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17. Protestos I


Fic: Herdeiros das Trevas


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Harry, Hermione e Rony apareceram bem à frente do Victoria Memorial, postando-se em linha, Harry entre eles. Uma multidão vinha da rua em frente, devia haver mais de duzentas pessoas com tacos de beisebol, pedaços de canos de ferros, alguns com armas de choque, facas enormes e até algumas espadas.


-Se fossem fazendeiros seriam mais ameaçadores. –Hermione diz ao notar que nenhum era uma grande ameaça, nem haviam planejado qualquer coisa, apenas estavam ali, prontos para atacar se necessário.


-O problema é que alguns deles pensam em garrafas com panos e um isqueiro, isso pode danificar o local e machucar alguns guardas. –Harry murmura em resposta.


-Podemos tentar conversar, antes de sermos autoritários. –Rony sugere e os dois assentem.


Não demorou mais que cinco minutos para que os alcançassem, gritando palavras de ordem, cuja mensagem era simples: Saiam daqui, não aceitaremos bruxos ou monstros perto de nossas famílias.


-Por favor, acalmem-se. –Hermione diz com a voz magicamente ampliada. –Se nos ouvirem, verão que isto não tem sentido.


A multidão continuou vaiando e gritando palavras de ordem, que agora se mesclavam a insultos diretos, fazendo Harry rosnar nervoso. Rony segurou o braço dele discretamente, apertando suave para dizer que se acalmasse.


-Não estamos invadindo suas cidades, nem vamos ocupar um espaço que não ocupávamos antes. Bruxos, vampiros e lobisomens já existiam e trafegavam entre vocês, mantinham contato com vocês, a diferença é que vocês não sabiam. Está revelação busca dar segurança a todos, melhorar as condições de vida de todos os ingleses, ou prefeririam que o governo lutasse uma guerra oculta, escondendo tudo de vocês, agindo por baixo dos panos? –Hermione tenta apelar para o óbvio, bastava uma simples e objetiva reflexão.


Alguns ficaram na dúvida, outros estão indo para um bom caminho, mas a maioria ainda é hostil. Estão cegos pelo perigo, achando que os trouxas serão dominados, que tudo isto é um ardil. -Harry diz mentalmente para Hermione e Rony.


-Escutem, se fosse uma questão de dominação, teríamos feito isso, temos poder para tal. Agora, voltem para suas casas e ninguém será preso ou ferido. –Harry avisa sem muita paciência, odiava preconceito, intolerância sem motivo.


Em meio a gritos de “vá para o inferno sanguessuga”, garrafas voaram na direção de Harry, coquetel molotov. Entediado, Harry apenas ergue uma das mãos, fazendo as cinco garrafas pararem no ar.


-Príncipe Willian atirou a queima roupa contra mim com uma Desert Eagle e só conseguiu me arranhar, acha que vocês, mesmo sendo muitos, poderiam me fazer algum mal? –Harry diz beirando a arrogância. As garrafas explodiram em chamas no ar, mas o fogo foi contido por um escudo mágico, logo sendo lançadas para cima como uma esfera de fogo.


Aproveitando a distração de Harry, tiros são ouvidos, quatro disparos vindos de direções diferentes. Harry pegou duas balas, Hermione outras duas. Rony aparatara para trás da multidão, Harry e Hermione ergueram suas varinhas e murmuraram ao mesmo tempo que Rony, no segundo seguinte outro disparo foi ouvido e depois um som de metal ricocheteando seguido de um grito.


-Harry! –Hermione diz indicando preocupação com quem foi atingido.


-Pegou de raspão em um braço, não vai matar ninguém. –Harry diz despreocupado.


-Realmente o problema maior vem agora. –Hermione diz olhando para a direita, onde o céu enegrecia e o vento gélido trazia um cheiro pútrido.


-Pelo visto Voldemort anda conectado as notícias trouxas. –Harry diz sentindo a aproximação rápida de muitos dementadores.


-Agora esses trouxas vão ver o quanto poderosos somos e que tem coisa muito pior do que eles imaginam que sejamos. –Rony diz já voltando para junto dos amigos, tirava o paletó e desabotoava a camisa.


-O que está fazendo Rony? –Hermione pergunta ao ver que o amigo parecia tirar a roupa.


-Gostei dessa roupa nova, não vou deixar estragar. –Rony se vira enquanto responde, deixando que Hermione e Harry vissem que estava usando sua armadura por baixo. –Ainda bem que vim prevenido. –Diz aliviado, pois além da aproximação dos dementadores, começara a sentir o chão vibrar.


As pessoas gritaram sentindo o tremor, como se um terremoto atingisse Londres. Aqueles que olharam para a direção que o trio observava puderam ver espectros de estranhas roupas negras voando e trazendo densas nuvens escuras consigo, um pouco abaixo homens gigantescos despontavam, deviam ter vinte metros de altura e braços enormes e musculosos.


-Acho que agora podemos entender o porquê Hagrid diz que Grope é baixinho. –Harry diz em um gemido.


-Mione, dez galeões que você não consegue derrubar um daqueles só com socos! –Rony diz subitamente empolgado.


-Cem galeões que não levanta um daqueles do chão no braço. –Harry desafia divertido, retirando o blazer e, por magia, fazendo-o ir pra casa, o mesmo destino das roupas de Rony.


-Nesse caso, o jantar hoje é por minha conta! –Hermione diz confiante, depois dando um mortal pra trás e caindo já como lycan.


-Patronos no três. –Harry diz em um tom mais sério. Rony aponta sua varinha para o céu, assim como Harry, enquanto Hermione aponta sua mão aberta. –Um... dois... três.


Um cão brilhante cortou velozmente o céu ao lado do cervo, porém era um enorme lobisomem que chamava a atenção, tomando a frente dos outros dois e partindo agressivamente contra os patronos.


-Isso foi ridículo! –Rony comenta quase rindo.


-Realmente, Hermione, tudo bem ter orgulho de sua natureza, mas aquilo. –Harry diz como se fosse o cúmulo da arrogância.


-Hei! Eu não escolho o patrono, além disso, pode ser a Calisto. –Hermione se defende sem jeito, o que na voz grave de lycan beirava ao bizarro. Harry e Rony apenas fizeram um som de que não acreditavam enquanto direcionavam seus patronos para investir contra o grupo de aurores.


-Oh, droga! –Harry diz em um rosnado. –Há comensais, pelo menos trinta.


-Acho melhor então nos dividirmos. –Rony diz após pensar por um momento. –Eu cuido dos dementadores, Harry dos comensais e Hermione dos gigantes. Ok? –Propõe e depois olha para os amigos, que apenas assentem.


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Rony imediatamente aparatou pro seu quarto, na sede da Ordem, rapidamente pegou sua vassoura e seu machado, postos um do lado do outro na parede e voltou para o cenário da luta. Assim que voltou, montou em sua vassoura e disparou na direção dos comensais. Quando atingiu a metade do caminho soltou a mão da vassoura e lançou seu patrono, guiando-o a sua frente, mantendo-o perto de si como proteção ao ataque mental dos dementadores.


O machado estava firme em sua outra mão, por não ter apoio acabava tendo que voar devagar, usando as coxas para direcionar a vassoura. Os dementadores tentavam se afastar do cão, que por sua vez tentava andar em círculos na frente da vassoura.


Os dementdores eram fisicamente frágeis, porém o difícil era se aproximar deles, sem sofrer os danos psicológicos. O patrono aliviava os efeitos, porém Rony podia ouvir o eco de suas piores lembranças, a chave era se concentrar em suas ações e somente nelas, por isso agitou o machado, usando de sua envergadura superior para acertar os dementadores.


Inicialmente foi fácil, seu patrono espantava-os como um cão ao gado, só precisava disparar com a vassoura e então investir com o machado no dementador mais próximo, um corte e decepava um braço ou provocava um ferimento grave que o fazia despencar de encontro ao chão. Porém logo os dementadores entenderam o que acontecia e mudaram a tática, começando-se a agrupar e assim enfraquecendo o patrono até que este desaparecesse.


Imediatamente Rony se viu preso na escuridão, dezenas de vozes berravam em sua mente. Era o caos, como se todas as suas memórias ruins viessem à tona ao mesmo tempo. Dentre elas uma se destacara, a derrota humilhante diante de toda sua família. Pegando-se nessa memória e concentrando-se em esvaziar a mente, Rony elevou o machado e girou-o acima de sua cabeça, decepando a cabeça dos dementadores que tentavam beijar-lhe. Imediatamente os dementadores se afastaram incertos, então Rony voltou a avançar e investir com o machado, mantendo a mente concentrada no nada.


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Hermione disparou velozmente na direção do primeiro, correu inicialmente nas quatro patas até se tornar um borrão rubro, já perto ficou nas duas patas e com uma mão carregou um carro, saltando para o telhado de uma loja, enquanto o gigante tentava pegá-la com uma das mãos. Hermione usou o braço do gigante como ponte, ainda correndo e pulou, usando sua força para esmagar o carro contra a cara do gigante, que na mesma hora cai para trás.


O segundo tenta segurar Hermione, que estava no ar, sua mão envolvendo todo o corpo da lycan e apertando, mas Hermione abocanha o dedão e sacode fortemente a cabeça duas vezes, arrancando o dedo do gigante, que afrouxa o aperto, permitindo que ela saia e use o braço dele como rampa. Muito mais rápida que ele, chega ao seu ombro antes que ele pudesse pegá-la com a outra mão, então segue para o ouvido onde acerta um soco internamente, rompendo-lhe o tímpano.


O urro de dor do gigante poderia fazer qualquer um entrar em pânico. Os outros gigantes logo tiveram sua atenção captada, enquanto o ferido quicava e urrava alucinado. Sentindo os ouvidos sensíveis latejarem pelo berro, Hermione usa de magia para diminuir sua audição, depois salta na direção do rosto do gigante, acertando-lhe um chute no nariz, o deslocando, depois apóia o pé no peito musculoso e salta, rasgando a pele do peito com as garras do pé, enquanto a mão acertava um gancho no maxilar, quebrando-o e levando o gigante a nocaute.


A lycan caíra junto com o corpanzil, vendo que três gigantes estavam quase em cima de si, corre na direção deles, ficando ao alcance de seus pés, fazendo-os quase sapatear na tentativa de esmagá-la. Duas passadas na direção certa e um gigante pisa no pé do outro, que quica dolorido para trás chocando-se contra o terceiro que o empurra na direção do primeiro, que também fica furioso. Hermione riu roucamente enquanto os três gigantes trocavam socos no meio da rua.


Gritos chamaram a atenção dela, que viu um gigante quebrar a antena de um prédio, abalando a estrutura deste. Hermione avança para o gigante, que tenta lhe atingir com a antena, porém o movimento lento permitiu que Hermione segurasse a antena e, usando de sua força, a arrancasse da mão do gigante, desequilibrando-o, para a seguir usar a antena para acertá-lo na altura do joelho em que se apoiava, causando uma fratura exposta que o gigante cair. O tremor na rua foi grande, por isso ela saltou para cima do gigante caído, que tentava lhe pegar levando as mãos a esmo nas costas, porém isso só ajudou Hermione que conseguiu segurar suas duas mãos e puxar, deslocando os ombros.


O último gigante em pé, fora os três que brigavam, estava erguendo sobre si a metade de um prédio, lançando-o contra Hermione, porém o pedaço gigante de concreto parou no ar. Ela não ficou olhando para o bloco de concreto e avançou o mais rápido que podia na direção do gigante, usando o corpo de um gigante como degrau para pular no prédio partido. O gigante a vira e tentara acertá-la com um soco, mas Hermione vinha em velocidade e desviou com facilidade, aproveitando a aproximação do gigante para atingir-lhe com um cruzado na face esquerda e outro na direita, deixando-o zonzo e depois um gancho no nariz, fazendo o gigante cair sentado, segurando o nariz ensangüentado, um dos olhos estava coberto por sangue de um supercílio aberto. Sorrindo, Hermione pensou nos dez galeões e pulou na direção do gigante, firmando os pés em seu joelho e então acertando um direto no meio da cara gorda e ensangüentada, fazendo o gigante cair nocauteado.


Os brigões haviam derrubado um dos seus e agora dois tinham as mãos em volta do pescoço do outro. Como se aproximavam perigosamente da gaiola mágica onde prendiam os humanos revoltosos, Hermione segurou o pulso do gigante caído com suas duas mãos e então começou a fazer força para um lado, tentando girar o gigante inconsciente. A primeira volta foi lenta, a segunda já foi mais fácil e na terceira o corpanzil estava totalmente fora do ar, então Hermione esperou o ângulo correto e lançou o gigante nos outros dois, fazendo-os cair sob o impacto.


O problema foi que o sanduíche triplo ainda deixou um dos gigantes acordado, ou seja, furioso pela interrupção na sua briga e por ver seus iguais caídos por causa de um bicho que tinha um quarto do tamanho deles. Urrando em fúria, ele saiu de baixo de um dos gigantes, e avançou para Hermione, tentando atingi-la com o pé. Ágil, Hermione podia desviar das investidas, o problema era que aquele além de parecer ser mais rápido, parecia o mais forte dos gigantes. Foi quando um dos pés passou a centímetros de si, que Hermione teve a idéia de como derrubá-lo, avançando com as poderosas mandíbulas no calcanhar do gigante e sacudindo a cabeça até romper o tendão de Aquiles. O gigante caiu imediatamente, sem conseguir suster o peso de seu corpo. A lycan então pulara em suas costas, cravando as garras em uma costela inferior, arrancando-a do corpo do gigante e depois cravando-a nas costas do gigante, comprimindo sua medula e deixando-o sem o movimento das pernas.


Hermione ofegou olhando para os lados, todos os seus inimigos estavam caídos, totalmente imóveis. Havia os derrubado e vencido com seus punhos e inteligência, a adrenalina do combate ainda pulsando em suas veias, então num gesto extremamente instintivo, fechou os punhos e uivou vitoriosa e imponente.


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Harry correu na direção dos comensais, sua alta velocidade permitia que desviasse de qualquer feitiço que por acaso viesse em sua direção, já que para os comensais ele era apenas um borrão. Por isso derrubaria os vinte com socos, chutes e os prenderia, isso certamente melhoraria a imagem diante do público.


Assim que alcançou o grupo, devido à proximidade, conseguiu derrubar cinco com socos estratégicos, mas logo um feitiço lhe atingiu e seu corpo parecia queimar. Rapidamente saltou para trás, conjurando um escudo para bloquear os feitiços, enquanto via seu corpo, confirmando que a chama não era real.


Um feixe verde cruzou seu escudo e Harry rapidamente desviou, sentindo o arrepio provocado pelo feitiço mortal. Avançou novamente, desta vez sabia que deveria atingir um ou dois e se afastar, não podia se deixar atingir por feitiços negros.


Um grito ecoou em sua mente, era agudo e feminino, algo conhecido a muito. Não precisou olhar para cima para saber que os dementadores estavam perto. A frente, gigantes começavam a brigar, obrigando os comensais a se espalharem par não serem pisoteados.


Escondeu-se por um instante, indo para cima de um comensal e quebrando-lhe o braço que empunhava a varinha, depois batendo com sua cabeça contra uma parede. Mentalmente tentava recuperar seu controle, afastando o efeito dos dementadores ao expandir seu próprio poder contra a mente deles e enviando mensagens confusas.


Percebeu pensamentos desesperados, havia pessoas gritando em um prédio, um gigante tentava separar o topo do bloco. Harry saiu de seu esconderijo e foi para esquerda, onde estava o gigante, chegou no momento em que lançava um bloco cheio de gente, conseguindo pará-lo com a mente, assim como amparar as pessoas que haviam caído ou se jogado, pousando o bloco com segurança no chão.


Mal havia terminado sua tarefa quando sentiu um grande impacto lançá-lo para frente, seus músculos do corpo contraíram-se e expandiram em uma convulsão, mas logo estacionou, fora um feitiço de extinção. Um rápido olhar e viu o grupo de cinco comensais, não precisou de mais de três segundos para alcançá-los, trombando com um e lhe quebrando as costelas com o cotovelo, chutando outro e lançando-lhe contra um gigante caído, outros dois simplesmente chocara um contra o outro enquanto dava um pisão no estômago do último, fazendo-o vomitar sangue.


Correu para perto do memorial novamente, um rápido olhar para cima e viu o céu nublado, mas sem dementadores, havia muitos no chão mortos ou feridos. Uma verificação mental rápida e viu que Rony ajudava as pessoas que estavam nos prédios afetados pela briga com os gigantes.


-Potter! –Ouviu seu nome e parou, olhando para trás para ver quem o chamava. –A muito tempo queria ter a honra de te encontrar. –O comensal estava com máscara, por isso Harry não soube identificá-lo.


-Eu te conheço? –Harry pergunta curioso.


-Não, mas conheci seu pai. Dê uma olhadinha. –O comensal fizera um sinal para a própria cabeça e Harry assentiu.


A imagem era confusa, não muito nítida, algo típico de uma lembrança infantil. Via uma mulher e um homem na sala de sua casa, parecia uma cena familiar, as pessoas eram alguém que amava profundamente. Entretanto um barulho forte chama sua atenção, há uma explosão na porta da frente, vultos entrando pelas janelas.


-Não se mexam ou os matarei sem piedade. –A voz parecera familiar a Harry, que só precisou de dois segundos para reconhecer o rosto de Thiago. –Vim te levar pro inferno Dean. –O garotinho olhou para o pai, cujo olhar transbordava ódio, e depois para a mãe, que estava em prantos.


Uma mudança rápida e estava num tribunal, onde várias imagens rápidas se sucederam. Sua mão chorando, seu pai sendo humilhado, depois levado embora achincalhado pela platéia, a última vez que o vira.


Uma nova sucessão de flashes, desta vez estava vendo sua mãe num hospital, algo como um hospício, então uma instituição com pessoas hostis, um reformatório. Imagens de maus tratos se seguiram, passou apenas dois minutos, mas Harry parecia ter visto toda a vida do comensal a sua frente.


-Seu pai era um comensal, cometeu um erro com o qual deveria ter aprendido. Mas já que não aprendeu a lição... Hora de ir pro inferno, Junior. –Harry fala de forma fria, mostrando que não se deixaria afetar por aquela “acusação” ao seu pai.


-Dessa vez o final será diferente, aberração! –O urro furioso surgiu junto a um feitiço mortal.


Harry saltou sobre a maldição da morte e abriu suas asas negras, flutuando por um instante a mais, o suficiente para cair à frente do comensal e segurar-lhes os pulsos, esmagando-os. Ao mesmo tempo um uivo lhe chamou a atenção e o fez sorrir.


-Essa é a minha garota! –Exclama sorridente, virando os braços do comensal que continuava o fitando como se fosse lançar a maldição da morte pelos olhos.


No instante seguinte mais de dez feitiços vieram em sua direção de ângulos diferentes, alguns apontando para o alto, era um jeito de ele não poder desviar. Porém Harry apenas gargalhou, divertindo-se com aquela atitude tão infantil dos inimigos.


Uma barreira cilíndrica se formou ao redor de Harry, que girou em torno de si fitando os comensais, pegando sua espada e bloqueando os três feitiços fatais que viriam a passar pelo seu escudo.


Pare de brincar e acabe logo com isso. Quero receber meus galeões e ir almoçar. -Hermione diz entre severa e divertida. Sabia que Harry poderia ter cuidado daquilo há muito tempo e não queria saber de brincadeiras e um momento tão sério.


Em seu cilindro, Harry sorriu e fechou os olhos, buscando a mais profunda concentração. Expandiu sua mente até encontrar todos os comensais, criando um raio preciso que englobaria toda a região onde estavam, sem possibilidade de fugirem. Inspirou profundamente e então, ao expirar, suavemente, invocou a profunda escuridão a mente de cada comensal, fazendo-os ficar cara a cara com seu maior medo, completamente sós e indefesos.


Quem estava observando-os, viu apenas os comensais caírem, gritando em agonia, alguns diziam coisas incompreensíveis, muitos pediam perdão o restante gritava por socorro. Os aurores, que estavam de prontidão aguardando que a batalha terminasse, ficaram chocados, mas logo reagiram ao ouvir o comandante ordenar que se apressassem e prendessem os inimigos vivos.


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N/A: Oi, o capítulo acabou demorando um pouco mais do que imaginava, mas aí está ele e espero que tenham gostado.


N/A²: Conseguiram ver a extensão da força da Hermione? Obs.: cada gigante tem em torno de 12 toneladas. Rony fez o trabalho dele, Harry brincou um pouco com os comensais e os trouxas viram tudo, acha que isso será bom ou ruim pra imagem do trio? Quais as repercussões que isso poderia causar na mídia em todo o mundo?


Baby Jones: Gina tem que sofrer, concordo, mas não acha que ela no final pode se redimir, afinal não fez nada tão grave assim ainda. Caim é uma figura, além disso veja bem, ele é de uma época onde o maior avanço tecnológico eram armas de metal, as mulheres mal dente tinham, fora piolhos e etc. Quanto ao Willian, não acho ele tudo isso não, mas acho que daria um excelente governante ativo. A entrevista era pra mesclar momentos sérios com engraçados, tentando me aproximar ao máximo da realidade, a revista bruxinhas foi uma sátira a essas revistas bestas de fofocas que existem aos montes por aí. Eles com ciúme são ótimos, mas com raiva nem tanto né rsrsrs. Harry x Clark Kent é ótimo! Rsrsrsrs Agora, quero ver o super-homem derrubar dez inimigos só com o pensamento!


Lucas Vinicius: Só quem vai saber da farsa é Rony, pra deixar tudo real. Quanto aos vampiros, eles não poderiam aparecer porque é de dia, tudo começou de manhã, já os hunters são uma organização, ou seja, eles não iriam ficar fazendo protestos e sim armar um ataque significativo.


Lady Midnight: Adoro comentário grande, então não se preocupe rsrsrs. Que bom que gostou do nome do capítulo, geralmente não tenho muita criatividade pra isso. Em não sei quando mil anos antes de Cristo a higiene era zero né, só banho de vez em quando e olhe lá. Essa tortura contra Gina seria ótima né, mas a Mione não vai querer fazer nada pra estragar essa amizade que as duas reataram. Tentei fazer um Rony tímido e ao mesmo tempo relaxado e engraçado, isso é difícil! Achou que o resumo realmente ficou bom? Demorei um bocado até pensar em algo que não parecesse muito chato e cansativo pros leitores. Eu havia pensado em algo como o Programa do Jô ou coisa assim. Harry ta irresistível no bom e mau sentido, tadinho dele e da Mione. Quanto a pergunta sobre beber sangue, realmente faltou, mas ela é tão boa que vou responder na fic mesmo, valeu pela lembrança.


James V Potter: Você tem toda razão, ao mesmo tempo em que a demonstração é boa, também causa certo pânico, porém é algo relativo já que Harry deixou bem claro o quanto ele é mais poderoso que vampiro normal e tal. Além disso, todos sabem que vampiros não agem durante o dia, então o pânico não é mesmo muito grande. Então, entre todas as garotas da saga a Mione é sua favorita? Rsrsrsrsrs Coitada da Gina, ela na mão de vocês ia implorar pra ser entregue a Voldemort hein.


rosana franco: Até que foi rápida, vocês comentaram e eu atualizei!


Sabrine Duarte Matias: Imagine se eu pareço profissional, mas obrigada. Espero que esse tenha ficado tão bom quanto o anterior.


Anderson potter: A Mione tava seguindo o conselho da mãe e tentando ficar de bem com a Gina e de certa forma a Hermione errou primeiro. A intenção era parecer mesmo um programa de auditório pra ficar mais divertido e não muito chato.


xXxXxXxX: Agora já sabe o quanto pode ser dolorosa a transformação em lobs, não é nada fácil.


Ana Rita: Gina finge muito bem e Mione é um tanto ingênua, um pouco das duas coisas. Que bom que gostou do formato do anúncio, tentei deixar divertido e informativo. Sua pergunta é muito boa e deveria ter entrado, então vou concertar isso nos próximos capítulos.


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