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1. Biologia Marinha


Fic: Encontro virtual


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Na: Essa é uma história que se passa em um universo alternativo. Na verdade, eu acho com cara de conto de fada (que eu amo). Lilian Evans mora com a mãe no interior, seu pai morreu quando era pequenina e não tem contato com niguém da familia dele. Ela vai morar na capital do país, faz amigos, conhece alguém de um modo diferente. Thiago Potter é a sensação do momento dos cinemas. O que faria você se descobrisse que seu melhor amigo virtual é ninguém menos que ele? E se além disso, você se descobrisse única herdeira do trono e noiva de alguém que de melhor amigo se tornou seu maior desafeto??? Ehehehehe Só acompanhando pra saber!!!


 



Eu me deixei levar pelo doce sabor



Pela aura de confiança e adrenalina



Mescladas ao ritumbar do meu coração



Naquele silêncio.



 



Eu não saberia precisar quando ou porque



Apenas que era  tão certo



Tão fácil



Tão incerto



 



Eu me deixei levar pelo doce teor de suas palavras



Tão singelas e certas



Tão corretas e perdidas



Elas me davam coragem, mesmo quando não encontrava lógica para elas



 



Eu não sei como comecei



Não saberia me explicar ao certo.



Apenas que nos conheciamos tão bem



Tão próximos,
“a apenas uma tecla de distância”


 


Capitulo 01 – Biologia Marinha




O céu começava, se é que era mais possível a escurecer. Chovera muito durante o dia e agora caia apenas uma garoa como observava uma garota, sentada abraçando os joelhos, em sua cama. O olhar refletido pela vidraça levemente erguida para permitir a entrada de ar pela janela era de alguém perdido nos próprios pensamentos.


Os profundos verde oceano revelavam dejavú e uma pequena discreta nota de incerteza.


- Querida, já está tudo pronto?


Da porta uma senhora aparentando não mais que 39 anos com cabelos da cor do ébano, encaracolados, tirou Lilian da sua pequena bolha de tensão.


- Claro, estava só memorizando meus últimos instantes. – ela respondeu com um sorriso timido para acalmar a mãe.


- Amor, você sabe que não precisa ir agora – disse sentando-se na beirada da cama e passando os braços ao redor da filha – Eu também vou sentir saudade de você.


- Não é isso. Eu quero ir, só que também vou sentir saudades.


- Eu sei… - ela murmurou sob os cabelos da filha.


As duas ficaram ali apenas vendo o tempo passar, até que já eram 9 da noite e a sra Milles mandou a filha descansar para a viagem.


Mandy pulou em sua cama com seus pelos incrivelmente brancos e fofos, indo se aconchegar aos pés da garota, ronronando reclamando atenção.


- Você sabe que eu não posso te levar – disse a pegando carinhosamente no colo olhando para seus olhos, quase da mesma tonalidade dos seus.


Lembrava de quando a ganhara no último aniversário, quando completara dezessete anos. De uma tia que jamais vira ou tivera noticias na vida, com apenas um bilhete: “Pra você sempre se lembrar de nós e da herança que carrega”.


O que será que ela queria dizer?


A mãe dissera que eram pelos olhos, todos na familia do seu pai possuiam a mesma cor de olhos: verdes. Não dera muita atenção ao assunto, embora se lembrasse constantemente dele.


Adormecera abraçada a Mandy, amanhão concerteza seria um dia cansativo.


Lilian Milles Liechsper Evans iria para a capital do país. Morava desde pequena, 3 anos para ser exata,  no vilarejo de Caltar e não estava muito acostumada a agitação. Ali tudo era tranquilo e calmo, como a costa que banhava a região. Adorava sempre ao fim da tarde correr para a praia e mergulharos pés na água verde translúcida, sentindo a areia sob seus pés mascarando o fundo pedregoso, aquilo lhe fazia bem: sentia-se livre e leve como em nenhum outro momento.


Sempre fora um tanto quanto amante da solidão, gostava do silencio, de pensar e refletir. Qual era a palavra que suas colegas usavam no colégio? A mais leve era que era muito introspectiva, e variavam entre alucinada, morto vivo e coisas piores.


Nunca dera muita importância, a única que gostava e respeitava esse jeito, como ela era de verdade, era a sua mãe, ou talvez não estivesse muito consciente desse fato. Ela tentava compensar esse fato com boas notas e muito empenho, sempre fora de longe a mais inteligente da pequena escola do vilarejo, a única que existia na verdade, e parecia mais um grande casarão com 5 salas e uma secretaria.


O bom de uma cidadezinha era que todos se conheciam e era ruim justamente por esse mesmo detalhe.


Naquela manhã de domingo, quando a mãe fora a levar até a pequena estação rodoviária na rua principal, que na sua opnião era um nome bem boninho para não dizer a única rua com movimento por ali, e que ficavam o colégio, o único banco, uma mercearia e a padaria; pareciam que todos olhavam-na abobados e um tanto surpresos que ela estivesse saindo dali.


Ainda custava a acreditar quando recebera a carta de aceitação, podia escolher qualquer curso, com 100% de bolsa integral. Julgara as opções, não que tivesse ficado indecisa, decidiu-se por algo que gostava desde pequena. Biologia Marinha. E fizera sua mãe prometer que não comentaria sobre a carta de aceitação.


A viagem de 8 horas até a capital fora bem cansativa, lembrando de sua antiga vida e das lágrimas no rosto de sua mãe quando embarcara.


Leu pela trigésima vez um livro que estava fazendo muito sucesso, sentiu inveja da heroína da história. Uma garota que era um tanto parecida consigo mesma, tinha saído de casa e encontrado a felicidade nos braços de um desconhecido incrivelmente lindo. Bem, em resumo era disso que o livro tratava, sem mencionar que o mocinho, Lupin, era um lobisomen e lutava por sua vida e de Claire.


Pelo fim do livro podia-se entender que haveria continuação.


Chegara a Lienar quase noite já e procurou pela estação enorme a lanchonete mercúrio, onde uma amiga que costumava visitar sua mãe iria esperá-la.


Pediu informações a uma senhora aparentemente apressada e foi arrastando a bagagem na direção apontada, mal percebendo que esbarrara em um jovem igualmente distraído na estação.


Ele murmurou um pedido de desculpas, a ajudando a se levantar, saindo rapidamente dali.


Lilian olhou ele se afastar pela multidão, mal conseguindo desviar o olhar do rosto do desconhecido naqueles breves segundos. De uma coisa tinha absoluta certeza: jamais cruzara ou conhecera um rosto mais bonito do que aquele.


Parecia a personificação de uma estátua, uma escultura feita por um genio da arte. Alto, corpo bonito e um rosto que faria qualquer garota prender o folego.


Ele não deveria estar muito feliz com algo. Parecia perturbado, para ser sincera consigo mesma.


Não demorou a encontrar Lisa em frente a lanchonete esperando-a com um abraço carinhoso, ela ajudou-a com sua mala e com a pequena frasqueira azul; não havia trazido muita coisa. Arrumaria um emprego e veria o que faria depois.


Lisa era casada com Tom Fildin, mas não tinham filhos, ela o convidara para morar com eles, mas preferira o alojamento; não que não fossem amáveis, mas porque preferiria se virar sozinha.


Liza trabalhava como enfermeira no hospital local em que seu marido era médico. Ela a levou em seu carro chevrolet, modelo de uns dois anos atrás até um bairro nobre na parte oeste da cidade, próximo do hospital em que ela e Tom passavam grande parte de seu tempo.


- Vamos Lily? Está começando a garoar – ela disse saindo do carro e Lilian notou que mais uma vez divagava.


Lisa era uma mulher bonita, de uma beleza que segundo sua mãe, se acentuava com o passar dos anos. Branca, mais baixa do que ela uns 10 cm e cabelos escorridamente castanhos.


- Como todo o tempo neste país. – ela não pode evitar uma certa nota de ironia com a questão.


Lisa sorrira com o comentário óbvio de Lilian. Ela abriu o portão de ferro de uma casa amarela, um sobradinho em estilo campreste que a garota achou um tanto charmoso. O interior continha uma sala de estar com duas poltronas bege e uma mesinha de centro com orquideas. O marido de Lisa estava ali. Uma cabeça maior que a esposa. Careca, com alguns fios brancos perto da orelha, era branco como a esposa embora seus olhos fossem de um charmoso castanho envelhecido e da esposa azuis.


- Fez boa viagem Lilian?


- Sim tio Tom. E como vão as coisas no hospital?


- Bem querida, fico feliz em vê-la Lily. E sua mãe? – ele disse consultando distraidamente o relógio mal dando tempo dela responder e saindo apressado com a maleta na porta. – Bom Lisa eu já estou de saída, fique a vontade Lily…  - O sr Filding deu um beijo na esposa e desapareceu com a maleta pela porta.


- Vida de médico – Lisa murmurou.


Lilian imaginava que ela havia se acostumado à vida de mulher de alguém que quase nunca estava em casa.


- A gente acostuma – disse com uma piscadela respondendo à sua pergunta muda. – Agora venha, vou mostrar o quarto em que vai ficar e venho preparar o jantar enquanto você se banha e descansa um pouco.


A escada circular dava ao andar de cima, em um corredor onde haviam 4 quartos. Ela ficou no último. Havia uma cama de casal, um guarda roupas ao lado da porta, uma penteadeira e do lado da janela uma escrivaninha. Oposto a cama havia um banheiro com um pequno boxe e lavabo de madeira que encantaram pelos detalhes do oceano delicadamente entalhados na madeira escura.


Lisa já havia descido, deixando-a sozinha. Tão rápido tomou banho e colocou seu velho short jeans já quase branco e uma blusa baby look preta com os dizeres: Rock and roll é a onda! Amarrou os cabelos vermelhos longos num rabo de cavalo. Deixou-se pairar sob o rosto um sorriso ao olhar aquela parte de si mesma.


Ela e a mãe eram tão parecidas e ao mesmo tempo, tão diferentes! Nascera ruiva. Ela era tão branca quanto a mãe, embora em sua opinião muito mais translucida. Quase albina. Fez uma careta para si mesma no espelho.


Tinham o mesmo nariz, e a mesma boca carnuda e rosada. O rosto era levemente anguloso, enquanto a mãe possui um mais redondo e delicado. A estrutura ossea era incrivelmente bem desenhada e os olhos grandes e a boca ficariam esquisitos em outros rostos. Mas nela eram perfeitamente harmoniosos.


Ela herdara a altura do pai, sua magreza excessiva também. Podia ter herdado as curvas da mãe.


Mas não, tinha que ter o corpo todo marcado por ossos e poucas curvas. Definitivamente aquela não era a parte que mais apreciava em si mesma.


Jantara com Lisa a perguntando sobre sua mãe e a vida em Caltar. Quando chegou na parte amorosa de sua vida ela propositalmente deu um longo bocejo e Lisa olhando o adiantado do horário deixara a conversa para outro dia.


 


 


Na segunda cedo Lisa a deixou em frente a faculdade “Storm of seas”, era esse o lema da Ivy Lancar. Uma multidão de pessoas se agromeravam perto da entrada do campus. De relance pode ver que haviam uns 8 blocos de uns 3 andares cada espalhados pela vasta área do campus que era rodeado de árvores. Era realmente assustador.


Entrou no primeiro e pediu informções à um garoto alto (uns 5 cm mais alto que seus 1,79 de altura.) Na realidade quase não se notava diferença de altura entre ambos.


- Onde eu posso me matricular por favor? – O garoto cheio de livros olhou-a brevemente como que considerando se seria prestativo e gentil, ou chegaria cedo à aula.


- Venha, eu mostro pra você – Lilian o acompanhou descendo as escadas e vislumbrando o pátio interno cheio de lojas da faculdade. – É o seu primeiro dia então? – ele estava sendo gentil – Que curso?


- Sim. Vou fazer Biologia Marinha e você o que faz?


- Direito. É o meu terceiro ano.


Agora que ele a olhou ela reparou que o rapaz possuia os olhos de um violeta intenso, o cabelo dele era negro em contraste com o seu ruivo preso no rabo de cavalo.


Enquanto caminhavam ela percebeu que todos saiam da frente para que eles passassem.


- E então, você é mafioso ou algo assim? - Ele olhou surpreso por uns instantes, não entendendo a ironia dela. – Digo, todo mundo se afasta para você passar –ela disse o óbvio.


- Digamos que ser da família real tem as suas vantagens – disse com uma piscadela.


Lilian imaginou que ele não era esnobe, até humilde e simples pela sua posição.


- Bem, é aqui.


Pararam em frente a uma porta de vidro que estava apinhada de pessoas no fim do primeiro andar, do bloco mais distante da entrada.


- Foi um prazer – ele disse beijando a sua mão – meu nome é Sirius Black, precisar é só pedir. – ele terminou com um sorriso encantador.


- Lilian. E muito obrigada por tudo.


 


Na: primeiro capitulo no ar!! Eba!! Kkkkk Até o próximo capitulo!!


Beijoquinhas!!!


Fuii

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