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10. Revelações na Noite de Ano Nov


Fic: Daegonna


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Severo Snape se dirigiu à sala do diretor uma hora antes da festa de reveillon.

_ Diretor, o senhor mandou me chamar?

Com apenas a cabeça para dentro da sala acolhedora de Dumbledore, o professor notou que o diretor não estava sozinho. Anna também estava lá.

_ Ah sim, entre Severo, entre por favor.

Snape entrou e fechou a porta atrás de si. Dumbledore fez um gesto para que ele se sentasse.

_ A razão por que eu mandei chamá-lo, Severo, é porque devo explicações a você.

_ Mas, o que...que tipo de...explicações?

_ Andei conversando com a Srta. Willows, e embora ela relutasse em aceitar, acabou concordando que eu lhe contasse o que está acontecendo.

Anna cruzou as pernas em sua cadeira, ao lado do diretor.

_ E eu lhe peço que isso não saia deste escritório Severo, ou causará pânico geral no castelo, embora a situação esteja temporariamente controlada.

_ Sim, senhor. - Os olhos de Snape pularam para Anna, que encarava o chão, aparentemente sem graça.

_ Anos atrás eu tive uma visão, algo que confirmaria o que viria acontecer. Aquela esfera que você viu no Departamento de Mistérios, aquela que Anna recolheu a meu pedido, é uma profecia. Só Anna poderia retirá-la do Ministério, porque a profecia concerne a ela. Eu fui capaz de prever o futuro antes dela nascer, vi seu rosto, seu nome, todos os detalhes, Severo, mas quando procurei seus pais, dias depois, ela já estava no colo de sua mãe. Chamava-se Daegonna, como eu havia predito. Eles não acreditaram em mim, obviamente. Mas anos depois, na companhia de Sibila Trelawney, eu presenciei outra profecia.

_ Mas senhor, eu não estou entendendo...o que...

_ O que você não sabe é que a profecia de Anna também concerne outra pessoa. O Lorde das Trevas, cujos poderes viriam a atormentar a vida de todos anos depois. Estremeci ao ouvir as palavras de Sibila naquele dia, significava que eu estava certo mais uma vez. Os Willows vieram me procurar quando Você-sabe-quem começou sua carnificina. Agora sim eles acreditavam no que eu havia lhes dito quando Anna nasceu, e estavam muito preocupados com sua filha, ainda pequena naquela época. Mudaram seu nome para Anna, achando que assim ela estaria protegida, mas o Lorde das Trevas age por outros meios...

_ ...?

_ Então o Lorde das Trevas matou os Potter, e seus poderes foram praticamente extintos ao confrontar o pequeno Harry. Ele sabia da profecia que eu havia feito, mas não podia se preocupar com isso, precisava reunir forças o mais rápido possível.

_ Mas qual é a profecia, diretor?

_ Naquele dia eu soube, que a criança, primeiro fruto de Voldemort, teria poderes tão grandes, que seria capaz de acabar com o mundo bruxo. Teria poderes muito, muito mais fortes do que o pai.

_ Mas Srta. Willows, o que isso tem a ver com ela?

_ Anna seria responsável por parte destes poderes, Severo. Seu primeiro filho herdaria tudo magia dela...e de Voldemort.

_ O que, mas como? não pode ser!

_ Somente sua união poderia resultar essa criança.

_ Mas senhor, como eu não descobri isso em minhas investigações?

_ Voldemort não compartilha isso com os Comensais. Ele prefere manter uma margem de segurança, caso venha a ter esse filho ou filha, você mesmo sabe Severo, que ele não confia inteiramente em seus subordinados. Mas é lógico, Anna não partilha esse pensamento, foi por isso que ela se juntou a nós este ano. Temo que o Lorde das Trevas possa fazer mal ela, obrigando-a a ter uma criança que não quer.

_ Mas se Anna engravidar, de outra pessoa...isso também...

_ Não, somente os genes dois dará conseqüência aos acontecimentos. Mas todos sabem, que uma criança cercada de amor, nunca usará seus poderes para o mal. Creio que se esse bebê fosse criado por Anna, ele só traria o bem, mas Voldemort não permitiria isso.

Snape não podia acreditar no que estava ouvindo. Como ele não soube disso antes? Como não descobrira sobre a profecia, anos atrás? Um silêncio caiu sobre a sala. Snape olhou novamente para Anna, ela ainda encarava o chão.

_ Quem mais sabe sobre isso?

_ Alguns professores estão a par dos acontecimentos, poucos membros da ordem e do Ministério também. Pedi a Anna que você soubesse, para nos dar informações sobre os planos de Você-sabe-quem. Peço desculpas, Severo, mas tive que informá-la sobre sua posição entre nós.

_ Então foi por isso que os Dementadores invadiram o castelo aquele dia?

_ Foi. Lamento dizer que Cornélio Fudge recebeu informações, (falsas devo dizer, pois não achei provas), de que Voldemort estaria nos terrenos do castelo. Foi insensata sua decisão, mas ele mandou os guardas de Azkaban para pegá-lo. Claro, não encontraram nada. Dumbledore se levantou.

_ No ano passado, quando Harry foi atrás de Sirius no Ministério, o Lorde das Trevas estava muito ocupado querendo acabar com o menino para pensar em tirar a esfera do Departamento de Mistérios; melhor para nós, é bom que ela fique protegida. Severo, o Lorde das Trevas está voltando ao poder sem que saibamos de nada, e temo por Anna, pois agora ele tem força o suficiente para se preocupar com Harry Potter e ela ao mesmo tempo. Você já sabe o que acontece, peço que fique com seus instintos antenados, não queremos que aconteça uma tragédia.

O diretor acariciou a cabeça de Anna, obviamente abalada com tudo aquilo. Então foi em direção à porta e se voltou aos dois.

_ Encontro vocês no salão principal.

Snape ficou olhando Anna. Seus pensamentos estavam a mil. Não sabia o que sentir. Por um lado ainda não acreditava no que havia escutado, por outro, não sabia se sentia pena por ela. Pensou nas suas brigas e discussões, ela certamente ela forte para combater alguém, mas se caísse nas mãos de Voldemort, teria que arcar com conseqüências horríveis...Então ela levantou o rosto e sua voz saiu num tom parecido com um grunhido.

_ Avise a todos que preferi me retirar.

E saiu da sala com pressa. Snape se levantou e viu a esfera branco azulada em cima da mesa, chegou mais perto, pensou em tocá-la, mas desistiu. Então algo o fez virar e sair correndo atrás dela. Desceu as escadas até o corredor vazio, estava sozinho. Percorreu as escadarias escuras atrás dela, virou a esquerda numa passagem, saiu em outro corredor e ouviu os passos dela. Apressou-se e viu a silhueta dela iluminada por um archote.

_ Ei Willows, espera um pouco.

Uma brisa entrou pela janela aberta e apagou o fogo. A luz da lua foi tudo que ele pode ver. Escutou uma porta se abrir, então os passos dela.

_ O que foi? O que ouviu não foi o suficiente?

_ Esquece tudo apenas por um minuto. Esquece que me odeia, que me quer longe, esquece todas as discussões e desentendimentos que tivemos.

Ele parou para respirar, seu coração estava descompassado pela corrida. Apoiou-se na parede e viu o rosto dela iluminado pela lua chegar perto. Ela ficou quieta.

_ Eu não fazia idéia de tudo isso. Sei que não deve ser fácil, mas você está cercada de bons mágicos, Dumbledore não vai deixar nada te acontecer...

_ Snape, eu sei o que você está pensando, eu não pedi por isso, não preciso que sintam pena por mim.

Ele não soube o que dizer, já que esse era o exato sentimento que sentia. Apesar de seu coração estar ressentido pelos acontecimentos desde que ele havia a conhecido, ainda agora sentia compaixão por ela. Anna encostou-se na parede em frente a ele. Olhou para o chão, e Snape não acreditou no que viu acontecer. Uma lágrima rolou no rosto rosado dela.

_ O pior de tudo é o que as pessoas tem que pagar por minha culpa...tenho que viver com medo por minha família, quero dizer, olha o meu pai...

Snape levantou o rosto dela com o dedo indicador, fazendo-a encará-lo.

_ Não é sua culpa, como você mesmo disse, você não pediu por isso.

_ Eu sei... - Outra lágrima escorreu dos olhos dela - ...mas isso não afasta de mim a realidade, o peso de tudo isso.

Ela não conseguiu segurar um suspiro. Snape a puxou para si num abraço acolhedor. Anna envolveu seus braços na cintura dele, seu rosto contra o peito dele. Snape acariciou seus cabelos. O que a deixava pior naquele momento era o relacionamento dos dois. Ela sabia que ele só agia assim pelo que acabara de descobrir, e mesmo sabendo que aquele abraço fora dado com sinceridade, não pode evitar em pensar que aquilo não mudaria nada, então ela se sentiu pior, e não conseguiu segurar o choro abafado no peito dele.

_ Menina tola.

Ele beijou o topo de sua cabeça e enxugou as lágrimas dela. O vento bateu gelado no rosto quente dela. A lua brilhava em cima da torre de astronomia. Tudo o que eles podiam ouvir era o som do vento no topo das árvores da floresta proibida. Anna fechou os olhos, querendo que aquele momento durasse para sempre. Queria sentir o barulho do coração dele contra seu ouvido, sua respiração quente em sua cabeça, seu cheiro entrando em suas narinas, todo aquele ambiente hipnotizando-a. Sentiu-se como uma menina, queria ficar ali protegida com ele, somente ele. Os braços fortes de Snape segurando-a contra si, todo seu corpo ali, servindo a ela. Olhou para cima, ainda se segurando-se no professor. Ele também olhou-a. Os olhos verdes dela brilhavam num suspiro de esperança, mas algo faltava neles, como se implorassem por carinho, por proteção. Pela primeira vez naquele momento ele sentiu o corpo frágil dela envolto em seus braços. Sua pele macia e quente, sua respiração tomando conta de todo o ambiente. Segurou o rosto dela com a mão e o guiou até o seu. Queria que ela se entregasse e ele sinceramente, dolorosamente. Sentiu seus lábios trêmulos procurarem os dele. Estavam secos, mas macios. Uma lágrima escorreu em sua boca, e ele sentiu o gosto salgado e quente do sofrimento dela. Apertou seu corpo contra o dela, encaixando sua boca alinhadamente com a dela. As respirações descompassadas no rosto um do outro. Anna soltou a cintura dele, enlaçando seus braços em volta do pescoço dele. Ele segurou-a contra a parede, seus braços segurando-a com firmeza. Abriu sua boca delicadamente, aventurando sua língua pelo lábio dela, ela respirou profundamente, permitindo a investida dele. Abriu sua boca, sentindo a língua quente dele procurar a dela. E quando elas finalmente se encontraram Anna desejou o corpo dele, queria aquele homem apaixonadamente. Segurou o rosto dele, acariciou seu cabelo, sentindo a língua dele explorar sua boca intimamente, lutando contra a sua num beijo explosivo. Percorreu todos os cantos de sua boca, sentindo o desejo dele aflorando na sua respiração profunda. Mordeu o lábio inferior dele, depois sugou-o, brincando de sedução. Passeou suas mãos pelo tórax dele, era possivelmente sua parte favorita no corpo dele. Snape levou suas mão ao quadril dela, então pousou suas mãos na bunda dela, apertando-a gostosamente. Levantou-a pelo traseiro ainda apoiada na parede. Anna envolveu suas pernas contra o corpo dele, segurando-se em seus ombros. Ele beijou o pescoço dela, descendo até seu decote, lambeu a pele doce dela, arrepiando sua espinha. Levou sua boca ao tecido sobre os seios de Anna e mordeu-os delicadamente. Anna arqueou o corpo, oferecendo-o a ele. Snape brincou com seus mamilos rígidos por sobre a blusa, o perfume dela inebriando-o. Então ela se soltou e voltou ao chão. Segurou a mão dele e levou-o adiante no corredor até a porta que havia aberto momentos antes. Conduziu-o para dentro de seu quarto e fechou a porta atrás de si. O quarto estava escuro. Snape podia ver sombras pela luz da lua que entrava por duas janelas enormes ao lado da cama. Estavam abertas, o vento que entrava balançava as cortinas delicadamente em direção ao meio do quarto. Era um único ambiente amplo. Do lado esquerdo havia um enorme guarda roupa na parede, um pouco à frente uma mesa redonda com quatro cadeiras e do outro lado uma cama de casal com dossel, todos os móveis em estilo rústico. Do lado da mesa até o pé da cama um enorme tapete enfeitava o chão. Ao lado esquerdo da porta havia uma escrivaninha cheia de livros e pergaminhos, e em frente à porta, no meio das janelas, havia uma porta de vidro que levava a uma sacada. Era bem diferente de seu quarto nas masmorras. Anna soltou a mão dele, a realidade do que estava acontecendo caindo em si como um turbilhão de formigas andando em sua cabeça. Precisava dele esta noite, precisava da certeza de algo forte e sólido em sua vida, algo que mesmo não sendo próximo o suficiente, a deixasse confortada. Snape caminhou até ela no meio do quarto e olhou fundo em seus olhos. Anna encarou os olhos negros do professor, estavam brilhando com a luz da lua que entrava sem cerimônia pela janela. Despiu a blusa seguida da calça e as botas, revelando uma calcinha e um sutiã pretos. Snape envolveu-a pela cintura e beijou-a. A pele dela estava quente e perfumada, como se ela tivesse acabado de sair de um longo banho. Lentamente ele foi levando-a até a cama, quando Anna inclinou seu corpo ele deitou-se por cima dela, forçando as pernas dela a se abrirem, encaixando os corpos num amasso gostoso. Snape passeou sua mão pela perna dela, subindo para a barriga, então para os seios. Levou sua mão embaixo do sutiã dela, sentindo o seio macio e arrepiado. Com movimentos lentos ele acariciou o mamilo rígido dela, sentindo-o latejar entre seus dedos. Foi apertando o movimento, beliscou o mamilo dolorosamente, ouvindo a respiração dela falhar, sinal que estava adorando a idéia. Anna tirou a mão dele de dentro do sutiã e com um movimento brusco empurrou ele deitado na cama e montou sobre seu corpo. Beijou seu lábio delicadamente, descendo para o pescoço. Tocou a pele frágil dele com a língua, mordendo aqui e ali deliciosamente. Abriu os botões da veste negra dele, então da camisa, deixando seu peito nu. Desceu com a língua no peito dele, massageando o local com a boca. Sentiu o tórax forte dele com as mãos, seus dedos passeando pelo seu peito, que subia e descia com sua respiração. Foi descendo até o umbigo dele, onde fez uma volta com a língua, continuando seu caminho até sua calça. Abriu seu zíper e puxou-a para trás, deixando só de cueca. Viu o volume entre suas pernas levantarem o tecido fino e sorriu para ele maliciosamente. Abocanhou a cabeça de seu pênis por cima da cueca, movimentando sua língua contra ela. Snape encostou a cabeça contra o colchão, segurando a respiração e o desejo para que aquilo não acabasse por ali. Com as mãos Anna puxou a cueca também para baixo, libertando o enorme membro dele. Estava totalmente rígido. Ela molhou os lábios com a língua, como alguém prestes a saborear sua comida favorita, segurou-o com a mão e levou sua boca até ele, envolvendo-o inteiro. Snape não agüentou e gemeu, movimentando o quadril contra a boca de Anna. Ela sugou-o vigorosamente, acompanhando o movimento dele. Logo pode sentir suas veias contra sua língua. Ele estava ficando vermelho, e Snape gemia cada vez mais. Pousou suas mãos na cabeça dela, sentindo seu cabelo macio, subindo e descendo contra sua mão. Depois de algum tempo saboreando aquele banquete, sentindo que se continuasse ele não agüentaria por mais muito tempo, ela largou-o e olhou para o rosto dele. Gotas de suor escorriam por sua testa e sua bochecha estava vermelha, mas sua boca sustentava um sorriso satisfeito. Deitou novamente por cima dela, rasgando seu sutiã como um animal. Admirou os seios perfeitamente torneados dela, os mamilos apontando para ele, rosados e rígidos, pedindo por sua boca. Mordeu o seio esquerdo, sugando o mamilo e brincando com a língua, alternando os movimentos entre os dois seios. A respiração de Anna entregou gemidos ensaiados aos ouvidos dele, enquanto ela abria as pernas em volta do corpo dele, sentindo as investidas de seu quadril contra sua calcinha, seu membro cutucando-a por cima do tecido, excitando-a cada vez mais. Snape tirou a calcinha dela, encaixando-se no meio das pernas dela, segurou seu membro com a mão direita e brincou com ele no clitóris de Anna. Ela sorriu graciosamente, achando graça nos movimentos dele. Então, com um movimento brusco ele penetrou-a. Foi como mágica, a melhor já praticada pelos dois. Seus corpos se arrepiaram de maneira tão intensa que seus músculos endureceram. Anna arqueou seu corpo totalmente para trás, fazendo Snape beijar seu pescoço, descendo para seus ombros e seios, aumentando o movimento dentro dela, os dois gemendo como loucos num castelo vazio e deserto. O vento que entrava congelava seus corpos quentes e suados, numa sensação que completava o desejo. Anna envolveu o corpo de Snape com as mãos, sentindo sua pele macia se movimentando contra ela. Acariciou-o com carinho, passeando pelo seu tórax e cabelos, cada parte de seu corpo se entregando a ela. Snape estava chegando ao auge, segurou as pernas dela mais abertas, enquanto suas estocadas se tornavam mais violentas. Seu corpo todo estremeceu e uma onda de calor e frio, agindo juntas numa mistura deliciosa tomou conta dele, dos pés a cabeça, fazendo-o gemer alto, então ele gozou. Libertou sua semente dentro dela, sua mente livre como o vento, uma sensação extaziante tomando conta de seu ser. Anna veio junto com ele, sentindo-o cada vez mais fundo nela, adorando a idéia de que seu corpo lhe dava tal prazer, seu gemido completando o ato. Antes que seus corpos pudessem relaxar com o orgasmo obtido, os dois escutaram fogos mágicos estourando nos arredores do castelo. Animais, flores e formas formados inteiramente por faíscas coloridas voaram pelo céu, num turbilhão de barulhos e brilhos que chegavam à seus olhos através das janelas abertas. Era ano novo. Snape inclinou-se em direção ao rosto de Anna e os dois se beijaram delicadamente. Depois Snape deitou ao seu lado, praticamente esgotado. Anna dormiu com o som dos últimos fogos estourando sob o lago, sentindo como se eles estivessem dentro de seu coração.

Anna acordou no dia seguinte com o vento gelado entrando pela janela, estava nevando lá fora. Levou o lençol até os ombros, cobrindo o corpo ainda nu e virou-se na cama. Snape não estava mais lá, apenas um pedaço de pergaminho dobrado. Ela sentou-se, já imaginando o que ele havia escrito, e não ficou surpresa ao ler.



“ Desculpe-me por ter achado que tinha o direito de abusa-la num momento de fraqueza. Foi extremamente rude e grosseiro de minha parte. Peço que entenda que meu trabalho requer um estilo de vida solitário, e possa me perdoar pelo deslize da noite anterior, não querendo desmerecê-la ou ofendê-la, muito pelo contrário.

Atenciosamente

Severo Snape”



Anna se levantou como se nada tivesse acontecido, sabia que aquilo iria acontecer. Tomou um banho, se vestiu e desceu correndo com esperança de conseguir chegar a tempo ao almoço.



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