FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

3. Uma Cena Quase Real


Fic: Bem ou Mal necessário - PORNFIC


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Hermione mal dormiu de noite. Estava um pouco ansiosa. Não sabia o que ele ia fazer, mas seu coração acelerava só de pensar. Ele devia ser mesmo terrível como comensal, para ser um dos preferidos de Voldemort. Ela estava com um pouco de medo.


Na manhã seguinte, quando o viu no café da manhã, corou e permaneceu a refeição inteira com a cabeça baixa. Dumbledore avisou tudo o que eles teriam de fazer durante o dia e que queria tudo pronto até a noite, sem falta. Todos esvaziaram a casa logo de manhã e os três remanescentes subiram para o laboratório para montar o cenário, começar a poção, distribuir ingredientes, deixar alguns metade preparados metade prontos para o uso; a habitual bagunça de uma bancada de poções em andamento.


Depois, Hermione foi tomar um banho e se trocar para a cena. Snape foi se vestir com as vestes de comensal, para dar a idéia de que iria fazer o que devia e arrastá-la de lá imediatamente.


Dumbledore disse que Snape deveria andar por toda a casa e se certificar de que não havia mais ninguém lá, e ele o fez. Ia começar...


Hermione sentia o coração acelerado, mas tratou de controlar isso. Deu continuidade à sua poção com uma expressão de concentração. Bateram à porta. Seu coração acelerou, mas ela disse num tom entediado:


- Entre.


A porta se abriu lentamente. E se fechou em silêncio. Ela não ergueu o olhar até que ouviu a tranca.


- Professor? – perguntou ela, parecendo estranhar. – O senhor veio me avaliar? Mas o que são essas roupas...?


- Vim avaliar sim, srta. Granger – sussurrou ele, num tom de que ela não gostou nem um pouco. – As minhas roupas são para a visita que farei daqui a pouco ao Lorde das Trevas.


Ela arregalou os olhos.


- Mas... mas o senhor... o senhor não havia sido descoberto? – perguntou ela, gaguejando. Mesmo no meio da encenação, ela via os olhos dele brilhando de um jeito estranho.


- Pois é... Veja que situação embaraçosa – disse ele. E deu um passo para frente, lembrando vagamente um felino prestes a atacar sua presa. Os olhos dele queimavam, mas ela viu que não era ódio ali.


- Professor... o que o senhor quer? É... é alguma poção? – perguntou ela, bambeando um pouco.


- Uma poção? – ele repetiu, os olhos fixos nela, uma voz rouca que ela sabia ser característica de um homem sexualmente excitado. – Não, srta. Granger.


E mais um passo. E mais outro. Ele olhou para o caldeirão.


- Veritasserum? – ele perguntou, dando a volta na bancada. – Achei que tinha deixado um estoque razoável... srta. Granger.


- Os aurores... eles a tem usado muito – disse ela, gaguejando um pouco. Ele havia parado atrás dela e estava roçando o nariz e os lábios no pescoço dela. Ela se retorceu para o lado tentando escapar.


- Hum... baunilha – sussurrou ele. – Seu cabelo tem um cheiro bastante agradável.


- Professor... – murmurou ela, chorosa, tentando se afastar. – O que o senhor está fazendo?


- Algo que tenho desejado há muito fazer, srta. Granger – sussurrou ele, e passou a língua pela orelha dela.


Hermione se levantou e escapou pelo lado, mas ele a segurou pelo braço e a puxou para si com determinação. Hermione arregalou os olhos quando sentiu o volume entre as pernas dele que pressionava seu abdômen. Tentou se soltar.


- Me solta – murmurou ela. Era fingimento, mas aquela coisa enorme não parecia ser irreal. Ela se debateu. Ele deu um sorrisinho demoníaco no canto dos lábios, e virou-a de costas para si, segurando-a pela cintura na frente, forçando as nádegas dela contra seus quadris.


- Grite – mandou ele, sibilando, enquanto seus lábios roçavam a pele do pescoço dela. – Isso me excita muito, Granger...


Ela se debateu. Ele a empurrou com violência contra a bancada, ainda de costas para ele, e usou seu corpo para imprensá-la ali.


- Ah! – ela gritou, pois doera mesmo o baque contra a mesa.


- Isso! – disse ele, urrando mais que falando.


As duas mãos dele subiram para acariciar os seios dela por cima da blusa. Ela se mexia.


- Por que você está fazendo isso, professor? – perguntou ela, num tom choroso.


- Porque você é muito gostosa, Granger, e várias vezes eu passo a noite me tocando imaginando essa cena – sussurrou ele, no ouvido dela.


Ela fez cara de nojo e tentou se livrar da desagradável posição. Os quadris dele a prenderam com mais força contra a bancada e ela chorou. A quina da bancada a estava machucando na altura dos ossos púbicos.


- Está me machucando, professor...


- Ah... mas isso não é nada ainda, Granger – murmurou ele, com a voz ainda mais rouca. E apertou os seios dela com mais força, massageando-os. Rasgou a blusinha dela e passou a mão por dentro do sutiã dela, sem tirá-lo, no entanto.


Hermione arregalou os olhos, achando que aquilo já era demais. Tentou se debater, fazê-lo soltá-la.


- Lute com mais empenho, Granger; eu tenho a eternidade para esperar aqui – murmurou ele, e mordeu o lóbulo da orelha dela, começou a beijar o pescoço dela, o lado do pescoço, entre este e os ombros. Mordeu aquela região, mas não com muita força. Ela soltou um gritinho abafado.


- Mas grite de verdade, menina! – exclamou ele, irritado, apertando os seios dela ainda mais.


Ela estava mesmo chorando e se debatia. Snape desceu uma das mãos para o cós da calça dela. Aquilo era ultrapassar muito os limites. Ela segurou as mãos dele, e ele insistiu. Ela usou toda a sua força e o empurrou como pôde. Tentou correr para a porta, mas ele a imprensou numa parede antes. Ela sentia a ereção dele pulsando contra seu baixo ventre. Os olhos dele queimavam sobre ela.


Ele puxou o cabelo dela para fazê-la olhar para cima. Ela tinha lágrimas nos olhos e uma expressão assustada de verdade. Snape deu um sorrisinho no canto dos lábios.


- Assim está melhorando... Você pode tentar se soltar e gritar agora – sibilou ele, olhando-a nos olhos com um desejo visível.


Ela se remexeu.


- Por favor... pare... Me solte, o senhor está me machucando...


- Machucando? – ele soltou um risada seca, sem emoção. – Você vai saber quando eu começar a machucá-la, Granger. Por enquanto, só estou aumentando o meu apetite.


E puxou mais os cabelos dela, unindo os lábios aos dela. Hermione arregalou os olhos para ver os dele fechados. Ela não ia aceitar aquilo. Não ia abrir a boca, não mesmo. O que os meninos diriam se soubessem que ela havia beijado o professor Snape? De jeito nenhum.


Ele descolou os lábios dos dela.


- Abra já a sua boca – disse ele.


- Não – disse ela, e se debateu com mais força.


Snape virou-lhe um tapa com as costas da mão. Não doeu tanto, mas ela chorou mais. Era real? Não era uma encenação? Um tapa não parecia a combinação certa.


Ele tornou a beijá-la; ela achou por bem responder. Ele a imprensou mais na parede quando sua língua encontrou a dela. O beijo dele era voraz, e ela não se lembrava de já ter se sentido daquele jeito antes. Os lábios dele desceram pelo pescoço dela e foram para o colo. Ela arregalou os olhos. Ele ia fazer o que ela achava que ele ia? A língua dele passou pela curva de seus seios, mas ele não desceu mais. As mãos dele acariciavam a curva da cintura dela com força e ele afastou o rosto da pele dela para olhá-la nos olhos.


As pupilas dilatadas, olhos tão negros como a noite estavam cravados nela.


- Você é bem gostosa... – sussurrou ele, forçando os quadris contra ela novamente. – Olha só o que você faz comigo!


Ele segurou uma das mãos dela e a fez acariciar seu membro; ela soltou um gritinho agudo e tentou soltar sua mão da dele, mas a dele era mais forte e guiava os movimentos de sua pequena mão. Ele fechou os olhos, deixando a cabeça para trás. Hermione via o pomo de adão dele subir e descer conforme ele engolia em seco. Ele soltou um gemido abafado, quando a fez acariciá-lo com mais vigor.


Os olhos dele se abriram e ele a imprensou na parede ainda mais forte, separando as pernas dela com uma das suas, forçando sua coxa contra a intimidade dela. Ela deu um saltinho para trás. Tentou empurrá-lo. Bateu no peito dele. Ele sorria aquele mesmo sorriso diabólico.


- Me solte... Pelo amor de Deus, me solte! – sim, ela implorou.


Uma mão dele desceu para tocá-la, mas sobre a calça.


- Uh... toda molhada, sua vagabunda – sussurrou ele. – Já dá para sentir pela calça.


Os dedos dele pressionavam seu clitóris com força; ela estava incomodada. Era o Snape! Ela gritou. Sim, ela gritou, se debateu mais forte, chorou. Snape sorria o mesmo sorriso cruel.


- Já está na hora de arregaçar você, então – sussurrou ele. – Sabe o que eu vou fazer com você, Granger? Eu vou rasgar as suas roupas e vou meter em você com tanta força que você vai desmaiar de dor na primeira estocada. Você tem de gritar bastante antes de desmaiar, combinado? Os gritos sempre bombeiam mais sangue para o meu pau... é delicioso.


Hermione se debateu, gritou, implorou para que ele a largasse.


- O que eu te fiz?


- Você nasceu, sua sangue-ruim imunda – volveu ele, com um olhar de desprezo, mas ainda faiscando de desejo.


E logo ouviram a voz de Dumbledore, ao longe.


- Srta. Granger!


Snape revirou os olhos e bufou.


- Só pra não deixar eu foder você!


Ela arregalou os olhos quando ele puxou a varinha e a apontou para ela. Ela estava petrificada. Graças a Deus acabou, ela pensou, aliviada.


Snape a pôs embaixo da bancada, como eles haviam combinado, e transfigurou suas roupas de comensal para as suas normais. Fez um gesto para a porta se destrancar e preparou a poção de onde ela parara.


Bateram à porta.


- Estou ocupado!


Dumbledore a abriu.


- Ah, Severo, meu filho! – exclamou o diretor com seu olhar bondoso. – Onde está a srta. Granger?


- Não sei – disse ele. – Ela saiu daqui dizendo que precisava ver qualquer coisa na biblioteca. É algo urgente?


- Não, não muito. É que precisamos de mais Veritasserum.


- Ah, é exatamente esta que estou fazendo. Eu vi uma lista de poções urgentes que a srta. Granger preparou. Vocês terão a poção em um mês.


- Bom, eu vou procurá-la. Achei algo que ela pode fazer fora da Ordem, sem dar na vista.


- Mesmo, professor?


- É, mas falamos disso depois. Quero falar com ela primeiro.


- Certo.


E ele saiu. Snape bufou e olhou para uma Hermione assustada embaixo da bancada. Apontou a varinha para os fiapos da blusinha dela e a consertou e a fez voltar ao corpo de Hermione. Depois, apontou a varinha para ela e nada disse. Em seguida, ela estava acordando. Ele olhou-a com desprezo.


- O que você está fazendo aí, Granger?


- Não sei...


- Bom, a sua poção anterior estava um desastre – disse ele. – Se você fez alguma bobagem, como parece, deve ter desmaiado. Poderia estar morta, sua menininha imbecil.


Ela fez que sim com a cabeça.


Os dois se olharam. Ele se abaixou perto dela e ajudou-a a se levantar.


- Você está bem, Granger? – perguntou ele.


Dumbledore entrou no laboratório.


- Estou – murmurou ela. Só o tapa... ainda dói.


- Um tapa? – perguntou Dumbledore, severo, virando-se para Snape.


- Ela não abriu a boca – resmungou Snape. – É algo que eu faria se fosse desacatado dessa forma. – Ele passou a mão no rosto dela levemente, e a ela pareceu estranho que ele lhe fizesse um carinho. – Me perdoe, Granger.


- Tudo bem – murmurou ela, se afastando. Estava envergonhada. – É só que... Você estava certo. Eu senti medo de verdade.


Snape assentiu.


- É, os seus gritos estavam bem reais – disse ele. – Obrigado. Isso vai ajudar.


Dumbledore assentiu.


- Quando você vai, Severo? – perguntou ele.


- Hoje à noite mesmo. Eu mandei um recado para ele por escrito, dando uma idéia vaga do que havia acontecido. Só para ele não me matar assim que me vir.


- Boa idéia – disse Dumbledore. – Bom... eu tenho coisas a fazer no Beco Diagonal. Se não nos virmos, boa sorte, Severo.


Snape assentiu; Dumbledore deixou-os. Snape olhou para Hermione e viu que ela estava corada, olhando para o outro lado. Ele se aproximou e a primeira coisa que ela fez foi se afastar.


- Calma – disse ele. – Sou eu, seu ex-professor.


Ela deu um sorrisinho.


- Me desculpe, senhor... Eu... Eu...


- Está com medo – disse ele. – Eu imaginava que isso aconteceria.


- As mãos nos meus seios não estavam na combinação – resmungou ela.


Snape deu uma risadinha seca, meio de veludo. Ela nunca o vira rir.


- Eu disse que deveria surpreendê-la.


- E... me tocar... não foi muito gentil.


- Gentileza não é que se espera de um maldito estuprador – tornou ele. – Ainda achei que demorei demais para fazer isso.


- Eu achei muito convincente.


- O que é bom por um lado e péssimo por outro – disse ele. E suspirou. – Sinto muito, Granger. Eu... eu não queria... e desculpe pelo palavreado.


- Isso também foi convincente. Principalmente a parte de "sangue-ruim imunda" – ela disse, um pouco magoada.


- De tudo o que eu falei, é a única coisa que eu tenho certeza absoluta que jamais diria – disse ele. – Bom, a parte dos gritos também não é meu estilo; não sou sádico.


Ela considerou se ia mesmo perguntar aquilo para ele, mas acabou decidindo pelo sim.


- O senhor... o senhor já fez isso?


- O que? – perguntou ele. – Violentar uma mulher? Não. Eu costumava ensaiar alguma coisa na frente dos outros e depois arrastá-las para o meu quarto sob a desculpa de guardar os gritos só para mim. Eu as matava rápido e sem dor. É tão ruim quanto, mas nunca... nunca me senti bem com o nojo e com o ódio que demonstravam.


Hermione fitou-o com pesar.


- Eu sinto muito – ela considerou mais uma pergunta.


- Pode falar, Granger.


- Você estava excitado – murmurou ela.


Ele olhou-a em silêncio durante uns momentos, sem nenhuma expressão no rosto. Por fim, deu um sorrisinho no canto da boca, dos mais cínicos que possuía.


- Eu realmente acho você gostosa, srta. Granger – e saiu do laboratório.


Ela arregalou os olhos e deixou o queixo cair, sem saber o que dizer, o que pensar. Ele falara sério ou estava apenas zombando dela?

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.