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3. “Runas Antigas”, detenção.


Fic: Nova Geração de Hogwarts


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo três: "Runas Antigas", detenção
POV Whendy


Na minha opinião, acho que aquela professora quer fazer um complô contra mim.A única coisa boa dela é sua matéria “Runas Antigas”.
Todos os outros professores me tratam com a maior naturalidade.
E agora ela me coloca na detenção com o Parkinson, é para morrer.
A hora do almoço havia chegado, sabia que depois dali minha sentença de morte chegaria.A primeira detenção do ano, juntando com as outras, podemos dizer umas 250 contadas a dedo.
Resolvi sentar e comer algo, mas logo veio Anne Lukas sentar na minha frente.
- Você é Whendy Potter, né?
- Sim, sou eu.
- Conhece o Gabriel?
- Gabriel Turci, que estuda em Durmstrang?
- É esse mesmo.
- Você é namorada dele? – “Essa tal de Anne Lukas É BEM DIRETA.”
- Não tenho namorado. Ele é só um grande amigo de infância. Porque? – minha curiosidade atiçou.
- Bem, você não vai querer saber.
- Agora que você começou, termine. – disse teimosa.
- Okays.Ele contou para um amigo que contou para um amigo que contou para outro amigo que contou para meio que a escola toda...
- Para de enrolar!
- Ele acabou falando que você dormiu com ele na festa do ano passado.
Eu fiquei branca.
Eu não sabia o que fazer.
Minha cara foi no chão, minhas reputação havia explodido e eu ainda conseguia rir.A única coisa que eu pensava era desmaiar, mais eu já não tinha mais forças nem para fazê-lo.
- Whendy, você esta bem? – me perguntou uma Anne desesperada.
- COMO ESSE FILHO DO MINISTERIO DA MAGIA PODE FAZER ISSO? –Eu havia gritado. Não me importava mais se alguém olhava para o meu drama particular, eu só queria achar uma maneira de matar o Gabriel.
- Whendy. Se acalma, você vai pirar se ficar preocupando com isso. – eu já havia pirado se ela ainda não percebeu. – Respire. Senão for a verdade não precisa se preocupar, você sabe que ele adora inventar uma besteira.
- Quem dera que não fosse a verdade. – confessei
Agora ela entendia meu desespero.
Se Durmstrang sabia, a próxima a saber seria os alunos de Hogwarts, logo me pai saberia. Minha sentença de morte chegou antes do que eu imaginara. Então eu fiquei em silencio, Anne parecia entender, era bom ter um silencio não constrangedor.
Eu precisava comer algo, ficaria a tarde inteira lustrando Runas, mas a comida não descia, parecia que tinha uma faca cortando minha garganta, então empurrei um suco de abobora.
Ainda havia olhares curiosos sobre mim, parecia que eu era sempre novidade por aqui.
Queria me jogar numa vala e ficar lá esperando a morte, mas alguma coisa me dizia que tudo iria mudar. Pensei.
Anne parecia me olhar com pena, então eu larguei o garfo, empurrei o prato e disse:
- Eu estou bem, não se preocupe.
- Me sinto culpada por ter lhe contado isso me desculpe.
- Não tenho nada que desculpar, você não fez nada. – ela esboçou um sorriso. – Alguma hora eu iria acabar sabendo sobre isso.
- Você não vai terminar de comer?
- Se eu terminar de comer essa comida com cara triste eu vou no banheiro e boto tudo para fora.


Rimos.


- Bem, deixa eu ir para minha famosa DETENÇÃO. Beijos e queijos.- e sai deixando um Anne Lukas feliz.

                                                                                    ...

Enquanto eu andava pelo corredor, não pensava mais em morrer, mas meus pensamentos foram cortados por um grito.
- Barbie Pottinha..! – veio até minha direção e olhava-me desesperadamente preocupado, mas não dei atenção.
- O que você quer Parkinson?
- Pronta para nossa detenção? – perguntou com uma voz maliciosa
- Precisamos achar o Reny, a professora encarregou a detenção a ele. – respondi seria.
- Ok. Olha, sobre o que aconteceu hoje no almoço...
- Se você quiser conversar civilizadamente não toque nesse assunto.

Ele me olhou assustado.Acho que fui seca demais com ele. Foco Whendy! – pensei.


Em silencio. Foi assim que fomos procurar o inspetor Reny.Andamos um pouco mais de 10 minutos até encontrá-lo.


- Graças a Merlin encontrei vocês dois, a Professora Vilva está quase me mandando um azaração. – disse Reny ao encontrar conosco.- Whendy você ficará com o almoxarifado um e o Zachary ficará com o dois.
- Ok. – respondemos em uníssono, senti minhas bochechas corarem.
- Agora me dêem as varinhas.
- Que? – perguntou Zachary
- Me desculpem, mas são ordens. Depois devolverei a vocês.
Não tivemos outra saída, o jeito foi entregar as varinhas. Andamos mais um pouco em direção aos almoxarifados, no 4º andar.
- Chegamos! – pronunciei.
- Que coisa, eu não sabia que eu era cego. – respondeu sarcástico.
Abri minha mão mostrando as chaves.
Ele riu. Aquele sorriso torto. Foco Whendy!
Porque ele riu?
- Qual é a graça?
- Minha primeira detenção em Hogwarts.
- Não dá para acreditar.
- Verdade.
- Então, Boa Sorte! – disse a ele.

Entrei na sala. Estava um breu total, iria precisar da minha varinha, mas esqueci que não estava com ela.
Ainda estava tudo muito escuro enquanto eu procurava o interruptor quando uma mão se pôs sobre a minha e uma voz disse:
- Liga a luz.
- Ahhhh... – gritei
- Pô, eu não sabia que eu era tão feio. – Zachary ainda tinha sua mão sobre a minha no interruptor de luz. Eu o olhei incomodada – Desculpe. – ele disse tirando-a – Você nem tem tantas Runas.
- O seu tem muitas?
- Bastante para apenas uma detenção.
- Depois que eu acabar, posso te ajudar, se precisar.
- Obrigado.
Não falei, apenas agradeci com a cabeça e um sorriso no canto da boca. Quando ele saiu e fechou a porta eu encostei-me a ela e deslizei até o chão. Ali podia ter poucas Runas, mas o que havia de camadas de poeiras compensava.


Me levantei, joguei minha mochila no chão e caminhei em meio a poeira. Sentei em uma cadeira aparentemente limpa, peguei o pano úmido e peguei a Runa que estava na mesa. Assoprei, só saiu uma parte da poeira, mas pelo que pude perceber eu estava na sala de Runas Antigas Proibidas (as mais perigosas). Realmente não acreditei, ali, talvez pudesse estar a solução do grande problema da minha vida.
Continuei a passar o pano, de repente consigo enxergar a escrita.

“...Sereianos...


Informações: nascidos de meio-bruxo-meio-sereia, ou animagos como é mais conhecido, ou apenas sereias.


Somente sereias tem uma aparência mais grotesca e são meros súditos.


Animagos tem uma aparência majestosa e a maioria é da realeza.


Alguns animagos não querem pegar seu lugar no trono real, pois terão que ficar no fundo do mar/lago eternamente.


Transformações: a meia-noite de três dias na lua cheia.


Liberdade: só existem três maneiras  de um animago sereia se libertar. A primeira é entregar seu primeiro filho aos cuidados das sereias. A segunda é a morte do animago. A terceira é travar uma guerra e terá de ganhar.


Poções: para curar: matar um unicórnio, arrancar três barbatanas...”


 


Não consegui ler mais nada, o resto da Runa estava quebrada.
Mas pelo que li, fiquei perplexa, nunca poderia imaginar essas coisas. Talvez fosse por isso que minha mãe havia ido embora.
Talvez.
Isso não tirava da minha cabeça a idéia que ela havia nos abandonado.
Suspirei.
Guardei a Runa e comecei a pegar outras.


                                                                              ...


 A noite já estava caindo, eu já estava trancando o almoxarifado quando ouvi um espirro da outra sala. Bati na porta e entrei.
Lá estava um Zachary de nariz vermelho sentado num banquinho.
- Você está bem ?
- Não. Estou morrendo de tanto espirrar. – disse com uma voz entupida.
- Porque você não me chamou?
- Não queria atrapalhar. – enquanto ele falava eu andava na sua direção.
- Não queria.- repeti com uma voz sarcástica. – Você consegue ficar de pé?
-  Eu preciso terminar aqui.
- Você está passando MAL !
- Só falta esses. – eu o olhei.
- Ainda são 18:00 horas. – suspirei. – Eu te ajudo, assim vai ser mais rápido.
- Obrigado.


Fiquei em pé e fui limpando a parte leste da sala. 


...


 Uma hora depois as Runas já estavam limpas e colocadas em seus devidos lugares, agora a sala tinha espaço para se andar.
Peguei minha mochila e andei até Zachary.
- Vem, vamos embora. – ele se levantou. – Precisa de ajuda para andar?
- Não.
- Quer que eu te leve na enfermaria?
- Não.
- Você está passando mal?
- Mais ou menos.
- Então?
- Agora estou melhorando. Obrigado por se preocupar. Faz o seguinte, são 19:05, vai tomar um banho, troca de roupa e vai jantar.
- Eu fiquei aqui preocupada com você e você me diz isso! – disse irritada, ele riu. – O que é? Eu sou uma palhaça para você ficar rindo de mim?
- Não precisa se preocupar When...Pottinha. Fica calma e faz isso o que eu disse.
Eu o olhei furiosa.Virei de costas, mas ele puxou me braço e disse:
- Obrigado por se preocupar comigo.
Eu não respondi, só puxei meu braço.
Era estranho, eu iria fazer o que ele havia dito. Eu não sentia raiva.
Acho que a detenção estava mudando meu conceito sobre Zachary Parkinson.


 


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