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4. Ela


Fic: Nova Geração de Hogwarts


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo quatro: Ela
POV Zachary



Havia acabado de chegar na escola e também havia criado um propósito: mudaria tudo e, principalmente, a visão de uma pessoa sobre mim.
Lá estava ela, andando apressadamente, procurando alguma coisa. Empurrei-a, olhou para mim e fez menção de falar alguma coisa, mas fechou-a. Abriu novamente.
- Você viu meu pai?
- Não...


Não houve tempo de continuar, pois o viado do meu irmão havia acabado de aparecer.
Ela ficou perplexa quando viu-o. Eu queria saber o que pensava, mas não faço legitimencia para descobrir.
Ela colocou um sorriso radiante no rosto e seus olhos brilhavam.
Pronto, ela havia se apaixonado. 


Então fui reduzido a uma bicha loira.


Parei, cruzei os braços e bufei. Devia estar parecendo um garoto mimado, mas não me importava. A única coisa que importava era o sorriso dela, com o resto eu já não ligava mais.


Mas meu irmão, esse sim havia acabado com meu dia.


...


Na manhã seguinte,fui para a primeira aula. Runas Antigas, chegando - lá Ridy e Matt estavam na porta.
Ridy era uma garota.
- E ai Zac, pronto para infernizar a vida de Whendy?
- Eu sim, você não.
- Como assim?
- E aí Mané! – ignorei Ridy, era o melhor a se fazer.
- Qual é o papo Brow – respondeu Matt.
- Vocês parecem dois babuínos. – zombou-nos Ridy entrando na sala.
- Bom dia! – ouvi uma voz enjoada
- Lara. – disse monotonamente
- O que é? Não está feliz em me ver?
- Sinceramente não. - Lara cansou de me importunar e resolveu entrar na sala.

Enquanto eu conversava com Matt e cantava as garotas que passavam Whendy apareceu com seu irmão. Jack parou e falou comigo , mas ela ia passar direto sem me olhar, isso era um insulto, então falei uma bestei qualquer.
- Bom dia minha Deusa!


Jack e Matt riram, também não era para menos. Ela apenas olhou para mim e revirou os olhos e entrou na sala com a mesma a aparência de antes.


- Deixa de ser idiota Zac, ela nunca vai te querer baby. – disse Matt
- Nunca diga nunca.
- Acabou a brincadeira? – perguntou-me um Jack persuasivo.
- Mal começou. – respondi entrando na sala. 


Quando entrei vi-a sentando em numa mesa ao lado de Sandy.
Comecei a andar lentamente para dar um tempo para ela se arrumar. Chegando - lá apenas a observei de cima para baixo esperando sua reação.
Então ela levantou a cabeça e olhou em minha direção.
Eu nunca senti minhas pernas tão fracas, parecia que eu ia cair por isso coloquei uma das mãos na mesa. Eu não podia falar, estava tremendo, mas como dizem, eu sou muito teimoso.
- Bom dia, Barbie Pottinha!
- Outro apelido Parkinson?
- Só para variar. – caminhei até chegar ao seu lado, abaixei e fiquei na altura de ouvido.
- E a proposta?
- Que proposta?
- De ontem. A de me deixar em paz.
- Bem. – cheguei um pouco mais perto - Isso foi ontem. – sussurrei e depois mordi o lóbulo de seu ouvido.
Ela devia estar achando que eu era um tarado quando fiz isso, mas foi o instinto de pegador. Voltei ao fundo da sala e sentei ao lado de Matt.


De repente a Professora Vilva entra na sala, mas, entra com três garotas a tira colo. 

Uau! Aquelas novas garotas pareciam bem...sexys...

“Zachary!!!! – gritei comigo em pensamentos – Foco! Foco!”


 Então elas se apresentaram: a primeira se chamava Louise Goyola e era francesa. A segunda se chamava Alexis Bloom e era brasileira. E a terceira se chamava Anne Lukas, veio de Durmstrang, Bulgária.
- Eu fico com a francesa, e você?- perguntou-me Matt enquanto Whendy discutia coma a professora.
- Xiii... Pottinha levou um fora da professora!- zoei para toda a turma ouvir.
- Mais alguém gostaria de ir para a detenção com o Senhor Parkinson?
Whendy levantou a mão.

Não entendi. Que pessoa em santa consciência iria querer ir para a detenção?Mas em todo caso seria bom ficar com ela.


 


...


Já havia chegado a hora do almoço, e a mesa da Sonserina continuava uma baderna total ainda mais com a presença de Louise Goyola (que havia sido selecionada pelo chapéu seletor de ficar na Sonserina). Ela era nova por aqui, daqui a pouco o “fogo” iria acabar.
- Zachie, meu amoré. Porque tu vês as horas a cada cinco minutes? – perguntou-me uma Louise tentando ser educada.
- Tenho detenção.
- Não se preocupé.
- Não se preocupe comigo. - disse colocando uma tortinha de abobora na boca.
- Louise, ele está mais preocupado com quem ele vai estar na detenção. - disse John acabando com minha reputação.
- Ah. Ok. Mas ele sempre come assim?
- É o natural de ele comer como um viking. - intrometeu-se Ridy. - O que é isso?- perguntou tirando algo de sua mochila.
- Deve ser o mostro da gaveta. Oh!- zoou Rick, irmão de Ridy.
- Isso aqui é uma mochila, seu imbecil. - respondeu Ridy. - “Sou seu amigo, tenho olhos e cabelos castanhos, e bem... você é bem linda.” – terminou ela de ler a carta.
- Que beautiful!É uma carta de amoré. - glorificou Louise
- Foi você Zac?- perguntou uma Ridy esperançosa.
- Não... Eu não sou mela cueca.
- Não é mela cueca e sim romântico, seu grosso.
- Ui. Isso eu sou. – zoei fazendo os garotos rirem.
- Um dia alguém irá arrancar essa sua máscara. – repreendeu-me Ridy saindo da mesa junto a Louise - Vem Louise, vamos sair dessa máfia de idiotas.


Aquilo me colocou para pensar.


Talvez alguém já tivesse arrancado a máscara.


Talvez Ridy tivesse razão.


Mas meus pensamentos foram cortados por um grito da mesa da Grifinória.
- COMO ESSE FILHO DO MINISTÉRIO DA MAGIA PODE FAZER ISSO?

“Whendy gritando?”
“O que havia acontecido?” – foi ai que eu me toquei.
A máscara já havia caído.
 


...


Comecei a andar exasperado pelo corredor. Eu, por menos que parecesse e por mais que detestasse, estava loucamente preocupado com a tal Dona Whendy.
Ela me devia essa, mesmo sem saber.
Quando a encontrei no corredor, gritei.
- Barbie Pottinha!- ela não parou ou virou, então corri para alcançá-la.
- O que você quer?- perguntou com a cara amarrada.
- Pronta para a nossa detenção?- perguntei maliciosamente.
- Temos que achar o Reny. – aquilo me irritou. Eu a olhava desesperadamente por algum sinal que ela pudesse me dar, mas nada. Ela não me deu atenção.
- Sobre o que aconteceu hoje no almoço...
- Se você quiser conversar civilizadamente, não toque nesse assunto.

Eu nunca havia levado tantos foras de uma pessoa só.
Eu nunca havia me apaixonado por ninguém.
Eu nunca havia sentido o que estou sentindo.
O AMOR


...


 Eu fiquei abismado com a quantidade de Runas que havia pra se limpar. O da Whendy não tinha nem a metade, em comparação.
O jeito foi aceitar.
Fiquei em pé na maioria das vezes, era melhor do que ficar num banquinho cheio de poeira. 


Uma hora depois achei um trecho interessante (foi o único que eu soube traduzir).


“Não importa o que você é, mas sim quem você é. E lembre-se: A felicidade não depende do que nos falta, mas do bom uso que fazemos do que temos”.


A outra parte da Runa não estava aqui. 


Já se passavam da 18h00min e eu ainda não tinha terminado nem a metade. Minha crise de espirro resolveu aparecer.Eu já nem sabia que horas podiam ser quando alguém bate na porta e entra.


- Você está bem?- perguntou Whendy.
- Não. 


...


 Ela havia ficado comigo, havia me ajudado.
Gostei. Assim pareceu que ela se importava comigo, que eu não era invisível aos seus olhos. Bem eu nunca fora invisível, claro que não.
Talvez para ela, um pouco.
Tenho que colocar esse ego um pouco mais baixo, e parar de me achar o tal.


De repente ela veio em minha direção cortando meus pensamentos fúteis.
- Vamos embora. – me levantei. – Precisa de ajuda para andar? – perguntou-me cuidadosamente
- Não.
- Quer ir para a enfermaria?
- Não.
- Você ainda está passando mal?
- Sim. -“Sempre que eu fico ao seu lado sem poder te beijar ou tocar sua face, eu passo mal. Fora isso estou bem. Muito obrigado.”(pensamentos)


- Eu não estou te entendendo.
- Eu estou bem, pode ir. – ela estava irritada e olhava-me furiosamente. Virou de costas e fez menção de ir, mas eu segurei seu braço e a puxei para mim. - Obrigado por se preocupar comigo. - soltei-a e ela se foi.
Eu podia ter beijado-a, mas aquele não era o momento mais adequado. E sim, ela se preocupou comigo. Agora estávamos quites.


“Mas eu ainda terei muito trabalho com ela – pensei.


 


 


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