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18. Protestos II


Fic: Herdeiros das Trevas


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Após as lutas do fim da manhã, Harry, Rony e Hermione voltaram para terminar a entrevista, esclarecendo perguntas sobre a batalha e como pretendiam combater os revoltosos. Foi neste momento que Harry divulgou que Hermione e ele estariam àquela noite esperando para combate todo aquele que se opusesse a união dos povos. Um local público e aberto foi escolhido de modo a dar acesso a qualquer um, além de danificar o menos possível a cidade.


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Imediatamente a impressa de todo o mundo começou a repercutir o acontecido em Londres. Diversos líderes mundiais entraram em contato com o governo britânico e deram coletivas tentando tranquilizar o povo, parte deles seguia a postura do Primeiro Ministro e da Família Real Britânica, porém havia os que não aceitavam monstros e pessoas com poderes mágicos dominando qualquer parte de seu território ou mesmo vivendo em seu país.


Em um rápido contato com seus familiares, Hermione descobriu que a internet parecia girar em torno das revelações e da guerra, o próprio governo inglês teve queda em seus servidores pelo excesso de mensagens e visitas. Algumas emissoras de TV ligavam para pedirem entrevistas com os jovens ou mesmo com os milenares Caim e Calisto.


Contudo, a principal preocupação e o foco de ação do governo bruxo-trouxa era a segurança, tanto aumentando o efetivo militar para abafar desordens, quanto planejando ações conjuntas para descobrir e atacar bases de Voldemort, o qual era o inimigo número um do governo.


Entretanto as instituições religiosas eram as mais ativas e com discurso mais absolutista ao redor do mundo. Pregavam que àqueles amaldiçoados por Deus não tinham o direito de coexistir com os filhos de Deus, a exceção de religiões satânicas e politeístas que tinham discursos mais conciliatórios, como os budistas e hinduístas, os quais praticamente estavam adotando os Lycans como divindades protetoras da natureza.


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Havia anoitecido há pouco tempo quando Harry e Hermione surgiram no Hyde Park, às margens do rio Serpentine. Talvez por haverem eliminado diversos dementadores e assim espantado as nuvens que teimavam em encobrir a capital, o céu estava limpo, dava para ver as estrelas e a brilhante lua crescente.


-Devemos agradecer o Príncipe Willian pela sugestão. –Harry diz sorrindo ao contemplar o belo e tranquilo local. Sua mão buscava a de Hermione.


-Pena que daqui a pouco esse lugar calmo e harmônico será palco de uma batalha sangrenta. –Hermione lamenta, deixando-se aproximar de Harry.


-Prefiro acreditar que ninguém vai aparecer. Ao menos, se depender de mim, apenas um tipo de batalha vai acontecer. –Fala em tom sugestivo, abraçando-a de lado para que ela pudesse olhá-lo.


-Não é à toa que meu pai não larga do nosso pé! E olha que ele nunca viu esse seu lado. –Diz o repreendendo levemente.


-Não exagera, só gostaria de uns beijinhos. Tem tanto tempo que não ficamos sozinhos, que não temos um tempinho só pra nós, sem ter que pensar em guerra, maldições, pessoas a proteger.


-É verdade, parece que faz uma eternidade. –Diz ao lembrar-se dos dias em que de verdade namoraram, ocasião em que esqueceram um pouco de Voldemort para se dedicarem a conhecer seus novos poderes, porém sem qualquer pressão sobre destino.


-Depois da guerra contra Voldemort, podíamos tirar umas férias, alugar uma cabana numa montanha no meio do mato, sem eletricidade, estradas ou vizinhos, só nós e a natureza. –Diz em tom sonhador, sabendo que tal ideia dependeria de uma série de acontecimentos muito otimistas.


-Está tentando enfartar meu pai? –Pergunta rindo, tentando disfarçar com humor o temor que aquela imagem lhe causava.


-Eu coloco uma aliança na sua mão esquerda antes e tudo certo. –Diz com um ar sério, os olhos demonstrando que aquilo seria a realização de um sonho para ele.


-Harry… -Hermione começa em um tom entre lamento e cansado, mas ele a cala com um dedo.


-Nossa noite romântica acaba de ruir. –Diz quase irritado, tentando controlar o gênio ruim.


-Sabe o que é e quantos? –Pergunta se afastando, assumindo uma posição alerta.


-Só um momento. –Diz expandindo a mente, procurando pensamentos agressivos. –Hunters e uns vampiros. –Diz aborrecido.


-Droga, humanos era o que menos precisávamos. –Diz insatisfeita, sabendo que em momentos como aquele, caçadores iriam se fortalecer com apoio popular.


-Se matarmos qualquer um deles, aposto como a organização Hunter vai fazer uma campanha publicitária aliciando a população contra nós. –Harry diz irritado, seu pensamento seguindo o dela.


-Vamos tentar conversar, se não der certo, vou tentar fazer uma jaula. –Diz pensativa.


-Acha que dá pra fazer uma pros vampiros também? –Pergunta esperançoso.


-Não, eles são muito rápidos e pode ter algum bruxo que consiga quebrar a magia, não seria seguro. –Hermione fala após pensar por um momento nas suas opções.


-Ok, vamos ver se dá pra resolver na conversa. –Diz sabendo que aquilo seria quase impossível.


-Conversa? Nos acha com cara de idiotas? –Diz um vampiro com forte sotaque americano. Atrás dele havia mais vinte vampiros, todos parecendo nem um pouco amigáveis.


-Um clã inteiro? São americanos? –Harry pergunta olhando-os curiosamente. Hermione discretamente fazia um circulo mágico no chão.


-Sim, a ordem de caçar aos híbridos correu o mundo e nem preciso dizer que adoraríamos exterminar a praga e absorver um pouco do poder do sangue profano que corre em suas veias.


-Não é qualquer dia que um vampiro que anda sob o sol circula por aí, não é? –Harry diz sabendo que atrairia muitos interessados em diablerrie.


-Você é como aqueles lanches que vêm com sobremesa e brinde, no caso um excelente brinde. –Diz olhando para Hermione com um profundo ódio. –Será um prazer matar a cadela imunda… -O vampiro não pode terminar a frase, pois Harry surgira a milímetros de si, muito mais rápido do que ele poderia ver.


-Eu realmente não quero ter que matar todos vocês, gostaria de resolver tudo pacificamente, mas esse tipo de linguajar pode me fazer mudar de ideia. –Diz sem conter a ameaça na voz. –E eu quero deixar claro, que independente da origem de vocês, ou do país onde moram, eu sou o vampiro mais poderoso que vocês já encontraram, tenho o apoio de Caim para assumir a liderança de todos os vampiros e usarei desses dois fatores para me manter no trono de Príncipe dos Amaldiçoados, então seria muito sábio que você e seu clã se afastassem e vivessem de acordo com as minhas regras. –Fala claramente, seus olhos fixos nos do outro, enquanto seus outros sentidos captavam os movimentos ao redor.


-Acontece que Caim não está aqui e nós somos vinte e um contra dois. –Responde muito calmo.


-Na verdade, somos setenta e três contra dois. –A declaração viera de um caçador que junto ao seu grupo cercou os demais. –Creio que não terão objeção em primeiro matar o inimigo em comum, antes de nos matarmos. –Fala diretamente ao líder do clã vampiro.


-É uma proposta justa. Como eu disse, ficaremos encantados em jantar o híbrido, brincar com o brinde e então degustar a sobremesa. –Fala observando que os caçadores pareciam muito bem equipados, principalmente os que estavam ao longe com rifles de mira telescópica.


-Por favor, vamos ser racionais… –Hermione começa, porém uma bala a atinge no ombro, provocando imediata queimação no local. Além da bala ser de prata, “explodira” ao entrar em contato com a pele aumentando o campo da lesão.


Hermione grita de dor e imediatamente se transforma, os pedaços de prata sendo expulsos de seu corpo. Harry rapidamente ergue uma barreira mágica em torno do local onde estavam, não se importando em ser atingido por um soco do vampiro junto a si.


No milésimo de segundo seguinte, os caçadores estavam sacando suas pistolas e espadas com lâminas de prata, os vampiros já espalhavam-se para atingir Harry e Hermione, os quais saltaram ficando com as costas juntas, prontos para receber os ataques.


Os vampiros não atacaram, mas espalharam-se em círculo enquanto os caçadores atiravam a queima roupa contra os dois inimigos. Entretanto os tiros batiam em uma parede mágica, fazendo um grande número de balas de prata cair em volta do escudo.


Hermione, percebendo que tão cedo não parariam de atirar e que os vampiros certamente arranjariam um jeito de atacar, move as mãos rapidamente uma de cima pra baixo e outra de baixo pra cima, no instante seguinte duas cargas elétricas se chocam em um encontro de raios, o que provocou uma onda de impacto que se propagou pelo chão.


Boa, Mione! Se não estivesse ocupado, te daria um beijo! –Diz em pensamento para Hermione em uma fração de segundo, pois ao contrário dos caçadores que haviam caído e estavam temporariamente fora de batalha, os vampiros atacavam.


Não daria, não! –Retruca vendo que vários vampiros pulavam sobre eles como hienas na carniça.


Harry responderia, mas quase dez vampiros pulavam sobre si, alguns lhe mordendo nos braços e pernas. Quase por reflexo, suas asas saíram em forma de espinho tentando perfurar o corpo dos vampiros, porém foram paralisadas ao encontrarem uma barreira de prata, o que fez Harry urrar de dor.


Ao mesmo tempo os outros vampiros saltavam sobre Hermione, a intenção era rasgar a pele com as garras e tentar lhe perfurar o coração ou arrancar a cabeça, mas Hermione rapidamente os afastou explodindo em chamas, que se apagaram ao estar livre. Foi no instante que ouviu o grito de Harry, porém logo depois ele fizera o mesmo usando o fogo para espantar os vampiros.


O que houve? –Pergunta preocupada.


Os desgraçados estão usando malha de prata entre duas camisas. –Avisa pra ela, realmente furioso pelo ardil.


Nesse caso, melhor tentarmos arrancar cabeças, maninho. –Hermione diz fazendo clara menção a dificuldade de se arrancar o coração. Ao ouvir a palavra maninho, Harry fica ainda mais furioso e num movimento brusco pega as duas mãos de um vampiro que o atacava e leva seu pé ao tórax dele em movimentos bruscos e simultâneos, partindo o vampiro ao meio instantaneamente, o coração dele pulando em cima dos vampiros que vinham atrás. –Isso também funciona. –Observa rindo, enquanto afastava o excesso de vampiros com golpes fortes e precisos.


Mais rápido do que esperavam, os caçadores começavam a se mover e pegar suas armas, alguns atirando ainda deitados. Hermione ouviu dois tiros sendo disparados e conjurou um pequeno escudo em uma mão, enquanto a outra pega um vampiro pelo braço e joga sobre os caçadores que se erguiam, o braço dele ficando em sua mão e aparando o outro tiro.


Harry havia tirado sua espada, assim podendo imobilizar mais facilmente os vampiros e se proteger dos tiros. Os vampiros também tinham armas, que começaram a usar, uns atiravam adagas e outros também empunhavam espadas, assim como os caçadores, que começavam a desistir de usar armas de fogo.


Onde é o círculo? –Harry pergunta já começando a ter dificuldade com o grande número de caçadores.


Hermione mostra, mentalmente, a ele o círculo e como poderia prender os caçadores lá, assim como o fato de ele aumentar seu diâmetro sempre que se atingia um nível de “lotação”.


Os caçadores usam coletes de prata também! –Hermione avisa depois de bater com os dedos em um dos coletes. Eles eram apenas pintados de preto para enganar os inimigos e não refletir muito a luz.


Fazendo uma manobra ao melhor estilo Blanka, Hermione mergulha a frente e gira abraçando os joelhos, fazendo um strike nos caçadores e vampiros, caindo do chão em rolamento e se erguendo pegando dois caçadores e lançando-os na prisão, estreando seu uso.


Harry tinha um pouco mais de dificuldade, pareciam julgá-lo o inimigo mais perigoso e os vampiros se aglomeravam em torno de si. Os movimentos com a espada buscavam causar graves ferimentos, decepar braços e pernas. Em uma sequência rápida de ataque, bloqueou três espadas com a sua e usou seu pé para derrubar dois e girar cravando a espada no terceiro, porém o cheiro de sangue que inundou suas vampiras não era de vampiro.


-Merda! Porque esses caçadores não usam uniforme como todo grupo militar! –Harry esbraveja sabendo que havia ferido gravemente o caçador, ignorando os gritos dele enquanto vampiros feridos o atacavam devorando-o. Outros caçadores tentaram impedir, mas a maioria continuava a atacar Hermione e Harry.


À medida que os caçadores iam sendo lançados na cela mágica, o número de adversários ia diminuindo, porém isso não significa mais alivio, pois o espaço para ataques coordenados aumentava. Vampiros feridos estavam indo pra água onde se recuperavam e rapidamente voltavam a atacar.


Mata esses vampiros! Estão me atrapalhando muito, estamos ferindo seriamente muitos caçadores. –Hermione diz a Harry, preocupada com a quantidade de sangue humano que captava pelo olfato.


Ok, tenta me dar cobertura. –Harry responde já procurando se afastar, indo pro meio lago.


-Venham americanos estúpidos, já cansei de vocês! –Diz parado sobre a água, a espada com a lâmina escarlate brilhava sob o luar.


Os vampiros não pensaram duas vezes, o avanço não era apenas pela provocação, como também pelo cheiro doce do sangue de Harry, algo completamente diferente de qualquer outro sangue e muito mais tentador.


Harry se mantinha sobre a água por magia, porém os outros vampiros usavam a velocidade e a tensão superficial para se manterem sobre o lago, o que dava certa vantagem a Harry, pois limitava o movimento dos outros.


Em um jogo simples de corpo desviou das espadas e adagas, usando sua espada para multilar os vampiros e atingindo com socos e chutes as partes mais sensíveis, fazendo com que caíssem na água. Em três minutos não havia mais nenhum em pé, então pôde guardar a espada e nadar atrás dos vampiros fujões, arrancando-lhes a cabeça ou o coração e jogando o corpo na direção do parque, se possível sobre algum grupo de caçadores.


Assim que Harry se afastara, Hermione viu os vultos avançando para o lago, tendo mais certeza de que os restantes eram caçadores. Quase trinta, que resolveram se dividir entre atiradores e atacantes com espadas, o que não era tão complicado já que ela tinha quase o dobro da altura que a maioria dos adversários.


Decidindo usar mais de magia que de força, começou cegando-os com um feitiço luminoso, tendo uns minutos para se colocar a frente deles. A luz mal havia se extinguido, quando a lançar feitiços paralisantes, com os pés canalizava magia no solo e fazia os arbustos crescerem e se transformarem em cipós espinhentos que se enrolavam nos caçadores.


Usando facas de caça ou as espadas, os caçadores tentavam se livrar dos cipós, porém os feitiços paralisantes eram inevitáveis. Alguns resolveram mandar as favas os cipós e continuavam atirando, obrigando Hermione a se mover, porém ela o fazia na direção de outros caçadores, pegando-os e jogando-os na cela.


Em um desses momentos, três caçadores atiraram na direção dela, as balas de estilo perfurante ultrapassando o caçador e atingindo Hermione no dorso. Rapidamente Hermione pegou um poste e o usou como “taco de beisebol” para rebater os caçadores para longe. Imediatamente depois verificando o caçador em seus braços e tentando fazer o sangramento parar.


Apenas dois caçadores continuavam de pé, um deles baixando a arma enquanto via-a tentar curar o companheiro que convulsionava. Já o outro não hesitou em trocar a munição para as balas que explodiam ao contato e a seguir mirar na cabeça de Hermione, disparando certeiramente.


No segundo seguinte a bala bateu em uma parede mágica e o caçador estava erguido do chão. A sua frente, como se surgido do nada, estava Harry, seus olhos extremamente claros e brilhantes, as mãos fortes em torno do pescoço enquanto a outra esmagava o pulso onde a arma estivera.


-Porcos como você, são muito mais baixos do que aqueles que julgam como monstros! Prefere deixar que seu companheiro morra a perder a chance de um tiro? –Pergunta enquanto aperta o pescoço dele, o caçador desmaiando sem ar. Harry o atira no chão e olha para o outro, que apenas larga a arma no chão e põe as mãos na cabeça. –Muito esperto. –Elogia fazendo-o levitar até a cela.


-Consegui. Mas precisa ir para o hospital. –Hermione diz com evidente satisfação na voz.


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Estava acabado, Harry olhou para o chão e contemplou tristemente o amontoado de corpos e sangue que se espalhava pelo gramado ou boiava no rio. A atmosfera calma do parque voltara a reinar, porém não havia o ar pacifico e bucólico, apenas o silêncio sepulcral do luto.


-Homens e vampiros, lutaram juntos, morreram juntos e, se qualquer um os visse agora, não poderia separar os vampiros dos humanos. –Hermione diz aproximando-se de Harry, ainda em forma de lobo. O caçador ferido repousando sobre um banco próximo.


-Sim, apenas nós, pelo olfato, podemos separar. –Harry diz com um discreto sorriso, afinal de alguma forma era a prova de que poderiam todos ser como um, lutar ao mesmo lado, mesmo que daquela vez não houvesse resultado em algo positivo para eles. –Você ajuda os feridos, vou separar os corpos. Acredito que mesmo uma instituição tão fria como a dos caçadores enterre seus mortos. –Harry diz vendo Hermione atravessar uns metros até alguém que se movia.


-E os vampiros? O que fazem com seus mortos? –Hermione pergunta enquanto pegava um pedaço da roupa de um morto para fazer um torniquete no caçador ferido.


-Como poderiam fazer algo se quando são mortos geralmente estão sozinhos ou são deixados para trás para que o restante possa sobreviver? Creio que os vampiros em verdade nunca tenham formado laços por não terem tido a chance de ser uma sociedade, pois mesmo que sua natureza seja egoísta e um tanto solitária, uma parte disso se deve ao fato de serem obrigados a ficarem escondidos, se mudarem com frequência, nunca manter grandes grupos, serem obrigados a matar para viver. Quem sabe agora, que são livres, eles não passem a ter algum ritual? –Responde enquanto pegava os corpos e membros decepados dos vampiros e os jogava em uma pilha.


-Podemos fazer algo simbólico, talvez deixá-los deitados e inteiros, uns do lado dos outros e então cremar. –Hermione sugere enquanto carregava o ferido para um local mais afastado, onde poderia dormir sossegado.


-Por enquanto estou colocando tudo que é vampiro numa pilha, separarei os caçadores mais educadamente ali na frente e então tentarei arrumar os corpos dos vampiros. –Harry diz em acordo, vendo que Hermione se movia na direção de outro ferido.


Alguns estalos foram ouvidos e um grupo com vinte bruxos surgiu com macas e bolsas com o símbolo do St. Mungus, a maioria deveria ser de curandeiros e enfermeiros, porém era visível que também havia aurores.


-Aurores, por favor, recolham as armas e coloquem para lá, tirem os corpos que estiverem no rio também. –Harry coordena ao que eles assentem, um grupo indo até o rio e o outro começando a recolher as armas.


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Há milhares de quilômetros do Hyde Park, um homem olhava o enorme monitor a sua frente, onde as cenas da batalha eram transmitidas ao vivo pela TV. Ao lado deste, havia outro homem, que bebia tranquilamente seu conhaque enquanto digitava alguns comandos em seu notebook.


-Resisti enquanto pude, mas depois desta noite, não há como negar que não podemos contra eles. Já é difícil combater vampiros e lycans, fazê-lo quando estes são bruxos e cheios de habilidades novas e desconhecidas é praticamente impossível. –Diz entre decepcionado e irritado.


-Não podemos esquecer da empatia e o apoio popular. O garoto bem ou mal é um herói consagrado no mundo bruxo e parece ter se firmado como tal para o governo trouxa, a garota é muito inteligente e parece conduzir muito bem os aspectos políticos. Os inimigos não têm apenas poder de combate, teremos que enfrentar governos inteiros.


-Vamos fazer nossos contatos políticos também. Acredito que consigamos países fortes para o nosso lado, mas tenho certeza de que para obter apoio de potências como os Estados Unidos precisaremos de algo contundente. Não temos como fugir da proposta de Sniper.


-Exatamente. Teremos que nos aliar a Voldemort pra conseguirmos alguma vantagem. –O outro confirma continuando a inserir comandos no computador.


-Termine de analisar todas as imagens, quero todos os detalhes de como lutam, velocidade, força… não podemos deixar passar nada. –O outro apenas assente. Aproveitando o silêncio pega o celular e disca um número. –Sniper, venha à sede, vamos aceitar a proposta de Voldemort.


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N/A: Olá, sei que tem muito tempo que eu não atualizo, mas quem acompanha as outras fics sabe que fiquei me dedicando a um curso dentro de uma seleção de mestrado, além de ter tido um fim de ano corrido com o último semestre da faculdade.


N/A²: Capítulo light, apenas uma pequena mostra de poder contra caçadores e vampiros, porém com muitas implicações interessantes. Os caçadores vão ocultamente se aliar a Voldemort, mas será que conseguirão o apoio de países poderosos? E a população, o que será que pensou ao ver esse combate que foi todo filmado, desde a hora que Harry e Hermione surgiram e com direito a áudio? Mesmo que o casal não soubesse disso. A propósito, capítulo não betado!


rosana franco: Como assim Rony não tem poderes especiais? Ele é bruxo! Isso por si só já é muita coisa! Fora que ele recebeu bastante treinamento, lutar com dementadores não é tão complexo assim para alguém como ele.


Freya Jones: Hahaha prometo que penso nas enxadas e tochas. Huahuahua Rony fazendo Strip? Isso já não dá muito pra pensar, mas quem sabe um dia né. Hermione está ficando um pouco convencida né, deve ser a arrogância natural de vampiros que contaminou o Harry! Ela mereceu ganhar os galeões, mas também foi boazinha e ofereceu-se pra bancar o almoço rsrs. Olha, Clark Kent não tem poder mental nos quadrinhos regulares, mas teve uma saga especial onde até isso ele tinha, não sei nem porque não apelidaram ele de Deus logo.


James V Potter: Rony é o mais fraco dos três, mas entre os outros ele começa a se destacar e esse é o importante! Realmente, mais forte que um lycan e ainda com um pouco de velocidade vampírica, certamente não é qualquer um pra bater nela. Sim, o Harry já tinha uma mente bem forte quando já era um bruxo, depois que virou vampiro isso aumentou muito mais! Os vampiros aparecera aí, os lycans vem depois, nos próximos capítulos. Pois é, toda essa revelação bagunçou tudo e vários países ainda não assumiram um lado. Ela convidou pro jantar, mas ainda era cedo e depois da luta ficou com fome, então chamou pro almoço mesmo. Sim os trouxas não podem ver dementadores, mas como estavam em uma quantidade muito grande, eu quis que os trouxas vissem pra ficarem um pouco assustados. Hahahaha é tanta coisa acontecendo na fic, que mal aparecem Gina e Draco, o que não quer dizer que eles não estejam agindo.


Lady Midnight: Esse capítulo teve bastante parte de batalha, mas também tiveram outras coisas pra descontrair rsrsrsrs. O interessante é mostrar outros lados, um Rony menos sem jeito, um James mais impiedoso. Pois é, como você mesma disse, alguns entenderam eles, outros ficaram contra e tome protestos! Desta vez Vampiros e Caçadores desagradados.


patricia lucia de freitas santos: Rsrsrsrs Essa fic tem até classificação alta, mas não acho que vai rolar NC, acho que não cabe na fic, além disso o Harry e a Hermione nem tão namorando de verdade.


Ana Rita: Olá, tem tempo que não aparece, muito ocupada?  Outro capítulo cheio de ação! Hermione enfrentou uma moleza com os gigantes, mas sofreu um pouco nesse capítulo, afinal é bem mais fácil lutar quando você não precisa se conter não é?


Sirius Padfoot Black: Ganhou as duas, só voltar e ver. Rony treinou durante todo o tempo que Harry e Hermione treinaram antes de descobrir os poderes até a parte em que foram pro castelo de Merlim. Harry é vampiro, mas ainda sim tem uma mente bem humana, além do mais, os comensais seriam bem mais perigosos pro Rony. No final, o Rony ficou com o mais fácil. Mais coisas? Ele ficaria grande demais, melhor dividir em dois. Pois é, os trouxas estão na fase de aceitação e vendo se ficam contra ou a favor e obviamente a imprensa também está tomando partido, o que faz um movimento muito sábio do Harry e da Hermione, além do governo inglês, ter dado toda a atenção do mundo pra imprensa. Os caçadores ainda não tinham fechado com Voldemort, afinal os bruxos são mal vistos pelos caçadores, ainda mais se forem como Voldemort. Eles foram em direção ao local da entrevista, Harry captou isso e o trio foi pro lado de fora do prédio, a uma distância segura.


Angel Cullen McFellou: Harry ainda vai ter muito motivo pra sentir ciúmes. Sabe como é, sempre que surgem celebridades, querem logo saber sobre a vida da pessoa e tudo mais, com eles não seria diferente. Que bom que deu pra colocar momentos fofos, não quero fazer caps puramente de batalha, tem que ter um escapezinho.


Próxima Atualização: Pangeia.

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