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8. Capítulo 8 - Editado


Fic: O Início de uma Vida Sexual


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 8

Lílian Evans caminhava pelo segundo corredor à direita da Sala Precisa no sétimo andar. Não, ela não estava indo ter um encontro, somente fazia sua ronda, catando alunos inconvenientes que ainda não estivessem jantando, ou mesmo em suas Salas Comunais.

Ao dobrar à esquerda, não se surpreendeu ao enxergar um casal se espremendo em um canto escuro. Nos dias de hoje, nada mais comum do que isso... pensou ela monotonamente.

- Os senhores aí! – chamou Lílian.

Lílian riu de se acabar, quando, sem precisar dizer mais nada, o casal já havia desaparecido no outro corredor... Que rápido e prático! Pensou ela divertida. Isso é que é ter autoridade!

Lílian continuou caminhando e iluminando seu caminho com a varinha. Enquanto isso, seus pensamentos permaneciam no casal de minutos atrás. O que eles não sabem, pensou irritada, é que isso passa a ser completamente irritante, quando não podemos fazer o mesmo naquele exato momento...

Aiai... A Sala Precisa é só amanhã... pensou cabisbaixa. E esse casal maldito me deixou na vontade! Bufou ela.

- Calma meu amor, não precisa andar bufando pelos corredores!

- Ahhhhhhhhhhhh!! – berrou Lílian de susto. – Tiago! Não acredito! Você quase me matou de susto! – disse ela enquanto colocava as mãos sobre o peito.

- Desculpa, Lily! – pediu ele sincero. – Mas eu não consegui me conter... – disse dando uma risadinha.

- Terá volta, Potter! Ah se terá... – ameaçou Lílian.

- Não faz assim, querida... – disse ele com cara de coitadinho. – Isso me lembra muito as nossas brigas no terceiro ano...

- As manias nunca mudam, não é mesmo? – perguntou ela levantando a sobrancelha.

- Talvez... – disse ele pegando-a pela cintura. – eu, por exemplo, nunca vou perder a mania de te beijar... – disse com um sorriso maroto.

- Ah é mesmo? – disse ela sarcástica. – é uma pena que eu não possa dizer o mesmo... – disse falsamente.

- Veremos então se não gosta... – disse ele sarcástico, antes de puxá-la para um longo beijo, no que ela não ofereceu resistência. – Não gosta é? Pois não parece... – disse ele rindo.

- Ah seu bobo! – disse ela. – Venha, vamos continuar essa ronda...

E assim os dois continuaram caminhando, agora conversando sobre assuntos banais, e depois sem notar, o tempo da ronda já havia terminado.

- Você não quer comer algo, Lily? – perguntou Tiago atencioso.

- Não, não... eu não estou com fome agora... – respondeu ela sincera.

- Ok... eu também não... vamos voltar para a Torre então?

Ela confirmou com um aceno e eles seguiram caminhando até o Salão Comunal.

- Você já vai se deitar, Lily? – perguntou Tiago.

- Não, eu vou tomar um banho primeiro, e depois eu vou estudar um pouco...

- Tudo bem, amor. Então nos vemos amanhã.
- Boa noite, Ti! – disse ela dando um beijo rápido nele.

- O quê? Só isso? – disse ele com cara de ofendido.

Lílian riu do namorado bobo que tinha.

Tiago pegou suas duas mãos e pôs em volta da cintura da namorada, e esta lhe retribuiu com um beijo caloroso.

- Assim está melhor? – perguntou ela.
- Está... – respondeu ele. – Mas com mais um, ficaria perfeito.
Os dois se beijaram novamente e depois se deram boa noite. Tiago subiu as escadas do dormitório, mas não sem antes virar e olhar uma ultima vez para Lílian, que também subia para o dormitório.

Ao entrar no dormitório vazio, ele vestiu seu melhor pijama e deitou tranqüilo em sua cama, logo o sono veio e o levou para longe dali...

Tiago acordou quando um ronco alto se fez presente. Pedro! Pensou ele irritado. E logo fechou os olhos novamente para tentar dormir. Mas o sono não veio, e ele tentou mais e mais vezes, e nada do sono chegar. Por fim, desistiu, era melhor esfriar a cabeça um pouco, esperar o sono vir novamente e depois, sim, deitar...

Levantou-se um pouco emburrado ainda e tomou um banho rápido, colocou uma roupa casual e resolveu descer ao Salão Comunal e ficar por ali passando o tempo.

Quando desceu o último dos degraus, reconheceu de longe os cabelos ruivos que descansavam dentro de um livro. Tiago chegou perto de Lílian, e sussurrou em seu ouvido, no que a garota olhou para ele confusa.

- Oi minha dorminhoca! – disse ele sorrindo.

- Olá Sr. Insônia! – brincou a outra.

- Vejo que acabou desmaiando de tanto estudar... – zombou ele.

- É claro que não! Eu apenas peguei no sono... – falou ela como se fosse a coisa mais normal do mundo.

RONC!

- Você ouviu isso? – perguntaram os dois ao mesmo tempo.

- Eu acho que foi a minha barriga... – responderam os dois corados ao mesmo tempo, e logo depois desatando a rir descontroladamente.
- Xiii... – disse Lílian. – desse jeito nós vamos acabar acordando todo mundo!

- É mesmo... – disse o outro baixinho. – o que acha de comermos alguma coisa para saciar essa fome?

- Ah sim! Vamos comer como? Assaltando a cozinha por acaso? – perguntou ela, irônica.

- Olha, não é uma má idéia... – retrucou Tiago, como se avaliasse a hipótese.

- Ei! Eu estava brincando! – disse a outra rindo.

- Pois eu não. – respondeu ele, sério. – Venha, vamos...

- Ei! – disse ela enquanto Tiago a colocava sobre o ombro.

- O que foi? – perguntou o outro inocente.

- Me solta, Tiago!

- Não. – respondeu ele simplesmente, no momento que atravessavam o buraco do retrato.

- Como assim não? – perguntou a outra incrédula.

- Não soltando... – respondeu ele calmamente mais uma vez.

- Por que não?

- Porque a vista aqui está ótima! – disse ele se referindo a calcinha de Lílian, que sobre seu ombro estava completamente à mostra.

- Que bom... – disse ela entrando na brincadeira também. – Porque por aqui a vista também é ótima sabia?

- Ah é? – perguntou ele não entendendo.

- Sim... – respondeu ela rindo. – Bela bundinha hein, Tiago? – e foi a vez de ele corar.

- Obrigada minha ruiva... – se ela quer brincar, então vamos brincar. – pode apalpar se quiser viu?

- Ah é mesmo? – disse ela enquanto apertava a bunda dele de leve.

- Só lamento ter de fazer o mesmo em você... – disse ele se segurando para não rir.

- Como assim? Isso não estava no acordo, Tiago! – disse ela achando muita graça daquilo tudo.

- Direitos iguais, querida Lily. – disse ele piscando o olho, enquanto fazia o mesmo nela. – Foi bom para você? – perguntou.

- Ô se foi... – disse ela zombando.

- Pena não poder te dar mais... – disse ele num tom de voz triste. – Acabamos de chegar...

- Ah... uma pena mesmo... – disse ela fingindo tristeza, enquanto ele a recolocava no chão. – Mas a minha barriga agradece! – disse ela se referindo à fome que estava sentindo.

- A minha também! – disse Tiago, enquanto fazia cócegas na fruteira que servia como passagem para a cozinha, fazendo surgir uma maçaneta, a qual ele girou, e logo depois, os dois entraram no local.

A cozinha se encontrava numa completa escuridão, Tiago rapidamente murmurou um feitiço, fazendo com que todas as velas se acendessem. Lílian olhava para tudo atentamente, se não estivesse enganada, aquilo era uma réplica quase perfeita do Salão Principal, e cada mesa daquelas deveria estar magicamente ligada com a sua gêmea. Sorriu por pensar que Tiago sempre tinha uma saída para tudo. Mas havia algo que não estava certo...

- Ti... – chamou ela baixinho. – Você não tinha me dito uma certa vez que existiam elfos na cozinha? – perguntou ela receosa.

- E existem... – respondeu ele pensativo. – mas eles também merecem um descanso, né? – questionou. – Veja! Já são quase três horas da madrugada...
- Nossa! É mesmo... – surpreendeu-se Lílian. – Mas então não vai ter comida para nós? – perguntou Lílian preocupada.

Tiago pareceu pensar na questão. E depois começou a abrir armários e mais armários, analisando o conteúdo de cada um deles. E por fim voltou-se para Lílian novamente.

- Bom, nós temos de tudo aqui... acho que para qualquer tipo de prato. É só você dizer o que quer comer... – disse ele.

- Que tal... – Lílian parou e pensou um pouco. – Que tal nós fazermos um bolo de chocolate?

- Idéia brilhante, Lílian! – elogiou Tiago. – Você quer fazer ou eu mesmo faço?

- Eu faço! – disse ela.

- Por que você faz? – perguntou Tiago desconfiado.

- Ora! Porque eu sei fazer! – disse Lílian como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

- Mas eu também sei! – disse ele ofendido.

- Mas o meu é melhor! – disse a outra convencida.

- Ah faça-me rir, Lílian! O meu é mil vezes melhor que o seu! – retrucou o outro.

- Nunquinha! O meu é melhor e ponto final.

- O meu! – teimou o outro.

- Já chega! – disse a outra pondo um fim na discussão. – Eu tenho uma idéia...

- E qual é?

- Cada um faz o seu, e o que for melhor, o vencedor, vai ter que fazer qualquer coisa que o outro pedir!

- Fechado! – disse Tiago apertando as mãos de Lílian.

- Fechado! – disse ela respondendo o gesto.


Os dois se entreolharam uma última vez, e logo saíram em busca dos ingredientes, panelas e fôrmas necessárias. Cada um em um canto da cozinha, mexendo, esquentando, misturando, assando, do jeito que achava ser correto. Tiago arriscava umas olhadas para o bolo de Lílian de vez em quando, com medo de que tivesse esquecido de algum ingrediente. E Lílian fazia o mesmo com relação à Tiago, só que era muito mais discreta.

Mais ou menos uma hora depois os bolos ficaram prontos, os dois se olharam como se pensassem "Já!" e retiraram as formas do forno ao mesmo tempo, e postaram uma ao lado da outra. Tiago analisava o seu bolo e o de Lílian clinicamente, enquanto esta sorria desdenhosa.

- Você já perdeu, Tiago! – disse a outra maldosamente.

- Eu já perdi? Vai sonhando! – respondeu o outro venenoso.

- Você é cego ou são seus óculos que estão sujos de cobertura? – alfinetou Lílian. – Não está na cara que o meu é muito mais bonito que o seu?

- Bonito até pode ser... – admitiu o outro. – Mas não creio que seja esse o critério a ser avaliado! – cortou Tiago. – Não sei se você já ouviu aquela frase, Lílian: "Não adianta ser só bonito, tem que ter conteúdo!" – completou maldoso.

- E isso o meu tem de sobra! – gabou-se Lílian.

- É o que veremos! – encerrou Tiago.

Lílian e Tiago pegaram cada um uma faca e retiraram dois pedaços de seus próprios bolos, e depois trocaram um deles entre si.

- Que tal experimentamos os nossos próprios pedaços primeiro? – disse Lílian. – Depois nós comparamos com o do outro...

- Por mim... – disse Tiago dando de ombros. – ATACAR!

Ele e Lílian rapidamente pegaram o pedaço de bolo e comeram o primeiro pedaço, fazendo aquele "Humm..." costumeiro. Os dois gostaram muito do que provaram, e se convenceram cada vez mais de que ganhariam a "aposta".

Tiago e Lílian se olharam, ainda com aquele brilho maníaco, de quem não quer perder de jeito nenhum nos olhos, e depois giraram o olhar até o bolo "adversário".

- Pronta para se deliciar com a oitava maravilha do mundo? – perguntou Tiago convencido.

- Só se você estiver falando do meu pedaço do bolo! – disse Lílian com veneno.

- Não mesmo! – respondeu o outro no mesmo tom. – Pronta?

- Sim! – respondeu a outra olhando firme nos olhos deste.

A reação dos dois foi praticamente a mesma, no primeiro momento, os dois fizeram cara de nojo para colocar o bolo na boca, como se esse estivesse estragado. Logo depois, quando o sabor invadiu a boca dos dois, sentiram que estavam voando. O bolo deles até que era bom, mas não era a mesma coisa que o do outro. Talvez porque já estivessem acostumados demais a comer sempre o mesmo bolo, com o mesmo gosto, ou talvez porque a maneira que a pessoa faz deve mudar completamente a essência.

No momento que repararam que estavam sendo congruentes com a própria derrota, Tiago adiantou-se a tossir, como se quisesse eliminar o bolo de si, e Lílian fingiu que iria vomitar. Passados alguns instantes com eles já "recuperados", resolveram que já era a hora de decidir o vencedor.

- Vamos Lily... admita eu sou o vencedor!

- Eu admitir uma maluquice dessas? Nem louca e internada! – retrucou ela.

- Ah não finja que não gostou, pois eu vi muito bem a cara que você fez quando pôs o meu bolo na boca!

- A cara de nojo você quer dizer? – perguntou Lílian.

- Eu até acreditaria se você não fosse tão péssima atriz! – alfinetou Tiago.
- E eu até diria que estava bom se você não fosse tão péssimo cozinheiro! – retrucou a outra.

- Estou vendo que essa conversa não vai levar a lugar algum... – disse Tiago.

- Eu também acho... – disse Lílian como que se reclamasse.

- É, mas pelo menos eu não estou com a cara suja de calda de chocolate... – zombou Tiago.

- Eu estou suja? – perguntou Lílian apreensiva. – Onde?

- Bem aqui. – disse ele apontando para o próprio canto da boca.

- Aqui? – perguntou ela, apontando para a própria boca.

- Deixa eu limpar...

A verdade é que a boca dela nem sequer estava suja, mas mesmo assim ele levou a mão ao rosto dela e enquanto ela estava distraída esperando que ele limpasse, ele a puxou pela cintura com a outra mão agarrou-a, beijando-a de surpresa.

Lílian sentia mais uma vez, como se estivesse voando. Enquanto Tiago a beijava calorosamente, esta se deliciava com o gosto de chocolate dos lábios dele.

Então Tiago fez algo que nunca fizera antes, levantou Lílian pela bunda encaixando-a em seu colo. A garota riu e abraçou o namorado, permitindo ser carregada enquanto ele andava ao lado da mesa:

- O que você ta fazendo, Ti? – perguntou Lílian não entendendo nada.

- Procurando um lugar... – respondeu ele brevemente.

- Um lugar pra quê? – perguntou entendendo menos ainda.

- Pra te limpar... – respondeu ele mais uma vez brevemente.

- Tiago! – disse Lílian achando graça. – Eu tomei banho há pouco tempo, estou limpa!
- Você que pensa que está limpa... – disse ele caçoando.

Lílian riu. Quando Tiago chegou a uma parte da mesa que estava limpa colocou a namorada sentada nela e voltou a beijá-la com fervor. Aos poucos o beijo ia se tornando mais intenso, ambos colocando mais pressão a cada instante. As mãos de Lílian no pescoço dele e as dele cada vez mais inquietas.

Incentivado pelo beijo dela, Tiago parou de se controlar, e suas mãos entraram dentro da saia dela percorrendo as coxas bem definidas.

Lílian não ofereceu resistência, pelo contrário, deixou de se controlar também, e começou a passear com suas mãos por dentro camisa do namorado, subindo-a de pouco a pouco.

Quando viram, Tiago já estava sem a parte de cima da roupa, e a saia de Lílian completamente virada para cima, deixando á mostra a calcinha rosa claro, e de alcinhas bem fininhas que a garota usava.

Tiago, que já estava excitado, quase explodiu quando viu aquilo, e quando se deu conta ele havia deitado Lílian sobre a mesa e já estava deitado sobre a garota. Tiago... Tiago... recomponha-se garoto! Pensou ele sobre si mesmo. Pense na Lílian... pense nela... e pensando nisso ele saiu de cima dela e ficou ao seu lado.

Mas ao contrário do que ele pensava, Lílian tinha gostado e muito de sentir seu corpo sobre o dela, ainda mais quando ela percebeu o membro rígido sob a calça do namorado. Lílian sentia que não existiam barreiras, não existiam inibições, não sabia ao certo o motivo de tal mudança, mas sabia que isso era bom... e como era!

Tiago tentou, realmente tentou se controlar, mas por algum motivo, que ele também não sabia o qual, dessa vez estava sendo muito mais difícil de ser racional. E suas mãos deslizaram pela blusa de Lílian, e retiraram essa tranqüilamente, com amor e carinho.

Ele deslizou o dedo pela barriga lisinha dela, enquanto dizia.

- Eu não disse que estava sujo?

- Onde?

Tiago pegou alguma coisa sobre a mesa, que Lílian não viu o que era. Só sentiu quando isso foi derramado sobre a sua própria barriga, e sorriu ao ver do que se tratava.

Tiago derramou calda de chocolate sobre a barriga de Lílian, e começou a lamber e beijar a região agora repleta de doce. Lílian se arrepiava com cada toque do maroto e, no fundo, achava engraçado o modo de Tiago conseguir ser tão inovador e irresistível.

E a graça mudou de nome, no momento em que Tiago começou a subir os beijos em direção aos seios dela, passou a se chamar tesão. Mas ao chegar ao sutiã dela ele parou... mas somente para retirar-lhe a peça e, logo depois, ele voltou mais ousado ainda, beijando forte e intensamente a região perto dos seios dela.

E ele parou novamente, fazia aquilo somente para deixá-la com desejo. Admirou um pouco seu corpo e as sombras que as velas formavam sobre ele, o corpo dela agora parecia dançar em chamas. Tiago beijou-lhe toda a extensão do pescoço, até chegar na boca, e lá depositou beijos curtos e suaves, demonstrando todo o romantismo da situação.

Lílian sabia que ele fazia aquilo somente para testá-la. Beijava em volta dos seus seios, excitando-a, e depois voltava a beijar sua boca, como se nada tivesse acontecido. E então ela não agüentou, com uma das mãos ela segurou o seio direito, e com a outra puxou a cabeça de Tiago em direção ao bico.

Tiago sorriu maroto, antes de começar a lamber e chupar os seios de Lílian lenta e sensualmente.

A garota gemia baixinho, enquanto sentia Tiago saborear seus seios. E eles continuaram assim, por um bom tempo, até Tiago voltar a pegar novamente a cobertura. Ele derramou o chocolate sobre os seios dela, descendo até a barriga. E nessa hora Lílian teve uma idéia.

Ajoelhou-se ao lado de Tiago e começou a comprimir os seios contra o peito do rapaz. Além da sensação ser gostosa, tinha a finalidade de enchê-lo de chocolate também. E não demorou muito e Lílian já lambia Tiago por toda a barriga e peito. Enquanto o maroto apenas se deliciava com as diversas sensações...

Lílian foi descendo até a calça de Tiago, revelando um grande volume sob a cueca preta. Esta que foi completamente abaixada, dando lugar ao membro rígido do garoto. Lílian não hesitou, meteu a mão na panela de calda e começou a lambuzar o membro dele, com movimentos de cima a baixo. Depois de algum tempo naquele movimento, Lílian caiu de boca em cima de seu alvo, que mais parecia um imenso pirulito de chocolate, e começou a chupar, como se este fosse realmente um doce... e era, um doce amargo, que contrastado com o chocolate, apenas atiçavam os seus sentidos. E ela chupou, de cima a baixo, até que toda a calda se extinguisse, mas ela não parou por aí. Pôs a mão mais uma vez na panela, assim continuando o que fazia antes.

Mas agora era diferente, agora Tiago gemia, gemia muito, gemia alto, gemia de prazer. Quando soube que estava quase para gozar, não hesitou, pôs uma de suas mãos sobre a cabeça de Lílian, mostrando a ela como queria que fosse.

No início ela até estranhou, mas logo achou interessante o fato de poder aprender cada vez mais. E, além disso, era satisfatório ver como ele sentia prazer. Não demorou muito e o tão esperado líquido invadiu os lábios de Lílian, ao mesmo tempo que Tiago praticamente gritava em êxtase. O gosto não era o que poderia se chamar de "bom", mas era amenizado pelo gosto do chocolate que ainda permanecia em seus lábios.

Tiago se recompôs, e Lílian sorriu para ele. Ele dessa vez, não disse nada. Apenas fez sinal para que ela se deitasse. E ela, mesmo sem entender nada, o fez.

Tiago sem pedir licença, derramou a calda mais uma vez sobre Lílian, e começou a lamber seus seios, Lílian estava deliciada, e passava a mão pelos cabelos dele incentivando-o. E o incentivo foi grande demais. Os beijos começaram a descer até chegar na calcinha, ele a tirou com a boca e ela não ofereceu resistência, sentia-se extasiada demais para falar.

A calcinha ficou nos tornozelos e Tiago depositava beijos suaves no baixo ventre da garota. Lílian sabia o que estava por vir, e não se sentia nervosa, nem muito menos envergonhada. Viu quando ele derramou lentamente o chocolate sobre seu sexo, passando os dedos levemente de cima a baixo, o que já lhe proporcionava uma sensação gostosa.

Mas nada poderia tê-la preparado para o que veio a seguir. Tiago fez com que ela abrisse as pernas, e no momento seguinte, algo quente entrou em contato com seu sexo. Algo quente, devastador, que parecia eletrocutar cada parte de seu corpo. Algo que buscava o prazer até sua alma, algo realmente inexplicável.

Lílian não sabia como era um orgasmo, no entanto, se fosse algo parecido com aquilo já agradeceria a Merlin por ter nascido!

A língua quente de Tiago encostava os lugares menos prováveis de que ela pensaria sentir prazer. Não conseguia mais não gemer, e via que Tiago sorria maroto ao constatar o prazer que ela sentia.

Lílian sentia o seu prazer aumentando em uma velocidade incrível. Achava que mais um pouco e já explodiria. E foi mais ou menos o que aconteceu.

Com um gemido alto, que mais pareceu um grito. Ela viu seu corpo chegar ao orgasmo. Dos dedos dos pés a cabeça, tudo parecia descarregar energia elétrica, o corpo todo arrepiado, uma sensação diferente e melhor do que qualquer outra por qual tivesse passado na vida.

Em seguida relaxou. Seu corpo parecia ter esvaziado, todas as más sensações se extinguido, todos os maus sentimentos ido embora. Deixou-se descansar um pouco, enquanto Tiago deitava ao seu lado. Algum tempo depois, Lílian virou-se de lado, e seu rosto e o de Tiago ficaram muito próximos. E naquele momento eles olharam profundamente os olhos do outro. Não precisavam dizer nada, estava escrito lá dentro, o quão felizes eles eram, o quanto se amavam, o quanto queriam aquilo para sempre. Sabiam que se completavam, não precisavam de ninguém que lhes dissesse isso.

Lílian sabia que amava aqueles olhos castanhos esverdeados, amava mais do que tudo o que Tiago Potter representava em um todo. E ele também sabia que não existia Tiago Potter sem Lílian Evans por perto. Que ele não seria o mesmo o dia que acordasse sem ela em sua vida, pois amava aquela garota de um jeito que nunca imaginou amar alguém.

Ficaram mais um tempo ainda trocando carinhos e carícias, mas num dado momento perceberam que devia ser cedo e os elfos em breve chegariam para preparar o café da manhã. Vestiram-se com pressa e foram correndo e rindo em direção ao Salão Comunal que ainda estava vazio. Cada um então rumou para o seu quarto, para tomar um banho e tirar qualquer resíduo de chocolate que ainda tivesse ficado.

Algum tempo depois, desceram novamente para o Salão comunal, dessa vez acompanhados por seus amigos, e foram tomar café da manhã. E ao chegarem ao Salão Principal abafaram sua surpresa:

- Bolo de chocolate! – exclamou Sirius, empolgado...

Lílian e Tiago se puseram a rir descontroladamente e se recusaram a comer. Ninguém entendeu nada e eles se negaram a explicar.

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 22/03/2013

Queeeeeeeeeeeeeeente!

Nota: 5

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