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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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14. Hunters


Fic: Herdeiros das Trevas


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A manhã estava bem normal na sede, todos tomavam café da manhã, quando Harry entra com seus óculos escuros e sua cara de poucos amigos. Era engraçado como toda manhã ele agia daquela forma, não importando a quantidade de horas que dormia na noite anterior.

-Bom dia para você também, Sr. simpatia! –Hermione provoca, ao que Harry murmura algo que lembra “dia”.

-Rony nos falava sobre a reunião com outros membros da ordem. –Harry apenas ergue a cabeça, parecendo olhar para o amigo a sua frente.

-A reunião foi marcada para o almoço. Aliás, esse pessoal só gosta de vir na hora da comida, não? –Rony observa em tom reprovador, enquanto pegava mais um bocado de torradas.

-Todos adoram a comida da mamãe! –Carlinhos comenta rindo e deixando a Sra. Weasley envaidecida.

-Pois me parecem um bando de esfomeados. –Gina diz e Rony concorda.

-Mudando de assunto, o que pretendem fazer hoje, Harry, Hermione? –Arthur pergunta antes que uma discussão se formasse.

-Vamos buscar meus pais, será mais seguro que fiquem aqui. –Hermione responde tranquilamente, chamando a atenção de Calisto, que ajudava a lavar a louça.

-E vão contar toda a verdade? –Calisto pergunta como se indecisa se aquilo seria bom ou ruim.

-Mais cedo ou mais tarde todos vão saber, então não vejo porque não contar logo. –Hermione fala de modo tranqüilo, sabia que seria difícil, mas era algo que mais cedo ou mais tarde aconteceria.

-Será que minha menina vai gostar de mim? –Calisto pergunta encantada por poder conhecer de perto mais um de seus príncipes.

-Não vejo por que não. Meus pais são muito cordiais, costumam se dar bem com todo mundo. –Hermione comenta direcionando um sorriso confiante para Calisto.

-Isso também serve pra mim? –Harry pergunta passando um dos braços pelas costas de Hermione.

-Com medo do sogro trouxa? –Rony provoca o amigo rindo, mas os demais paralisam, voltando seus olhares para Harry e Hermione.

-Vocês voltaram? –Jorge pergunta surpreso e Harry apenas acena que sim.

-Isso foi alguma promessa para caso ele voltasse inteiro? –Fred pergunta a Hermione em tom divertido, ao que ela apenas revira os olhos balançando a cabeça.

-Eu vou arrumar o quarto de hóspedes. –Calisto avisa e rapidamente se retira.

-Vocês deviam tê-la preparado antes, sabem como ela os vê como irmãos, não? –Molly fala em tom levemente repreensivo, fazendo Harry e Rony ficarem sem jeito.

-Quando voltarmos com meus pais, nós conversamos com ela. –Hermione fala pensativa, antevendo que não seria muito fácil.

-Podemos trazer um presente, talvez flores... –Harry sugere sem realmente saber o que poderia dar a Calisto, ela não parecia muito ligada a bens materiais.

Como ninguém parecia ter idéia melhor, o assunto logo mudou para a reunião com os vampiros e o que seria abordado na reunião da ordem, assim como os próximos passos na guerra.

Pouco depois do café da manhã, Hermione transporta a ela e Harry para o jardim dos fundos de sua casa. Através da percepção mental, Harry avisa que não havia ninguém, então Hermione liga para seus pais, sabendo que estes estavam em uma festa no clube.

O Automóvel Clube de York ficava um pouco afastado do centro, era bem amplo e continha um grande estacionamento, o qual estava lotado, fato que dizia a Hermione que tão cedo não sairiam de lá. Passaram pela portaria sem problemas e chegaram a entrada, onde diversas jovens, de imediato, olharam para Harry.

-Ciúmes? –Harry pergunta assim que Hermione envolve sua cintura com o braço.

-Apenas estou sendo uma boa atriz. –Murmura enquanto dispensava olhares nada amistosos às meninas mais assanhadas.

-Sua mãe está vendo seu pai jogar futebol. Sabe onde ela está? –Harry fala após conseguir captar os pensamentos da mãe de Hermione.

-Sim, meu pai só joga futebol de campo, então ele está do outro lado do clube, perto do autódromo. –Hermione aponta para uma área ao longe, depois das piscinas, onde diversos jovens se aglomeravam.

-Será que eu chego vestido até lá? –Harry pergunta divertido, ao ver que aumentava a atenção que recebia das jovens do local.

-Deixa de ser metido e acelera o passo. –Hermione segura à mão dele e começa a passar por entre as pessoas, ignorando alguns olhares insinuantes que recebia dos rapazes mais corajosos, aos quais Harry dispensava olhares frios, quase mortais.

Além dos vários metros que os separavam do campo de futebol, Hermione fora parada diversas vezes por conhecidos que não a viam fazia tempo e faziam questão de comentar o quanto ela estava diferente e mais bonita.

-Querida, achei que não vinha mais! –A Sra. Granger fala ao ver a filha chegar com Harry. O jogo estava no intervalo e os jogadores estavam se re-hidratando.

-Foi difícil driblar todas as sem-vergonhas que estavam pulando em cima do Harry sempre que um conhecido vinha falar comigo. –Hermione estava visivelmente mal-humorada, o que só alargava o sorriso de Harry.

-É um prazer revê-la, Sra. Granger. –Harry fala de modo cortês, dando um passo a frente e beijando a mão da “futura sogra” com elegância.

-Ora, o prazer é todo meu Harry. Aliás, é bom vê-lo tão bem disposto e sorridente, andava tão preocupada com todos vocês. –Ela não tinha só os mesmo olhos de Hermione, como também o tom de voz e o jeito de falar.

-Jane, não vai nos apresentar esses belos jovens? –Uma mulher que devia ter quase cinqüenta anos, se aproxima falando com a mãe de Hermione e olhando para Harry como visível interesse.

-Ora, Meg, não reconhece mais minha filha? –Como estava sendo normal aquele dia, a senhora a olha de cima a baixo de queixo caído, não reconhecendo a jovem cdf que circulava com ao menos um livro em mãos.

-Como ela cresceu! É uma jovem mulher muito bonita. –Hermione ignorou o repetido elogio, observando seu pai chegar com um amigo.

-Meu anjo, que bela surpresa é essa? –O homem fala feliz e indo abraçar e beijar a filha, que não se importou com o suor do pai.

-Se me permite. –Harry se adianta e Hermione respira fundo, já sabendo o que viria. –Eu queria vir para oficializar minhas intenções com Hermione. –Rapidamente as feições dos pais de Hermione mudaram, sua mãe parecia feliz e seu pai chocado, analisando Harry dos pés a cabeça.

-Isso é o que eu penso que é? –O homem tinha um tom sério e olhava para Hermione como se quisesse que ela negasse.

-Sim. Antes de ir pra escola, eu queria vir contar a novidade a vocês. –Hermione disfarça diante da presença dos estranhos, não era hora de causar polêmicas.

-Mas isso é ótimo! Eu fico muito feliz por vocês! –Jane fala animada e indo abraçar o jovem casal.

-Nesse caso, o que acha de se juntar a nós no jogo? Está faltando um no nosso time. –O amigo do Sr. Granger fala animado, o que não alcançava o outro.

-Claro, será ótimo jogar um pouco. –Harry fala já retirando a camisa, para desespero de Hermione que já olhava em volta, observando a atenção feminina direcionada a ele.

-Vista a camisa Harry! –Hermione ordena de modo sério, ao que Harry tem que suprimir o riso.

-Se eu fizer isso, ela vai sujar, a calça é preta e por isso não vai aparecer tanto. –Harry fala como se fosse óbvio. Além disso, elas vão olhar de qualquer jeito, então apenas relaxe. .

-Tome cuidado, não quero ninguém ferido. –Harry apenas sorriu para a recomendação e piscou para a namorada, indo em direção ao campo sem camisa e descalço.

-Meg, você está bem? –Jane pergunta amiga, que estava hipnotizada olhando na direção do campo.

-Sim... eu vou ver o jogo, até! –fala se afastando rapidamente, deixando a amiga para sem entender muito.

Hermione fez sinal para a mãe se sentar e as duas falaram superficialmente sobre as novidades, demorando-se ao falar do casamento de Fleur e Gui. Após o jogo, Hermione conseguiu uma boa desculpa para levar os pais para casa, deixando para conversar sobre as maldições depois do almoço.

-Então querida, sobre o que você queria nos falar? –Jane pergunta assim que se sentam na sala, Harry e Hermione pareciam um tanto nervosos.

-Vocês reparam que Harry e eu mudamos muito em um espaço curto de tempo. –Eles apenas assentiram. –Bom, a explicação para isto é um pouco complicada. No dia do casamento eu acordei e estava umas dez vezes mais forte, havia ganhado medidas novas, uma audição e um olfato fantásticos, entre outras coisas. Não entendi nada, mas pelo menos o Harry também não estava normal.

-Eu acordei muito sonolento, fui ao banheiro lavar o rosto e então reparei que estava enxergando bem sem os óculos. Uma olhada melhor em mim e eu estava com o corpo mais forte, definido, ótima audição, olfato, reflexos.

-Virou o homem aranha? –John pergunta irônico.

-Eu realmente posso andar nas paredes, mas há muito mais poderes e habilidades. Agora mesmo, se eu quiser, posso ler suas mentes. –Aquela informação obviamente causou certo desconforto nos dois.

-E de onde vieram todos esses poderes? –Jane pergunta curiosa, parecendo olhá-los mais atentamente a procura de algo diferente.

-De uma, ou melhor, duas maldições... –Hermione começa a contar a história de Cassius e Isabel, seus pais observavam quietos, pensativos e ao final pareciam não imaginar o que aquilo poderia ter haver com sua filha. –Harry e eu, somos os descendentes daqueles gêmeos. O selo se rompeu quando... nós...

-Nos beijamos. Estávamos conversando e então aconteceu, foi estranho e ficou sem ser resolvido por um tempo. –Harry explica parecendo mais à-vontade com a idéia do que Hermione.

-Então vocês são uma mistura de lobisomem e vampiro? Como isso é possível? –Havia um tom estranho na voz de John e, em sua mente, Harry via uma grande quantidade de tentativas de montar uma imagem deles.

-Na verdade, eu sou mais lycan que vampira e Harry mais vampiro. –Hermione fala enquanto se transforma, o corpo mudando devagar, a voz se tornando mais grave. Seus pais ficaram surpresos, se assustando um pouco mais ao ver Harry com suas presas e olhos brilhantes e predadores.

-Essa voz grave é muito sexy, não? –Harry fala em tom divertido, olhando para a enorme lycan a sua frente.

-Eu não entendo como tudo isto é possível! É tão imaterial... quer dizer, como algo que estava adormecido há tantas gerações pode mudá-los totalmente? –Jane parecia realmente confusa, por isso Hermione voltou a forma normal, Harry a seguiu.

-Ficaria muito pior se eu dissesse que herdei isso de você e que se você tivesse conhecido a mãe do Harry poderia ter quebrado o selo e estar passando pelo mesmo que eu? –Hermione revela, deixando sua mãe pálida, assim como seu pai.

-Então, isso está no meu sangue? –Jane pergunta olhando para si.

-Acho que não, provavelmente passou para Hermione quando ela nasceu. –Harry fala pensativo, nunca havia pensado naquilo.

-Eu acho que não totalmente. –Os três se voltaram para a jovem. –Ao contrário de todas as mulheres do clube, minha mãe não ficou idiota quando te viu e nem se esqueceu de como se respira ao vê-lo sem camisa. –Havia um inegável tom reprovador na voz dela, o que deixa Harry satisfeito.

-Então você acha que os vestígios lycans tornam sua mãe imune ao meu brilho das trevas? –A expressão pareceu chocar John e Jane.

-O nome não é simpático, mas é apenas uma habilidade involuntária que atrai o sexo oposto. –Harry fala de forma defensiva, sentia-se sem jeito com a idéia de ser tão atraente.

-Sei que devem ter várias perguntas, mas elas poderão ser respondidas melhor depois, agora precisamos que arrumem algumas malas e venham conosco. –Hermione pede aos pais, que após uma troca de olhares, se levantam dizendo que tentariam não demorar.

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Voldemort estava em um raro momento de ansiedade, andava de um lado para outro em sua sala a passos lentos, pensativo, mas com os sentidos atentos a menor perturbação, por isso rapidamente aparatou para sua poltrona favorita ao ouvir que abriam a porta.

-Mestre, desculpe a interrupção brusca... –Rabicho fala quase desesperado entrando após o homem que abrira a porta sem ser anunciado. Voldemort observou que escorria sangue da cabeça de seu comensal mais patético e com um gesto da mão o lançou fora da sala, fechando a porta a seguir.

-Sente-se, Sniper, creio que assim como eu, não queira perder tempo. –Voldemort fala em tom neutro, apontando a poltrona em frente.

Sniper tinha uma altura mediana, sua musculatura não tinha destaque, parecia ter um porte físico normal. Vestia uma jaqueta de couro preta, assim como a calça social e os sapatos, a camisa era cinza e no cinto havia duas armas de cabo prateado. Seu cabelo era castanho escuro, curto e bem penteado, seus olhos eram cor de mel e possuíam um ar misterioso.

-Confesso que me senti muito curioso com seu convite, afinal dizer que poderia me fornecer armas contra lobisomens, sendo estes seus aliados, me pareceu um tanto contraditório. Sua voz era calma e não carregava nenhuma hostilidade, apenas curiosidade.

-É de conhecimento geral que eu odeio mestiços, lobisomens são como cães que solto no campo inimigo para acabar com o excedente, mas não passam disso. Por isso aproveitei essa aliança temporária para aprender melhor sobre a maldição deles e dos vampiros. Uma aliança com os Hunters me interessaria muito mais.

-Nós não nos metemos nos assuntos bruxos. Essa guerra é de vocês, então se resolvam sozinhos. –O Hunter já ia se levantar, quando Voldemort fala as “palavras mágicas”.

-Os Príncipes dos Amaldiçoados... imagino que já tenha ouvido falar neles. –Voldemort fala de modo lento, dando tempo para as palavras chamarem a atenção do homem para si. –Sabe quem são as aberrações meio vampiros, meio lycans?

-Não, mas imagino que você saiba, parece estar bem informado sobre o assunto. –Sniper tinha os olhos cravados em Voldemort, aquele casal de aberrações estava lhe tirando o sono ultimamente.

-Harry Potter e Hermione Granger... –Voldemort dá um tempo para que Sniper absorvesse a informação e então continua. –Meus inimigos, são seus inimigos. Eles estão reunindo vampiros, lycans, lobisomens, bruxos e trouxas para me enfrentar. Se já era difícil controlar vampiros e lobos antes, imagine se ambos pararem de se matar nas sombras? –Voldemort se levanta, vai até o bar e começa a servir um pouco de vinho em dois cálices, dando tempo para que Sniper visualizasse seu inferno pessoal.

-Eu soube que eles estão pregando uma união entre os amaldiçoados, parece que tem suas regras, que querem revelar a existência desses malditos ao mundo. Isso seria o início do apocalipse, o caos completo, o inferno que os hunters tentam evitar a milênios. –Sniper falava baixo, seus olhos estavam fixos e transbordava ódio de suas palavras.

-Neste caso, creio que você deva mudar de opinião quanto a se juntar a mim. Assim derrotaremos juntos todos estes monstros com sua tecnologia, minha magia e as novas armas que preparei contra lobisomens. –O final pareceu chamar a atenção de Sniper, que aceitou a taça com vinho e observou calmamente Voldemort se sentar.

-Que tipo de armas seriam estas e quanto elas nos custaria? –A pergunta foi direta e objetiva, ele não era do tipo que perdia tempo com detalhes.

-Uma poção que os deixariam tão fortes e rápidos quanto lycans e outra que colocada na forja de armas e munição causa ferimentos que demoram tanto a curar quanto ferimentos em humanos. –Voldemort se deliciava ao pronunciar as palavras, analisando a face neutra de Sniper, que apesar de não demonstrar na expressão, possuía um brilho nos olhos que demonstrava o quanto aquilo o interessava.

-Eu quero fazer um teste. –Sniper demonstra ansiedade na voz, suas mãos pareciam tremer.

-Tenho tudo pronto, venha comigo. –Voldemort fala tentando manter o tom neutro, mas assim que dá as costas para o Hunter, sorri pressentindo a vitória.

Os dois seguem em frente no corredor por alguns metros, parando a frente de um quadro de Hogwarts. Voldemort murmura algumas palavras e o quadro gira para fora, revelando uma pequena coluna com espaço para dois homens de pé.

-Venha, precisamos descer. –Sniper observa aquilo desconfiado, mas entra com suas mãos nos bolsos da calça, bem perto de suas armas.

O quadro volta para o lugar enquanto o chão a baixo deles começa a descer. O silêncio e a escuridão pareciam não incomodar a nenhuma dos dois, então permaneceram daquela forma por dois minutos, quando se encontraram em andar subterrâneo, de pedras e sem janelas, a iluminação por archotes não lhes machucava a vista acostumada à penumbra.

-Mestre, está tudo pronto como o senhor ordenara. Deseja que eu aplique a fórmula agora? –Um comensal trajado com as vestes tradicionais e a máscara, pergunta ao vê-los descer.

-Sim, iremos primeiro à câmara das armas, mas já deixe tudo pronto. –O comensal faz uma reverência rápida e se retira, entrando em um corredor contrário a direção que Voldemort seguia.

-Como poderei testar as armas? –Sniper pergunta com certa ansiedade, observando que já chegavam à frente de portas duplas de ferro, ornadas com duas espadas cruzadas.

-Poderá escolher uma e então o levarei até um lobisomem. –Sniper sorri diante da idéia e logo se põe a observar o interior da grande sala.

O salão possuía diversas prateleiras, cada uma possuindo um tipo de arma diferente, que variavam de lanças, flechas à munição de armas de fogo adaptadas as armas mais usadas por Hunters, como suas Desert Eagles. Mas Sniper ignorou as munições, adorava atirar, porém se ficaria tão forte e rápido quanto monstro, usaria algo que lhe proporcionaria mais diversão.

-Há um belo arsenal aqui. Vejo que os ferreiros além de ter bom gosto, são muito hábeis. –Declara ao pegar uma bela espada, cujos desenhos não apenas ornamentos, estes serviam para manter o sangue longe do fio da lâmina, proporcionando não só a beleza estética do desenho rubro na prata, como também preservando o potencial de corte da espada.

-Vejo que já escolheu sua arma. Neste caso, acompanhe-me. –Voldemort fala sem demonstrar muito interesse nas armas, sempre as julgara coisas tolas.

Ambos seguiram pelo corredor, Sniper rapidamente colocara a bainha no lugar do cinto que sustentava suas pistolas, colocando este cruzado em seu dorso. Não ficava muito prático para usar as pistolas, mas não pretendia realmente usá-las aquela noite.

-Creio que os dois já se conheçam. –Sniper é tirado de seus pensamentos para encarar Fenrir, o líder do maior bando de lobisomens da Inglaterra.

-Sou obrigado a admitir que é um excelente negociador, Lorde Voldemort. –Sniper retira a elegante jaqueta, deixando-a sobre uma cadeira a sua frente.

-Eu vou acabar com você, Sniper. Vou mostrar que o único rei dos lobisomens sou eu, Fenrir Greyback! –Havia um tom de insanidade na voz do lobisomem, que retirava a tampa de um fraco roxo borbulhante para bebê-lo de um só gole.

-Divirtam-se, o salão é de vocês. –Voldemort se pronuncia ao sentar em sua confortável poltrona, passando a Sniper um frasco de poção verde.

Sniper bebeu a poção, deixou o frasco se espatifar no chão e segue para o centro do salão. Voldemort imediatamente ergue uma barreira mágica, não iria querer nada sendo atirado em si, fosse um dos dois ou sangue.

Sniper sentiu seu corpo esquentar, expandir, as roupas pareceram justas em si, seus olhos captavam a imagem de um modo diferente, captando intensidades de luz, parecendo ver mais do que jamais vira antes. Sua boca estava seca, sua cabeça doía e em seus ouvidos havia um zumbido incessante e irritante.

Fenrir sentiu o corpo tremer, esfriar e aquecer rapidamente, sentia dor por todo seu corpo, em todos os seus ossos. Então as sensações já conhecidas lhe assaltaram, causando-lhe grande excitação e prazer. A promessa de Voldemort fora cumprida, agora podia se transformar em qualquer lua, qualquer hora do dia ou da noite.

Voldemort observa deliciado os dois oponentes, poderia ver exatamente quais as vantagens e desvantagens de seus principais aliados. Sniper estava parado, os olhos vidrados no lobisomem que terminava sua transformação.

Fenrir uivou alto, furioso, mas estava plenamente consciente do que fazia. Com dois rápidos passos, se aproximou o suficiente do caçador para lhe socar, atirando-o quase dois metros para trás. Sniper ficou parado por um tempo, como se a poção houvesse dado errado.

-Maldição! Lestrange, venha aqui, temos que interromper o ... –Voldemort falava furioso e frustrado, quando vê Sniper se levantar tão agilmente que fora como se houvesse desaparecido e aparecido de pé. –Esqueça, parece que houve apenas um retardo.

O bruxo volta a se sentar, vendo Sniper se mover rapidamente em torno do inimigo, correndo, saltando, como se testasse sua velocidade e agilidade. Aquilo parecia deixar Fenrir irritado, pois ele agora rosnava e agitava os braços como se tentasse pegar uma mosca realmente irritante.

Repentinamente, um soco atinge Fenrir que é arrastado no chão, mas se mantém de pé, então avança para Sniper, que apesar de manter a mesma altura, agora tinha um físico bem amais ameaçador. As enormes mãos do lobisomem avançaram como se fossem arrancar a cabeça de Sniper com as garras, mas este as interceptou com suas próprias mãos, fazendo com que houvesse uma grande disputa de força.

-Vamos, lobo maldito, me mostre sua força. –Sniper provoca mordaz. Ele tinha a voz mais grave, parecia sentir prazer em ser superior a besta.

Fenrir poderia usar a cabeça para morder, tinha bem mais envergadura, mas queria testar sua força, queria subjugar o inimigo. Mas depois de dois minutos de esforço, tenta mordê-lo, forçando Sniper a se afastar com um chute forte no peito do lobisomem. Ganhara um metro e meio de distância e deslocara o ombro de Fenrir, mas não estava exatamente em vantagem.

Fenrir apenas colocou o ombro no lugar sem nem demonstrar dor, mas estava furioso, não gostara de ser mais fraco e lento, acabara os jogos, agora haveria a batalha mortal. Porém Sniper não tinha tanta vantagem assim, se fosse arranhado ou mordido estaria amaldiçoado.

Fenrir avança furiosamente, desta vez tentando morder e arranhar, o jogo era deixar Sniper nervoso, sem saber para onde ir. Ele tinha entre 1,70m e 1,80m, já o lobisomem tinha cerca de 2m, eram centímetros que faziam muita diferença. A luta ficaria realmente interessante, mas para decepção de Voldemort, Sniper logo desembainhou a espada já arrancando umas das mãos de Fenrir no primeiro golpe.

-Fenrir está furioso. Talvez a poção não mantenha tanto assim a consciência, vou ter que revê-la. –Voldemort pensa alto, vendo a besta atacar cada vez mais selvagem, facilitando a ação de Sniper, que o retalha com a espada, seus ferimentos não se curavam rápido e pareciam causar muita dor. –A dor parece atrapalhar a consciência... talvez precise de algo para inibir a dor. –Neste momento a cabeça de Fenrir voou até se chocar contra a barreira mágica, caindo aos pés de Voldemort.

-Isso foi divertido, mas patético. Um lobisomem não é um real desafio para um Hunter com essa poção e essas armas. –Sniper fala admirando a brilhante espada, cujo fio permanecia limpo e mortal.

-Então, devo considerá-los meus aliados, Sniper? –Voldemort pergunta com um sorriso vitorioso, respondido com outro sorriso de Sniper, um que mostrava sede de sangue e o prazer que só o poder proporcionava.




N/A: Olá, depois de meses sem atualizar, cá estou eu. Bom, para quem gosta da fic, não reclamem, pois vocês sabem que tenho um sistema de postagem e esta fic não recebe muitos comentários, então acaba ficando no fim da fila.

N/A²: Tenho uma surpresa para os leitores que tanto gostam da fic. Para quem não sabe, faço faculdade de informática e como projeto de curso surgiu à proposta de fazer um jogo de RPG então apresentei a história de HT e o pessoal do grupo gostou, então é capaz de no fim deste ano surgir uma demo do jogo, que será a princípio em 3D e feito em JAVA. Os jogadores poderão jogar como vampiro, lycan, Hunter ou mago, acho que será divertido, mas consumirá tempo, portanto as fics poderão ter atualização lenta, o que significa que se tiver poucos comentários aqui, ela ficará novamente sem att por um bom tempo.

Proserpine Aponi Granger Modinger: Era para a att vir no natal, mas acabei ficando sem tempo de escrever, porém fica como presente de ano novo um pouco atrasado.

Aline Lopes: Que bom que gostou do Caim, ele não apareceu neste cap, mas aparecerá bastante em breve. Gostou da lutinha do caçador com o lobisomem? Não foi lá essas coisas, mas deu pra ver que Voldemort também não está parado e pretender reagir a altura.

Andre L. dos Santos (snackes): Vão haver mais treinos do Harry e da Hermione com o Caim, ele ainda tem muito o que ensinar aos dois, assim como Calisto.

Camila Jane Granger: Não só os vampiros, acho que todos vão ficar um tanto desesperados.

abel: Rsrsrsrs se você acha que “apareceu” nesse cap, espere para ver os próximos capítulos.

freya : Espero que não perca mais a fic, já aconteceu comigo e é horrível rsrsrs. A Hermione gosta do Harry, o tempo que namoraram mexeu muito com ela, mas ainda sim ela não sabe ainda até onde vai o lance de irmãos e o namoro, só o tempo mesmo para fazê-la se entender melhor. Voldemort não estava quieto, estava só posicionando suas peças rsrsrs. O romance ainda vai ter muitos problemas, lembrem-se de D/G. Já Calisto vai estranhar, mas logo vai arranjar mais coisa com o que se preocupar, vocês verão!

lucas esteves.: Primeiro Harry a estava tentando, confiando no relacionamento que já tinham tido, mas agora ele mudou a tática e a relação deve ser sim mais fofinha e bonitinha, pelo menos por enquanto rsrsrs. Quanto a Voldemort, olha ele aí! Esteve aprontando nas sombras como nos livros e agora vai causar uma verdadeira revolução na guerra noturna.

Ricardo Pacheco [Penny]: Será que ninguém leva fé na Hermione??? Rsrsrsrsrs Bom, agora que vocês viram o poder de atração do Harry nas humanas, quanto tempo acham que a Hermione consegue bancar a durona? Façam suas apostas! Hehehehe.

Viktor Black: O pai dos lycans aparece sim, mas ainda falta tempo pra isso.

*MaRy*: Ainda acha que Voldemort ta fraquinho?? Assim como Harry ele terá seus aliados, que não estão de brincadeira, vocês viram 1 falta o outro rsrsrssrsrs.

Próximas Atualizações: Príncipe Istari, Heroes e Reescrevendo a História.

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