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3. Despedidas.


Fic: Era para estarmos juntos!


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Despedidas.


Hermione acordou cedo contra sua vontade. Tinha que ir para o hospital. Sua vontade era ficar mais tempo na cama, mas sabia que não podia. Abriu olhos devagar, olhou para o lado à procura de Draco e não o encontrou. Levantou-se e foi até a cozinha, porém antes de chegar lá o encontrou na sala sentado no sofá. Parecia distante. Foi encostando no sofá devagar e ficou observado.


- O que te preocupa tanto? – perguntou a ele.

- Já acordou? Esta cedo, não acha? – disse a puxando para se sentar com ele.
- E o que me diz de você? Também está acordado.

- Perdi o sono. Vamos tomar café? Fiz um especial hoje.

- Você fez o café? – perguntou desconfiada.

- Sim – ele deu um beijo nela e se levantou – Vem? – a pegou pela mão e foram para a cozinha.

- Parece delicioso – disse ela sorrindo. A mesa tinha várias frutas, pães, cujos e café.

Ele sorriu e foi até a mesa, puxou uma cadeira e a convidou a sentar. Tomaram café em silêncio. Hermione às vezes olhava de lado para Draco. Ele continuava estranho, distante. 


Draco pensava em como iria se despedir de Hermione. Isso seria uma das coisas mais dolorosas que faria na vida. Não poderia contar para ela o que estava acontecendo. Não poderia dizer que estava saindo em missão e não sabia se voltaria. 


- Estava delicioso – disse ela o despertando – Mas agora tenho que ir, o trabalho me chama.

Ele a observou se levantando, cada detalhe, não poderia deixar passar nada.
- Vai para o ministério também?

- Sim, vou passar em casa primeiro – disse ele a seguindo e antes que ela pudesse entrar no quarto ele a abraçou por atrás – Eu te amo. Amo muito – a soltou de vagar e a virou – Nunca duvide disso, ok?

- Você nunca me deu motivos para duvidar – ela deu-lhe um beijo demorado – Agora eu realmente preciso ir, amor. A gente se encontra para almoçar?

- Não posso – ele deu um último abraço apertado e a soltou. 

- Certo então – Draco disse entrando no quarto - Deixe-me trocar de roupa agora.

- Eu já vou – disse ele se encaminhando para a lareira sem olhar para trás.


Chegou à mansão e foi direto para seu quarto. Conjurou pergaminho, pegou tinta e caneta e começou a escrever.


Harry andava de um lado para o outro. Não sabia como se despedir de Gina. Não poderia contar a verdade, havia prometido não contar. Seria até melhor assim, se ela soubesse do perigo iria querer ajudar e isso estava fora de cogitação. Ele não permitiria que ela entrasse no meio daquela missão como entrou no meio da guerra. Não mesmo. 


Foi tirado de seus pensamentos quando a campainha tocou. Ele levantou do sofá para abrir a porta e levou um grande susto quando abriu a porta e recebeu um abraço seguido de um longo beijo.


- Eu estava morrendo de saudades – disse a ruiva.

- Nós nos vimos ontem – disse ele já recuperado do susto – Entre, vamos tomar café.

- Não posso amor – disse – Tenho que ir para o hospital cedo. Passei só para te dar um beijo mesmo – dizendo isso deu mais um beijo demorado nele – Eu tenho que ir mesmo. A gente se vê no almoço?

- Eu gostaria que você aparecesse aqui sim – disse sério.

- Ótimo. Até mais então – deu um selinho nele e saiu.

Ele já sabia o que faria e começaria naquele exato momento.


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A hora do almoço tinha chegado. Os quatro se encontravam na frente do ministério esperando o senhor Brian. Ninguém ousava dizer nada. Foi Neville quem quebrou o silêncio.


- Não tive coragem de me despedir dela – ele olhava o céu – Tipo, estamos entrando numa missão que não sabemos se tem volta. Não poderia dizer isso a ela, até mesmo porque não poderia explicar o que está acontecendo.

- Também não tive, companheiro – disse Rony – Ela não entenderia. Eu mandei uma coruja entregar uma carta essa tarde. Explicando o que podia ser dito. 

- Eu também não – Harry olhava para um ponto mais a frente – Vocês conhecem a Gina. Ela iria querer saber de tudo e se soubesse iria querer ajudar. Isso não daria certo.

- E a Hermione então? – Draco suspirou – Prefiri não dizer nada.
Eles voltaram ao silêncio de antes. As pessoas que passavam na rua pareciam não perceber que eles estavam ali. Harry olhou o relógio que a senhora Weasley havia lhes dado há alguns anos. Era exatamente meio- dia. Olhou para a rua e no mesmo instante um carro preto parou e de lá o senhor Brian saiu. 

- Olá – disse sorrindo – Queiram entrar. No caminho explico aonde vamos – sem dizer nada os quatro entraram no carro.


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- Harry? Está aí, querido? – disse Gina chegando pela lareira da casa de Harry – Dobby?

- Sim, senhorita Weasley – disse o elfo entrando apressado na sala.

- Onde está o Harry, Dobby? – perguntou ela tirando a pó das roupas.

- O senhor Harry não vem, senhorita – disse o elfo com a cabeça baixa.

- Como assim não vem, Dobby? Ele disse que queria que eu viesse.
- Sim, senhorita. Ele disse a Dobby que a senhorita viria. Pediu a Dobby para entregar isso – com o estralar de dedos apareceu uma pergaminho – A senhorita fique a vontade, Dobby tem que ir para onde o senhor de Dobby pediu que ele fosse – sem esperar que Gina perguntasse mais nada sumiu deixando o pergaminho cair no chão. Gina, meio intrigada, pegou o pergaminho e começou a ler. A cada palavra que lia ficava cada vez mais pálida.


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Saiu do hospital na hora do almoço feliz. Tinha uma noticia ótima para dar a Draco. Tinha certeza que ele gostaria. Certo que tinha sido uma coisa que aconteceu sem planejamento, mas era maravilhoso e tinha certeza que ele amaria também. 


Aparatou na sala da casa. Correu até o quarto, tomou um banho rápido. Saiu do banheiro cantarolando uma canção qualquer. Parou no meio do quarto e respirou fundo. O perfume de Draco ainda estava ali, como se ele tivesse acabado se sair. Foi até sua cama pensando se mandaria uma coruja para seu namorado pedindo que ele aparecesse na hora do jantar. Quando sentou-se para enxugar os cabelos viu que tinha uma carta em cima de seu travesseiro. Pegou e começou a lê-la. Não acreditava nas palavras que tinha ali.




" Hermione,
Não sei por onde começar. Eu deveria começar pelo começo, não? Até começaria, se eu soubesse onde ele está...
Eu queria ter tido a coragem de dizer isso pessoalmente, mas fui covarde. Eu sei que não conseguiria me despedir de você. Isso mesmo, me despedir. Mas antes gostaria de dizer algumas coisas. Gostaria que você soubesse que você foi e é responsável pelo homem que sou hoje. Sem você, ali ao meu lado, eu não teria ido pelo caminho certo, você sabe disso. Você despertou em mim um lado que eu nunca imaginei ter. Você me mostrou o que é o amor. O que é amar e ser amado. Você me fez ver que o mundo poderia ser melhor, que tudo depende de nossas escolhas. Você me deu novamente a vontade de viver.
Não posso pedir que me espere sendo que não tenho certeza se voltarei. Não seria justo com você. Seria pedir muito.
Está sendo mais que doloroso eu ter que dizer tchau. Mas eu tenho que ir.
Não posso contar os motivos que me levaram a fazer isso. Só espero que um dia você me perdoe.

Com amor, 
Draco”



Ela leu e releu a carta diversas vezes. Como assim uma despedida? Não poderia acreditar naquilo. Não mesmo. 


Trocou de roupa o mais rápido que conseguiu e ainda com a carta em mãos aparatou na Mansão Malfoy. Encontrou tudo fechado. Chamou por Draco, pelos elfos, mas ninguém apareceu. Sentou nos degraus e chorou, chorou muito. Quando viu que já estava escurecendo aparatou onde sabia que sempre acharia colo, na casa de seu país. 


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Já fazia algum tempo que estavam viajando. O senhor Brian explicou que a sede ficava um pouco afastada do centro de Londres. No caminho ele foi explicando como funcionava o local. Quando já estava escuro o carro parou e o senhor Brian saiu do veiculo.

- Senhores, sejam bem vindos ao refúgio dos Guardiões.

Os quatro saíram do carro e depararam com uma mansão branca e muito linda, mesmo estando à noite e eles não enxergando quase nada.


- E que comece a caçada – disse Brian subindo as escadas sendo acompanhado pelos outros.

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