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15. Snape X Dumbledore


Fic: Bem ou Mal necessário - PORNFIC


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Snape soube que Voldemort mandou ainda um comensal visitar Hermione antes da suposta reunião dos comensais. E ficou com ódio ao saber que não podia fazer nada.


Ele estava, entretanto, considerando com afinco qual seria o tipo de morte mais dolorosa para Dumbledore. Porque com toda a certeza o maldito velho não passaria de hoje, assim que levasse Hermione para a Ordem e cuidasse dela e a colocasse para dormir.


Ele decidiu que era uma boa hora para ir ver Hermione. Ele segurou a varinha dela em seu bolso para verificar outra vez que estava lá. Ele conferira a varinha várias vezes seguidas para ver se Voldemort não a enfeitiçara de algum modo, mas não encontrou nenhuma alteração. Ainda assim, ele mandaria alguém levá-la ao Olivaras para ele mesmo verificar se estava tudo certo com a varinha. Ele não queria arriscar a vida de Hermione mais do que já estava arriscada.


Ele não encontrou ninguém pelos corredores e sabia que aquilo eram ordens expressas de Voldemort. Abriu a sala escura. Hermione chorava copiosamente, e ele sentiu o coração acelerar. Revirando os olhos para efeito de aparências, ele se aproximou dela.


- Quem está aí? – voz dela veio esganiçada e desesperada pelo choro.


- Sou eu, Hermione – ele disse, e estava a centímetros dela. – O que houve?


Ela não respondeu. Snape usou um Lumos para iluminar fracamente o ambiente e teve de se esforçar para permanecer indiferente. Havia sangue escorrendo pelas pernas dela.


- O que houve, Hermione? – a voz dele estava imperativa dessa vez.


- Um comensal... – ela sussurrou.


- Ele violentou você?


- Ele usou algum... algum objeto – murmurou ela.


Snape olhou para os pulsos dela, já roxos, e teve certeza de que ela estava apoiando o peso do corpo nas correntes dos braços por causa da fraqueza das pernas. Ele recitou o feitiço que prendia as correntes dela e, se não a segurasse, ela teria ido ao chão. Ela chorava muito e só o abraçou.


Snape bufou. Dumbledore estava morto. Estava frito e assado com batatas. Seria muita sorte dele se sobrasse alguma parte do corpo para enterrarem.


- Eu vou lhe dar suas poções na sede da Ordem. Vou nos tirar daqui agora.


- Mas Voldemort...


- Eu darei um jeito nisso. Vou nos aparatar, então vista meu casaco.


Hermione assentiu e, escorando-se na parede, vestiu o casaco. As pernas dela tremiam. Ela inteira tremia. Snape deu um beijo na testa dela e os aparatou dali.


No Largo Grimmauld, número 12, estavam preocupados na sala Harry, Gina – que chorava tanto quanto Hermione –, Minerva, Dumbledore e Lupin. Os outros haviam saído.


- Gina, tenho certeza que o professor Snape vai dar um jeito – murmurava Harry. – Vai ficar tudo bem.


Mas Snape desaparatou com Hermione nos braços. Todos levantaram-se ao mesmo tempo.


- Vão todos para o inferno – esbravejou Snape, e levou Hermione escadas acima direto para seu quarto e trancou a porta.


Ele a sentou em sua cama e se ajoelhou à frente dela. Ele segurou o rosto dela entre suas mãos.


- Hermione, olhe para mim – quando ela o fez, viu o desespero refletido nos olhos dele. – Voldemort foi avisado e ele decidiu que eu deveria fingir que fugi com você. Hoje à noite serei torturado, para dar a impressão de que fui castigado por deixar você escapar. Ele planeja que você confie mais em mim por eu ter arriscado a minha vida para salvar a sua. Ele acha que você vai me contar tudo o que sabe sobre a Ordem e ele poderá prever os nossos passos. Não há reunião de comensais. Ele mandou eu ir falar com você e avisar da reunião para parecer que eu tive muito trabalho de tirar você de lá. E ele me deu isto – ele tirou a varinha dela do bolso e entregou a ela – e me mandou dizer que eu a roubei de lá. Eu apenas gostaria que você não a usasse antes de visitar o Olivaras. Eu já procurei por feitiços nela e não achei, mas mesmo assim quero que você o procure. Você me entendeu?


Ela assentiu. Snape pegou em cima de sua mesa de cabeceira três vidros de poções e estendeu um por um para ela, explicando que um deles era para a dor, outro era para as feridas e outro era para ela se acalmar e dormir um pouco.


- Severo – ela sussurrou quase em sono.


- O que?


- Quem foi que avisou a ele?


As sobrancelhas de Snape criaram um risco entre elas e ele crispou os lábios. Ela já dormira e ele não precisou responder em voz alta.


Dumbledore.


Quando Snape desceu para a sala, todos o esperavam ansiosos. Mas Snape os ignorou. Tinha a varinha em punho e Dumbledore voou contra a parede e ficou suspenso nela.


- Severo! – gritou Minerva, atônita, enquanto Harry, Gina e Lupin, muito assombrados, não conseguiram dizer nada. Todos os quatro tentaram parar Snape, mas um poderoso escudo separava ele e Dumbledore dos outros.


A aura de poder que ele irradiava era algo tangível, e todos ali sentiram que não faziam idéia do quanto Snape era poderoso.


- Suas últimas palavras – disse Snape entre dentes.


- Severo, vamos conversar como pessoas civilizadas – disse Dumbledore com os pés no ar e sem conseguir alcançar sua varinha.


- Eu não quero conversar, eu quero matar você agora mesmo – volveu Snape, feroz. – Você não quis conversar na hora de decidir avisar o Lorde das Trevas que as meninas iam para a Floresta Proibida, por que você iria conversar agora?


O espanto do resto do pessoal da sala os fez calar, apenas para assistirem a interação entre os dois poderosos bruxos.


- Severo, a Hermione está bem. Eu sabia que ela ficaria. Sabia que ela mandaria a srta. Weasley segura para cá. E Voldemort confia ainda mais em você agora, não é?


- Aposte a sua vida, não a de duas meninas inocentes! Bem, agora que você não terá mais uma vida, não terá que apostar nada.


- Severo, nós precisamos da confiança de Voldemort em você para vencer essa guerra.


- Eu consigo a confiança dele em mim, e, cá entre nós, matar Alvo Dumbledore vai garantir isso mais do que deixar a srta. Granger ser violentada por comensais da morte!


Gina arregalou os olhos e levou as mãos à boca. Mesmo Dumbledore empalideceu.


- Eles...? – Dumbledore não concluiu a frase.


Snape sacudiu negativamente a cabeça, lembrando-se do choro apavorado de Hermione.


- Não o ato em si, por que isso o Lorde das Trevas proibiu. Ele queria apenas assustá-la, e sabia que eu não queria que ninguém tocasse meu prêmio. Mas assustá-la, para ele, é algo que incluiu tortura, espancamento e preliminares. Você sabe disso. Você sempre soube. E agora você quer fingir que não sabia que isso aconteceria.


- Eu não queria que isso acontecesse. Eu apenas achei que eles não conseguiriam levá-las.


- A srta. Granger é fenomenal com duelos, mas vinte comensais é muito mesmo para mim.


- Severo, eu não pretendia colocá-las em perigo...


- Então por que raios você não contou seu maravilhoso plano? A srta. Granger não sabia que ela era uma isca. Por Merlin, Dumbledore, se ela vai participar dos seus malditos jogos ela tem ao menos o direito de saber o que você quer deles!


- Eu concordo, Severo, mas as coisas não saíram como eu planejava. Não totalmente.


- O mundo não gira conforme você planeja, seu velho senil! – esbravejou Snape. – Você não é nenhum deus para escrever o destino da humanidade, você é só um velho estúpido que quer arriscar vidas pelo seu maldito bem maior.


Uma lágrima escorreu dos olhos azuis de Dumbledore.


- Eu só queria que isso acabasse logo... – murmurou ele.


Snape baixou a varinha e Dumbledore caiu com um baque no chão.


- De hoje em diante, qualquer plano impressionante que envolva alguma das crianças só vai acontecer se eu souber detalhe por detalhe do que você espera. Eu não brinquei quando disse que meu lado é contra o Lorde das Trevas, e não a seu favor. Agora, com bondade, o Lorde das Trevas está me chamando.


Ele se virou para os outros da sala, todos espantados demais para falar alguma coisa. Os olhos negros correram de Harry para Gina.


- A srta. Granger está dormindo agora. Eu ministrei poções para a dor e para as feridas e para livrá-la do estado de choque. Não a acordem; esperem que ela venha até vocês. Eu voltarei mais tarde.


Minerva tinha um olhar reprovador para Dumbledore, que não se levantou do chão onde caíra. Estava encolhido como uma criança.


Voldemort assentiu para Snape, que aparecera a seus pés.


- Como foi, Severo?


- Eu dei poções para as feridas e para a dor e para fazê-la dormir. Ela acordará quando eu estiver chegando e terá tempo de sentir muito peso na consciência, milorde.


- Ótimo. Pronto para cumprir sua parte?


- Tudo pelo bem da causa, milorde.


Voldemort assentiu com um sorrisinho. Adorava seguidores leais e dedicados.


Crucio.


Gina e Harry conversavam baixo na cozinha. Dumbledore ainda estava na sala, onde Snape o deixara cair. Ele estava pensando, com toda a certeza, e tinha um olhar fixo.


Lupin foi ajudar McGonagall a preparar a sala de treinamento de duelos para as crianças, pois Lupin sugerira a McGonagall que seria bom que eles tivessem treinamentos freqüentes todos os dias, principalmente Harry, que teria de matar Voldemort no fim de tudo.


E logo Lupin chamou Gina e Harry para verem a sala de treinamentos. Estava ótima. Ele começou a treiná-los, enquanto McGonagall ia ao Beco Diagonal procurar alguns itens de Defesa contra as Artes das Trevas que Lupin pedira e encontrar comensais no meio do caminho. Pobrezinhos.


Era noite alta quando Snape desaparatou na sala da Ordem. Ele mal parou em pé. Caiu de quatro imediatamente, e vomitou sangue. Com a respiração difícil, arrastou-se uns dois metros e caiu desfalecido no chão. Ele não viu Dumbledore no mesmo canto que o deixara cair mais cedo, no fim da tarde.


Mas o velho diretor o viu de onde estava, pois a chegada de Snape fora a única coisa que o despertara de seu transe. Ele levantou-se e andou até Snape e abaixou-se ao lado dele.


- Você morreria por nós, não é, criança? – sussurrou ele, triste.


Ele chamou madame Pomfrey de Hogwarts para lá e, junto a ela, levou Snape para o quarto de hóspedes, onde a medibruxa começou a fechar os ferimentos mais leves e tratar os mais profundos. Ela pediu para Dumbledore buscar algumas poções no laboratório e ele foi.


Hermione acordou quando ouviu passadas leves no corredor. Ela abriu os olhos e sentou-se. Estava no quarto de Snape. Como num raio, todas as memórias do que havia acontecido naquele dia chegaram a ela. Lágrimas lhe vieram aos olhos. Ela olhou para o sangue seco em suas pernas e tirou o casaco de Snape.


Levantou-se com as pernas bambas e olhou-se no espelho. O corpo não tinha feridas nem hematomas, mas a dor da vergonha e da humilhação é uma que não se cura com poções.


Ela pôs de volta o casaco e abriu a porta e foi para seu quarto. Era noite alta, porque não havia ninguém no corredor. Quando entrou em seu quarto, separou roupas mecanicamente e foi para o banheiro e entrou no chuveiro. De baixo da água a mente dela repassou sensação por sensação. E também o alívio da presença de Snape. Arregalando os olhos de repente, ela se lembrou que ele dissera que seria torturado por causa do plano de Voldemort.


Sem mais, Hermione saiu do chuveiro e se vestiu em tempo recorde. E voou escadas abaixo para a sala. A luz acesa no quarto de hóspedes disse a ela que Snape já havia chegado e que não estava bem.


Ela andou até lá com o coração disparado, mas foi devagar, apreensiva.


Snape estava deitado na cama, com sangue enchendo sua boca e sujando o lençol e a frente da camisa. Dumbledore estava em pé a um canto olhando para ele, e madame Pomfrey parecia compenetrada no que quer que estivesse fazendo.


- Não, não, professor, eu o encaminharei a St. Mungus; é necessário. O pulmão esquerdo foi perfurado de verdade, pior do que Lupin... Olha todo esse sangue...


Foi o sonoro soluço de Hermione que os fez notar a presença dela. A medibruxa parou de falar. Dumbledore a olhou.


- Não... não há nada que você possa fazer, madame Pomfrey?


- Eu francamente não sei como ele ainda está vivo – suspirou madame Pomfrey.


- Eu... eu ficarei com ele em St. Mungus.


- Severo vai me matar se eu deixar – murmurou Dumbledore.


- Você não tem escolha, professor, eu vou de qualquer jeito.


Dumbledore assentiu e ajudou a mover Snape para a maca. E madame Pomfrey os levou via flu para o hospital. A entrada de Snape no hospital foi feita com um curandeiro da Ordem e não foi registrada, pois no hospital havia espiões de Voldemort e da Ordem que não sabiam as lealdades de Snape.


Hermione estava com os cabelos presos e com um gorro de lã e um cachecol envolvendo o pescoço. As pessoas ficam bem irreconhecíveis sem o cabelo.


Ela acompanhou o curandeiro logo depois de se despedir de Dumbledore e de madame Pomfrey.


Ela lançava olhares de esguelha para o curandeiro, mas a expressão do rosto dele estava vazia. Bem, no mundo trouxa também os médicos recebiam pacientes morrendo todos os dias, e o hábito os fazia frios. Hermione imaginava que com os curandeiros fosse a mesma coisa.


Entraram num quarto e o curandeiro levitou Snape cuidadosamente para uma cama e começou a examiná-lo com base na conversa que tivera com madame Pomfrey pouco antes.


A expressão de concentração do curandeiro deixava Hermione com os nervos fervendo de curiosidade, e ela estava tendo que se esforçar muito para não começar a perguntar.


Felizmente, ela não precisou. O curandeiro logo se virou para ela e disse:


- Eu fui informado de que a senhorita é Hermione Granger, correto?


- Sim, senhor.


- Bem, suas habilidades em poções chegaram a mim há algum tempo, pois suas poções estão sendo mandadas para suprir os membros da Ordem que vêm para cá. Sabe, não podemos tirar poções de nenhum estoque para dar a pacientes não registrados.


- Entendo.


- Bem, sua presença aqui na verdade me ajuda. Eu não posso ficar muito tempo sumido, entende, pois, tecnicamente, eu não estou aqui. Deixarei anotadas as poções que você deve ministrar e de quanto em quanto tempo.


- Sim, senhor. Eu posso cuidar isso. Eu apenas gostaria de saber se ele... se está tudo bem.


- O caso dele é muito grave. Eu não imagino como ele ainda esteja vivo, mas vou aproveitar esse milagre e tentar curá-lo. Madame Pomfrey tê-lo socorrido aumentou o tempo de vida dele, com certeza, mas não posso garantir que ele vai viver. Dê as poções nos horários indicados, e eu passarei para vê-lo a cada duas horas. Qualquer coisa, meu nome é Lawrence Brown, e você pode me procurar. Alguma dúvida?


Hermione não confiava na própria voz e lutou duramente contra as lágrimas enquanto ele anotava as doses e os horários de cada poção num pedaço de pergaminho. Ele deixou na mesa de cabeceira de Snape, assentiu para ela e deixou o quarto.


Ela lutou contra o nó na garganta, mas, quando se sentou na beirada da cama e segurou entre as suas uma das mãos frias dele, as lágrimas vieram cruéis a seus olhos. Ela chorou. Chorou muito, apertando a mão dele, tentando aquecê-la com as suas.


- Sevie... eu te amo. Eu nunca pensei que pudesse amar alguém assim, mas eu te amo. Fica comigo. Não vai embora...


Ela chorava. Snape estava pálido e imóvel naquela cama fria e indiferente. Será que Voldemort o puniu daquele jeito sabendo que ele poderia morrer? Se era para ser só um teatro, porque o aclamado Lorde das Trevas não o deixou pelo menos em condições de sobreviver? Será que Snape mentira para ela, para fazê-la se sentir melhor?


Ela não queria pensar. Ela não queria lembrar. Snape a salvara e agora estava ali, naquela cama, com um pulmão em estado quase irrecuperável. Como que se lembrando, ela olhou para a boca dele. Havia sinais de sangue saindo de seu nariz e no canto dos lábios. Ela apertou mais a mão dele. Era mesmo um milagre que ele ainda estivesse vivo. Mas milagres acontecem no mundo bruxo, não? Ela não queria uma explicação, ela queria Snape de volta.


- Severo – ela deitou a cabeça no peito dele. – Fique comigo. Eu quero você. Eu não consigo mais pensar na minha vida sem você. Eu estou sendo ridícula, mas que posso fazer? Eu não sabia que alguém poderia amar em tão pouco tempo. Eu... eu me apaixonei tanto. Como você pode ser tão diferente quando está comigo?


Ela suspirou. O coração dele batia fraco, mas ela ouvia claramente.


- Eu andei pensando. Eu nunca havia pensado em você como uma pessoa, só como o professor Snape. Uma homem respeitável e fechado, um membro da Ordem dedicado e responsável. Mas o homem Severo é tão... tão maravilhoso... Eu nunca achei que gostaria de alguém assim... Eu sempre pensei que meu destino fosse virar uma nerd em Poções e quem sabe me casar com Rony e viver um casamento de amigos... sem aquele fogo. Sempre dizem que o casamento acaba com a paixão mesmo.


Ela suspirou e levantou o rosto do peito dele. As lágrimas dela havia manchado a roupa de hospital que ele estava vestindo.


- Se você pode me ouvir, Severo, por favor, dê algum sinal. Eu não sei se eu consigo pensar em você em coma e morrendo sem eu te dizer pelo menos mais uma vez o quanto eu te amo.


Ela ficou em silêncio um tempo, mas não houve resposta. Um som agudo encheu o ambiente. Snape estava pálido. Ele tossiu sangue. E depois...


Nada.

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