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7. Fidelidade


Fic: Bem ou Mal necessário - PORNFIC


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Era Dumbledore em pessoa. Ele olhou-a por cima dos óculos meia-lua; ela não conseguiu ensaiar o sorriso que sempre sorria para ele.


- Oi... ahn... entre – ela disse.


Dumbledore entrou e olhou para Snape.


- Srta. Granger, pode nos dar licença? – perguntou o diretor, sem tirar os olhos de Snape.


Hermione olhou de relance para Snape, que fitava o diretor com uma expressão neutra. Ela suspirou e saiu de lá, fechando a porta atrás de si.


- Que posso fazer, diretor? – perguntou Snape calmamente.


- Harry veio conversar com você hoje sobre uma conversa que nós tivemos ontem – disse Dumbledore, sentando em um dos bancos, ainda encarando Snape. – E ele contou a mesma coisa para a srta. Granger.


Snape assentiu, mas não disse nada.


- Severo, eu gostaria de saber... Agora que você tem a confiança do filho de seu maior inimigo com a sua melhor amiga... você não está pensando em voltar atrás, está?


Snape manteve a expressão vazia.


- Voltar atrás em relação a que?


- Sua fidelidade. Continuará com a Ordem?


O Mestre de Poções suspirou.


- Minha fidelidade não é para a Ordem da Fênix e nem nunca foi – disse ele com a voz letal, que rasgaria a seda mais fina como uma lâmina árabe. Os olhinhos do diretor se arregalaram. – Minha fidelidade está contra o Lorde das Trevas. Eu vim a você naquela noite depois da morte de Lílian porque eu o odiei. Eu fui egoísta e saí do lado dele, porque o odiei, e ainda odeio. Lílian foi minha amiga e teria sido namorada se eu não fosse um bastardo, embora hoje eu olhe para trás e veja que ela era mais uma irmã. Eu a amava. Amá-la me fez odiar o Lorde das Trevas. Eu a perdi.


Dumbledore olhava para o fundo dos olhos negros, que continuavam inexpressivos.


- Dumbledore, minha fidelidade estará com você e com a Ordem enquanto eu vir que a Ordem está lutando contra o Lorde das Trevas. Eu tenho que beijar as vestes de um homem que matou a única pessoa que consegui amar de um modo puro. Até Hermione. E você está caminhando para jogá-la ao fogo, sabendo que ela vai querer ajudar com o que puder. Ela não vai entrar no seu jogo. Ou vai, sobre o meu cadáver. Portanto, não faça como o Lorde das Trevas fez, porque não terei problemas em dar as costas para você.


- Você luta contra Voldemort por vingança.


- Sim. Um motivo honesto por que lutar. Eu declaro porque estou lutando. Eu odeio o Lorde das Trevas e quero que ele vá para o inferno. Não dou a mínima para o mundo. Você também quer que ele morra, para restaurar a ordem, a paz, a felicidade e o mundo perfeito. Ótimo. Não importa porque estamos lutando contanto que lutemos. Entretanto, eu não vou deixar de lutar contra o Lorde das Trevas até que ele morra ou que eu morra, estando do seu lado ou não.


- Hermione é maior de idade e tem o direito de decidir como vai participar.


- Sim, ela tem o direito de decidir. Pena que você não tenha se lembrado disso quando armou aquela armadilha para ela e para o Lupin. Se eles soubessem as suas razões talvez não saíssem. Ou talvez saíssem, mas pelo menos conscientes de que estão lá para um propósito. As pessoas não são marionetes por mais que você as use assim, Dumbledore.


- Você ainda é a minha marionete mais obediente e mais compreensiva, meu menino – murmurou Dumbledore.


- Até você jogar Hermione no meio do fogo. Até lá. E ela não vai cair no fogo, isso eu posso jurar.


- Eu não pretendia jogá-la no fogo.


- Não, você ia jogá-la nesse inferno que eu chamo de vida. É pior que o fogo, com toda a certeza. Desista dessa idéia se você ainda quer a minha ajuda.


- Você não vai deixá-la.


- Não, vou levá-la. Se um dia ela precisar fazer algo arriscado, que faça. Mas que saiba exatamente por que e o que estará fazendo. Eu não exijo isso para mim mesmo, porque eu tenho nervos para lidar com certas situações. A inocência depois de perdida jamais retorna. E o que ela tem de mais bonito é essa inocência. Depois de enfrentar comensais, depois de participar de chacinas contra pessoas indefesas, depois de ver mulheres sendo violentadas de braços cruzados... ela jamais seria a mesma – Snape suspirou. – Lílian não foi. O Potter não foi. E ela não vai ser.


Dumbledore suspirou.


- Eu não quero que ela faça o mesmo papel que você, como você parece estar pensando.


Snape cruzou os braços e apoiou-se na bancada, fitando o diretor.


- Mas é isso que parece.


- Eu sei, Severo - Dumbledore suspirou e olhou para suas mãos em seu colo, na típica pose de criança culpada. - Eu não acredito que a srta. Granger poderia fazer o trabalho que você faz, ou que qualquer outra pessoa poderia. - ele deu um sorrisinho. - Uma grifinória não poderia manter frieza em nenhuma das situações que você descreveu e tantas outras piores. E nem eu quero que ela crie essa frieza.


- As suas intenções? - Snape não falaria assim com o velho diretor se não soubesse que ele estava preocupado em perder seus serviços de espião.


- Exatamente o que aconteceu. Voldemort não colocaria uma nascida trouxa nos rankings dele, a menos que quisesse ver sua causa destruída.


- De fato - disse Snape friamente. - Agora, tenho uma poção mata-cão para preparar, se o senhor puder me dar licença.


Dumbledore levantou-se, mas continuou olhando para Snape.


- E agora, Severo? Com quem está a sua fidelidade?


- Contra o Lorde das Trevas. Estou ao seu lado, como sempre estive, mas sempre, sempre, do meu próprio lado.


O diretor assentiu e se retirou. Snape bufou, mas estava aliviado. Ele começou a separar os ingredientes e mal percebeu quando a noite caiu. Apenas uma batida fraca na porta o despertou, ao mesmo tempo em que ele pôs o relógio para apitar quando desse cinco horas depois de ter acendido o fogo em baixo do caldeirão. Ele olhou para a porta e disse para entrarem. Era Hermione.


- Severo, vem comer - ela sussurrou. - Hora do jantar.


- Ufa - ele se espreguiçou. - Depois de um dia inteiro aqui... Por que você não voltou depois que Dumbledore saiu?


- Ah... - ela corou. - Eu estava ajudando os meninos a treinar alguns feitiços de defesa... e depois Molly me chamou. Sabe, eu achei que você precisaria de concentração para preparar a sua poção, então tratei de deixar você em paz.


Snape deu um sorrisinho aprovador.


- E quanto a Lupin?


- Remo está dormindo agora, mas parece que a poção o ajudou. Venha, vamos jantar.


Snape assentiu e levantou-se. Enquanto desciam as escadas, ele disse:


- Depois do jantar tenho de dar aula de oclumência para o santo Potter, ele deve ter lhe dito. E tenho de esperar dar as cinco horas de fervura da poção... Então abaixarei o fogo e só terei de olhá-la novamente amanhã de manhã. Se você quiser me esperar... Eu irei ao seu quarto ainda hoje - a última frase ele disse com a voz mais baixa e grave.


Ela apenas sorriu para ele e fez que sim com a cabeça. Quando chegaram à cozinha, ele estava explicando a ela qualquer coisa sobre a poção mata-cão e a mesa estava uma balbúrdia. Moody estava presente e olhou feio para Snape, que apenas arqueou uma sobrancelha.


Os dois sentaram-se em seus lugares e jantaram em silêncio, em meio à desordem dos gêmeos contando algum episódio engraçado do Beco Diagonal.


Na hora da sobremesa, no entanto, Snape se levantou e foi para a sala. Não queria demorar muito com Harry. Queria ir logo para o quarto de Hermione, na verdade. Ele estava com saudades dela, e temia o próximo chamado. Tinha certeza que haveria uma reuniãozinha na casa de Malfoy por aqueles dias. Sempre naquele mesmo período do mês havia uma festinha nojenta a que ele era obrigado a comparecer pelo bem das aparências.


Harry entendera o recado, porque apareceu logo na sala, olhando em volta.


- Potter - ele disse. - Vamos logo.


- Aonde, Snape?


- Na sala de treinamentos. É perto do laboratório o suficiente para eu vigiar a poção.


Subiram em silêncio e Harry entrou na sala antes do professor, que entrou logo atrás e fechou a porta.


- Bem, Potter, você ao menos se lembra a parte básica da oclumência? - perguntou Snape, sério, no típico tom do professor de Poções. - Não importa se do que eu ou do que Dumbledore ensinou. Você se lembra de alguma coisa?


- Sim, senhor - respondeu Harry, tentando ser civilizado. Ele sabia que Snape seria desagradável. - Eu me lembro da teoria, mas quando chega a parte prática eu não consigo me concentrar o bastante.


Snape assentiu. Ia ser difícil.


- Sente-se, Potter. Tem alguma coisa que você não quer que eu veja? Deixe-me ver...


Harry sentou-se. Snape tinha que começar pela parte mais difícil. Está bem, por Gina ele aguentaria isso. Voldemort não poderia saber o que ele sentia por Gina, não poderia de jeito nenhum. Bem, também não seria muito agradável se Snape soubesse. É, ele provavelmente ficaria fazendo comentários ferinos e desagradáveis. Caramba, como a Hermione poderia estar interessada nele.


Ele ergueu o olhar para o professor, que tinha um sorriso malicioso no canto do lábio.


- Maldito! - exclamou Harry. - Isso não é justo! Você não me avisou que ia começar!


- Você não está esperando que Voldemort lhe mande uma coruja cada vez que quiser entrar na sua mente, está, Potter? - perguntou Snape com aquele traço de escárnio na voz.


Harry cerrou os punhos.


- Eu esperava que ao menos na hora de me ensinar o senhor pudesse...


- Pudesse lhe mostrar como as coisas são em vez de deixar tudo mais fácil apenas para conquistar a sua simpatia - interrompeu Snape com cara de desagrado. - Não sou ninguém que não Severo Prince Snape. Acostume-se. Você me pediu ajuda, mas não vai determinar como eu ensino alguma coisa. Lembra-se da teoria? É o que você precisa fazer. A sua mente deve estar fechada; fechada a tudo. Não pense, não sinta. Eu não gostaria de imaginar o que o Lorde das Trevas faria em posse da informação sobre quem é a sua donzela amada, embora, cá entre nós, isso seja óbvio.


Harry queria xingar. Ele precisava. O dia dele seria mais feliz se ele fizesse isso. Mas Snape estava certo, é claro. O maldito bastardo estava certo. Mas era difícil controlar os sentimentos, os pensamentos. Eles voam. Como controlar algo que é mais rápido que a sua própria vontade?


- Sei que é difícil, Potter, e você parece estar em um turbilhão emocional hoje, particularmente - disse Snape, sentando-se no braço de uma das poltronas em frente à de Harry.


O menino fitou-o.


- Como o senhor faz, professor?


Snape considerou a pergunta. Ele estava num estágio muito mais avançado do que o que Harry precisava. Harry precisava apenas fechar a mente. Ele tinha que deixar a mente aberta para alguns pensamentos e outros devia esconder a sete chaves.


- Eu simplesmente me ponho numa sala escura e fechada. Sem janelas, e sem cheiro e sem paredes ou teto. Como se estivesse em um grande lugar escuro - ele respondeu cautelosamente. Era assim que ele fazia quando não queria que Voldemort visse nada. - É uma técnica meio infantil, na verdade, mas ajuda.


Harry considerou. Ele pensou em uma sala escura. De olhos abertos numa sala escura. ele não veria nem a si mesmo. Um lugar onde não houvesse nem porta nem janelas. Simplesmente um véu negro de nada. Não era tão difícil assim. Uma sala escura. Bem, era um excelente começo. Ele poderia pensar numa sala escura durante algumas vezes no dia até se acostumar a não pensar em nada quando estivesse sozinho. Quando estivesse com alguém ele apenas prestaria atenção na pessoa e não pensaria em nada. Não permitiria que os pensamenos vagassem. Sempre que fosse pensar em alguma coisa, veria a sala escura.


- Isso é... útil, professor - disse Harry. - Eu... o senhor já vai...?


- Ah... talvez. Vamos conversar sobre alguma coisa. É uma missão difícil, mas vamos ver se você consegue esvaziar a mente enquanto estiver conversando. Você passa a maior parte do dia conversando.


- Que assunto eu teria com o senhor?


- Bem, se você quiser trocar grosserias está bom, apenas não se esqueça do exercício.


Harry sorriu. Achou estranho, mas Snape até que era engraçado, do jeito dele.


- Eu não sou seu bobo da corte, Potter.


- Agora é a hora em que o senhor fala mal do meu pai - disse Harry com um sorriso amistoso, ainda concentrado na sala escura.


Snape concedeu um meio sorriso, mas não disse nada.


- O seu pai era um antipático asqueroso e convencido - disse Snape. - Mas era um bom bruxo.


Harry olhou para ele, curioso. Snape não faria uma concessão depois de tudo o que seu pai lhe fizera, faria?


- Não por ele, evidentemente - disse Snape, tranquilamente, vendo o quanto era fácil fazer Harry de desconcentrar da sala escura. - Sua mãe o transformou numa pessoa razoável.


Harry pensou no que Snape estava dizendo e, como que num estalo, levantou-se e disse:


- Seu canalha! Você me enganou! Só para eu deixar de me concentrar! - mas ele não parecia assustado.


- Bravo, Potter - disse Snape, sarcástico. - É muito fácil enganar você, não seja tão inocente. Ou seja, mas não perca a concentração.


Harry voltou a se sentar. Dessa vez Snape não disse nada, apenas cruzou os braços e levantou-se. Começou a andar de um lado para o outro. Harry uma hora ia se desconcentrar. Não demorou muito, ele achou uma brecha para uma conversa entre ele e Rony, mas não ficou lá para ver.


- Potter, se o Lorde das Trevas quiser alguma coisa, ele pode ficar dias vigiando você até você perder a concentração. Não fique entediado em dez minutos.


A aula foi longa; passou um pouco mais de meia hora das duas horas previstas por Snape, mas pelo menos Harry já estava demorando mais para perder a concentração. Ao fim da aula, Snape passou uns exercícios de concentração e relaxamento para Harry fazer durante o dia e depois voou para o laboratório, quase satisfeito com seu desempenho como professor.


Ele verificou a poção, limpou seus instrumentos, a bancada de trabalho. Seus pensamentos voaram para Hermione e para o sorriso dela naquela tarde, ao lhe mostrar aquela roupa íntima tão pequena e tão vermelha. Sentiu-se endurecer e respirou fundo. Estava começando a sentir calor. O que seu pequeno demoniozinho lhe preparara para a noite? Ou ela não preparara nada? Um demônio em forma de anjo. Ele encostou na bancada, esperando o relógio apitar, e apoiou a cabeça dos braços cruzados em cima da bancada, respirando com dificuldade. Sentia seu membro pulsar. E lembrou dos lábios dela em torno dele naquela tarde, antes que ele fosse falar com Voldemort. Seu membro latejava como o inferno. Teria que se controlar muito para não agarrá-la antes mesmo que ela desse início ao jogo. Queria deixá-la tomar a iniciativa. Estava curioso. Ela prepararia alguma coisa. Era dedicada com tudo, e ele não via por que ela não seria com sexo.


Depois do que lhe pareceu uma eternidade, o maldito relógio apitou. Cuidadosamente, ele baixou o fogo e saiu do laboratório, trancando-o em seguida. Estava ansioso e excitado quando caminhou escadas abaixo rumo ao quarto dela. Deixou as vestes fechadas, porque seria humilhante que alguém visse a tenda em sua calça, que estava incomodamente apertada.


Bateu de leve à porta da menina, que logo veio abri-la com passos silenciosos. Ele entrou e, quando ela fechou a porta, ele lançou um feitiço de silêncio. Não queria fazer nada baixo. Queria ouvir os sons deliciosos que ela emitia. Só então ele se virou para olhar para ela.


Hermione vestia um robe preto de seda e tinha os cabelos cacheados soltos, caindo-lhe em cascatas pelos ombros. Ele olhou-a da cabeça aos pés. Antes que ele se aproximasse, porém, ela o fez. E o beijou. Ele separou os lábios imediatamente e penetrou os dela com sua língua. Estava em chamas, e parece que ela também. Ela o empurrou até a parede e encostou-o lá, enquanto o beijava passionalmente. Snape sorriu em meio ao beijo. Ele estava bem servido naquela noite.


Suas mãos a envolveram e ela mesma empurrou os quadris contra os dele. Separou os lábios dos dele quando o sentiu tão preparado, mas não afastou seus corpos. Ele a fitava com olhos pesados e negros como nunca antes.


- Boa noite - ela disse, com um sorriso angelical.


- Tenho certeza que será - ele disse, descendo as mãos para desatar o nó do robe dela. Ela se afastou do corpo dele ligeiramente, e ele abriu seu robe.


Ele salivou. Sim, salivou. Uma gota de suor desceu pelo lado de sua testa. Seu membro pulsou mais ainda. Sem sutiã com uma calcinha vermelha diferente da que ele tinha visto. Ela deixou o robe cair no chão. Ele mordeu o lábio inferior, olhando para o corpo dela. Os seios não eram grandes, mas eram perfeitos para o tamanho pequeno do corpo dela. A calcinha era de renda simplesmente, com fios quase invisíveis de tão finos de cada lado. Ela virou de costas para ele. A única coisa que se via atrás era a união de três fios e as nádegas firmes dela. Não grandes, mas firmes. Ele puxou os quadris contra as nádegas dela e começou a beijar-lhe o pescoço.


- Você quer tirar uma fera de dentro de mim, não quer? - ele perguntou com a voz rouca e a respiração entrecortada.


As mãos dela abriram a braguilha da calça dele devagar, enquanto ele tinha um braço apertando o corpo dela contra o dele e a outra mão num dos seios dela. Ele mordeu de leve a junção do pescoço com o ombro dela, arrancando-lhe um pequeno gemido. Ela se virou no abraço dele e beijou-o na boca, pegando as duas mãos dele e as fazendo passar em seus seios. Ela começou a abrir as vestes dele e ele as deixou escorregar pelos ombros. Ela lhe abriu a camisa e ele a tirou. Não interromperam o beijo. Ele começou a mover os quadris contra ela, pedindo mais, mostrando o que ele queria.


Ela se abaixou para tirar as calças dele. Ele olhou para baixo. A cueca preta era incapaz de segurar aquele volume enorme. Ela estava ajoelhada na frente dele, fazendo uma cara inocente ao olhar para o imenso volume que a cueca tentava segurar. Olhando para ele, ela perguntou:


- Eu devo tirar isso?


- Ah... sim - ele disse. Ela abaixou as cuecas e olhou para o membro rígido.


- Eu devo pôr isso na boca? - e ela o fez antes que ele respondesse, e ele grunhiu alto. Ela o chupou forte, mas não era sua intenção acabar com a brincadeira antes que ela começasse. Snape parecia totalmente fora de controle dessa vez, e ela aproveitaria isso da melhor forma possível.


Ela se levantou beijando o caminho até chegar à boca dele, que ele entreabriu para beijá-la, mas ela se afastou, com um sorriso safado. Ela mordeu o lábio inferior; ele olhava para os lábios dela, mas os dele desceram furiosos pelo pescoço sensível até alcançarem os seios.


- Ah... Severo...


Ele chupou um deles com força, enquanto o outro ele apertava com a mão. E mordeu de leve, passando ao outro seio em seguida e dando-lhe o mesmo tratamento. Ela gemia baixo.


Ele desceu as mãos pesadas pela cintura dela, apertando-a contra si, olhando para os olhos dela.


- Hermione... se eu pedisse...


Ela forçou os quadris contra os dele, fazendo-o soltar um gemido baixo.


- O que você quer que eu faça para você? - ela perguntou.


- Dance - ele disse com a voz irreconhecível.


- Para você ou em cima de você? - ela perguntou deixando sua mão acariciar o membro dele.


- Para mim primeiro - ele sussurrou.


Ela o fez sentar na cama e alcançou a varinha no bolso do casaco dele no chão. Sacudiu-a de leve e uma música leve com batidas sensuais encheu o quarto. Ela se virou para ele e ergueu os braços, sacudindo os quadris devagar, no passo mais sensual da dança do ventre. Snape engoliu em seco, correndo os olhos pelo corpo dela, deixando-os prender no movimento arrastado dos quadris, no fio fino da calcinha vermelha. Para lá e para cá. Seu membro latejava febrilmente, precisando de alívio. Ele não sabia que Hermione conseguia dançar daquele jeito. Ela rebolou para ele até o chão e subiu empinando o traseiro, como de quatro. Sua mão desceu instintivamente para acariciar seu membro, enquanto mordia o lábio inferior. Controle. Ele precisava de controle, ou a agarraria agora mesmo e entraria nela sem piedade. Hermione viu a mão dele descer e sorriu. Levantou os cabelos com as mãos e deu uma volta inteira rebolando, e achou que era delicioso provocá-lo, saber que podia tirar todo o autocontrole de um homem tão centrado.


Caminhou lentamente para ele e rebolou mais devagar na frente dele. Quando ela pôs uma perna ao lado dele, o ex-professor pôde vislumbrar que a calcinha estava molhada, e isso já era demais para ele. Puxou-a para seu colo, de modo que ela o montou. Mas ela não ficou parada, começou a atritar seus corpos, para frente e para trás.


- Você ainda me mata, menina - ele grunhiu, beijando-a.


Ele rasgou a calcinha dela e virou-a na cama, abrindo as pernas dela.


- Eu estou louco para meter em você, então grite se eu te machucar - ele conseguiu dizer, postando-se na entrada dela.


Hermione sorriu e abriu mais as pernas. Ele não iria machucá-la, ela sabia. Ele tentou se refrear. Ela olhava para dentro dos olhos dele. Ele entrou devagar. Oh, sim, ele conseguiu. Ela forçou os quadris para cima.


- Você ameaça me machucar e depois vira um santo, Professor Snape? – ela debochou, e gemeu alto quando ele forçou tudo para dentro dela.


- Você gosta assim? – ele perguntou.


- Aham... bem fundo...


Snape sorriu e começou os movimentos de vai e volta. As mãos dele não conseguiam se decidir se paravam na cintura ou se corriam para os seios dela às vezes, mas ele acabou preferindo usá-las para manter as pernas dela abertas e cravadas no colchão.


Empurrou-se com mais força, não necessariamente mais rápido. Engoliu em seco. Tinha que se controlar ou não conseguiria esperá-la atingir o ápice. Para ele era uma questão de honra fazer uma mulher gozar, até mais de uma vez se fosse possível. Não que ele agüentaria tanto dessa vez.


- Severo... Ai... Você é tão grande... e tão forte... você está me rasgando!


Ele parou, assustado. Ela riu.


- Estava bom – ela disse, travando as penas ao redor dele.


Snape deu um sorrisinho safado.


- Eu não imaginava que você era vadia na cama – ele disse com uma risadinha gentil.


- Eu não era – ela forçou os quadris, afundando-o de novo dentro de si. – Agora eu sou a sua vadia.


Snape forçou os quadris para entrar inteiro e voltou aos movimentos de vai e volta. Ter parado um pouco restabeleceu algo de seu controle, mas Hermione não parecia preocupada com sua batalha interior. Ela estava totalmente entregue. Ele a fitou enquanto ia e vinha, sempre forte, ainda não rápido.


Ele grunhiu alto quando ela arqueou na cama e travou as pernas ao seu redor, gritando o nome dele. Ela o segurou apertado. Não, impossível continuar evitando o inevitável.


- Goza logo, Severo... – ela murmurou, também com a voz irreconhecível, manhosa.


Ele o fez. Depois de mais algumas estocadas em velocidade decrescente ele parou, exausto. Ia se retirar dela, mas ela o segurou com as pernas.


- Fica – ela disse.


- Eu vou esmagar você assim – ele disse, apoiando o peso nos braços.


- Eu gosto do seu peso em cima de mim – ela disse, sentindo a respiração acalmar aos poucos.


Snape continuou deixando parte de seu peso apoiado nos braços, a respiração ainda bastante difícil.


- Onde você aprendeu a dançar daquele jeito? – ela perguntou.


- Ah, tem um monte de cantoras trouxas que dançam assim – ela disse com uma risadinha. – E tem uma hora que cansa reler Hogwarts: Uma História.


Snape soltou aquela risadinha de veludo.


- Aprendendo a dançar sozinha... o que mais você aprendeu sozinha?


- Nada em especial. Eu vou deixar você descansar – ela sorriu, acariciando as costas dele.


- Eu vou descansar bastante quando voltar para o quarto – ele disse. – E amanhã, quando conseguirei trabalhar em paz.


- Então eu que vou por cima agora – ela disse.


- Você prefere?


- Não, mas é bom mudar, né?


Mais alguns segundos em silêncio. Hermione sentiu que ele não estava mais em seu estado normal dentro dela. Ele se empurrou fundo e virou-os na cama, de modo que ela ficou por cima.


- Como você disse que queria que eu dançasse para você primeiro, eu presumi que você também adoraria que eu dançasse em cima de você depois – ela disse.


- Eu vou olhar para você manhã no café da manhã com uma carinha de anjo e vou achar que sonhei essa noite – ele disse, engolindo em seco.


Ela sorriu e começou a rebolar com as mãos nos quadris, encaixada nele. Ele gemeu e urrou:


- Tenha piedade, menina!


Ela começou a se movimentar para cima e para baixo, e para cima e para baixo... Snape moveu contra ela também, segurando os quadris dela.


Fascinado, ele observou os corpos moverem um contra o outro, até que a sentiu outra vez estremecer e apertá-lo. E outra vez ele teve seu alívio logo depois dela. Hermione deitou-se sobre ele, ainda sem se desencaixar, sentindo a respiração dele se acalmar. Quando ele a puxou para baixo e a virou para o lado, abraçou-a e deu-lhe um beijo na testa.


- Acho melhor deixar você descansar um pouco – ela disse com um sorriso, aconchegando-se no abraço dele.


- Você está pretendendo dormir? – ele perguntou. – Não devia ter infernizado a minha mente, então. Você vai dormir amanhã o dia inteiro.


Ela riu e o abraçou mais apertado.


- Severo, fique quieto. Vamos ficar quietos. Não quero que você brigue comigo de novo nem que saia daqui bravo.


Ela respirou fundo e ele a sentiu relaxar. De fato, era melhor ele não pensar. Porque, se pensasse, se lembraria de todos os problemas que lhe causava amar tanto alguém. Por aquela noite, entre diversão e carinho, ele tentaria se esquecer dos problemas com Voldemort e com Dumbledore. Porque só nos braços dela ele conseguia esquecer.

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