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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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Visualizando o capítulo:

25. Capítulo 25


Fic: Meu Marido Até a Poeira Abaixar ATT 12 02 2014


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá!!!!!
Nem demorei muito (comparado aos outros caps.), né?
Quero agradecer muito pelos comentários! Fico feliz que ainda estejam acompanhando a fic *-*, vocês são uns amores.

Então vamos lá:

Aviso Importante: Capítulo desaconselhável para menores (Sim! Tem nc17 no capítulo xD)

**

Capítulo 25

-Você fica sensual dessa maneira – ele disse deslizando a mão sobre seu ventre, e a encarou ainda sorrindo. – Tão ou mais que quando usa minhas roupas – murmurou elevando a mão.

Hermione riu, sentindo o rosto arder. – Obrigada. E devo confessar, você também fica ótimo de – ela arfou quando, desprevenida, sentiu um dos dedos de Harry deslizar abaixo de seu seio.

Ok, estava enlouquecendo. Estava enlouquecendo. Só essa era a alternativa cabível para o que estava sentindo. Não era provável, definitivamente não o era, que Harry estivesse a tocando. Mas e se ele...?


Hermione suspirou, tratando – certamente – de se acalmar, para só então erguer a vista (algo mais que desconcertada) e encarar Harry.

-Está com sono? – ele indagou baixo, sorrindo tão travesso que a mulher precisou de vários segundos para retrucar. Além do mais, ela sentia medo de dizer qualquer coisa àquele Harry. Ele tinha razão, não sabia do que ele era capaz... na cama.

-Bons sonhos, Mione – Harry disse, cansado de esperar uma resposta dela. O homem se aproximou apenas o necessário do rosto dela para lhe oferecer um curto beijo em seus lábios entreabertos. Então apagou a luz de seu abajur e deitou-se, como num dia corriqueiro.

Hermione fechou os olhos com força, será que para Harry ela sempre seria apenas a amiga que pode, vez ou outra, ser sexy?
Sentiu-se inexplicavelmente irritada, demasiadamente frustrada e desapontada. Talvez, Vitória causasse mais efeito nele apenas com um olhar que todos os beijos e eventuais toques que compartilharam até o momento. Cerrou os dentes com força. Virou de lado e ficou suficientemente próxima do corpo de Harry, sua respiração cadente sobre o lado do pescoço dele.

A morena mordia o lábio inferior nervosamente, apesar da respiração regulada. Soltou o ar dos pulmões e sorriu vacilante. – Me diz, Harry – ela sussurrou em sua pele, seus lábios tocando-o brevemente. – E se não estivesse com sono? O que poderíamos fazer? – o homem riu, ainda sem se voltar. Tinha uma boa idéia do que fazer.

-Lembra-se que a Vitória nos disse para ficarmos à vontade? – Harry disse voltando-se para ela, antes de se sentar. – Fiquemos – murmurou marotamente, saindo da cama.

-Harry...? – o moreno apenas lhe lançou um olhar ao se dirigir à porta. Tudo bem, o que quer que Harry tivesse em mente, ela não iria compactuar.

Três segundos depois, Hermione resignou-se a sair da cama; esta ficava grande demais quando estava sozinha. Além do mais, sabia que não conseguia mesmo dormir com o pensamento de que Harry não estava ao seu lado.

Harry esgueirava-se pelo corredor, andando cuidadosamente e ora em vez espiando, como se estivesse preste a fazer um mal-feito. O que, pensou a morena ao segui-lo, era bem provável.
A casa estava em profundo silêncio e a escuridão do lugar parecia não importar a Harry; este continuava a caminhada cautelosa pelo corredor, com a amiga em seu encalço.

-Será que eles não se divertem à noite? – ele indagou baixinho.

“Sei algo muito mais divertido que provavelmente poderíamos estar fazendo" Hermione ponderou mentalmente. Estando, segundos depois, chocada consigo mesma. Resolveu se manter calada, visto que não confiava na resposta que poderia lhe escapar.

Estava tão distraída negando a si mesma que o pensamento que tivera fora libidinoso que sequer notou que Harry parara no caminho para espiar outra vez e se surpreendeu tanto ao colidir com o corpanzil do amigo, soltando um gritinho.
Girando em si mesmo para observá-la, Harry a fez calar, tocando em sua boca com o indicador e dedo médio.

-Desculpe, eu só me assustei.

Harry a mirou com um sorrisinho zombeteiro. - Como vê, Herms, não sou nenhum bicho-papão – e acrescentou divertido: - Que auror é você se tem medo do escuro? - antes que ela lhe respondesse de maneira cortante, o bruxo segurou sua cintura, acariciando-a levemente. – Mas posso dar um jeito nisso... – sem mais, ele a tomou nos braços e a ergueu.

Hermione não protestou, já havia feito barulho suficiente e o que menos desejava era acordar as pessoas da casa. Enlaçou o pescoço dele e recostou a cabeça em seu ombro enquanto Harry tratava de descer as escadas, ela já nem se importava com o comentariozinho infame dele ou na resposta escarninha que havia preparado.
**

Vitória despertou sobressaltada, havia escutado um grito... Olhou para o lado e, ao acostumar-se com a escuridão, vislumbrou Josh dormindo tranqüilamente. Aguçou os ouvidos, mas não havia som algum. Teria sonhado?

Observou novamente o marido, não parecia ter ouvido nada demais. E desde que tiveram os gêmeos, Josh tinha o sono muito leve, despertava com qualquer barulho. Na verdade, isto se tornara uma característica de ambos depois da chegada dos herdeiros Warker.
Seus herdeiros... Vitória suspirou pesadamente, estava sentindo falta de seus pequenos. Nunca ficara tanto tempo sem vê-los... Era certo que já a estavam enlouquecendo, deixando-a a beira de um colapso nervoso, mas eram seus bebês! Onde estava com a cabeça quando deixara-se convencer por sua mãe de que precisava de um tempo de descanso?

Talvez só devesse voltar para os braços do esposo e dormir. Mas ainda havia aquela sensação de que havia alguma coisa errada.

Deixou de ponderar, não sossegaria até ter a certeza de que estava tudo bem.
-Josh – ela o sacudiu levemente. - Josh... acorde.
***

Harry a deixou de pé no meio da cozinha, indo ao encontro dos interruptor depois foi até o freezer e o abriu sem cerimônia. Hermione o observou descrente quando Harry retirou de lá um pode enorme de sorvete (logo ela descobriria, sabor passas ao rum).

-Viemos até aqui para saciar a sua necessidade por glicose? - Harry sorriu sem respondê-la, abrindo e fechando gavetas à procura de colheres.

Quando não obteve sucesso em sua busca (as gavetas tinham de tudo, exceto talheres), foi em direção a pia e encontrou, depois de rápida busca, uma colher. A lavou, enxugou e só então se voltou pra amiga.

-Veja como sou prendado – disse em tom de zombaria, mostrando-lhe a colher como um troféu. – Você não vai encontrar um marido como eu, carinho – continuou, aproximando-se. – Venha comigo – ele estendeu a mão livre. – Vou lhe mostrar o paraíso...

Hermione aceitou o convite e a mão dele de sobrancelha erguida e ar divertido. Deixou-se guiar à mesa e observou Harry depositar o pote de sorvete sobre ela e a colher encima, puxar uma cadeira e sentar-se nela. Abrir o sorvete, trazê-la para si, fazê-la sentar-se em sua perna e lhe oferecer a primeira colherada do sorvete.

-Eu acho que não – contrapôs virando o rosto. – Não é hora para comer besteiras, além do mais, sabe que já ultrapassei minha cota de açúcar do dia.

-Vamos, Mione. Eu vi seu olhar cobiçoso sobre ele – Harry balançou a colher tentadoramente perto da boca da mulher. – Não quer? – ela umedeceu os lábios, sentia a boca encher d’água. Mordeu o lábio inferior. – Não? Tem certeza? – mas antes que ela pudesse dizer que mudara de idéia e que sim, queria aquela porção de sorvete, Harry metera a colher na boca. – hm, isso está estupendo.

A mulher o fitou. – Ah, apenas posso imaginar – contrapôs em azedume, observando Harry uma vez mais se deliciar com o doce.

-Não se zangue, carinho. Você pode pegar se quiser – disse antes de lhe oferecer a colher.

-Sabe que eu não posso...

-Claro que pode – murmurou ao seu ouvido. – Ao meu lado, pode fazer o que quiser – continuou, beijando levemente a curva do pescoço, o hálito gelado dele arrepiando sua pele e ela preferiu ignorar o quão provocante aquilo fora. – Será um segredo entre nós, está bem?

Hermione simplesmente assentiu, disposta a quebrar regras – não seria mesmo a primeira vez -, além disso, não tinha mais 15 anos e não estava sob as normas de seus pais.
Harry sorriu calorosamente ao vê-la finalmente experimentar o sorvete, a mulher fechara os olhos gravando o sabor na memória, sabia que era certamente o gosto de desrespeitar regras que Hermione estava desfrutando e guardando consigo.

Ele acariciou o rosto dela e Hermione abriu os olhos, sem despregar a boca da colher, outra vez cheia. – Às vezes acho que sou uma péssima companhia pra você.

A mulher riu gostosamente, enchendo a colher novamente de sorvete. – E eu, acho que precisa de mais sorvete – retrucou antes aproximá-la da boca do amigo.

Quando Harry abriu a boca, Hermione desviou a rota para sua própria boca. Então ela ‘sujou’ um dedo com o sorvete e o perpassou no nariz do bruxo, que fingiu indignação sob o gracejo, mas nem se deu ao trabalho de se limpar.
Ela não o deixou pegar a colher de suas mãos quando Harry tentou, mas este deu de ombros e com dois dedos apanhou uma pequena quantidade do doce e a levou a boca.
Hermione fez uma careta e caçoou, dizendo que aquilo não era nada higiênico. Harry por sua vez contrapôs que fora ela quem não lhe dera a colher quando lhe pedira.

-Eu não me importo se não quiser comer mais – acrescentou ele, ironicamente, trazendo para si o pote.

-Eu posso fazer esse sacrifício – a morena falou, já enchendo a colher novamente.

-Para quem tem uma dieta bem reduzida de açúcar, você está me saindo uma formiguinha, senhora Potter – Harry comentou, lhe fazendo cócegas.

Hermione riu segurando com uma mão um dos braços dele e com a outra sua colher cheia de sorvete como se cuidasse de algo altamente frágil. – Pare com isso, Harry. Não vai conseguir minha colher com esse golpe baixo.

-E quem disse que preciso da colher? – a morena o encarou desconfiada, ainda mantendo a mão afastada do alcance dele. Harry riu. – Veja só – novamente com o dedo, ele pegou certa quantidade do sorvete e os aproximou dos lábios dela.

Hermione hesitou apenas um segundo antes de levar à boca o sorvete e... o dedo de Harry. Ela não pode tirar os olhos dos dele ao momento e não pôde deixar de pensar que preferia aquele método de provar o sorvete. Se Harry se prontificasse, nunca mais precisaria de colher, garfo ou qualquer talher...

“Aprovada! Qualquer que seja a técnica, está aprovadíssima” quase pôde ouvir Gina gritando entusiasmada em algum lugar de sua mente. “E a idéia da substituição é ó-ti-ma!” agora usava um tom maroto.

Quando ela o ‘libertou’, Harry sorriu e segurou o rosto dela, trazendo-a para mais perto. – Agora deixe-me provar em você, carinho – Hermione já estava em outra freqüência a muito tempo, nem pôde emitir um som de protesto se quisesse o fazer, porque já não entendia nada nem nada lhe importava ao seu redor.

Harry borrou seu polegar no sorvete e passou nos lábios dela, depois foi a vez da boca dele perpassar sobre a dela. E com o toque, Hermione fechou os olhos – foi quase impressionante o tempo que ela levou para voltar a si e se perder outra vez - seu cérebro se desconectou do real. O aperto de sua mão se afrouxou, deixando a colher pender precariamente dela, para cair no momento em que a mulher correspondeu o beijo.

O estalido causado não os importou, tão-pouco a sujeita que a colher causara no assoalho e a presença de certos intrusos logo foi deixada de lado por Harry.

Josh adentrara a cozinha com Vitória segurando-lhe o braço (ou era mais bem puxado por ela), por fim. Eles estiveram segundos estacados na entrada, havia chegado ao momento em que Hermione provava o sorvete da mão do esposo. Josh tivera a impressão de que Harry os tinha visto, mas não poderia dar certeza.
Vitória suspirou pesadamente, parte aliviada por serem apenas os Potter que se encontravam ali.

Eram os lábios de Harry nos seus...
E era a sua frustração que depositava naquele beijo, as mãos dela envolveram seu pescoço.
Era engraçado, ainda que soubesse que não era o mais “recomendável” usufruir assim daquele contato ou demonstrar tamanha vontade em cooperar, não achava certo parar. Não gostaria de admitir, mas havia algo em Harry que a fazia orbitar ao seu redor. Era o toque dele, o gosto...

Hermione se afastou, cautelosa. Não desejando confundir as coisas. Aquele era Harry Potter, seu melhor amigo, não um homem disponível para ela. Devia lembrar-se que ele estava ali por tê-la ajudado. Era seu marido, mas só de mentirinha.
Você não vai encontrar um marido como eu” A mulher forçou um sorriso e se levantou de seu colo. – Sinto sono, doçura – disse-lhe beijando levemente o canto de sua boca.

Ela se voltou para a saída e seu olhar recaiu sobre os Warker. Seus olhos castanhos os fitaram, é claro, Harry não tocaria seus lábios daquele modo não sendo na presença de alguém. Hermione sorriu para si mesma, como pudera ser tão tola?
Com toda a dignidade que seus pés descalços, a curta camisola e seus cabelos revoltos poderiam lhe dar, Hermione se dirigiu à saída. Não se dispôs a falar, apenas lançou um último olhar a Harry e ele guardaria aquela imagem eternamente, a amiga, aos seus olhos, mais parecia uma ninfa.
Volvendo-se para o sorvete, percebeu que este perdera a graça. “O que fará sem sua ninfa?”, Harry riu consigo mesmo antes de se erguer.

A saída de Harry deixara o casal sem ação.
**--**

A encontrou antes que fechasse a porta.
-Carinho... - Harry moveu os dedos quase acariciando a região logo abaixo dos seus seios. – Me deixou na companhia das pessoas erradas. - Era tentador... Não... Melhor não, ele concluiu. Ela estava tão rígida que poderia se quebrar.

-Péssima idéia – a morena disse com a voz rouca.

-O que disse?

-Não tem ninguém olhando, não precisa mais fingir.

Os músculos dele retesaram diante dessa nova perspectiva e ela sentira isso, oh, talvez Harry nunca tivesse a intenção de tocá-la realmente. Seria estúpido, afinal, pensar que o quisesse, não é?
Ela ergueu a cabeça para encará-lo, Harry era vários centímetros mais alto, mas, naquele momento, por qualquer razão que desconhecia, quase podia tocar a boca dele com a sua.
Ele estava todo sério, meio rígido. Tinha aqueles verdes envolvendo-a, assim como aquele olhar... Um que sempre precediam reações inesperadas. Ela particularmente não o entendia, não aquele olhar. Harry poderia repreendê-la ou acariciá-la, chacoalhá-la ou rir-se da situação quando estava assim.

Os lábios de Hermione estavam muito próximos. O perfume de canela o envolvia, atormentando-o. Foi como se o tempo parasse, o ar vibrando com ondas invisíveis de eletricidade. O silêncio prolongou-se, quebrado apenas pelo ruído mensageiro dos ventos, um barulhinho contínuo que parecia explodir a cada segundo que passava, provocando, impelindo, insistindo.
Viu quando os olhos dela se tornaram maiores, cheios de antecipação e perguntas que não devia desejar responder. Um homem esperto resistiria ao convite.
E orgulhava-se de possuir certa dose de inteligência.
Mas antes que Harry pudesse ouvir a voz da razão, ela tomou a iniciativa e beijou-o. Devagar. Suave. E doce.
E o coração dele saltou dentro do peito, sua cabeça reagindo de pronto, cheia de propostas. Mas Harry estava resoluto, seria só por um minuto. Depois demonstraria força e se afastaria.

A língua tocou a linha onde seus lábios encontravam-se, provocando uma explosão. A explosão hesitante quase o enlouqueceu. Hermione estava muito além da capacidade de resistência dele.
Harry segurou o rosto delicado, de forma a ter melhor acesso à boca doce e tentadora. Puxou-a contra o peito e sentiu os seios macios. A reação de seu corpo foi praticamente irremediável.
Beijou-a como, ele tinha certeza, nunca o havia feito antes. Com um desejo primitivo e voracidade, como sabia que se arrependeria. “Mais tarde”. Saboreando, explorando, torturando-se com o sabor dela.

Os dedos acariciavam seus ombros, alimentando o desejo que o consumia. Gostaria de deitá-la na cama e cobri-la com o próprio corpo.
Mas era impossível. Seria como quebrar o pacto silencioso "Proteger, respeitar, cuidar. Confidenciar, chamar atenção se necessário. Mas, acima de tudo, não esquecer a palavra ‘Platônico’". É tão ou mais importante do que "arriscar um pouco além".

Apesar de saber que devia parar e correr para longe da tentação, depositou um beijo delicado em sua testa. Podia sentir as batidas do seu coração, ouvir a intensidade de sua excitação nos gemidos roucos e provocantes e na respiração ofegante. Ela olhou para ele incrédula. Sinceramente não imaginava como o amigo podia ser tão passivo.

Aceitando como se reconhecesse as próprias fraquezas, Harry a pegou. Agarrando-a pelo braço e puxando-a para si, novamente, de uma forma que Hermione se encaixasse nele um tanto abruptamente.. Prometendo por fim... demonstrar pra ela que já não era tão 'comportado'. Não quando ela se mostrava tão insinuante, mostrando o querer... daquela maneira lasciva.
Então, antes que Hermione imaginasse alguma coisa. Seus sentidos foram temporariamente desligados. E Harry já explorava seus lábios; de forma que as sensações prolongaram ao longo do corpo através de choques elétricos.

Não era (“não pode ser”) um sentimento unilateral, ele também encontrava-se naquela sensação, com ela. Também desejava, com uma força devastadora.
Ela curvou os lábios e gemeu. Algo no fundo da consciência dela, recuou. Depois tomou vida. Não, ela não deixaria escapar essa oportunidade, aonde quer que a levasse.
Dessa vez, Harry foi mais devagar. Rumando-os lentamente em direção a cama.
Quando as costas de seus joelhos bateram na cama, Hermione caiu deitada. Ela parecia estar hipnotizada. Harry beijou-a com toda a vontade que até então estava reprimida. Um beijo de verdade, sem pudores.
Foi desviando até o pescoço e se deteve um bom período ali, fazendo-a ofegar. Suas mãos desceram em direção as coxas dela, massageando. E foram subindo, entrando por dentro da camisola de seda lilás que ele tanto apreciara.
Com um movimento terno, baixou as alças da camisola sobre os ombros, tronco e pernas.

Seus olhos brilharam, como um garotinho que acabava de abrir o tão sonhado presente de natal. Deleitando com a imagem do torso nu de Hermione.
Tirou a própria camisa e a calça. Divagando na imagem da manhã passada, onde ele não pôde ver claramente... Tudo. Não que ele não tenha visto antes, claro. Ele precisara uma vez, fazer um curativo na amiga. De fato, nada que pudesse sobressair à idéia de ver Hermione curada. A verdade era que ficara tão alarmado por vê-la sangrando, que se perdeu na sensação. E sua concentração estava mais presa no ferimento e nas repreensões que ocasionalmente resmungava para Hermione que na porção visível de seu corpo. Por Deus, não era um pervertido! Hermione estava vulnerável, não era como se achasse certo espiar de maneira repreensível. É certo que tivera que olhar, o ferimento afinal era praticamente sobre o seio esquerdo, mas estava agindo como um profissional e amigo preocupado e não como um libertino que poderia se aproveitar da situação...

[--Flash-back--]
Praticamente a arrastava pelo corredor do Ministério, segurando com uma força desnecessária seu braço enquanto a puxava. Hermione encontrava-se muito irritada, mas Harry sequer se importou quando a empurrou para dentro de sua sala, ele mesmo não estava com no de melhor de seus humores.

Quando a soltou, Hermione o fuzilou com o olhar, acariciando o braço que tinha uma mancha avermelhada, no lugar onde o homem apertara.
Harry foi ao seu encontro a passadas firmes e longas, ignorando a explosão ameaçadora do olhar da amiga. Ele mesmo parecia bem ameaçador com aqueles olhos verdes brilhando perigosamente.
Hermione estava disposta permanecer fitando-o zangada e duramente, para demonstrar que não se intimidaria facilmente. E o faria se uma pontada lacerante não a fizesse ofegar e postar a mão sobre o peito.

Harry praguejou cerrando os dentes segurando cuidadosamente os ombros dela. – Você está bem? – indagou a observando.

Hermione ergueu a vista, sorrindo ironicamente. – O que acha? – ele virou os olhos.

Retirou a mão dela para observar o ferimento e a encarou reprovador quando observou sangue, ela preferiu fingir não enxergar a censura. O moreno expirou para se acalmar, antes que começasse a dizer as dezenas de impropérios que lhe vinham à cabeça.

Ele tomou a blusa dela nas mãos e a abriu com violência. Hermione o encarou com indignação, mas Harry lhe lançou um olhar de aviso. “Não se atreva a me contestar”.

A mulher ainda se esquivou e tentou colocar os braços sobre o torço, Harry simplesmente a empurrou contra a parede, seus braços seguraram os dela firmemente.

-Deixe-os ao longo de seu corpo – ordenou. Quanto sua vista encontrou o ferimento, estava sob o sutiã, e este encontrava manchado de sangue, Hermione postou novamente seu braço, barrando sua visão.

-Não é nada demais – ela disse calmamente, Harry parecia alarmado.

-Maldição, Hermione! – desta ele estapeou seu braço, para afastá-lo. - Sua teimosa – então deslizou as alças do sutiã.

-Harry! O que....

-Se você não tivesse voltado àquele local, isso não teria acontecido – disse apontado para o ferimento, já descoberto.

-O que você queria? Que tivesse deixado aquela maldita fugir? – indagou incrédula. – Ela está bem pior que eu, acredite.

-Não era sua responsabilidade! – ele esbravejou, quase cuspindo as palavras.

Ela virou os olhos. – Não irei discutir isto com você.

Harry cerrou os punhos com força. – Se você... – disse lentamente. – Fizer isso novamente, Hermione – continuou no mesmo tom, pegando a varinha. – Não irei responder por mim – falava num murmúrio, mas nunca lhe pareceu tão ameaçador, esse não era um tom que costumava usar com ela. – Você poderia ter sido morta.

-Não seja ridículo...

Quando ele a encarou, Hermione ficou paralisada. Ela teria recuado um passo de tivesse para onde. Harry postou a varinha sobre o ferimento dela. – Isto vai doer – ela já sabia, por isso respirou fundo e cerrou os dentes. Sem mais um comentário, Harry executou um feitiço anti-infecção e Hermione quase uivou de dor.

Harry executou mais alguns feitiços sobre ela como precaução e se dirigiu à sua mesa abrindo uma das gavetas e retirando de lá uma espécie de caixa de primeiro socorros. Voltou a se aproximar de Hermione. Então Harry se dispusera a fazer um curativo simples na amiga.

-Quero que tire o dia de folga e vá ao St. Mungos – disse, terminando de fazer o curativo. – É uma ordem – acrescentou, fitando-a. A contra-gosto, Hermione assentiu.

Harry suspirou. –Droga, Herms! – e a abraçou. - Estive com medo por você.

Segundos depois, ela retribuiu o abraço. Nenhum dois dos se importou – ou melhor – notou a falta de roupa sobre o torso dela.
[--Fim do flash-back--]

Mas agora era diferente... muito diferente. Ela deitada ali, diante dele... parecendo quase intocável. Hermione abriu os olhos e sorriu.
E ele fechou os próprios em sinal de rendição. Precisava daquela mulher, e por completo. Desde a ponta do fio de cabelo, até a teimosia iminente.

Em movimentos compassados, sem pressa, nada de agarrões desesperados, manuseava prazerosamente os seios dela. Enquanto a outra mão descia em direção a barriga. Ela pensou que fosse perder a cabeça, quando, sem aviso ele sugou um de seus seios. Ela gemeu baixinho. Descobrindo uma sensibilidade imensa em suas terminações nervosas.

Harry demonstrou ser um mestre do autocontrole. Admirava-se por conseguir escutar cada gemido que saia da garganta dela, sem perder a cabeça. Abaixou a mão e despiu a única peça que ela ainda usava.
Seus dedos ainda dançavam torturantes sobre o corpo dela. Ele queria especialmente encontrar cada um dos lugares mais sensíveis... Quando ele tocou sua intimidade, ela olhou para ele rapidamente e encontrou um par de olhos verdes escurecidos. Desejo, carinho, cuidado.

Ela arqueou com a forma que ele a tocava. Harry era todo sensual e atencioso... Estava a levando muito rapidamente para longe da consciência. Já não conseguia ter certeza de onde estava ou de quem era, apenas sabia que... seria amada por aquele belo homem, que, ao momento estava lhe oferecendo um prazer indescritível. Por um momento, sentiu como se as mãos, os toques dele fossem ficar para sempre marcados em sua pele. Além disso sentia necessidade de tocá-lo, de explorar cada pedaço seu, a começar pela boca.
Estremeceu.

Ele vibrava, quase não conseguindo se conter ao sentir que o meio das pernas dela ficava mais úmido a cada vez que ele tocava. Hermione ofegava enquanto ele prosseguia com os toques íntimos. Ela não tinha dúvidas quanto à reação dele sobre o que descobria, pois podia sentir seu corpo rígido contra o dela ao longo de suas proezas.
Puxando a roupa de cama com as mãos, Hermione sentia se submeter completamente sob os beijos de Harry. Que conforme a segurava firmemente, passava a excitá-la com a língua. Ela quase desmaiou de prazer com o que ele lhe oferecia.

E exatamente quando pensou que algo estava prestes a explodir, ele a acomodou de forma que recebesse seu corpo por inteiro. E se maravilhou com a inacreditável maciez e umidade que ela o recebeu. Moveu-se vagarosamente. Até chegar a um ritmo cadente.
Hermione tinha dificuldades para respirar e, por um momento, temeu perder a consciência, então o abraçou com os braços e as pernas, em busca da mistura de sensações que só Harry poderia lhe dar. Proteção, desejo, calor, paixão... Ar ou a falta dele, não se importava.

Ela estava próxima ao delírio, enquanto esperava ansiosamente pelo que estava por vir... Harry arqueava ruidosamente. Fechou os olhos enquanto uma onda de prazer vinha após a outra. E naquela fração de segundo, ela sentiu que poderia flutuar.
Com a ultima porção de autocontrole que ainda lhe restava, ele diminuiu o ritmo. Até sentir que a morena estava em seu limite. E então mergulhou nela sentindo as contrações que ela oferecia...
Reduziu os movimentos até parar, exausto.
Ela ficou deitada imóvel, desfalecida, divertindo-se com as sensações deliciosas que continuavam a percorrer seu corpo. Harry se moveu lentamente para abraçar Hermione, beijando-lhe o rosto, pescoço e lábios. Sua respiração ainda estava disforme quando puxou uma das pernas dela e colocou entre as suas. Ela ergueu os olhos e beijou-o profundamente. Harry não conseguia se lembrar de quando havia se sentido tão completo.

-Obrigada - ela disse com uma voz extremamente baixa - eu.. eu...

-...precisava de você - ele completou num sussurro. Observando-a deitada em seu colo, levemente adormecida. Ela sorria.

Ele enlaçou a cintura dela, ainda sentindo cada parte do corpo quente da amiga e brincando com os cachos soltos. As respirações se regularizando aos poucos.

Enquanto o tempo se arrastava, ela desejou ficar nesse torpor por horas... E talvez o tenha ficado, ou quem sabe, tenham sido apenas alguns minutos.

-Já está com sono?

Hermione o encarou surpresa e Harry sorriu lhe oferecendo uma piscadela. A morena mordeu o lábio inferior, expirando, quando a mão quente dele deslizou por seu corpo desnudo. Era como se uma renovada leva de desejo se apossasse de seu corpo. Violentamente.
**
(continua)
**

Oi^^
Gostaram? Espero que sim e os créditos dessa NC linda são todos da Luma Black (muito, muito obrigada, moçoila!) que também me ajudou (de montes!) na criação do capítulo.

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Comentários: 2

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Enviado por yvilika em 20/09/2011

q lindo

Nota: 5

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Enviado por Isis Brito em 02/09/2011

Ai, que paixão avassaladora!! xD

Nota: 5

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