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15. Política


Fic: Herdeiros das Trevas


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione saía de seu quarto, quando encontra os pais no corredor. Sorrindo, ela vai até eles, sentia-se mais leve sabendo que os pais estavam bem e que nada poderia atingi-los agora que a guerra estouraria mesmo para os trouxas.

-Aquele é o seu quarto? –Hermione vê que o pai parecia pensativo enquanto perguntava e ela já imaginava o porquê e os problemas que teria.

-Sim. É lá que eu durmo com o Harry e o Rony . –Hermione enfatiza o nome do amigo, deixando claro que não dormia sozinha com Harry, o que pode ter evitado uma explosão, mas não impediu o pai de parecer irritado.

-E porque não divide o quarto com a Gina? –Sua mãe pergunta de modo calmo, talvez tentando evitar uma crise do marido.

-Nós brigamos depois que Harry e eu começamos a namorar. É uma pena, sinto falta dela, aliás, não só eu, ela mudou muito. –Hermione deixa sua tristeza aparecer, realmente sentia falta da amiga alegre e de humor ferino que dera lugar a uma garota distante e amargurada.

-Bom, já que não pode dormir com ela, vai dormir conosco. Depois ponha sua cama em nosso quarto. –Era raro ver seu pai ordenar algo daquela forma tão categórica, mas não arranjaria motivo para brigas.

-Tudo bem, vai ser ótimo dormir sem os roncos do Rony! –Fala em tom bem humorado tentando fazer o pai relaxar, mas só consegue um riso tímido de sua mãe.

-Ele ronca muito? –A pergunta fizera Hermione se lembrar de sua primeira noite no quarto dos meninos, quase não dormira.

-Parece uma serra elétrica, o que com minha audição hipersensível só irrita mais. –Hermione até se recosta mais no pai diante da tortuosa lembrança, pelo menos agora poderia dormir sem ter que diminuir magicamente o poder de sua audição.

-Quanto a Gina, meu anjo, porque não diz a ela como se sente? Pode ser que ela reaja mal, mas saberá que você quer recuperar a amizade e pode vir a pensar com mais calma no assunto. Dê demonstrações de amizade e ela verá que está cometendo um erro tolo, movido pela insensatez da adolescência. –Jane Granger era uma mulher sábia, todos diziam isto e Hermione respeitava muito esta habilidade que a mãe tinha de conhecer as pessoas.

-Eu vou tentar. –Hermione promete se sentindo até mais leve. Ter os pais ali poderia ser ainda melhor do que supunha.

-Agora, quanto a você e o Harry, precisamos conversar e estabelecer umas regras. –Hermione olha surpresa para o pai, sabia que era um pouco ciumento, fazia parte de ser pai, mas daí a ditar regras era um pouco demais.

-John, Hermione sempre foi muito responsável, nunca nos decepcionou em suas escolhas, então deixe que ela mostre que podemos confiar nela. –Jane fala em tom doce e conciliatório, mas mostrando que apoiava a filha.

-Eu também confio na criação que demos a nossa filha, não confio é naquele rapaz. –Hermione só podia descrever seu pai, naquele momento, como rabugento.

-Papai, Harry nunca foi um tarado, sempre me respeitou muito. –O que era a mais absoluta verdade, pois nem nos amassos mais quentes que trocaram, ele havia tentado ultrapassar os limites.

-Não confio em alguém que diz achar sexy a voz de uma lobisomem. –Hermione e Jane riram, afinal era óbvio que Harry estava brincando para descontrair o clima tenso.

-Harry estava brincando, querido. Além disto, que tempo eles teriam para fazer qualquer coisa com toda essa guerra? –Jane viu que a pergunta era errada e o olhar que o marido lhe lançara fizera-a lembrar de que sempre dava para se arranjar um jeito.

-Se te deixa mais tranqüilo, papai, saiba que a Sra. Weasley marca muito pesado todos os casais da casa. Os bruxos são muito rigorosos nesse sentido. –Hermione lembra-se de como Gui e Fleur eram atentamente vigiados e se controla para não rir.

A conversa silenciou e logo eles ouviram risadas vindas da cozinha, a reunião da ordem havia terminado, mas ainda restavam alguns membros para discutirem a ação mais delicada de todo o plano de guerra até o momento.

-Parece que estão se divertindo. –Jane especula curiosa.

-É só mais uma invenção dos gêmeos, depois eles vão querer mostrar todas a vocês. –Hermione fala sem muita emoção, ainda não via muita graça nas coisas que os gêmeos faziam, apesar de algumas serem bem úteis.

Ao chegarem, Hermione viu um Neville com a pele azul e o cabelo roxo e arrepiado, as orelhas estavam pontudas e haviam dobrado de tamanho. Além de Neville, também estavam no local McGonagall, Lupin, Tonks e, o mais surpreendente, Percy, o que explicava o grande sorriso de Molly Weasley. Rony, Harry, Calisto e Caim completavam os presentes.

-Ei, Mione, a avó do Neville deixou ele ficar conosco. –Rony conta animado, o que fez Neville sorrir sentindo-se mais à-vontade.

-E pelo visto já o iniciaram na ordem dos sem ocupação. –Fala em tom reprovador e olhando para Fred e Jorge. –A menos que estejam tentando matar nossos inimigos de tanto rir, é melhor investirem seu tempo em algo mais útil. –Era uma crítica dura, mas Hermione sabia que era necessário para não deixá-los esquecer o que estava acontecendo ao redor.

-Sim, senhor, senhor! –Fred e Jorge falam em uníssono e batendo continência, ato que gerou mais risinhos, inclusive da mãe de Hermione.

-Pelo visto ela herdou o bom humor do pai. –Caim fala observando o jeito tenso de John Granger.

-Eu estaria de melhor humor se não houvesse descoberto que minha filha divide o quarto com dois rapazes. –Ao ouvir a declaração dura do “sogro”, Harry olha para Hermione que apenas se senta resignada.

-Eu sei que parece uma péssima situação, mas eu posso garantir que nada aconteceu ou poderia acontecer. Há um quadro muito fiel os observando durante a noite e eu mantenho meus olhos nos dois durante o tempo livre. –Molly garante, sentindo-se um pouco sem jeito por aquela reclamação.

-Harry é um bom rapaz, Sr. Granger, não tem com o que se preocupar. –McGonagall garante com tranqüilidade, fazendo Harry sorrir agradecido.

-John sabe disto, o problema é que está tendo um surto paternalista, mas logo verá o papel ridículo que está fazendo e vai sossegar. –Jane fala olhando para o marido com uma leve censura, fazendo-o ficar mais desconfortável.

-Mudando para um assunto mais importante. Hermione, Harry, vocês já sabem o que vão falar com o Primeiro Ministro? –Percy se pronuncia parecendo ter mais o que fazer do que discutir o relacionamento de Harry e Hermione.

-Era sobre isso que eu queria falar. Temos uma linha de ação e quero saber o que pensam. –Hermione fala em tom sério, assumindo uma postura de liderança, enquanto todos passaram a ouvi-la atentamente.

***********************************************************

Era cerca de 22h quando Harry e Hermione surgiram em um ponto oculto em frente à Downing Street. Como sempre havia uma grande segurança em torno, mas eles nada poderiam fazer.

Há proteção bruxa aqui, mas nada que o impeça de entrar. -Hermione observa e Harry assente sorrindo de canto, a parte complicada seria encontrar a mente do ministro.

Tem muito mais gente do que eu imaginava por aqui. -Harry resmunga um tanto frustrado e segue em silêncio por quase cinco minutos até voltar a “falar”. - Achei! Ele está sozinho na sala de TV vendo um filme.

Bravo! Foi mais rápido do que eu esperava. -O elogio em tom orgulhoso de Hermione o fez ficar sem jeito.

Harry ofereceu sua mão para Hermione, que a segurou firme, para logo depois soltá-la. Ambos haviam surgido silenciosamente na sala de TV, em um ponto afastado do aparelho e por isso estavam ocultos nas sombras da sala escura. O primeiro ministro estava sentado relaxado em uma poltrona de frente para a TV e ria sem ressalvas.

Odeio estragar a diversão alheia. -Hermione concorda com um aceno, enquanto Harry anda a frente devagar. –Sr. ministro, precisamos conversar. –Como ele imaginara, o ministro saltara da poltrona assustado, as risadas o haviam deixado sem fôlego, então não havia grito ou ordem. –Nós não viemos para machucá-lo, apenas para conversar. –Harry usava um tom calmo e tranqüilo. Sem fazer qualquer gesto, acendeu as luzes, fazendo o ministro olhar para os lados a procura de alguém, no entanto só havia os três na sala.

O homem mirou cautelosamente os dois. Eram jovens e estavam vestidos de modo formal e elegante, um das mãos de cada um estava frouxa ao lado do corpo, as outras entrelaçavam-se fazendo-os parecer um simples e inofensivo casal de namorados.

-Como entraram aqui? –A pergunta saiu em tom firme e forte, o homem conseguira ocultar o medo na voz e na postura, porém este era facilmente reconhecível pelo cheiro.

-Usando magia. Eu encontrei sua mente e vi esta sala através dela, então nos transportei para cá. –Harry responde de modo simples, mantendo o tom de voz tranqüilo, ignorando o choque evidente do ministro.

-O ministro da magia deve tê-lo informado sobre Voldemort e Harry Potter, ou estou enganada? –Hermione usa de um tom calmo e cordial, mantendo-se parada junto a Harry, seus olhos analisando as reações do ministro.

-Não, não está. –O homem fala em tom prático, parecendo reassumir sua postura de chefe de estado.

-Bom, eu sou Harry Potter. Claro que pode se perguntar se é mesmo verdade, se não é um estratagema para enganá-lo, mas garanto que não é. A explicação para isso? Se eu fosse um enviado de Voldemort o senhor estaria morto antes de perceber minha presença. –Apesar da gravidade do que disse, Harry se esforçava para se mostrar apenas objetivo, sem qualquer traço de agressividade na voz.

-Senhor, sei que a boa educação implicaria em agendarmos a visita, mas a situação é grave e urgente, por isso peço que por favor venha conosco. –Hermione fala de modo gentil, parecendo quase angelical. Sem duvida vira que ele estava sendo afetado pelo seu brilho das trevas, apesar de não ser tão forte quanto se fosse mais vampira que lycan.

-Ir para onde? –Pergunta parecendo analisar a proposta.

-Para o ministério da magia, creio que já seja hora do senhor conhecer o ministério oculto e seu governante. –Hermione responde enquanto erguia a mão devagar, deixando a palma para cima.

-Porque eu deveria ir? - Está perdendo seu charme, querida. -Porque ele não vem aqui?

-Se o senhor preferir podemos trazê-lo. No entanto é no Ministério da Magia que estão alguns documentos que gostaríamos de lhe mostrar. –Hermione explica de modo suave, mostrando que faria o que ele achasse melhor.

-Entendo. Tudo bem, não tenho dúvidas de que poderiam ter me matado ou me seqüestrado contra minha vontade caso desejassem me fazer algum mau. –O ministro fala mantendo sua postura séria e se adiantando para segurar a mão de Hermione.

No instante seguinte a escuridão o engoliu para no seguinte dar lugar a um salão grandioso, ricamente ornado. A sua frente havia uma fonte com estátuas que pareciam feitas em ouro de um homem, uma criatura pequena e feia, outra que se assemelhava a um duende e outra que se assemelhava aos lendários centauros.

-Liberdade, Igualdade e Fraternidade. –Hermione fala ao ver que o ministro encarava a fonte.

-Não me diga que Rousseau era bruxo! –O ministro parecia espantado e Hermione não conteve um risinho.

-Que eu saiba não. Porém eu não sou apenas bruxa, minha família toda é composta de pessoas sem qualquer poder mágico, sou o que chamam de nascida trouxa. A mãe de Harry também nasceu de pessoas normais, enquanto seu pai era o que chamam de puro sangue, um bruxo descendente somente de bruxos.

-Não sabia que algo assim existia. Nunca soube qualquer detalhe sobre os bruxos. –Admite se mostrando intrigado, um dia poderia ter um neto bruxo e seria “normal”.

-Há muitas coisas que não sabe sobre os bruxos, assim como a maioria dos bruxos nada sabe sobre trouxas. Agora, olhe bem esta fonte. Ela é composta por um bruxo, um duende, um elfo e um centauro...

-Aquilo é um elfo? –O ministro pergunta chocado, era diferente de qualquer conceito de elfo que já vira.

-Sim, são chamados de elfos domésticos, pois são usados como empregados dos bruxos. Na verdade, como escravos, presos por juramentos mágicos que os obriga a obedecer incondicionalmente seus senhores, se punirem caso façam algo que os senhores não aprovem, eles não ganham qualquer recompensa material, muitas vezes são maltratados, não tem quaisquer direitos...

-Hermione, vamos nos ater ao objetivo de hoje, até porque os elfos gostam de servir. –Harry a interrompe um pouco sem jeito, ao que ela se vê forçada a parar, mas não sem lançar um olhar de censura pela observação final dele.

-Bom, os elfos são servis e pacíficos, usam sua magia a nosso favor. Os duendes são parceiros comerciais, eles administram as riquezas dos bruxos através do Gringotes, o banco dos bruxos. Já os centauros são hostilizados e hostis, se mantêm em florestas e longe da sociedade bruxa ou humana, se julgam superiores a nós e os bruxos superiores a eles. Com tudo isso, quero dizer que esta fonte foi construída para simbolizar a paz e boa convivência entres as diferentes espécies, mas na prática é um símbolo da hipocrisia bruxa. Os bruxos têm preconceitos com os próprios bruxos, nunca houve um ministro da magia nascido trouxa ou que não fosse homem. Claro que somente há pouco tempo as mulheres trouxas conquistaram espaço na política e ainda sim não em todos os países, ainda podemos traçar um paralelo entre os conflitos de judeus e palestinos, preconceitos de brancos com negros, negros com brancos, podemos até comparar de certa forma Voldemort com Hitler.

-Está dizendo que apesar de termos muitas diferenças, temos mais semelhanças? –O ministro pergunta ao captar a linha de raciocínio de Hermione.

-Exato. Bruxos e trouxas têm problemas, imperfeições, mas também soluções, suas sociedades são diferentes, mas podem ser complementares, aprenderem uns com os outros.

-A menina tem talento, não é à-toa que falam tanto de seu intelecto brilhante. –Um homem de cabelos grisalhos, alto, olhos cinzentos perspicazes, vestido em um terno azul escuro impecável, revelando que apesar da idade, ainda parecia em boa forma, ato comprovado pelos movimentos seguros e firmes, não tão típicos de um homem que já beirava os setenta anos.

-Mas o senhor ainda não viu nada. Hermione ainda está esquentando. –Harry fala com visível orgulho, fazendo-a enrubescer levemente.

-Para começar, não me chamem de senhor, meu nome é Jason. –O ministro se aproxima de Harry e estende a mão em cumprimento. –É um prazer conhecê-los pessoalmente, Harry, Hermione. –Ele cumprimenta os dois e depois segue até o primeiro ministro, este um homem bem mais jovem, com pouco mais de quarenta anos, cabelos negros começando a ganhar fios brancos, o rosto ainda com poucas rugas, um dos fatos que fazia com que o considerassem o ministro mais atraente que a Inglaterra já tivera.

-Neste caso, podem me chamar de Alex. –Os ministros se cumprimentam e depois o primeiro ministro dá discretos cumprimentos aos jovens.

-Agora que as apresentações foram feitas, o que acham de irmos ao meu escritório? Tenho um chá quente nos esperando. –Harry olha para Hermione, que concorda, depois Jason faz um gesto para que o seguissem até o elevador.

**************************************************************

Os quatro estavam sentados no escritório do ministro da magia, em torno de uma mesinha de centro, onde havia um bule fumegante.

-Agora que as boas maneiras foram observadas, porque os dois não dizem o motivo da reunião. –Jason sugere e Harry deixa sua xícara sobre a mesa, pronto para falar.

-Alex, o que sabe sobre Voldemort?

-Que é um bruxo muito poderoso que aterrorizava o mundo bruxo há mais de vinte anos atrás, porém foi dado como morto por quase quinze anos, agora retornou com força e agora parece que está mais perigoso e com mais aliados. –Aquilo era basicamente o que Jason e seu antecessor haviam o falado.

-Ele foi dado como morto na noite em que assassinou meus pais e, ao tentar fazer o mesmo comigo, recebeu de volta a maldição da morte que lançou em mim, graças a uma proteção que minha mãe invocou ao dar sua vida para me proteger. Dos meus onze anos até agora já frustrei diversos planos que lhe dariam muito poder, isto com a ajuda da Hermione e de nosso amigo Rony, ambos que conheci no trem que nos levaria para Hogwarts, onde cursaríamos o primeiro ano escolar.

-Este jovem trio já fez muito pelo mundo bruxo, todos consideramos Harry um grande herói, é nele que estão às esperanças de um dia derrotarmos Voldemort. –Jason fala mostrando todo o respeito que tinha pelo jovem, fazendo Alex entender o porquê do tratamento pelo primeiro nome, os dois ministros tinham poder político, mas eram os dois jovens que efetivamente lutavam para manter a paz.

-Há uma profecia que me aponta como o único capaz de matar Voldemort e termina dizendo que eu teria um poder que Voldemort desconheceria e com o qual, eu o mataria. No entanto eu não posso sozinho vencer a guerra, a qual está prestes a se tornar verdadeiramente aberta, revelando a existência do mundo mágico aos trouxas.

-É isso o que viram discutir então? Querem nos convencer que devemos expor a existência do mundo bruxo e nos unir contra Voldemort? –Jason pergunta se mostrando aberto à discussão, dando a entender que já havia pensado no assunto, apesar de não ter decisão tomada.

-Isso causaria um verdadeiro caos, as pessoas entrariam em pânico com a idéia da existência de pessoas capazes de fazer magia ou mesmo da existência de seres mágicos. –Alex parecia mais relutante, porém também não tinha uma postura agressiva, o que deixava Harry e Hermione mais tranqüilos.

-Vejo que ambos são homens inteligentes e esclarecidos, dispostos a debater racionalmente o problema e isto já é um avanço. Porém precisamos que mantenham a mente aberta e que não nos julguem antes de terminarmos. –Hermione pede de modo educado, mas seus olhos demonstravam que não aceitaria qualquer posição em contrário.

-Hermione e eu passamos um período afastados, treinando e debatendo sobre a guerra com alguém que já anda entre os humanos a mil anos. –Aquela informação os surpreendeu, mas Harry continuou sem dar a chance de perguntarem. –Chegamos então a um consenso sobre o que deveríamos fazer para assegurar que venceríamos a guerra com o menor número de baixas possíveis. Claro que a contenção do pânico e da revolta dos trouxas é fundamental para conseguirmos vencer, pois é nisto que Voldemort aposta sua vitória. O terror é o clima que o favorece, enquanto a união enfraquecerá todos os seus métodos.

-Precisamos fazer com que trouxas, bruxos, lobisomens, vampiros e outras raças se unam contra o inimigo em comum. É na união pela sobrevivência que forjaremos os alicerces para uma sociedade nova, que poderá usar as palavras de ordem de Rousseau sem ser hipócrita. Liberdade, Igualdade, Fraternidade. –Hermione termina pronunciando as palavras com reverência, dando a elas a importância que mereciam.

-Lobisomens é até compreensível, mas vampiros? Eles são seres amorais, perversos, frios, assassinos que só visam o prazer, olham os humanos como comida e fonte de diversão. –As palavras duras de Jason mostravam seu desprezo pelos vampiros, algo que parecia ter apoio de Alex, ainda que este estivesse chocado com a descoberta da existência de vampiros e lobisomens.

-Isso não é uma verdade absoluta. Mas antes que diga algo em contrário, deixe-nos contar uma história, que dá a base de nossas idéias e crença. –Harry pede e os dois homens, ainda que desconfortáveis, aceitam.

-A história se passa no início da era medieval. Cassius era um vampiro poderoso, filho legítimo de um vampiro de terceira geração. Ele estava em viagem com sua comitiva, quando fora emboscado por caçadores, que o feriram gravemente com um artefato de prata. Ele conseguiu fugir, mas caiu em torpor, inconsciente, a beira de um rio, onde Isabel se banhava. Ela era uma princesa humana, que noites antes havia sido atacada por lycans, uma espécie de lobisomens mais poderosos, em sua viagem de retorno ao reino. É claro que ela poderia ter voltado ao seu reino após fugir, porém se considerava amaldiçoada, impura, e não queria fazer mal a ninguém, então se isolou em um bosque usando uma cabana de caça abandonada como abrigo.

-Podem encurtar a história? –Jason não estava gostando daquele rumo, considerava discussões sobre vampiros uma perda de tempo.

-A história será contada como deve ser. –Harry pela primeira vez fala em tom frio e ameaçador, deixando os dois homens paralisados por choque e medo.

-Isabel levou o homem ferido ao seu abrigo para cuidar do ferimento. Ao perceber que este era um vampiro, matou porcos selvagens e armazenou seu sangue em garrafas de vinho. Quando Cassius acordou, não entendeu o porquê de ela estar cuidando dele sabendo a verdade, estava fraco e ainda não podia sentir que ela estava se transformando em lycan. Ela cuidou dele sem preconceitos, sem reservas e por isso ele fingiu estar mal, mesmo após ter se curado, desejava conhecê-la melhor. Os dois acabaram se apaixonando e, antes que Isabel se transformasse pela primeira vez, ou seja, quando ela ainda era humana, os dois se amaram e ela engravidou. Cassius a levou para seu castelo, contratou servos lobisomens e estes conviviam bem com os vampiros de seu clã, aquilo era uma ameaça tanto a ordem de vampiros quanto a de lycans, principalmente quando correu a notícia de que ela gerava um filho de Cassius. Porém, a gravidez era complicada, Isabel estava muito fraca e parecia que não iria conseguir trazer o filho a vida, então vampiros e lobos aguardaram, até o dia em que ela entrou em trabalho de parto. Os dois lados atacaram ao mesmo tempo, Isabel morreu no parto, Cassius deu a vida para dar uma chance de fuga aos gêmeos, que foram levados pela ama para o castelo de Merlim, o lendário.

-Só para ressaltar, vampiros e lycans não tinham uma aliança, portanto lutavam uns contra os outros e contra a guarda de Cassius, foi um banho de sangue. Essa falta de planejamento e visão permitiu uma fuga até que tranqüila para Calisto, a ama lycan que fugiu pela passagem secreta. –Harry interrompe Hermione, mas logo a deixa retomar a história.

-Merlim selou as maldições dos gêmeos, de modo que estes não fossem mais amaldiçoados e sim humanos, que deveriam crescer separados, para que quando o momento certo chegasse, o selo fosse quebrado e então seus descendentes pudessem assumir o legado de findar a guerra entre vampiros e lobisomens. Um foi dado para uma família bruxa criar, o outro a uma família trouxa, Calisto protegeria os dois. A lenda dos híbridos não morreu entre lobisomens e vampiros, por isso quando estes renasceram, todos os reconheceram imediatamente.

-Renasceram? Está me dizendo que estas aberrações estão soltas por aí? –Agora Jason parecia assustado, sua mente girava em torno das possibilidades que Voldemort teria com estes ao seu lado.

-Que tipo de poderes eles tem? São vampiros ou lobisomens? –Alex também estava assustado, sua mente mal conseguia imaginar que tipo de criaturas poderiam ser.

-Nós somos as aberrações . –Harry fala usando novamente seu tom frio, demonstrando que não gostara da ofensa e deixando os ministros boquiabertos e envergonhados.

-Isso é alguma brincadeira? –Jason pergunta olhando de um para outro, sem conseguir imaginá-los como monstros.

-Tudo aconteceu no fim de Julho, Hermione e eu estávamos sozinho, conversando sobre o que faríamos dali para frente com a morte de Dumbledore. Foi uma conversa franca, quase um desabafo, o que de alguma forma fez surgir um clima entre nós e acabamos nos beijando. Foi este contato que quebrou o selo, no dia seguinte estávamos diferentes, com novas habilidades.

-Se me permitem, vou fazer uma demonstração. –Hermione se levanta e então rapidamente se transforma, fazendo os homens saltarem e irem para trás de suas cadeiras, Jason tinha a varinha em mãos. –Acalmem-se, está tudo bem. –A voz rouca e grave os fez tremer, o que imediatamente melhorou com a volta dela para forma humana.

-Hermione é mais lycan que vampira, assim como eu sou mais vampiro que lycan. –Harry mostra as presas, os olhos verdes ficando mais brilhantes e assustadores, mas logo depois voltando à forma normal. –Eu me alimentei de sangue de comensais na minha primeira lua cheia, meu poder maximizou de forma incrível. Porém, depois disso, quando preciso de sangue caço animais.

-Como Harry é um primogênito, se alimenta normalmente com comida humana, anda sob o sol apesar de ter passado a não gostar muito de claridade, mas tem outras partes lycans visíveis como a grande força, muito maior que a de um vampiro. –Hermione completa de modo tranqüilo, observando os dois passarem por vários estágios de “pânico”. -Ficamos totalmente confusos com as mudanças que estavam acontecendo até que na noite de minha primeira transformação Calisto apareceu para mim e explicou para nós dois a história de Cassius e Isabel. Depois nos levou ao castelo de Merlim, onde encontramos uma carta de Isabel, destinada aos filhos.

-Castelo de Merlim? Ele ainda está vivo? –Jason tremia, era quase como se falassem que havia um deus entre os homens.

-Não. Ele saiu de seu castelo um dia e nunca mais voltou. Calisto era a única que sabia que o castelo existia e onde ficava, agora nós também sabemos. –Harry responde em tom neutro, deixando a agressividade e a simpatia de lado.

-A propósito, Alex, deixe-me explicar o que são lycans e lobisomens. Lycans, são como uma espécie de lobisomens, só que mais fortes e poderosos. Eles podem se transformar quando querem, mantêm sua consciência humana e podem até falar. São tão rápidos que podem chegar aos 100 km/h e mais ágeis que um humano normal, sua força é tão grande que podem arremessar carros com a facilidade de um jogador de beisebol arremessando uma bola. Mesmo na forma humana eles podem, com muito esforço, erguer carros, sua audição e olfato são bons como os de cães e se recuperam de ferimentos muito mais rápidos que humanos normais, não ficam doentes facilmente e não envelhecem após a maturidade.

-Então são imortais como vampiros? –Alex pergunta e Hermione acena que sim. O ministro estava sem cor e parecia tremer levemente.

-Os lobisomens são homens normais, com ótimo olfato e audição, mas nada muito diferente de um humano. É mais complicado de eles ficarem doentes, mas se recuperam normalmente de ferimentos, exceto os feito a prata. Só se transformam durante a lua cheia, se tiverem tomado a poção mata-cão podem manter sua consciência humana, caso contrário, comportam-se como animais selvagens e não se lembram do que fizeram. Transformados, os lobisomens tem a força de um lycan na forma humana e são muito lentos e pouco ágeis, geralmente são humanos e não bruxos, porém não conseguem usar magia mesmo se estiverem conscientes.

-E o quanto vocês são poderosos em comparação a um lycan e um vampiro normais? –Jason pergunta tentando ser objetivo. Harry e Hermione riram levemente da pergunta.

-Em um minuto derrotei, ao mesmo tempo, o macho e a fêmea alfa da Europa. Ou seja, os dois lycans mais fortes. Fiz isto para provar a eles que estava a altura de assumir o comando de todos os lycans e lobisomens do mundo. Esta semana, Harry e eu seremos oficialmente reconhecidos como Príncipe e Princesa dos amaldiçoados.

-Reconhecerão um vampiro como líder? –Jason estava surpreso, olhando para a postura confiante dos dois.

-Eles não gostaram, assim como também não gostaram de ser proibidos de atacar ou matar vampiros, mas eles não têm escolha. Claro que como beneficio, prometi a eles que serão reconhecidos e respeitados como cidadãos normais pelo governo. Terão documentos, pagaram impostos, receberão benefícios, enfim, se incorporarão a sociedade. –Hermione não fizera uma pergunta, era mais como se ela estivesse dizendo que o governo acataria tal providencia.
-Se eles nos ajudarem nesta guerra, isso não será problema algum. Podemos conversar sem problemas. –Jason garante de modo tranqüilo, fazendo Hermione ficar mais otimista.

-Eu digo o mesmo. Se eles não fazem mal a humanos, não vejo problemas. –Alex concorda a seguir.

-Então vamos para o ponto seguinte. Assim como Hermione, me apresentei aos meus. Vampiros são diferentes de lycans, eles se dividem em clãs, os quais possuem uma linhagem de sangue, que remonta a um primogênito. Os clãs têm suas próprias políticas e regras, a única regra universal é jamais revelar sua existência a humanos. Por isso eu sabia que precisaria de um apoio muito forte e fui atrás de Caim, O Primeiro, expliquei meus planos a ele e, felizmente, ele se pôs ao nosso lado. Então quando fomos à festa com os representantes dos mais importantes clãs da Europa, fui respeitado, apesar de ter tido que provar minha força eliminando dois dos dez vampiros mais poderosos de lá.

-Eles se ajoelharam e juraram lealdade a você? –Jason pergunta incrédulo, quase surpreso.

-Não. Eles não gostaram da proibição de guerrear contra lycans e caçar humanos, mesmo comigo dizendo que eles ganhariam o direito de serem cidadãos de bem, respeitados pelo governo enquanto se mantivessem limpos. Porém, eles sabem que Caim e eu poderíamos com facilidade ter matado todos que estavam ali, além da minha força e poder, também há a questão de eu ser muito querido pelos bruxos, comprar uma guerra comigo é algo que seria muito desvantajoso para eles. Contudo, eu tive uma brilhante idéia durante a festa, quando uma vampira insinuou os benefícios que eu teria se a aceitasse como minha princesa. Disse que Hermione era minha princesa e mencionei o time de futebol que pretendia montar com nossos filhos. –Harry fala o final rindo, lembrando-se da expressão da vampira.

-Time de futebol? Não entendi. –Alex pergunta olhando de um para outro, Hermione estava completamente sem jeito.

-Você está grávida? –Jason pergunta assustado.

-Não, eu sou uma garota que sabe manter o respeito. Harry inventou isso sei lá de onde. –Hermione se defende rapidamente, mentira tinha limite.

-Eu disse isso, porque se nós já somos poderosos, um filho nosso poderia ser muito mais, todos teriam medo do que poderia acontecer. Desse jeito os clãs vampiros vão ter que se unir para pensar num jeito de nos matar, verão que podem trabalhar juntos, além disso, não vão poder fazer isso por enquanto e por isso vão experimentar durante um tempo a vida que estamos proporcionando e verão que o sacrifício vale a pena. –Harry estava bastante seguro e isso deixou Alex balançado, porém Jason não gostava nada da idéia.

-Os vampiros se alimentariam de que? –A pergunta foi feita em tom forte, quase desafiador.

-Teriam duas opções: Animais e doação de sangue. A caça de animais não seria um problema, há florestas e parque ambientais que suportariam bem essa caça. A maioria, porém, acredito que vá preferir manter servos humanos de quem poderão beber o sangue ou então ir a um banco de sangue. Claro que estes servos só podem ser humanos que se ofereçam de livre e espontânea vontade para isso. –Hermione explica de modo direto e burocrático, mostrando que fazia parte do plano.

-E porque humanos iriam querer servir vampiros? –Alex pergunta como se aquilo fosse absurdo.

-Muitos já fazem isso, o objetivo é mostrarem-se “dignos” de se tornar vampiros. A grande maioria dos clãs tem regras bem rígidas de quem pode ou não ser transformado em vampiro. –Harry explica e Alex faz um sinal de que entende, afinal existia maluco para tudo no mundo.

-Eu ainda não gosto da idéia de me aliar a vampiros. –Jason fala incomodado, tinha seus próprios traumas com isso.

-Eu entendo que os vampiros não são amigáveis, mas se formos analisar, eles têm motivos para não gostar de humanos. São obrigados a se esconder, não só do sol, mas das pessoas, sempre tendo que se mudar, sem poder criar raízes, sem poder dizer a verdade sobre si, sendo obrigados a se alimentar de outros seres humanos, pois a maioria não consegue se satisfazer com sangue animal. Portanto, vamos tentar ser compreensivos com o passado deles, até porque não se unir aos vampiros é também me rejeitar. –Com aquela frase final Harry deixou claro que ou era o pacote completo ou nada.

-Não posso me responsabilizar por isso. O que a população dirá se eu reconhecer os direitos de vampiros e eles começarem a atacar pessoas? –Jason apela para a única justificativa plausível que tinha.

-Eu entregarei o culpado pessoalmente à justiça e a punição será a que desejarem. Aliás, nossas propostas legais são bem claras e respeitam as leis bruxas e trouxas. –Harry responde objetivamente e faz alguns papéis aparecerem sobre a mesinha.

-Jason, você poderia nos dar uma cópia da legislação bruxa que diz respeito aos trouxas? Creio que teremos que definir algumas mudanças e novas propostas para que a união das sociedades trouxa e bruxa possa dar certo. –Hermione pede em tom pratico e simpático, estava começando a se empolgar com a reunião. –Alex, sei que pode estar inseguro, mas acredite quando eu digo que esta revolução que está para acontecer, será muito maior e mais importante que a Revolução Industrial e novamente porá a Inglaterra no centro do mundo, seremos uma referência para todos os outros países.

-É isto que eu também espero. –Alex tinha uma postura prática de negócios, mas em sua mente Harry e Hermione podiam ver que ele receava que os dois tentassem tomar o poder ou dar lugar a um governo bruxo. Como não era uma opção que os dois considerassem, ficaram tranqüilos, pois tudo indicava o sucesso da reunião.

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N/A: Oi, demorei um tempo porque vocês não comentaram muito, sabem como é. Contudo, o cap ficou grandinho, o próximo também será grande e terá um pouco de H/H e D/G, afinal os dois não estão sumidinhos à-toa.

N/A²: E aí, como acham que os trouxas vão reagir a revelação? Acham que o ministro da magia vai aceitar os vampiros? Como será que ficará o governo com o mundo mágico revelado? Quero ver as teorias de vocês!

The Jones ;D: Harry não está percebendo, ele sabe, o que ele está percebendo é que ela não ta conseguindo mentir mais para si mesma com tanta confiança, por assim dizer. E o lance das mulheres era o brilho das trevas né, Mione também tem um pouquinho. O pior é que o Harry e a Hermione não têm nem idéia da arma secreta de Voldemort, então é esperar pra ver.

Gabby Lupin: O brilho das trevas ainda vai dar uns probleminhas para os dois rsrsrsrs. Quanto ao jogo, ta andando direitinho, quando a demo estiver pronta eu dou o endereço do site para baixar.

*MaRy*: Você pode acrescentar a lista de coisas que não cheiram bem, essa conversa com os ministros, parece que o ministro da magia não simpatiza com vampiros não. O relacionamento de mentirinha vai render momentos bons e ruins, como vimos nesse cap com as medidas de segurança do Sr. Granger rsrsrsrsrs.

Karina Potter: Você não ta levando mesmo fé na Mione neh, não devia subestimá-la. Quanto aos filhos, vamos com calma, até porque nem se sabe se eles podem né.

Angel Cullen = Srta. Cereja: É isso aí, vamos odiar o Voldemort que ele merece. O pior é que todo mundo achando que Vold ta só ganhando aliados e nem imagina a arma secreta dele.

Felipe: Poxa, é mesmo chato que não seja muito acessível, mas é que agora estamos pensando em aprender a fazer um jogo, mas o próximo passo é trabalhar em algo acessível e se possível on-line.

rosana franco: Brilho das trevas não funciona com a Mione, mas o charme Potter da conta, se preocupa não.

Lilianime: Obrigada pelo elogio, eu tento me esforçar com os di´logos, são bem complicados. Nesse cap mesmo fiz toda a conversa no escritório três vezes antes de me considerar satisfeita, sendo que uma vez apaguei umas cinco páginas e reescrevi.

mat: Não tenho idéia de quantos caps vão ser, mas ainda há muitos pela frente. Agora, porque eu estou contra você? Não entendi isso.

Ana Rita: Bem vinda ao meu grupo de leitores, espero que continue gostando da fic. Gostou das reações do Sr. Granger neste capítulo? Uma curiosidade, você é portuguesa?

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