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24. Missões


Fic: Príncipes do Apocalipse


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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GRUPO 1 { Moody, Fred, Gui e Vance}

O grupo havia aparatado em frente aos fundos de uma mansão, que pertencia a um conhecido político e membro do conselho de Hogwarts, que secretamente intermediava e facilitava a importação de artigos raros e ilegais para uso dos comensais da morte. O local possuía três andares visíveis e dois no subsolo, sendo o último secreto e onde achavam estarem às informações.

Naquela noite não estaria acontecendo nenhuma reunião e na casa devia haver apenas os moradores e elfos domésticos. Moody usou seu olho mágico para inspecionar todo o local e determinar os melhores caminhos para se chegar à única passagem que levava aos andares inferiores.

-Há dez elfos domésticos nos fundos à direita. Os membros das famílias estão dormindo em seus quartos. Há dois Hipogrifos no jardim, mas estão presos e dormindo. –Moody fez um sinal e todos o seguiram em silêncio.

O que aparentemente era algo fácil e que qualquer amador conseguiria fazer sem problemas, na verdade era algo complicadíssimo. Havia um feitiço com quatro níveis de tranca na porta, as janelas eram seladas e se a abrissem um alarme seria disparado no ministério e ao menos uma dezena de aurores aparataria lá em segundos. Gui, como desfazedor de feitiços experiente, começou a lançar feitiços para verificar qual o tipo de tranca e depois mais outro para descobrir como abri-las.

Cinco minutos depois, o grupo adentrava a sala da imponente mansão, tomando cuidado para não tocar em nada. Moody seguia a frente fiscalizando tudo com seu olho mágico, que indicava caminho livre até a porta que levaria ao subsolo. Ao chegarem lá, novamente Gui trabalhou na tranca, esta um pouco mais complexa que a anterior, mas também desarmada em cinco minutos.

Entraram em fila com Moody a frente, seguido por Gui, Vance e Fred, respectivamente. Acenderam as pontas de suas varinhas e seguiram sem mais percalços até o primeiro andar subterrâneo. No entanto, ao ultrapassar as quinquilharias que havia no local e tocarem a passagem secreta que levaria ao andar inferior, ativaram um alarme com som e luzes fortes e fluorescentes.

-Melhor sairmos daqui. –Vance fala de modo prudente, já pronta para retornar.

-Ninguém aqui vai recuar! –Moody ordena de modo ríspido. –Viemos buscar os documentos e assim faremos. Fred, você atrasa quem vier atrás de nós. Gui, abra a porta. Vance, me ajude a bloquear a passagem para o andar superior.

Ninguém discutiu as ordens do experiente ex-auror e todos começaram a trabalhar rapidamente. Vance e Moody posicionavam objetos na escada desde a porta de até a saída daquele andar. Enquanto isto, Fred armou as bombas de gás que possuíam e ligou-as com fios ultra-sensíveis, que seriam conectados magicamente assim que descessem as escadas.

-Abri a porta! –Gui anuncia e rapidamente Vance e Moody se adiantam até as escadas. Gui esperava por Fred, que recuou e, ao alcançar o primeiro degrau, executou o feitiço conectando as bombas. –Vai, que reativarei as trancas. –Gui fala ao irmão, que desce para encontrar os outros.

O andar de baixo possuía um grande armário de arquivos, além de diversas caixas, provavelmente com material ilegal importado. Moody vasculhava as gavetas com seu olho mágico a procura de algo especial, Vance verificava as caixas e Fred colocava bombas de musgo cola-tudo na escada de acesso. Gui estava incumbido de abrir as gavetas que Moody apontava e pegar os arquivos pedidos.

Porém, cerca de cinco minutos depois, o lugar tremeu anunciando a explosão das bombas de gás, gritos e xingamentos poderiam ser ouvidos, se o segundo andar não fosse isolado acusticamente.

-Temos pelo menos uns quinze minutos, antes que passem pelo gás e o cola-tudo! –Fred anuncia com um sorriso maroto, enquanto ajudava Gui a pegar os arquivos.

O que ninguém esperava, é que dez elfos domésticos aparecessem e lançassem feitiços nos cinco invasores. Fazendo com que correntes mágicas surgissem em volta deles, prendendo suas mãos aos lados de seus corpos.

-Elfos domésticos malditos! –Moody rosna tentando se libertar, mas sem conseguir fazer nenhum movimento com sua varinha, já que sua mão estava imobilizada.

-Deixa comigo! –Fred fala e, com certo esforço, consegue pegar um frasco do bolso da calça e jogá-lo no centro da roda formada pelos elfos domésticos.

-O que é isso? –Vance pergunta preocupada e ainda sem conseguir se soltar.

-Gás de pimenta! Mas tem tão puçá quantidade, que não chegará a nossa altura! –Logo depois de Fred explicar, as correntes sumiram e os elfos domésticos desapareceram.

-Vamos aproveitar e terminar de pegar tudo o que falta! –Gui os instrui se vira para o armário de arquivos, mas os elfos domésticos reaparecem em locais afastados da sala e começam a lançar feitiços no grupo.

-Não tenham piedade deles! –Moody ordena e ataca com fortes maldições, no entanto boa parte parece não surtir efeito.

-Eles não são humanos, há feitiços que não funcionam! Tentem feitiços de extinção e atordoantes usados em Hipogrifos. –Vance sugere conseguindo derrubar um dos elfos domésticos.

-Moody, pega logo tudo o que falta, a gente cuida desses baixinhos. –Gui fala se irritando e Lançando um feitiço explosivo numa pilha de caixas, sobre a qual um elfo doméstico estava, logo depois corre e desvia de um feitiço, ficando ao alcance de acertar um chute no meio do elfo, o jogando do outro lado da sala.

-Ah, meus bons tempos de batedor! –Fred exclama ao pegar um pedaço de tabua que se soltara na explosão e lançar sua última bomba de cola tudo, como se arremessasse um balaço em um elfo, fazendo este o que estava um pouco atrás se grudarem a parede.

-Também terminei! –Vance estava com a manga esquerda vermelha de sangue, mas havia conseguido derrubar os quatro elfo domésticos com os quais duelara.

-Vamos dar o fora daqui então! –Assim que Moody ordena, todos pegam as algemas que levariam a sede e as colocam em um de seus pulsos, para assim serem transportados de volta a sede.

GRUPO 2 { Tonks, Lupin, Logan e Rony}

Rony, Logan, Tonks e Lupin aparataram para uma área residencial próxima a Grimmauld Place. Sem fazer qualquer barulho, Tonks fez um sinal para que ficassem atrás dela, depois, usando a varinha discretamente, abriu a tampa do bueiro e desceu a escada que levava aos túneis do esgoto, sendo seguida por Lupin, Rony e por último Logan, que fechou a tampa do bueiro após passar.

Caminharam atentamente por cerca de vinte minutos e depois reportaram a Harry que estavam à frente da entrada da base comensal. Nenhuma resposta veio pelo comunicador, era apenas um aviso, por isso Tonks logo vasculhou o lugar a procura dos feitiços de proteção, desarmando-os um a um com a ajuda de Lupin.

-Vamos entrar, quero os dois por perto. –Tonks os instrui quase em um sussurro e os dois assentem, ambos com as varinhas em mãos.

Em sua bolsa com os kits do líder, Tonks pegou um artefato muito parecido com uma bomba, apertou alguns botões programado o detonador para um minuto e levitou o artefato até que este grudasse na parede. Rapidamente todos colocaram máscaras e esperaram a explosão, a qual destruiu a parede, que na verdade era a entrada para a base. Junto com a poeira provocada pela explosão, vapor de poção atordoante foi espalhado pelo local, impedindo assim que comensais fugissem aparatando e conseguissem firmar pontaria.

Quando os quatro entraram, rapidamente dispararam feitiços estuporantes nos comensais que estavam mais próximos. Devia haver quase dez no local, sendo que quatro haviam caído com os primeiros feitiços. Logo alguém fez um feitiço para dissipar a nuvem de poeira, e junto com ela o gás também se fora, deixando assim que os combates se acirrassem mais. Lupin e Tonks duelavam com dois e Logan e Rony com um comensal.

Rony se defendeu de alguns feitiços e se surpreendeu ao ver que estava até sendo fácil, então rapidamente derrubou o adversário usando um dos novos feitiços que aprendera e depois colocando algemas verdes no comensal, que sumiu logo depois, assim como os outros três nos quais ele também colocou algemas.

-Foi só isso? –Rony pergunta ao ver que todos já haviam terminado e Lupin mandava o último comensal para sede da Ordem da Fênix.

-Não. Esses comensais novatos eram só vigias. –Tonks responde em tom preocupado.

-E eles estavam vigiando o que? –Logan pergunta sem gostar muito daquilo.

-Vamos saber assim que entrar. –Lupin responde do outro lado da pequena sala. Sua varinha estava na palma de sua mão e apontava para um local na parede a frente.

-Desta vez seremos sutis. –Tonks vai até a parede apontada e desenha uma pequena inscrição rúnica com seu sangue, depois murmura algo tocando a inscrição com a varinha. Pouco depois a parede se move, abrindo uma entrada para uma câmara contigua.

-Que fedor horrível! –Logan reclama colocando novamente a máscara anti-gás para ver se diminuía o mau cheiro.

-Não exagera! Tudo bem que tem um cheirinho meio ruim, mas o esgoto está longe e os comensais até colocaram um perfumador aqui. –Rony aponta para uns tubos de ensaio onde poções róseas borbulhavam exalando um perfume agradável.

-Ele não se referia ao esgoto. –Lupin fala entrando na câmara, seguido pelos outros três. –Aqueles novatos estavam guardando vampiros.

Rony ficou boquiaberto ao ver que nas paredes haviam diversos caixões empilhados em buracos encravados, que permitiam que as tampas fossem abertas totalmente.

-Vamos matá-los. –Logan disse friamente, seus olhos estavam mais escuros e Rony poderia jurar que ela estava maior. O lycan ainda havia retirado um artefato, que parecia uma espécie de estaca de prata, do cinto onde portava as algemas.

-Calma, Logan. Não podemos... –Remus começa a falar, mas Tonks o interrompe, mostrando que cinco caixões se abriam.

O estranho ranger que vinha dos caixões davam a impressão de um filme de terror trouxa de quinta categoria, mãos extremamente brancas apareceram de dentro dos caixões em seguida olhos vermelhos brilharam só para depois os cinco vampiros pularem em direção dos intrusos sendo que três foram em direção de Remo e Logan talvez pelo cheiro de lobisomem que eles tinham e outros dois pulavam em Tonks e Rony.

Logan soltou um leve sorriso ao ver um dos vampiros vir em sua direção posicionou a estaca de prata que esta em sua mão para ficar mais fácil usá-la, agradeceu mentalmente as luvas que usava, o vampiro agora estava praticamente em cima de Logan, mas parou de repente. O Lycan estava com o braço direito estendido a estaca de prata cravada no peito do vampiro que era sustentado no ar como um mero peso de papel, um urro grotesco saiu da garganta do vampiro enquanto sua pele parecia estar rachando e das fendas saiam uma luz amarelada, por fim ele explodiu em cinzas que caíram aos pés de Logan que nem ao menos ligou, se virou para Lupin e o viu lutando com os dois outros vampiros e se surpreendeu um pouco com a velocidade e a agilidade dele, principalmente por ele não ser um Lycan.

Mas não teve tempo de pensar nisso, pois, logo mais e mais vampiros apareceram, pareciam que tinham sido chamados pelo urro do vampiro que morrera há pouco. Agora Logan estava cercado por quatro vampiros, eles avançaram com rapidez, prontos para matá-lo, mais uma vez ele abriu um sorriso, só que dessa vez por entre os dentes saiu um rosnado baixo e ressonante antes mesmo que os vampiros o tocassem, no lugar do rapaz de cabelos castanhos havia um imenso Lycan agarrando um de seus atacantes com seus imensos braços levantou-o acima da cabeça e o içou no ar com descaso. A estaca de prata jazia no chão. Vendo que os outros três vampiros queriam avançar usou o que estava segurando pela cabeça como clava acertando-o no peito de dois, ambos voaram até bater numa parede e escorregaram atordoados.

O único que sobrou pulou e ficou grudado no teto, Logan esmagou a cabeça do vampiro que segurava com as mãos e antes mesmo do corpo deste tocar o chão tinha desaparecido, o vampiro no teto tentou localizá-lo, mas não foi rápido o suficiente, antes de conseguir foi acertado por um forte punho bem no meio da nuca, seus pés desprenderam do teto e ele ia começar a literalmente voar para frente, se uma imensa mão com garras não segurasse uma de suas pernas. O vampiro ganiu de dor ao sentir sua perna deslocar podiam ter cura rápida, mas aquilo doía.

Logan parecia se divertir em sua forma lycan segurando aquele vampiro pela perna, deixando-o de ponta cabeça içou o vampiro até ficasse cara a cara com ele, o vampiro não demonstrava emoção alguma, nem mesmo medo, apenas asco e cuspiu no focinho de Logan que fechou os olhos rapidamente ganindo como se tivesse nojo, balançou a cabeça um pouco e voltou a abrir os olhos, o maldito cheiro de vampiro estava mais forte agora, apertou mais forte sua perna fazendo-o soltar um grito de dor e com a mão livre apontou um dedo para a barriga do vampiro. A garra do dedo parecia aumentar e quando ele encostou-se à barriga do vampiro só teve forçar um pouco, o suficiente para sentir sangue encharcando o dedo e em seguida desceu lentamente com a garra ainda cravada até o peito dele, o sangue saia com mais vontade pouco antes de chegar ao coração, a visão não era nada bonita

-Remo, Rony! –Tonks chamou pelos dois enquanto tirava suas bombas de gás e lançava no local, fazia o mesmo com as que estavam no cinto de Logan e agora jaziam no chão.

Pouco tempo depois, o local estava tomado pelo gás e o grupo se afastava na direção da porta de saída, porém um urro forte de agonia tomou o lugar e, por sorte, Logan ainda estava transformado e pôde agir rápido, antes que o vampiro matasse Rony. Imediatamente Lupin lançou um feitiço explosivo, que devido à quantidade de gás, ganhou grandes proporções. Na rua as pessoas sentiram um leve tremor, tampas de bueiro se deslocaram perto do local, outras esquentaram e uma grande quantidade de fogo se espalhou pelos túneis do esgoto, provocando mais explosões. Contudo, Tonks havia feito um escudo protetor envolta de todos, que ficaram protegidos das chamas.

Usando suas chaves de portal para o St. Mungus, todos se transportaram levando Rony e um dos vampiros que Logan imobilizara e por sorte havia ficado dentro do escudo, não sendo incinerados como os outros.

GRUPO 3 { McGonagall, Hagrid, Carlinhos e Jorge}

Os quatro integrantes do grupo três surgiram em meio à escuridão em uma antiga estação de trens. Estavam encobertos por um velho e enferrujado vagão, a meia distância podiam ouvir claramente os sons de pessoas comemorando alto.

-Vou tentar ouvir sobre o que exatamente falam. –Jorge retira uma orelha extensível do bolso da calça e anda velozmente e agachado por trás dos vagões, até ficar de frente para o galpão onde a comemoração se dava.

Várias vozes eram ouvidas, algumas ele reconhecia como a de alguns comensais mais conhecidos. Eles falavam de um grande carregamento de prata e um contêiner vindo da Romênia, que chegariam ao porto em breve e, portanto, deviam ter a recepção preparada em no máximo dois dias.

Jorge fez um sinal para McGonagall usando feixes de luz, esta responde com um sinal distinto feito também com feixes de luz. Logo depois a bruxa seguiu agachada e agilmente para onde Jorge estava, Hagrid seguia logo atrás dela, porém Carlinhos subira no vagão e seguia por cima, camuflado com uma roupa preta e rastejando nos telhados dos vagões para não ser visto.

-Carlinhos, pode começar. –McGonagall passa a ele o kit invasão, o qual ele programa para dez minutos e, com uma pontaria certeira, o fez cair sobre a locomotiva e este se prendeu ao contato.

-Fase um completa. –Carlinhos murmura e McGonagall acena para Hagrid.

O meio-gigante se coloca atrás da locomotiva e espalma as mãos, pronto para empurrar. Carlinhos pegara as bombas de gás e as mantinhas em uma sacola, bem a mão. McGonagall e Jorge saíram de trás do vagão e, usando um feitiço de desilusão, atravessaram os três metros que separavam o vagão do local onde os comensais estavam.

Ao chegarem a posição, novamente McGonagall fez um sinal com feixes de luz e Carlinhos se sentou, pegando a primeira bomba de gás, acionando e lançando com precisão dentro galpão. O gesto se repetia e, à medida que as bombas explodiam, os comensais saíam do galpão tossindo e com falta de ar.

McGonagall e Jorge viram os comensais saírem e começaram a lançar feitiços imobilizadores e petrificadores. Assim que perceberam a armadilha, os comensais se dividiram entre tentar acertar os que estavam atrás de si e o que estava atirando bombas e agora lançava feitiços de alguma parte de cima dos vagões a frente.

Jorge se adiantara e começara a algemar os comensais, mandando-os para a sede da ordem, enquanto McGonagall lhe dava cobertura e Carlinhos cobertura a ela. Quando reforços começaram a chegar e as bombas já haviam perdido o efeito, McGonagall se afastou com Jorge para cima dos vagões, ao mesmo tempo em que Hagrid, usando sua força descomunal, lançara a locomotiva para o galpão, bloqueando a entrada e prendendo os comensais que estavam lá dentro. Segundos depois, o kit explodiu e a locomotiva causou uma explosão ainda maior.

-Hora de prender o resto dos comensais? –Jorge pergunta e Carlinhos sinaliza que sim, então os dois começam a lançar bombas cola-tudo nos comensais que tentavam fugir do fogo aparatando para fora.

Já McGonagall, fez o caminho inverso e aparatou para dentro do galpão onde havia apenas comensais inconscientes e feridos. Com alguns acenos de varinha, fez um grande escudo circular, impedindo as chamas de se espalharem pelas caixas.

-McGonagall reportando. Busca e apreensão executadas. –A bruxa tinha um sorriso vitorioso e seus olhos brilhavam, parecia ter rejuvenescido ao menos vinte anos.

O grupo não demorou nem sequer mais vinte minutos para remover os comensais e todas as caixas armazenadas no galpão. A perda havia sido de apenas vinte por cento de tudo armazenado e houve apenas duas baixas, apesar de uma boa quantidade de presos que tiveram que ser enviados ao St. Mungus.

GRUPO 4 { Snape, Arthur Weasley, Elphias Doge e Harry}

Os quatro bruxos aparataram em uma área portuária. Havia diversos galpões grandes no local e apenas dois navios ancorados. Harry sinalizou para Elphias, que andou cambaleante, disfarçado de bêbado, para a parte da frente do porto.

Elphias não era muito conhecido entre os comensais e, com a barba por fazer, roupas gastas e um chapéu meio rasgado, estava praticamente incógnito. Observou curioso que, exceto por um, todos os galpões estavam às escuras e fechados. Simulou um tom a frente do que estava aberto e com movimento, aproveitando a posição contorcida para reportar as informações a Harry.

-O que está fazendo seu farrapo? Saia já daqui, verme! –Um dos comensais ordena em tom irritado, havia ainda um traço de nojo em seu tom de voz.

-Espere, isto aqui está muito parado hoje. Vamos nos divertir um pouco. –Outro comensal fala ao ver a cena, havia um brilho sádico em seu olhar.

“Não reaja! Deixe eles se distraírem para podermos entrar.” -Harry ordena em tom que não permitia discussão.

-Isso é um absurdo, Harry! Vão torturá-lo. –Arthur protesta indignado, mas mantendo o tom baixo.

-Não vão machucá-lo muito para não acabarem logo com a diversão, então mantenha o silêncio e siga minhas instruções. –Harry possuía um tom frio e seu olhar mostrava que estava decidido. Snape apenas olhava surpreso e, mesmo que nunca fosse admitir, estava admirado com tal posição, era necessária muita coragem para dar tal ordem.

-Vamos entrar logo. Quanto mais demorarmos, mais Elphias vai sofrer. –Snape conclui para terminar logo com a discussão.

Harry pegara seu kit invasão e prendera a bomba na parte de trás do galpão dos comensais, logo depois a programando para explodir em cinco minutos. Os três rapidamente usaram o feitiço de desilusão em si mesmos, enquanto se locomoviam lateralmente pelo galpão, usando feitiços imobilizadores nos guardas que estavam a cada lado do galpão e mandando-os para a sede.

Gritos de agonia logo foram ouvidos, mas Harry permaneceu impassível, fazendo gestos para Arthur segui-lo. Snape prosseguia pelo outro lado. Assim que ganharam um bom ângulo, viam que quase dez comensais estavam do lado de fora, divertindo-se com Elphias, mas como Harry mesmo dissera, sem causarem danos graves.

Harry tirou um espelho de um bolso da calça e observou o que acontecia do lado de dentro do galpão. Havia apenas um comensal revisando alguns documentos, não parecia haver nada armazenado. As caixas que havia, estavam abertas e não deviam ter nada ou pelo menos nada de importante dentro.

Harry usou um feitiço para petrificar o comensal que estava dentro do galpão, depois fez sinal para Snape e este se colocou ao lado de Harry e Arthur, entre o galpão e os comensais. Harry pegou uma bomba de cola-tudo e fez sinal para que os outros fizessem o mesmo, depois acionou o dispositivo para uns segundos e arremessou-a para cima. Silenciosamente, as bombas explodiram e dispararam cola nos comensais, que rapidamente se viraram, mas não rápido o suficiente para evitar os primeiros feitiços.

Os comensais, como Harry já havia recebido a confirmação, eram novatos, pareciam sem muita experiência em batalha. Tentavam lançar maldições imperdoáveis, sem a noção de que aquilo fazia com que não pudessem realizar outros feitiços potentes logo depois. Os feitiços mortais eram facilmente desviados, a maldição cruciatos não poderia ser aplicada com tanta gente se movendo para todos os lados e para melhorar a situação para Harry: Snape tinha grande forma e feitiços negros potentes, os quais quebravam sem dificuldade as proteções inimigas; Arthur, apesar da idade, tinha boa agilidade e pontaria cirurgicamente precisa, além de um bom fôlego para lançar uma grande quantidade de feitiços em pouco tempo e para completar; Elphias que estava um tanto debilitado, não duelava, mas se arrastava pelo campo de batalha, colocando as algemas-portais nos comensais.

Em quinze minutos, com a exceção de um covarde que aparatara, todos os adversários haviam sido presos e, para a sorte da ordem, o comensal que havia sido petrificado era Rodolpho Lestrange, que examinava papéis relativos a uma encomenda que chegaria na noite seguinte. Rapidamente recolheram os papéis relativos à entrega da encomenda.

-Fechem o galpão com cuidado, não quero que ninguém perceba o que aconteceu. Snape, você que era comensal e não está ferido, fica aqui e contorna tudo. Vou mandar alguns jovens para cá e você ficará responsável por organizar tudo para que ninguém perceba nada. Seja lá o que for que Voldemort queira, deve ser muito útil ou no mínimo interessante para descobrirmos sobre seus planos.

-E se algum comensal da alta cúpula vier render Lestrange ou o Lord das Trevas quiser vê-lo? –Snape pergunta com um sorriso de canto, como se houvesse colocado Harry em cheque.

-Ou você mata ou prende o mensageiro, ou então entra na mente dele e arranja um jeito de ludibriá-lo, coisa na qual você é um mestre. –Harry responde de modo simples e sai do galpão. Arthur já havia ido com Elphias para o St. Mungus, também estava um pouco ferido.

Eram vinte e três horas, horário que Cat combinara de apanhar Hermione para saírem. Após vestir a roupa que já estava separada em sua cama, observou-se no espelho, percorrendo sua imagem da bota de couro de salto agulha, ao traje de couro também preto e justo.

-Elegante, linda e mortal. –Cat fala atrás de si, mas como Hermione já se acostumara às aparições silenciosas da irmã, não mostrou qualquer reação de surpresa.

-Mortal... pelo visto nosso passeio não vai ser muito social, certo? –Hermione pergunta não muito preocupada, já imaginava que mais cedo ou mais tarde teria que participar de alguma missão com os irmãos, como uma espécie de teste.

-Mikhael conseguiu saber onde fica a base dos Hunters que estão apoiando Voldemort. –Cat responde após ir até a irmã e começar a fazer uma trança nos cabelos castanhos.

-Porque os Hunters estão apoiando Voldemort? –Aquela informação havia surpreendido Hermione, mas esta, devido ao costume, não demonstrou tal surpresa.

-Porque seu gatinho fez uma aliança com os Lycans. Mas imagino que isto não seja uma surpresa para você. –Hermione sorri diante da boa nova, sem se importar com o que Cat pensaria disto.

-Harry e eu já havíamos falado com Logan sobre uma possível aliança, afinal quanto mais gente do nosso lado, melhor. –Hermione responde de modo honesto, aproveitando para se virar para a irmã assim que esta acaba de fazer a trança.

-Essa sua simpatia por lobisomens ainda vai te machucar feio. –Hermione nada disse, apenas seguiu a irmã para fora do quarto.

As duas caminham em silêncio pelos corredores, até chegarem à sala, onde Mikhael e Gabriel conversavam entretidos sobre algo. Porém, ao notá-las, ambos se calaram e se ergueram para receber as irmãs.

-Vestidas deste modo, vão acabar fazendo os hunters se apaixonarem. –Mikhael fala passando os olhos pelo corpo das duas, sem se preocupar em disfarçar. –A propósito, prazer em finalmente conhecê-la, Hermione. –O vampiro se adianta e a cumprimenta, já que da única vez que haviam se visto pessoalmente, Hermione estava dominada pela besta.

-O prazer é meu, aliás, me desculpe pelo último encontro. –Hermione se desculpa um pouco sem jeito, mas ele sorri mostrando que não havia importância.

-Vamos deixar a conversa para depois? –Cat pergunta e Hermione percebe que os olhos dela tinham um brilho diferente, talvez ansiedade por estar em batalha.

-Permitam-me senhoritas? –Mikhael oferece suas mãos para as irmãs, que colocam as suas sobre as dele, que logo as transporta.

Os três surgiram em um beco escuro e Mikhael apontou um prédio do outro lado da rua. Era em estilo antigo, devia ter mais de um século, parecia bem conservado, tinha sete andares além do térreo, cada um deveria ter quatro apartamentos, dois de frente e dois de fundo. Havia luzes em algumas janelas, mas todas estavam de cortinas fechadas e a portaria não parecia ter qualquer segurança especializada.

-Além de câmeras, a porta é de prata pintada. –Mikhael comenta olhando para a irmã mais nova.

-Como você pretende agir, Hermione? –Cat pergunta observando-a de modo analítico.

-Eu? Vou entrar sozinha? –Pergunta surpresa, achava que poderia ver os irmãos em ação.

-Não, nós vamos estar atrás de você, observando de perto. –Cat responde de modo breve, mas mostrando que queria ver como Hermione agia.

-Ok. Então vamos logo. –Hermione, fala se adiantando, sem parar para fazer qualquer planejamento.

Durante os poucos metros que os separavam do prédio, Hermione tentou calcular quantos adversários teria, quantos se aglomerariam nos primeiros andares ao ouvirem o alarme e que tipo de poderes poderia usar.

Assim que chegaram à portaria do prédio, a garota notou que os irmãos a observavam, como se pensassem o que ela faria para transpor a porta. Ignorando isto, Hermione analisou o obstáculo, notando que apesar de ser de prata, não parecia haver mais nada de especial, já que possuía uma estrutura semelhante à de qualquer outra porta, talvez para não chamar a atenção da vizinhança.

-Se mantenham um pouco afastados. –Hermione pediu e os vampiros deram um passo para trás. Logo depois, Hermione deu um chute na dobradiça de baixo e um soco na de cima, usando a mão direita para segurar a porta pela maçaneta e evitando que esta caísse. –Vamos usá-la como escudo por enquanto. –Avisa antes de avançar pela sala, se protegendo de diversos feitiços e flechas que foram disparados em sua direção.

“Você sabia que ela não é afetada por prata?” -Mikhael pergunta a Cat, usando comunicação mental.

“Não, mas isto até que não me surpreende tanto. Esperemos para ver como ela age agora.” -Cat parecia analisar tudo friamente, apesar de ter deixado escapar um pequeno sorriso de canto ao ver Hermione espalhar uma onda de fogo pela sala, queimando alguns caçadores e fazendo os outros recuarem.

Hermione rapidamente verificou se os caçadores caídos representavam alguma ameaça e ao concluir que não, avançou para escada, onde foi recebida com uma chuva de balas de prata, as quais fez parar a uns centímetros de si e depois lançou escada acima, onde estavam cerca de cinco caçadores armados com potentes metralhadoras.

-Não fujam seus covardes! –Os provoca, ao ver que saíam em disparada evitando as próprias balas.

Usando sua velocidade sobre-humana, Hermione rapidamente superou os degraus que os separavam e com golpes rápidos e precisos foi perfurando seus corpos com socos e lançando os ainda vivos para o térreo, onde caíam próximos a Cat e Mikhael.

Ao chegar ao primeiro andar, estranhou não encontrar ninguém no corredor. No entanto, ao dar o primeiro passo a frente, centenas de feixes vermelhos foram a sua direção, explodindo contra o escudo mágico que ela fizera envolta de si.

-Lasers contra vampiros e lobisomens? –Hermione murmurou surpresa, era realmente impressionante como os seres se adaptavam rápido a tecnologia trouxa, a exceção dos bruxos, que preferiam ignorá-la.

Sem se deter pelos lasers, a meia-vampira lançou feitiços em todos lançadores e só então desfez o escudo mágico. Imediatamente as quatro portas se abriram e novos tiros surgiram, mas Hermione saltou para o teto, onde permaneceu apenas o suficiente para ver o interior do apartamento e aparatar para lá.

Os segundos que os caçadores demoraram a se virar foram o suficiente para Hermione usar suas garras para cortar alguns pescoços e desviar das poucas balas, derrubando os caçadores restantes. Logo os que estavam nos outros apartamentos saíram para tentar surpreende-la, mas um feitiço explosivo foi o suficiente, para matar a maioria e deixar os que restavam, gravemente feridos.

Resolvendo surpreender os caçadores do andar de cima, Hermione lançou um feitiço no teto do apartamento, fazendo um buraco que lhe permitiu saltar para o apartamento de cima e atacar os caçadores de lá.

Cerca de vinte minutos depois, Hermione estava prestes a surgir no último andar, quando Cat e Mikhael evitaram que ela passasse pela porta, surgindo entre ela e a saída.

-Você já se divertiu bastante, então nesse andar nós também, vamos brincar, ok? –Cat fala com um sorriso predador, Mikhael também estava em sua forma vampírica e ambos pareciam sedentos por sangue.

-Sintam-se à-vontade! Eu já estou satisfeita. –Hermione disse conseguindo esconder a curiosidade para ver os irmãos em ação.

Mikhael lançou a porta longe com um chute, logo depois Cat entrou seguida por ele e ambos foram recebidos por tiros de metralhadora e diversos feitiços. Havia cerca de quarenta pessoas, nenhum apartamento e um grande salão, no qual ocorria a batalha.

Hermione ficou recostada ao local onde antes a porta da escada se encontrava, observando de longe o que ocorria e apenas mantendo um escudo mágico para evitar as balas e feitiços lançados contra si. Cat usava as garras e hora ou outra mordia algum caçador, já Mikhael era mais violento, usava suas mãos para rasgar inimigos ao meio, seus socos esmagavam cabeças, mesmo estas sendo protegidas por capacetes, os feitiços o atingiam, mas pareciam ser repelidos por seu corpo ou absorvidos. Cat se movia tão rápido para desviar dos feitiços, que Hermione mal podia acompanhar, também usava chamas tão potentes como escudo, que as balas de prata se aglomeravam no chão como poças de prata líquida e somente vez ou outra usava algum feitiço para atingir algum inimigo bruxo.

Cerca de cinco minutos depois, o chão do salão tornara-se vermelho e vísceras se espalhavam por todo canto em uma cena bizarra e nojenta. Cat e Mikhael estavam cobertos de sangue e pareciam adorar aquela sensação. Já Hermione sentia-se zonza, a besta rugia poderosa dentro de si, apesar de estar “acorrentada” pelos remédios, a morena se esforçava para controlar estes impulsos e tentava se concentrar em seus objetivos, para tentar dominar a fera.

-Vamos pra casa Hermione... –Cat começou a dizer ao se aproximar da irmã, mas esta a interrompeu.

-Não! Eu preciso ficar, tenho que aprender a me controlar. –Hermione tinha a voz mais grave que o normal e estava transformada, apesar de não ter usado sua transformação durante o tempo que lutou.

-Tem toda razão, se não aprender a se controlar, nunca poderá ser nem humana e nem vampira. –Mikhael a apóia, sabendo que se ela perdesse o controle naquele momento, poderia talvez matar a cidade inteira e ainda sim não saciar sua sede de sangue.

O odor ocre e suave do sangue lhe invadia as narinas e perturbava lhe os sentidos, a visão das vísceras perto de si quase podia lhe trazer o “doce” sabor do rubro e viscoso líquido. Sentiu uma dor aguda em seu estômago, a besta rugiu mais forte e as “correntes” se romperam. Agora era apenas Hermione e a besta.

A meia-vampira e o demônio estavam frente a frente, ambos querendo destruir o outro. Foi apenas um avanço, rápido e violento, onde as duas seguraram a mão da outra, as garras entrando na pele e rompendo os nervos, mas ambas rivalizando em força, como uma disputa de queda de braço, onde aquele que fraquejasse, mesmo que por um segundo, perderia.

As imagens que vinham à mente de Hermione eram invocadas por cada uma das partes. A raiva que sentiu ao ver seus pais mortos, a ternura com que Harry a consolou e apoiou, o gosto do sangue quando mordeu, por instantes, Harry.

Eu sou mais forte que você... eu domino o meu corpo! Encarcerous - Hermione brada tentando concentrar todas as suas forças, fazendo com que a besta fosse lançada para o escuro e aprisionada.

-Ela é mais forte do que eu imaginava. –Mikhael fala ao amparar Hermione, que caiu inconsciente após alguns minutos de batalha interna.

-Como eu disse, ela merece ser uma Princesa do Apocalipse. –Cat conclui sorrindo, antes de pegar a irmã nos braços. –Vou levá-la. Relate tudo a papai, ele vai gostar de saber como ela se saiu. Mikhael apenas assentiu e Cat se transportou para o quarto de Hermione.

Assim que chegou ao quarto, levou-a ao banheiro e despiu-a com cuidado, enquanto deixava a banheira encher. O sangue foi levado pela água morna e quando a maior parte já havia deixado o corpo da garota, Cat fechou o ralo e deixou que a água passasse a se acumular, enquanto ela examinava a irmã a procura de ferimentos.

-O que houve, Cat? Ela se machucou? –Gabriel pergunta assim que entrar no banheiro, a preocupação estava evidente em seu olhar, o que fez Cat sorrir.

-Não precisa se preocupar tanto. Sua amada está bem, apenas cansada após lutar e vencer a besta... –Cat se interrompeu ao ver Gabriel abaixando a mão e a levando a perna direita de Hermione, onde na parte interna da coxa havia um pequeno buraco, onde de dentro tirou uma bala de prata, que queimou ligeiramente seu dedo. –Ela não tem problemas com prata, então não se preocupe. –Fala de modo calmo, indicando o ferimento que já se fechava sem deixar traço algum.

-Isso é impressionante. Nem papai é imune a prata. –Gabriel fala em tom incerto, observando o objeto de prata pura que agora estava no chão.

-Ficará ainda mais impressionado quando souber de tudo o que aconteceu. Porém te conto depois, estou precisando de um banho. –Cat fala já se levantando para sair e ao final piscando para o irmão, que só então nota que aquilo implicava em deixá-lo responsável por Hermione.



N/A: Oi, desculpem a demora, mas como sabem eu andei doente final do ano passado e inicio desse ano, agora estou melhor e, tirando os trabalhos da faculdade, to com tempo pra escrever e prometo não demorar mais 5 meses pra atualizar de novo!

augusto sergio : Morre não! Rsrsrsrs Eu sei que demorou, mas espero que tenha gostado, prometo que o próximo não demora tanto!

Viktor Black :Antes realmente era por falta de comentários, já que tenho outras fics que o pessoal comenta mais, no entanto, como disse acima, eu estava doente.
Pedro : Seu eu esqueci de avisar em algum capítulo peço desculpas, mas eu ando sim colocando as próximas atualizações, exceto nas fics que eu escrevo em dupla, porque são outros projetos por assim dizer.

Pink_Potter : Você é mesmo uma perva não? Rsrsrsrs No próximo cap sua personagem aparece, finalmente vai dar pra fazer aquilo que eu tinha te prometido! Cap passado machuquei bastante o Harry, mas nesse ele só teve lesões leves.

MiG.Potter : Esse lance do amante de vampira foi idéia do Black Wolf, mas gostei muito dela, muito boa. Quanto a juntar os H’s, por enquanto não dá, eles ainda vão ficar um tempo sem se ver.

lucaas : Harry teve mais destaque nesse cap, mas a Mione também apareceu e por enquanto ta conseguindo corresponder as expectativas dos irmãos. Agora, e sua fic, como anda? Não deixa de escrever não, sabe que adoro o que você escreve!

k999 : Bom, o nome meio que foi explicado no cap, agora nada impede de uma mulher ser chamada de Amante de Vampiro só pra ficar mais bonitinho. Agora você já pensou que não existe feminino para lobisomem? Rsrsrsrs

*Marjo C.*: Drakul foi um dos primeiros a perceber que o Harry era Amante de Vampira, isso os vamps sentem no cheiro, ao menos os mais poderosos e experientes. O Harry líder ta dando um show não acha? A ordem que ele deu nessa cap foi bem legal. Quanto ao Van Hellsing, eu vou explicar melhor essa ligação nos próximos caps, mas ele tem uma ligação (maldição) com o Drakul.

Ingrid Teixeira: O Harry ta se sentindo traído, então vai sim ficar frio durante um bom tempo. Cat não levou Hermione pra sua “casa” porque é na casa do Gabriel que há milhares de livros, além de estrutura para ela treinar, a casa da Cat seria mais pra festas rsrsrs. Drakul não liga muito para Voldemort ou Lycans, ele se acha muito superior a eles para se preocupar com isso. Já quanto ao treino, ainda não sei se drakul vai ajudar quanto a poderes, mas no traquejo social, por assim dizer, vai ajudar sim.

Ellessar: Não se preocupe muito com a relação deles, até porque eu não acho que a Mione iria deliberadamente seduzi-lo, não é muito o estilo dela . Quanto aos combates, foi difícil imaginar tantos seres esquisitos, mas eu também gostei do resultado.

N/A²: Bom, esse cap foi para mostrar que a ordem é sim poderosa, conta com ótimos bruxos e que Voldinho tava relaxado com a apatia dos adversários, mas agora as coisas vão mudar, principalmente depois de terem acabado com quase vinte vamps aliados a Voldie, o chefe do clã deles não vai gostar nada disso.

Próxima atualização: Reescrevendo a História (ouve os gritos da multidão que já se juntava pra me linchar!) Depois segue Príncipe Istari, Revenge e provavelmente Mérlin... não pode ser ele! (novamente mais gritos... ufa! Acho que escapei do linchamento rsrsrrs)

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