abafou uma risada ao pensamento. “Se preocupa comigo, se preocupa comigo? Seria realmente impressionante se ele olhasse, por mais de um minuto, alguém que não a si mesmo. É claro, excluindo seu próprio reflexo no espelho. Afinal, ainda seria ele”

Quanto veneno... Mulher maldosa, sem compaixão.

Juraria que ouvira sussurros!
Não, ela não era maldosa. Apenas... Bem, está certo que ele a ajudara. Mas fora, que ficasse claro este ponto, chantageado do para o fazer. Isto é, “salvá-la”.
Da segunda vez não fora diferente, Harry lhe oferecera quantias significativas de dinheiro e vantagens para que participasse novamente da farsa.

É verdade, Malfoy só pensava em si mesmo. Mas não tinha certeza se a quantia que aceitara de Harry seria satisfatória para não fazê-lo se arrepender de estar ali. Talvez não tivesse sido suficientemente bem pago para tudo que estava passando ali. Porque ela, mais que qualquer outro, sabia o quando Malfoy odiava Hugo e o quanto estava agindo de maneira cada vez menos racional toda vez que o encontrava. Ele a beijara! E, francamente, fora repugnante.

O misteriosamente repentino silêncio dos pássaros e o findar da brisa suave que entrava pela fresta da janela entreaberta a fez corar. O que era aquilo, até mesmo a natureza conspirava contra si? Ao menos, alguém – por assim dizer – sabia que mentira descaradamente. Sob o pensamento, sentiu náuseas.

Gina cerrou os dentes e depois relaxou.
Está bem, talvez sentir-se atraída por Draco Malfoy fosse algo irremediável. Era ele, nem adiantava negar, apetitoso. Talvez a convivência tenha lhe feito dar esse passo tão, mais tão errôneo em sua vida. Ora, não era a primeira vez que se apaix... “Ops”.

A mulher sorriu desconcertada; obviamente não queria dizer algo tão esdrúxulo quando “aquilo”, ponderou franzindo o cenho.
Atração era uma coisa. Ela podia entendê-la. Mas, definitivamente, “paixão” não fazia parte do que sentia. Poderia curtir uns quantos beijos, e não se importava (psiu! Shiii...) se eles lhe fossem roubados. Ela gostava de colar seu corpo ao dele, simples e puramente porque seu corpo reagia de maneira incrível quando o fazia. Mas também gostava de feri-lo com palavras mordazes e de implicar com ele, só porque era divertido vê-lo retrucar de maneira inteligente ou vê-lo bufar de raiva.
Não podia entender isso como paixão. Não o era e não importava de qualquer forma.

Draco expirou fortemente antes de abrir os olhos. Sentou-se na cama e bocejou, coçando a cabeça. Que noite infeliz tivera! Dormira mal, sentia o corpo moído... Talvez estivesse adoecendo. Inacreditável! Era só o que lhe faltava.
Olhou de soslaio para o lado, somente para perceber que Gina também já acordara, e parecia não estava de bom-humor. Ele não se incomodou. Quando, ao seu lado, ela ficava de bom humor? Sorrindo com sarcasmo, ele sai da cama.

-Bom dia pra você também, Malfoy – a voz melodiosa, e mergulhada na ironia, chegou as suas costas.

Draco virou os olhos. A olhou, porém não respondeu, se dirigiu ao banheiro.

Gina franziu a testa quando a porta do banheiro se fechou e, ponderativa, também saiu da cama. Se dirigiu à varanda e sentiu, com prazer, o sol lhe aquecer o corpo. Apenas tinha certeza de uma coisa: certamente Draco não seria o último homem idiota por quem sentiria atração.
Sorriu.
**

Ela estava nua, quente e cheia de remorso – ou mais bem, supunha sentir-se assim. De toda forma, não era um sentimento nada agradável.

Quando o sol acariciou o seu rosto, trouxe consigo a coerência dela de volta. Toda aquela que havia perdido em algum momento entre a aceitação do convite para aquela casa de campo e a noite anterior.
Antes mesmo de abrir os olhos já havia vislumbrado como seria seu dia – provavelmente, repleto de neuroses e constrangimento - e a perspectiva não lhe atraia o mais mínimo.

Virou para o outro lado e lá estava Harry, dormindo. Sua mão se aproximou do rosto dele por instinto, mas ela sequer chegou a tocá-lo. Sorrindo sem vontade, a deixou pender no caminho. Tinha medo de tocá-lo; a mulher suspirou pesadamente.

O que acontecera era que havia se deixado levar por dias acima de seu limite (com tudo aquilo de Vitória a estar provocando e até mesmo aquele lugar que a desagradava, apesar de sua beleza). Nunca deveria ter-se deixado convencer, a culpa toda, sem sombra de dúvidas, era daquele maldito lugar.
Afinal, em condições normais, estava certa, ‘isso’ nunca aconteceria. Não passaria, talvez, de um sonho aterrador que seria rapidamente esquecido e sua vida - assim como a de Harry - continuaria. E seria feliz em sua ignorância.

Oh, não! Ela não estava feliz, não consigo mesma.
Estremecia só de lembrar-se da noite anterior. Fora tão desprendida, irresponsável, insinuante e... faminta.
Deus do céu! Havia querido (ou o havia feito?) devorar Harry de todas as maneiras possíveis e imagináveis. E, sinceramente, fora como se tudo ao seu redor houvesse se convertido em nada quando aquele “BUM” - sendo ele um estrondo, um terremoto, uma erupção (fogos de artifício?), o que quer que tenha sido... - representou a conexão de seus corpos. Todas as vezes.

“Então...”
Oh então, provavelmente, tenha sido uma noite de carência. Apenas isso. Simples assim. Afinal, ela tinha ciência de quanto tempo estava sem ninguém... Havia alguns meses que o estava. E logo havia Harry, ao seu lado sorrindo sensualmente... Era muita tentação para sua mente débil e seu corpo sedento.

Ela fechou os olhos, a boca semi-aberta. Não ajudava pensar em seu amigo. Não naquele Harry: um que lhe sorria lascivamente e lhe tocava como se quisesse explorar cada parte de seu corpo, assim como fazia verdadeiros milagres com sua boca e loucuras com sua sanidade. O amante Harry Potter.

Hermione sempre soube que seu melhor amigo era um homem, hã, gostoso, no sentido mais pervertido da palavra. Mas o via com certa ingenuidade de garoto. Uma que, ele provara, não havia. Mesmo. Harry tinha razão, ela não o conhecia completamente. Não conhecia.

Seria tolo ou, mais bem, hipócrita, dizer que se “arrependia amargamente pelo que haviam feito” e que “se tivesse outra chance mudaria tudo, impedindo aquela situação”. Apesar de que, certamente, ela mudaria uma coisa: quando Harry levantara àquela noite para ir até a cozinha, ela deveria tê-lo detido e o amarrado à cama e então desfrutado incessantemente daquele corpo moreno, quente, inebriante sem perder tempo algum com passeios noturnos e sorvete. Fora isso, deixaria tudo igual, sem tirar nem por. Porque fora doce e apaixonado. Porque tornara suas terminações nervosas nada e, não desejando ser démodé (como se um sentimento pudesse o ser...), já o sendo, havia sido único.

Não estava ciente do quanto agira de caso pensado. Mas acreditava que estava, ao menos em parte, fora de si. Era mais consolador pra si, para Harry e para o descontrole emocional que a espreitava...
De fato, sua racionalidade – já questionável... - dera um salto e um giro em torno da lua enquanto ela encontrava-se perigosamente perto de Harry James Potter.
Não era novidade alguma. Todas as vezes que esteve ao lado de Harry fazia qualquer coisa estúpida ou o deixa fazer, isso ou entraram em enrascadas de vários e numerosos gêneros: de namoradas escandalosas atirando-lhe coisas ou palavras de escarninho a Ogros montanheses furiosos, famintos e dispostos a matar. Ou então, ela estava muito preocupada em fazê-lo seu marido de mentira para “impressionar” as amigas sub-reptícias que tinha, numa festa. Assim como depois, alarmada por ter ficado demasiadamente feliz com o resultado e todas as trocas de beijos necessárias para convencer as harpias que era “muito feliz, obrigada!”. Sem contar com a forte atração - que os levara à cama! – que a morena sentia e sonhava e demonstrava pelo melhor amigo prestativo.
Por Merlin! Às vezes, ela sentia que não conseguia deixar de tocá-lo. E não conseguia deixar de sentir-se péssima a cada momento que observava Vitória ou Keyla encurralando Harry. Era sua culpa. O coitado nem merecia aquelas suas “amigas”, não merecia ter sido obrigado por ela a “se tornar” seu marido.

Provavelmente, Harry acordaria em instantes. E as coisas não seriam as mesmas, não seriam fáceis. Hermione suspirou, desejando, só por um instante, que ele não acordasse, não tão cedo, não enquanto ela quisesse tocá-lo. Que ele ainda não acordasse, só pra ela ficar se ferindo por mais alguns instantes e decidir de que maneira iria agir. Ignoraria os fatos? Conversaria sobre o assunto até chegar a óbvia conclusão de que não se repetiria?

Hermione recostou novamente a cabeça em seu travesseiro, expirando profundamente. Harry se voltou em se sono, e agora estava com o rosto próximo ao seu. A morena fechou os olhos ao tocá-la com uma das mãos e lhe acariciar uma de suas bochechas, deslizando-a para seu pescoço e acariciando sua nuca suavemente com as unhas.
Será que nem por um momento poderia relaxar e simplesmente deixar acontecer? Ela quase riu da indagação, já que se o fizesse, não seria ela mesma. Apenas uma cópia com defeito. Ao menos, poderia fingir que o fazia (isto é, relaxar), ponderou ainda afagando distraidamente a nuca do amigo.

No momento em que acordasse de novo, seria a esposa perfeita, a encenação desta. E, entre ela e Harry, ficaria subentendido que o que haviam feito era normal para um homem e uma mulher sexualmente ativos.
Ela sorria cochilando, certa de que sua mentalização positiva poderia “dar um jeito” nas coisas. Seria tão fácil se fosse somente assim...
**

Draco a observou sair do banheiro, completamente arrumada, a não ser pelos cabelos.

-Pode descer – a ruiva retrucou, ao sentar-se a frente da penteadeira.

-Não tenho pressa – redargüiu por sua vez, dando de ombros.

Gina tratou de ignorá-lo. O fez por alguns minutos, antes de se voltar ao “marido”. – O que quer fazer hoje?

Ele levantou os olhos intrigado. – Como?

-Você sabe... – gesticulou, virando os olhos. – Quanto a Hugo.

O homem carranqueou. – Que tal explodirmos ele e culparmos seu ego? – indagou com ironia, pra si mesmo entre dentes.

Gina o fitou quase divertida. – E quem é você para falar de “ego”, Malfoy?’

Draco riu dando de ombros ao se erguer. – Está pronta, Ginevra? – chamou estendendo a mão, ignorando a indagação mordaz dela.

Com uma careta ela o fitou aborrecida. – Não me chame de “Ginevra”, sinto como se estivesse novamente na casa de meus pais e houvesse feito alguma travessura que mamãe descobriu.

O loiro se postou a sua frente. – Evite ficar sozinha com Pornnili.

-Isso não será difícil, eu não pretendia mesmo – contrapôs sorrindo em remoque.

-Não é engraçado, Weasley – Draco havia perdido o ar divertido.

-Não finja que está preocupado, Malfoy – ela virou os olhos. – Não combina com você – retrucou dirigindo-se à porta.

-Escute, Weasley, esse homem... Não gosto dele.

Gina tornou a encará-lo. – Acredite-me quando digo que quero distancia dele. Você não o conhece, Malfoy. Eu sim. Hugo já destruiu tudo que eu, um dia, já cultivei de bom quanto a ele. Não tente me alertar sobre algo que eu conheço melhor que você.
**

Ela desceu as escadas, sozinha. Ok, um pequeno ato de covardia. Mas quem poderia culpá-la? Ficou surpresa ao encontrar alguém à mesa ainda.

-Parece que acordamos tarde hoje – Alice comentou com um sorriso enquanto Hermione se sentava.

A morena sequer assentiu, tratou de preparar seu prato. Além do mais, estava tão distraída que seria impressionante se houvesse percebido que Alice falava com ela.

-Hm, onde está Harry?

Hermione ergueu a cabeça quase de imediato. – Dormindo – retrucou tratando de não soar ríspida. Ao menos, não demasiadamente. – E Hugo?

-Lá fora, com os outros... – disse sorrindo. - Quer companhia? – a ruiva indagou.

Hermione a fitou, ela havia acabado de comer. – Hm, obrigada, Alice... Mas, aposto que quer se reunir com seu marido e outros. – A outra mulher estava disposta a protestar, mas a morena continuou. – Eu logo terminarei aqui e então irei ao encontro de vocês. Não tem problema, em você ir. Sério.

-Se você diz... – falou ainda incerta.

-Pode acreditar – Hermione sorriu, olhando-a por cima dos óculos escuros que usava. “Que o que menos preciso no momento, é de companhia”.

Ofereceu um “tchauzinho” à Alice quanto esta lhe lançou um último olhar e, quando finalmente se viu sozinha, suspirou aliviada. Assim como disposta a terminar seu suntuoso café-da-manhã em paz.
**

Momentos depois encontrava-se junto às “amigas”, sentadas numa mesa redonda da varanda. Enquanto os homens passeavam pela propriedade.

-Tudo bem com você, Herms? – Keyla indagou fixando-lhe o olhar, enquanto Hermione pegava um lugar pra si.

A bruxa conteve um bocejo. – Ótima – contrapôs retirando os óculos pra coçar os olhos.

-Nossa, você está horrível – Gina exclamou, Hermione a encarou alheia ao desconcerto da amiga. – O que aconteceu com você? Foi atropelada por uma manada de hipó... elefantes? – mas já estava brincando. – Não dormiu bem? – indagou observando as pequenas machas negras sob a vista de Hermione.

-Gina tem razão, Hermione, você não parece nada saudável – Keyla alfinetou.

Estreitando a vista, Hermione finalmente despertou, mais pelo instinto de auto-preservação que por vontade própria. Repôs os óculos e, ao voltar-se para Keyla, um sorriso lente surgiu em seus lábios. E ela deu de ombros.

-Harry não me deixou dormir a noite toda – disse em tom ‘sofrível’, ainda que “sutilmente” provocativa. - Eu não pude dormir sequer um instante – suspirou. – Por isso cheguei tarde para o café – acrescentou olhando Alice.

Ficou satisfeita com o resultado, nenhuma das mulheres se atreveria a comentar qualquer coisa a mais. Para não correr o risco de Hermione se empolgar e contar vantagem, como se ela fosse aquele tipo de pessoa...
Gina riu por baixo. E Hermione sabia, a ruiva achava que era apenas uma encenação.
Era melhor assim, não queria a amiga zombando ou armando conjecturas para explicar sua atual situação com Harry.

-Que tal andarmos? – Vitória sugeriu, despertando da pontada de ciúmes e do iceberg de desgosto que tinha a impressão que se encontrava em si própria.

-Estava mesmo cansada de ficar sentada aqui – Gina contrapôs batendo palmas. – Além do mais, tenho mesmo que dar umas palavrinhas com o senhor Malfoy – comentou consigo mesma, ainda que todas tenham lhe ouvido.

Ao se erguer, afastando-se da mesa, Hermione perdeu todo o ar dos pulmões – assim como seu equilíbrio.
O corpo de Harry, às suas costas, estava muito próximo. Ele havia segurado sua cintura e, de maneira descuidada, unira seus quadris. – Bom dia, carinho.

Ele dissera baixo, com um sorriso pequeno enquanto perpassava os lábios por seu rosto, levemente.

-Bom dia, Harry – ela retrucou e sorriu ao se voltar para ele. Sorriu de maneira espontânea, de um modo livre de preocupações. Porque, ao olhar nos olhos dele, percebeu que não havia o porquê delas. Aquele era seu melhor amigo, o bom e velho Harry. E seu olhar lhe dizia que estava tudo bem. Logo: o estava.

Elevou-se nas pontas dos pés para lhe oferecer os lábios. Harry os tocou com os seus gentilmente, amigavelmente. E ela teve a certeza de que tudo estava tão certo quanto sempre fora.

Hermione riu agarrando-se a ele quando Harry a ergueu no ar, pondo-a no colo, ainda sob as vistas de Vitória e toda uma trupe (Alice, Keyla e Gina). – Que tal, Senhora Potter? O que acha de receber seu merecido castigo agora?

-Do que está falando, senhor Potter? – Hermione indagou em tom falsamente inocente e infantil.

-Oh – ele agora a fitava com a testa franzida, com cara de “homem malvado”. - Por não ter me esperado, como uma esposa obediente faria, eu deveria jogá-la ao mar.

-Não Potter, por favor, piedade! – Hermione praticamente gritou agarrando-se mais ao pescoço do amigo.

Harry mal pôde prender o riso. – Esqueça, mulher. Você não merece o meu perdão – disse “rispidamente”.

Hermione o fitou mordendo o lábio inferior, contendo o ataque de riso e felicidade que a qualquer momento desprenderia dela. – Você é... você é um homem cruel, Potter. Mas eu nunca poderei deixar de amá-lo – ela disse simulando um tom choroso. – Ainda que me odeie ou despreze – ela continuou dramaticamente.

-Eu jamais poderei desprezar você, Hermione Jane Granger Potter – Harry afetou em tom muito solene e então os lábios deles se encontraram num beijo entusiasmado. Com uma gargalhada gostosa, eles pararam a encenação e Harry a “libertou”.

Vitória tornou chamar as “meninas” para irem, enquanto observava o casal divertida.
Fitou Hermione com um sorriso. Ela odiava muito Hermione Potter, bem, não a pessoa em si e não em todos os momentos, é verdade... só quando esta demonstrava a cumplicidade e afeto que detinha pelo (com o) marido, assim como a odiava quando ele estava ao seu redor – orbitando ao seu redor -, a odiava quando sorria comprazida só por Harry estar de mãos dadas (atadas, melhor dizendo) consigo. Odiava a forma como demonstrava amor: exagerada e explicitamente, sem importar-se com a presença de outrem. A odiava mais por ser tão desprendida a qualquer coisa que não estivesse relacionada a Harry. E ainda mais todo o amor que esta despertava em Harry Potter. Ah, também odiava a Harry, por ser um homem tão respeitável, prestativo, educado, doce, gentil... Bom, a verdade é que o odiava somente por ser tão apaixonado por aquela mulher, por Hermione. Ela nem era tão especial assim...
De quem fora mesmo a idéia estúpida de convidar os Potter para aquele fim de semana?
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(continua)
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Sinto muito pela demora.
Estive muito ocupada com uns trabalhos, provas, apresentações, etc.
Estou em pleno final de semestre e postar ou escrever ficam sendo coisas complicadas de fazer.

E então... O que acharam do capítulo?
Eu quero agradecer muitissimo pelos comentários, pela compreensão. E por não terem desistido da fic! ^^
Vocês me inspiram...

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Comentários: 1

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Enviado por Isis Brito em 02/09/2011

Ai, que bom... eu tava começando a ficar com receio de que o Harry fosse se distanciar da Mione por causa da noite que eles tivera! Graças a Merlim, foi só impressão!!

Casal fofo!! *-*

Nota: 5

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