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18. Conversa de Travesseiro


Fic: Bem ou Mal necessário - PORNFIC


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Era de noite quando o curandeiro voltou e, se percebeu alguma coisa do que Hermione e Snape haviam aprontado durante a tarde, não disse nada.


Disse que Snape já estava melhor, mas lhe ordenou repouso absoluto, e depois lhe concedeu alta, e os levou a uma lareira, em que viajaram juntos via flu para a Mansão Black.


Quando chegaram, chamaram a atenção dos que jantavam na cozinha. Dumbledore veio recebê-los e abriu um sorriso paternal quando os viu. Snape fez uma careta ao vê-lo e passou direto para a cozinha. Ele andava devagar, pela fraqueza nas pernas, mas ainda se sentia perfeitamente apto a passar uma noite em claro com Hermione.


Ele sentou-se em seu lugar costumeiro à mesa de jantar, e foi cumprimentado, por Harry e por Gina mais fervorosamente que pelos outros. Moody fez uma careta, mas ignorou-o.


E logo entraram na cozinha Dumbledore e Hermione, conversando baixo. Snape fez uma cara de poucos amigos, mas não precisou dizer nada, que Hermione logo veio se sentar a seu lado.


Com um pouco de estranheza no começo, as conversinhas particulares à mesa de jantar logo começaram, e Snape aproveitou e sussurrou para Hermione:


- O que Alvo queria?


- Saber como foi no hospital, o que o médico disse e essas coisas – respondeu ela calmamente.


- Se você sonhar em sair numa missão que ele lhe dê sem eu dizer que tudo bem, você vai ficar presa em Spinner's End até o fim da guerra, você me entendeu?


- Em primeiro lugar, eu sou maior de idade e faço o que eu quiser – respondeu ela insolente, e a expressão dele ficou azeda. – Em segundo lugar, não vejo o menor problema em lhe falar sobre as missões que ele me dará, e você avalia o que quiser. Mas já combinamos que Dumbledore vai deixar claro o que ele pretende a cada vez que nos fizer sair.


- A minha confiança nele está... abalada – tornou Snape, segurando-se para não dizer algo que a fosse fazer odiá-lo. Ele não queria brigar com ela depois dos últimos eventos. – Não saia numa missão sem eu saber o que é, e para que ela vai servir.


Ela lhe sorriu.


- E não é que ele aprendeu a falar? – provocou ela. – Isso eu posso fazer.


Snape travou a mandíbula, antes de responder a primeira coisa que lhe veio à mente, e forçou-se a continuar comendo. Hermione fitou-o de esguelha, sabendo que ele não gostara do jeito que ela falara, mas com a firme crença de que precisava ensinar a ele que se importar não significava ter propriedade em relação a ela.


Ainda assim, queria amenizar o humor dele. Ela também não queria brigar depois de tudo que andara acontecendo. Com um sorrisinho travesso para ele, pousou a mão na perna dele e apertou de leve. Ele quase deu um salto, e olhou para ela, que, com o sorriso mais meigo do mundo, disse:


- Não fique bravo comigo.


Ele arqueou a sobrancelha direita para ela, mas deixou a mão dela ali. Terminaram de comer e foram com os outros para a sala, perto da lareira.


- Nós deveríamos pensar logo em uma maneira de acabar com Voldemort – suspirou Minerva, desolada. – Estou tão cansada de viver me escondendo, sempre sem saber se estarei viva amanhã.


- Eu me apresentarei ao Lorde das Trevas em breve – disse Snape. – É possível que ele tenha algum plano de ação, de modo que podemos atacar antes.


- Teremos de esperar notícias de Severo – disse Dumbledore. – Com todos os horcruxes destruídos, só falta matar a cobra Nagini e o próprio Lorde Voldemort.


Snape fez uma cara de desagrado, e olhou em volta para ver aonde Hermione tinha ido. Ela sentou-se no braço da poltrona dele, e ele sentiu-se ao mesmo tempo envergonhado e orgulhoso que ela quisesse explicitar que eles estavam mesmo juntos.


Minerva fez uma careta, ele notou, mas ele já não se importava. Ele não se importava com o que ninguém pensava dele, além de Hermione. Ele suspirou. Quando tinha se tornado um idiota apaixonado? Uma pessoa tão melhor do que aquela que um dia fora?


- Bom, o médico disse que Severo deveria descansar, então vou arrastá-lo daqui antes que Voldemort o chame e ele não tenha tempo de repousar. Boa noite, gente.


- Boa noite – respondeu Gina.


- Ah... Potter – Snape virou-se para ele, lembrando-se de algo. – Foram alguns dias desde a nossa última aula. Você tem feito os exercícios que lhe passei?


- Sim, senhor – Harry ruborizou ante os olhares que se prenderam nele, curiosos.


- Certo. Nós conversaremos amanhã.


E subiu as escadas, dando a mão para Hermione quando estavam fora das vistas dos outros.


Ele abriu a porta do quarto e os dois entraram. Ela puxou as cobertas da cama e ajeitou-a para ele poder deitar, enquanto ele se despia.


Snape dessa vez não estava sendo levado pelo desespero. Durante aquela tarde, ele precisara sentir o corpo dela mais que tudo, num desejo carnal acima de qualquer outra coisa. Agora, ele ainda a desejava, mas queria fazer amor com ela. Ele odiava essa expressão, pois o fazia se sentir tão ridículo. Mas era o que ele sentia, exatamente. Queria fazer a coisa devagar, mostrar para ela cada sensação que podia dar a ela, sem a pressa de um orgasmo necessário para o alívio. Agora, cada gesto seria a finalidade em si, até o glorioso final que ele sabia que viria.


Ele se deitou e disse:


- Você está pensando em sair ou vai continuar aqui comigo, srta. Granger?


Ela sorriu para ele.


- Na verdade, eu acho que vou ficar bem aqui com você, porque você é quentinho e a minha cama é tão fria!


Ele deu um sorrisinho no canto dos lábios, enquanto ela contornou a cama, para se deitar ao lado dele. Ela se aproximou e deitou a cabeça no peito dele. Ele acariciou os cabelos dela.


- Severo, você está melhor? – perguntou ela com uma voz incerta.


- Por que a pergunta?


- Acho que hoje de tarde você esgotou as suas energias... – murmurou ela.


Ela ouviu a risadinha de veludo dele e relaxou.


- Hermione, eu poderia fazer dez vezes mais, se você deixasse – ela riu.


Ele beijou o topo da cabeça dela.


- Hermione, eu sei que você não gosta dessa minha possessividade obsessiva... – começou ele, e a fez calar quando ela ia retrucar. – Mas é que quando eu simplesmente amava e desejava você, mas não havia nada além disso, essas coisas que eu sempre senti não eram tão fortes quanto são agora, depois que a tive, depois que você retribuiu esses... sentimentos... ao menos em parte. Imaginar perder você é algo que não me deixa dormir... Eu vi que você ficou brava quando eu falei que você só sairia daqui numa missão se eu aprovasse. Não é que eu queira controlar o que você vai fazer, e eu sei que existe risco em tudo para todos, mas ainda assim, não quero que outra idéia maluca daquele velho senil a ponha em uma situação parecida ou pior do que aquela que você passou... antes de eu ir para o hospital.


Ela teve um calafrio involuntário, e ele a abraçou mais forte.


- Eu entendo o seu lado, e sei que você vê o meu, mas todo dia pensar que você pode morrer e me deixar com um vazio, um buraco na minha vida... Eu não teria mais por que lutar, você me entende? Eu sou um egoísta; eu ajudo Potter porque se o Lorde das Trevas vir a mente dele, você poderia estar em risco, e se o Potter morrer eu sei que você terá o coração partido, e para mim nada é pior do que você estar despedaçada. Eu não posso ver você sofrer. Ninguém nunca vai saber de onde tirei forças para continuar agindo como um comensal da morte depois de ter visto você naquele estado. O meu coração nunca tinha acelerado tanto, nem com o ódio pela morte de Lilly, nem com o medo de ser descoberto, dia após dia, depois de ter traído uma vez mais a confiança do Lorde das Trevas. Eu juro por tudo que me há de mais sagrado, nunca nada vai acontecer com você, ao menos enquanto eu viver.


Hermione estava chorando. Ela olhou para ele, que engolia em seco. Ele secou as lágrimas dela e deu um beijo na testa dela.


- O que foi agora? – perguntou ele gentilmente.


- Essa foi a declaração de amor mais bonita... e mais desajeitada que eu já vi – ela riu em meio às lágrimas, e ele sorriu para ela.


- Não é uma declaração de amor – ele fez uma expressão séria, mas ela sabia que ele estava brincando. – É só a verdade. Eu não sou dado a essas tolices românticas.


Ela deu um beijo leve nos lábios dele.


- Se você fosse qualquer coisa além de você, eu duvido que pudesse um dia amá-lo.


Ele deixou a cabeça voltar ao travesseiro e suspirou.


- Você acha que poderia me amar um dia? Depois de tudo o que fiz, depois do modo como tratei você, depois de tê-la prendido na minha casa, aquele buraco, e de ter deixado aquilo acontecer com você... você acredita que poderia me amar?


Hermione fitou-o, ficando de bruços para poder olhar para ele.


- Severo, eu não sei se alguma coisa além de amor teria me feito ficar ao seu lado o dia inteiro, durante tantos dias... ou teria feito o meu coração bater tão mais forte quando eu vi você acordar... ou quando você ficou com medo que eu saísse.


Ele olhou para ela em silêncio durante alguns minutos.


- Você não está falando a verdade.


- Se você não consegue acreditar, porque não vem olhar na minha mente?


Ele fez que não com a cabeça.


- Se nós sobrevivermos a isso tudo... se eu sobreviver... Você se casaria comigo? Iria querer ter uma casa, uma família... filhos?


Os olhos dela se arregalaram para ele, ao mesmo tempo em que ela sentiu o coração acelerar.


- Imaginei que não – ele suspirou e se virou para o outro lado.


Ela olhou para as costas brancas dele, cheia de cicatrizes, e traçou a maior delas. Ele estremeceu ao toque.


- Você me pegou de surpresa. Eu não sabia que você era um homem que quisesse essas coisas.


- Eu nunca tive por que pensar nisso antes.


- Não que eu nunca tenha imaginado como seria... – murmurou ela.


Ele se virou para olhar para ela, visivelmente surpreso. Ela riu.


- Eu fico imaginando como seria uma casa, uma vida ao seu lado, às vezes, quando estou na minha cama e o sono não chega. Não que eu tenha pensado que seria assim, mas eu vejo crianças com os cabelos cacheados, pretos... e narizes pequenos.


Ele riu, e virou-se de lado para disfarçar as lágrimas que encheram seus olhos, mas ela viu. Uma corrente de carinho encheu o coração dela, e ela se debruçou sobre ele e deu um beijo na bochecha dele.


- Severo, eu não pretendo deixar você se você não quiser me deixar.


Ele se controlou antes de se virar de volta para ela. Ele acariciou o rosto dela e, passando a mão por trás da cabeça dela, a fez abaixar e a beijou.


As línguas se encontraram devagar, e devagar ele manteve o ritmo do beijo. E devagar ele a deitou na cama e ficou meio sobre ela, sem interromper o beijo.


As mãos dela foram leves para as costas dele. E ele continuou o beijo devagar, mas de um jeito tão erótico que ela não entendeu como ele era capaz disso.


Ele começou a se mover como faria logo em seguida, mas lentamente, provocante. Ela arqueou e soltaram os lábios, enquanto os dele desceram pelo pescoço dela e os dela estavam partidos, soltando pequenos gemidos, leves, baixos.


Snape estava maravilhado com a simples sensação do corpo dela embaixo do dele, com a maciez da pele dela sob os lábios dele, os gemidos baixos de satisfação que ela dava. Era a primeira vez que eles não fariam tudo como se o mundo fosse acabar amanhã.


Ele abriu o sutiã dela e o tirou e continuou beijando e lambendo e sugando de leve a pele fina do pescoço dela. Hermione desta vez arranhou as costas dele e arqueou mais, bem quando os lábios dele chegaram a um seio e se entreabriram para acariciar o mamilo de leve com a língua, e então o sugaram. Ela soltou um gemido mais alto e sôfrego, e arqueou mais para que ele não se afastasse; ele passou ao outro seio e lhe deu o mesmo tratamento, sem pressa, gloriando-se no prazer dela.


Desceu pelo abdômen e pela barriga, e lambeu a volta do umbigo e desceu mais, e tirou a calcinha dela devagar, acariciando as pernas, a parte interna das coxas, especialmente. Depois de remover a calcinha, voltou as atenções ao que estava entre as pernas dela. Sorriu ao notar que ela havia feito algum feitiço que lhe tirasse todos os pêlos e a deixasse completamente exposta. Facilitaria o trabalho dele, oh sim.


Beijou as coxas dela com adoração, separando-lhe as pernas devagar. Hermione emitiu um gritinho agudo de surpresa e prazer ao mesmo tempo quando a língua dele passou por seu clitóris, e ele sugou aquela sua região tão sensível.


As mãos dela agarraram os lençóis da cama com força; era a primeira vez que faziam isso para ela. Ele enfiou a língua em sua abertura e imitou os movimentos que seu membro estava querendo fazer, mas logo voltou ao clitóris para sugá-lo com vontade, enquanto dois dedos encontraram o centro dela e começaram a trabalhar.


Hermione nunca tinha sentido algo assim, e sentiu um orgasmo se aproximar mais rápido do que nunca antes. A pulsação ficou mais e mais forte, e um choque partiu daquela região e se espalhou por todo o seu corpo. Ela gemeu feito louca e Snape ergueu o rosto para observá-la, com um sorrisinho triunfante.


Ainda sem pressa, ele fez o caminho de volta corpo acima, beijando cada parte de pele que seus lábios tocavam. Voltou a brincar com os seios, e ela se retorcia sob ele.


- Severo... – ela gemeu.


- Estou indo... – respondeu ele, rouco.


Beijou-a outra vez, enquanto usava um joelho para entreabrir as pernas dela outra vez e se encaixava no meio delas. Seu membro encontrou a entrada dela e ele deslizou suavemente para dentro, sem pressa. Hermione soltou um gemido baixo e enlaçou-o com as pernas, mas ele gemeu alto, rouco, do fundo de sua garganta.


E foi num ritmo lento, num vai e vem cadenciado e profundo, em meio a suor e palavras incoerentes e gemidos e respirações aceleradas que eles chegaram juntos ao ápice. Snape suava, embora de prazer, e não por esforço, e deu um beijo na testa dela.


Ela o manteve dentro dela mesmo quando ele ia se retirar, e o embalou em seu sono. O amor é algo estranho, não? Ele chegou, parou e agora... quem diria. Severo Prince Snape, ex-comensal da morte e espião, o bastardo mestre de Poções de Hogwarts, sonhava com um lar e uma família! A contradição em pessoa!

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