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6. Confiança e Reconciliação


Fic: Bem ou Mal necessário - PORNFIC


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Ora, ora, ora, Severo


- Ora, ora, ora, Severo... – disse Voldemort. – Você conseguiu vir... Que bom.


- A Ordem está um caos, porque o lobisomem está à beira da morte, milorde – disse ele. – Eu posso ter saído para ir atrás de Moody, que sumiu por alguma razão. Um dos nossos o pegou, senhor?


- Não... – disse Voldemort. – Moody saiu?


- Sim. Quando decidiram que a sangue-ruim podia sair, o Lupin foi designado para ir com ela, mas Dumbledore mandou Moody atrás deles... Acho que o babaca ia tentar me incriminar de algum modo.


- Bem, você estava na Ordem, com Dumbledore, no momento do ataque, certo?


- Sim, mestre, ele não desconfia de nada.


- Mas você demorou a ir me avisar que a sangue-ruim estava saindo...


- Sinto muito, milorde. O velho ficou me segurando para falar amenidades. Quando dei o recado, eu disse a ele que precisava mijar. Um inferno.


- Bem, não foi o seu atraso que os impediu de trazer a menina, afinal – disse Voldemort. – Eram quatro. Achei que fosse o suficiente.


- Contra Lupin e a sangue-ruim, talvez, mas parece... – disse Snape. – Lupin estava meio fora de si... mas ele disse algo em que não consegui acreditar totalmente.


Voldemort curvou-se para frente.


- O que é?


Snape ergueu o olhar para ele.


- Ele disse entre tosses e sangue... que a sangue-ruim estava sem a varinha e que a dela havia caído... e que a varinha voou para ela... sem ela usar uma para fazer magia – disse Snape, convincente.


Voldemort arregalou os olhos.


- Com quantos anos ela está agora?


- Uns dezoito ou dezenove – resmungou Snape.


Voldemort olhou para outro lado.


- Nenhum deles me disse isso.


- Foi ela que salvou Lupin e os aparatou para a Ordem, milorde – disse Snape. – E depois desse fracasso, acho difícil deixarem-na sair de lá outra vez.


Voldemort bufou.


- Você vai encontrar uma saída, Severo – disse Snape. – Você conseguiu nos avisar e conseguiu sair agora, não é?


- Tudo pelo bem da causa, milorde – disse Snape, fazendo uma reverência.


- Bem... melhor você ir logo, antes que alguém perceba sua ausência – disse Voldemort. – Eu me entenderei com aqueles quatro.


Snape levantou, preparado para aparatar, quando Voldemort fez sinal para ele esperar, parecendo pensativo.


- Severo, agora ela vai ganhar respeito na Ordem – disse Voldemort.


- Assumo que sim, milorde – disse Snape, sobriamente.


- Bem, sabemos que há tarefas que Dumbledore dá apenas para uma pessoa, e que só ela sabe... Mas ela é amiga do Potter, que poderá pedir ajuda a ela... E ela mesma talvez receba tarefas mais relevantes...


- Estou ouvindo.


Voldemort parecia contente consigo mesmo.


- Talvez não seja bom matá-la agora – disse ele. – Ela pode ser uma boa fonte de informações a que você eventualmente não tenha acesso...


Snape parecia curioso, mas ele já sabia o que Voldemort ia ordenar.


- Seduza a menina, Severo, você é bom nisso. O pobre herói injustiçado por erros passados... Você pode se aproximar dela... E conseguir que ela diga tudo o que souber a você.


Snape manteve a expressão neutra.


- Sim, milorde... Mas não vou conseguir bancar o bom menino na cama, e eu quero sexo com a vadiazinha... Talvez uma Imperio algumas vezes, apenas para eu ser eu mesmo?


Voldemort sorriu.


- Você deverá compartilhar essas vezes conosco... – disse Voldemort.


Snape deu um sorriso safado.


- Vou ver o que posso fazer... – ele considerou algo; Voldemort esperou. – Já tenho meio caminho andado, senhor.


- Como assim?


- O lobisomem me disse que ela me comprou alguns livros, para me distrair. Aparentemente ela acha que estou desolado por ficar preso naquela casa maldita e não poder me sacrificar pela Ordem, correndo o risco de ser descoberto pelo senhor...


Voldemort riu.


- Muito bom, Severo... Faça como preferir... Eu até já imagino você a afastando porque tem medo de uma menina tão inocente se aproximar de um homem com um passado tão negro... Perfeito.


Snape sorriu.


- Sem gritos, então... Vou ter que me virar sem isso... – ele resmungou. – Mas tudo pelo bem da causa.


Voldemort assentiu e Snape aparatou dali, voltando ao seu quarto, na Ordem. Ele respirou fundo, apoiando-se de costas na parede. Tudo que ele não queria era envolver Hermione nisso. Mas ela já estava envolvida. Ele suspirou e saiu do quarto. Harry estava prestes a bater à porta.


- O que é, Potter? – ele perguntou, sério.


- Eu... Snape, eu posso entrar? Eu... eu queria falar com o senhor.


- No meu quarto? – ele disse. – Sem a menor chance. Vamos para o laboratório.


Harry assentiu. Ele parecia nervoso, Snape observou.


Quando entraram no laboratório, Snape fechou a porta e virou-se para Harry com os braços cruzados.


- Snape, eu... – Harry parecia desconfortável. – Dumbledore me falou sobre o plano da Hermione para o senhor voltar às boas graças de Voldemort.


Snape fez uma careta.


- Aquele velho imbecil não perde o hábito – resmungou ele.


- Ele me contou sobre o senhor ter avisado a Voldemort hoje, porque ele saberia de qualquer jeito.


- Sim, Lupin está assim por minha culpa, Potter – disse Snape, com um suspiro. – Era isso?


- Não, não, senhor – ele disse. – É que... o senhor tem um jeito meio esquisito de se importar com as pessoas... Ahn... eu sei que o senhor estava com ódio de a Mione ter saído porque... porque o senhor gosta dela.


Snape abriu a porta.


- Fora, Potter – ele disse. – FORA!


- Espere, Sna... professor – disse Harry. – Eu queria dizer... A Mione sempre esteve certa sobre o senhor, sobre admirar o senhor... Apesar de o senhor gostar mais dela... eu sei que o senhor faria o mesmo por todos... como o senhor já fez várias vezes.


- Estou comovido, Potter – disse Snape, impassível. – Já falou o que você quer?


- Eu... eu gostaria que o senhor voltasse a me ensinar oclumência... – Snape teve dificuldades de esconder o choque em seu rosto. – Eu sei de coisas demais... não seria bom Voldemort xeretar na minha mente o tempo todo.


- Você só pode estar brincando – desabafou Snape.


- Não, senhor.


- Por que você não vai atrás de Dumbledore? Ele também sabe oclumência.


Harry deu uma risadinha amarga e sentou-se num dos bancos, olhando fixamente para a bancada que os separava.


- Tenho andado muito com Dumbledore... Atrás dos horcruxes e coisas mais... Eu... eu... olha, Professor, eu sei eu o senhor não me acha uma sumidade em inteligência e percepção...


- Verdade.


- ... Mas eu percebi que Dumbledore é ainda mais frio e calculista que o senhor.


- Estou lisonjeado.


- Não, escute, por favor.


- É o que estou fazendo.


- Dumbledore me disse que, quando Voldemort soubesse o quanto a Mione é poderosa, ele iria querê-la como comensal... Por isso ele deixou a Mione sair hoje, porque sabia que o senhor ia ter que avisar Voldemort... e então saberiam o quanto ela é poderosa...


Os olhos de Snape quase saltaram das órbitas.


- Ele o que? – perguntou Snape, curvando-se na bancada ameaçadoramente. – Quando ele te disse isso?


- Ontem à noite. Ele sabia que o senhor chegaria mal humorado e brigaria com a Mione... ahn... vocês dois tiveram um... um entendimento depois da encenação no laboratório, né?


- Sim – disse Snape, seco.


- Dumbledore me disse isso tudo ontem. Ele estava contando que ela ficaria sufocada... Porque o senhor chegaria tenso, e ela estaria esperando. E o senhor brigaria com ela. Eu quis tanto que isso não acontecesse... mas ela quis sair, e Dumbledore deixou... e eu vi o senhor fechar os punhos como se fosse encher o diretor de porrada... Eu não me oporia.


- E você veio falar comigo... você confia em mim?


- Bem... o senhor me odeia, e eu te odeio, mas somos duas marionetes de Dumbledore lutando contra Voldemort... eu acho que, se o senhor me ajudasse... eu poderia acabar com isso antes de Dumbledore atirar a Mione e quem mais for nesse papel que o senhor faz... e que eu imagino que não seja fácil...


Snape fitou Harry longamente, com a testa enrugada.


- O Lorde das Trevas achou melhor adiar a morte da srta. Granger, já que ela é poderosa e ganhará respeito na Ordem... terá acesso a mais informações. Ele me mandou seduzi-la.


Harry fez uma careta.


- Eu não preciso gostar de vocês estarem juntos... Mas a Mione é uma irmã pra mim... e eu sei que o senhor vai cuidar dela... como tem feito há meses...


- Mas que romântico – debochou Snape.


- Não me diga que o senhor está acima disso – bufou Harry. – A Gina também é poderosa para qualquer maldição bem agressiva... E eu já estou imaginando Dumbledore jogando-a no meio disso também... E então eu vou saber o que o senhor está sentindo... mas pelo menos eu não sei o que Voldemort faz... e deve ser melhor assim.


- Sim, é.


- Nós... nós temos um acordo, Professor? – perguntou Harry, a contragosto.


Snape assentiu.


- Depois do jantar – disse Snape. – Todas as noites, duas horas por noite... Em duas semanas você pode ser um oclumente razoável, se praticar.


Snape achou graça do sorriso do menino.


- Eu virei o professor preferido agora? – questionou Snape.


- Longe disso – resmungou Harry. – Mas o Moody estava no meio disso, porque foi Dumbledore que o mandou voltar... Sabendo que Lupin morreria para salvar Hermione... e... e ele está morrendo, não é?


- Já temos a extensão dos ferimentos? – perguntou Snape.


Harry assentiu.


- Vou ver isso. Quem sabe haja alguma poção em estoque que o ajude.


Os dois desceram juntos, mas Harry correu para o quarto de Gina e bateu à porta. Snape desceu, tentando entender o que acontecera. Harry Potter viera lhe pedir ajuda, porque não confiava mais em Dumbledore. Mas confiava nele?


Ele abafou um riso de descrédito. Mas como as coisas mudavam.


Ao entrar no quarto de hóspedes viu o curandeiro e madame Pomfrey fazendo de tudo para salvar Lupin.


- Precisamos de uma poção forte para coagular o sangue dele – disse a medibruxa a Snape.


- Isso poderia causar a coagulação de todo o sangue – disse Snape.


- Não, é a poção específica para feridas abertas – disse a medibruxa.


- Eu não cuido dos estoques há um bom tempo – Snape olhou em volta, e viu Hermione encolhida a um canto, com os olhos inchados de chorar. – Srta. Granger, temos a poção que madame Pomfrey pede?


Ela olhou-o.


- Não tenho certeza... – ela disse. – Vou procurar.


- Eu já vou subir; caso não tenha, posso prepará-la em meia hora.


- Ele terá perdido todo o sangue até lá – esbravejou o curandeiro.


- Vamos torcer para que tenha a poção, então – disse Snape, calmamente.


Hermione disparou escadas acima; Snape subiu e encontrou-a chorando no laboratório, desesperada, olhando as prateleiras, tremendo.


- A culpa não é sua, Hermione – disse Snape, indo até uma prateleira específica e pegando um vidro da poção.


- Você sabia que tinha! – ela disse.


- Eu apenas queria tirar você de lá... A culpa não é sua. Não tenho tempo para explicar agora, porque tenho que ir ver o Lupin, mas peça ao Potter para explicar o que houve. Ele tem uma história interessante.


- O Harry?


- Exato. Acho que ele está no quarto com a srta. Weasley e o irmão dela.


Hermione assentiu, enquanto Snape desceu calmamente os degraus até o quarto de hóspedes.


- Aqui está – disse Snape, e entregou o vidrinho a madame Pomfrey. – Há algo que eu possa fazer?


- Seria bom você subir e já preparar a mata-cão. Estamos quase na lua cheia, e não seria bom uma transformação violenta com ele nesse estado.


Snape assentiu e subiu para o laboratório sem pressa. Sentou-se num banco e cruzou os braços sobre a bancada e apoiou a cabeça nos braços, como ele estava quando Hermione o vira na cozinha naquela noite em que ele recebera a pior ordem dentre todas. Ele estava pensando sobre o que Harry dissera. Certamente, Hermione só sairia dali sobre seu cadáver.


O objeto de seus pensamentos entrou no laboratório, e ele ergueu a cabeça para encará-la.


- Você está bem, Severo? – ela perguntou.


- Dor de cabeça, apenas.


- Bom, você não vai mais poder me tratar mal... Dumbledore pode estar prevendo que eu vou sair – sussurrou ela, com um sorriso fraco.


- Bom, a culpa não é sua, eu disse.


- Eu sou previsível.


- Lupin vai ficar bem... Ainda está lúcido, ao menos.


Ela assentiu.


- Como foi com o Voldemort?


- Bem. Ele me mandou seduzi-la, porque a descoberta de você ser poderosa vai te trazer um nível de respeito na Ordem, e você possivelmente terá tarefas.


- Uh... então você vai me seduzir? – ela perguntou, sentando-se em cima da bancada com as pernas abertas, abraçando-o com as pernas. – E se você não conseguir?


- Eu sempre consigo – disse ele, com os lábios a centímetros dos dela.


- Ah, é? – ela perguntou. – E isso vai me livrar de ser levada pro Voldie?


- Por enquanto, até ele mudar de idéia – disse ele.


Ele pressionou os quadris contra os dela; ela gemeu.


- Sabe, acho que nós não vamos dar certo trabalhando juntos – ela disse.


- Ah, vamos sim; eu sou um homem centrado quando preciso... – ele disse. – Depois de hoje à noite, quando não deixarei você dormir, eu conseguirei me concentrar de novo, porque estarei tão exausto que não vou conseguir pensar no quanto você é gostosa...


- Hum... – ela sussurrou. – A minha calcinha nova te deu idéias?


- Idéias infernais, que vão ficar piores quando você a estiver usando...


Ela sussurrou no ouvido dele:


- Tem mais um monte daquelas. Acho que você não vai dormir mais.


- Isso seria ótimo. Odeio perder tempo dormindo.


Eles estavam prestes a trocar outro beijo e mais uns amassos, quando bateram à porta.


Snape bufou e ajudou-a a descer da bancada e começou a separar caldeirões para preparar sua poção. Ela foi abrir a porta.

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