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2. Messenger


Fic: Encontro virtual


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Capitulo 2 - Messenger


 


Conseguiu a muito custo efetuar sua inscrição aquele dia, depois de  duas horas havia ligado para Lisa e só então ido para casa. Aquela semana passara incrivelmente rápido e acabara aceitando morar com Lisa e Tom que pareciam a tratar como o filho que ainda não tiveram.


Naquela noite ajudara Lisa a preparar o jantar. Lasanha. Especialidade sua.


Bom, em uma casa em que sua mãe era uma negação na cozinha era isso ou ficar com fome.


A mãe ligava para ela todos os dias. Na sua opnião Renée estava jovem e poderia se relacionar com outra pessoa. Faria bem a ela. Sorriu contente ao se lembrar do último telefonema. Ela havia conhecido um turista.


Não era boa a solidão em que viviam ali no vilarejo. Ligara por precaução para Pedro, que morava perto de sua casa e pedira ao velho amigo delas que tomasse conta de sua mãe. Logo que pudesse tiraria um fim de semana para ir ve-la.


- E então. Conte-me sobre a sua semana Lily. – Tom perguntou se servindo na mesa.


- Um pouco confusa. As matérias são legais e eu até não me perdi mais no campus – Lilian acrescentou irônica com aquele pequeno “presente” com que fora abençoada ao nascer, fazendo os tios rirem de seu senso de humor.


- Você se acostuma logo. – Lisa disse encorajadora – Se lembra querido de quando estudavamos? – ela e o marido trocaram um olhar apaixonado perdido em lembranças – Eu não me esqueci do dia em quase derrubei meus livros em cima de você.


- E eu mal podia tirar os olhos da mulher mais linda que já havia visto na vida.


- Conheceu muitas pessoas já Lily?


- Ainda não. Por falar nisso conheci um garoto que disse ser “membro da familia real” – ela disse um tanto descrente.


- Quem querida? – Lilian mal notou a pequena nota de tensão na voz dela e o olhar questionador que o tio lançara.


- Se chama Sirius Black, já ouviram falar? Ele até que foi muito simpático.


- Deve ser filho do duque Broome. Acho que na verdade ele se chama Sirius Black Broome. A família dele é descendente de um primo na segunda geração.


O país de Monlut ficava situado entre a Europa e a Ásia, banhado pelo mar adriático era uma região estranhamente chuvosa e de um povo estremamente feliz. Apesar de pequeno se comparado com seus vizinhos era o maior exportador de pedras preciosas da região e das mais raras essencias extraídas de sua flora única.


O país ainda era uma mistura de monarquia e republica, sendo governado pela familia real com ajuda do parlamento.  Da familia regente restavam apenas o rei Sifino, viúvo e sem herdeiros. Corriam boatos que o monarca estava doente, e a população tinha pena da vida do bondoso governante que perdera a mulher no parto e o filho a mais de uma década. Não se casara novamente.


E esse fato alimentava a idéia de que a família Broome ocuparia a linha de sucessão.


- Vocês acham que é isso que irá acontecer?


- Ele é o mais próximo e a não ser que haja alguém mais próximo, é isso sim que irá acontecer. – Tom ponderou ao terminar de contar aquela história.


Lilian sabia disso, mas muito por cima. Apenas o que aprendera na escola. O juramento à bandeira e ao rei e das pequenas palavras ditas comumentes por sua mãe. A maioria delas em algum momento de raiva.


- Ele me pareceu bastante carismático – ela disse se lembrando de Sirius.


- Sim. E bonito. Acredite, ele tem muitas fãs. Muito mais agora que ele esta cotado na linha de sucessão em terceiro lugar. – Lisa disse divertida.


Ela involuntariamente se lembrou do rapaz que incessantemente não saia de sua cabeça. Jamais ficara tão impressionada com um rosto como ficara com o dele. Era como se se conhecessem a muito tempo. Quase conhecidos de infância. Isso se ela fosse tão incrivelemente linda como ele para chegar tão próxima.


O cabelo castanho meio bagunçado caido sob os olhos como se ele tivesse acabado de sair do banho; a pele branca, as maçãs do rosto definidas; o queixo quadrado e os lábios levemente cheios.


- Então você gostou do Sirius? – a tia afirmou, tirando conclusões precipitadas. Tom não estava na sala e Lisa respondeu ao seu olhar indagador – Ele foi atender o telefone.


Lilian desviou o olhar da cadeira e resolveu desfazer o mal entendido.


- Na verdade eu estava me lembrando de algo que aconteceu na rodoviária quando cheguei.


- Lisa, você pode vir aqui? – A voz de Tom veio da sala e tudo depois aconteceu muito rapido, mais do que se lembraria depois.


O telefonema era de sua cidade. Era Pedro. Ela desabou no carpete desacordada quando Tom e Lisa lhe contaram.


Sua mãe estava morta.


Tom e Lisa a acompanharam durante toda a despedida.


Não conseguira assimilar que a partir desse momento, ela estava só. Sozinha no mundo. Lisa a ajudava da maneira que conseguia. E apesar de todo carinho e atenção, a única coisa que conseguia se lembrar era da risada cristalina de Renée, a sua constante alegria e acima de tudo: o seu grande amor pela vida.


 


 


 


Tudo aconteceu rápido demais e de repente tudo o que senti foi um imenso vazio, saudade do seu jeito carinhoso e da forma como me dizia não. Faziam exatamente 6 meses hoje que ela se fora. E eu sabia que ela teria querido que eu seguisse em frente.


Fora um período dificil da minha vida. Depois do funeral eu não consegui mais chorar. Foram tantas as noites em que fechava meus olhos, inundada pela dor que me consumia sem contudo conseguir manda-la embora.


Já não doia. Tudo o que sobrara foram apenas saudades.


Cheguei cedo da faculdade naquele dia. Estudava em período integral e ainda eram 5 da tarde. Joguei os livros em cima da escrivaninha e desci procurando Lisa na cozinha.


Estava vazia e na geladeira um bilhete anotado num bloco roxo.


“Querida, precisei fazer o turno da noite com Tom. Uma amiga pediu para cobri-la em algo urgente. Tem comida pronta no freezer, se não, eu abasteci a dispensa mais cedo. Nos vemos de manhã, pedi a sra Webber para dar uma olhadinha em você.


Lisa.”


A cozinha da casa era bastante espaçosa. Havia um ármario embutido na parede em mármore, junto com o microondas, o fogão e a geladeira. A pequena mesa redonda dava um toque acolhedor aquele ambiente.


Peguei uma fruta e subi. Olhar aquela cozinha me fazia me lembrar de quando era criança e meu pai e minha mãe ainda estavam comigo.


Eu não tinha nada a fazer naquela noite já que sempre fazia tudo o que podia para encher minha cabeça de atividade e assim afastar a nostalgia que tomava conta de mim.


Resolvi ligar o computador recem ganhado de meus tios, que era como eu considerava Lisa e Tom, a dois meses para ajudar com as tarefas da faculdade e assim checar meus emails. Eu havia conhecido umas garotas na faculdade com quem eu havia me enturmado. Jéssica e Cecilia, ou como eu a chamava: Cissa.


Cissa era nossa vizinha, filha da senhora Weber. E gradualmente alguns conhecidos de Caltar ainda mandavam alguns emails, embora agora muito raramente.


Na realidade eu apenas fazia isso para passar o tempo e porque eu sabia que Lisa vinha me ver toda noite, já que eu havia adquirido o hábito de dormir cedo. Não havia nada de novo e eu resolvi abrir uma sala de bate papo da qual Cissa me falou durante a semana.


Eu entrei com um nome diferente. O nome de minha amiga Jéssica. Engraçado que apesar de ela não ser tão “nerd” (palavra dela própria) era justamente ela quem eu imaginava em uma situação como aquela.


Bati os dedos impaciente em minha escrivaninha enquanto observava na tela aberta as opções, cliquem em amizade. Era um tema comum, quer dizer, era melhor do que os outros das guias que haviam. Namoro, paquera, animais, Sexo?!!!. Definitivamente, era o que parecia mais inofensivo.


Umas duas pessoas começaram a conversar comigo, pelo teor das perguntas estavam procurando por algo a mais, definitivamente Cissa devia ter se enganado ou ter me pregado uma peça.


Matt: Olá Jess25, aproveitando a noite?


Eu observei o nome que apareceu na tela. Um tanto diferente dos que haviam ali. Zilhões de vezes melhor dos que sugeriam um ego muito e muito inchado. Pelo menos não era Totoso198.


Jess25: Oi. Nossa e como. Em casa sem nada para fazer olhando para a tela do computador. Rsrsrs. E você?


Matt: Só passando o tempo. Me ajuda a relaxar e me distrair um pouco. Quer lugar melhor para rir do que aqui?


Jess25: Vendo por esse lado… Eu estou mesmo desesperada por distração e o resultado… Está bem aqui nessa tela.


Matt: Veja só, a maioria das pessoas que frequentam lugares assim estão a procura de um algo mais, entende?. É interessante poder ver as pessoas de certa forma “nuas”, porque por não revelar quem se é você se expõe sem medo.


Jess25: E acaba por mostrar quem é de verdade. Você é bastante observador. Hum… Você é bom em cálculos?


Matt: Na verdade não muito. Eu tenho apenas uma percepção mais apurada, modestamente falando. Rsrrs Você sim parece um pequeno gênio…


Jess25: Ok.. rsrsrs Hmm… Agora que já trocamos elogios mútos então, o que você procura? Ou melhor, de que quer se distrair?


Matt: Você acreditaria em mim se eu dissesse que quero ser apenas eu?


Jess25: Depende. Você é algum astro super famoso assediado por fãs enlouquecidas? Porque se for, você realmente é privilegiado.


Matt: Como por exemplo?


Jess25: Esta sempre cercado de pessoas interessantes para começar…


Matt: Mas a vida de alguém famoso não se resume apenas a isso. O ruim é que você jamais sabe quando alguém esta sendo verdadeiro e autentico com você.


Jess25: Que nem aqui…


Matt: Mas o ponto é esse: aqui ninguém te julga por quem você é, embora tenham pessoas que assumam outra postura.


Jess25: Então, você é alguém famoso?


Matt: Não e você?


Jess25: Apenas tentando me distrair. Perdi alguém que amava recentemente e ainda dói lembrar que minha mãe não esta mais comigo.


Era incrivel como dizer aquilo a um estranho doia menos do que conversar com Lisa ou Tom. As vezes eu tinha a impressão que eles achavam que eu estava entrando em depressão ou esperando eu surtar ou algo do genero.


Eu não conhecia a pessoa por trás do nick de matt, e nem se esse era o seu nome verdadeiro. Eu sabia que internet era algo perigoso, mas o jeito como ele se expressava me deu a impressão de que ele era sincero. E de qualquer forma, eu não era tão ingenua a ponto de cair em algum golpe.


Quando olhei o relógio eram quase 10 da noite e para minha felicidade eu tinha aula as 7 logo cedo. Já tinha tanto tempo assim que teclavamos?


Conversamos sobre tantas coisas naquela primeira noite. Preferencias de cada um, o que queriamos fazer ainda. Eu queria fazer rafiting e ele aprender a pintar. E até mesmo sobre a guerra que se instaurava tão próxima de nós. Tanto sofrimento no Líbano e Egito.


Matt: E então qual seu livro preferido, ou um que você esteja lendo?


Jess25: Por trás da máscara.


Matt: Vai sair um filme, sabia?


Jess25: Não, mas eu com certeza vou assistir!! Rsrsrs A história é encantadora e com doses certas de suspense e romance.Tudo o que o Jason é capaz de fazer pelo amor dos dois… É como se fosse tão surreal e mesmo assim um sentimento tão sincero e profundo. E a imcompatibilidade dos dois. Eles praticamente se odeiam no ínicio…


Matt: Ódio e Amor são sentimentos muito parecidos. Eu acho que ele a ama a sua maneira. Ainda mais quando se retira do jogo porque ela sera mais feliz longe dele. Ou pelo menos terá uma vida tranquila…


Jess25: Não deixa de ser verdade. Mas, ela é insegura, tem medo de ficar com ele… Eu não sei o que faria na mesma situação. E posso compreender o porque de sua decisão. Sono…


Matt: Sono Jess? Ainda é cedo, nem são dez e meia ainda! Ou sou eu?


Jess25: Bobo! Tenho aula amanhã…


Matt: Você vai entrar amanhã?


Jess25: Mesmo horário?


Matt: Combinado. Boa noite Jess. Amanhã sempre é uma nova oportunidade de se reinventar…


Jess25: Filosófico você! Rsrsrs Como saberei que é você?


Matt: Você gosta de poesia?


Jess25: Sim!


Matt: Serei um amanhã então!


Jess25: Bons sonhos!


Me espreguiçei em minha cama e dormi. Como não fazia a um bom tempo.


 


NA: Voltei… Não aguentei esperar... ehehehe... Talvez eu poste outro hoje ainda!! ashahsauhsuahsua


Mais um capitulo no ar!!! By globo!! Kkkkkk Valeu a quem ta acompanhando!!



Beijocas


Obrigada Patricia pelo comentário! Amei! rsrsrs


Ahhh, aviso a Lily e o Sirius podem vir a ter um rolinho ao longo da historia... Qto ao Thiago... Ele so aparece a partir do 4º capitulo!! Pra quem adivinhou pelo resumo: não preciso dizer quem esta no bate papo com Lily neah?? aushauhsuahsa


Lupin não aparecera na minha fic a nao ser como personagem do livro e eu vou citar ele bastante!! rsrsrs


Agora o Pedrinhooo, aguardem! kkkkkk


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