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11. Re-começo


Fic: A Vida Continua - by Adriana Swan


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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“A Pior Maneira de Sentir Falta de Uma Pessoa, é Estar Sentada a Seu Lado”
Gael Garcia Marques



...A Vida Continua....


Cap 11 - RE-COMEÇO



Lily saiu da cabine de cabeça baixa. O jovem loiro não tinha mais dito nenhuma palavra ou expressado sequer um sorriso desde que Kevin saíra. Agora que finalmente chegaram a estação de Hogsmeade ambos abandonavam a cabine em silêncio.

- Lily! Onde você estava que não te vi a viagem toda? – Rose vinha sorridente em sua direção.

- Estava numa cabina lá atrás, o Kevin esteve lá procurando você. – falou despreocupada enquanto procurava com o olhar o loirinho que parecia ter desaparatado.

Rose abaixou os ombros desanimada.

- Nem me fale Lily. Passei a viagem inteira me escondendo dele no trem... Thiago quase me mata quando me viu entrando no banheiro masculino, mas era a única porta em que podia entrar... – explicou se defendendo.

- Rose, que ridículo! – a prima já ria divertida – Pois saiba que perdeu um tempo precioso. Eu vim na companhia de um loirinho... que minha querida, ele não me escapa!

- Louca! – Rose exclamou admirada diante do sorriso divertido da ruiva. – Se tio Harry te pegar falando assim...

- Ai o papai teria que concordar comigo que aquele garoto é o que ele sempre quis ter como genro! – um sorriso maroto brincava em seus lábios – vamos que o Alvo deve estar nos esperando nas carruagens.

Alvo Potter estava parado diante de uma carruagem que era puxada por absolutamente nada. Ou assim lhe parecia. O jovem desconhecia a existência dos animais que estavam logo ali, numa vida tão macabra, doces e amigáveis.

Sem esperar por Hugo ou James que com certeza não ligavam a mínima para companhia deles, pegaram a carruagem e seguiram para escola onde começariam seu 5º ano.

Logo que desceram da carruagem, antes mesmo de passar pelos portões Rose denotava nervosismo.

- Ai Merlin, será que vou conseguir fugir do Kevin a noite toda? – perguntou pra sua prima totalmente desanimada.

- E porque você ia querer fugir de mim, Rose?

O coração de Rose parou de bater momentaneamente quando ouviu a voz que tanto mexia com ela. Respirou fundo e se virou para um kevin ainda mais bonito que no ano anterior, sorrindo e tomando posse de novo do coração que pertencia a ele há dois anos.

- Kevin... – falou com a voz fraca parando sem nem mesmo entrar no castelo.

- Não diz nada... – o garoto curvou-se sem cerimônia para beijar os lábios trêmulos de uma Rose imóvel de tanta felicidade.

Lily fez um aceno para Alvo o convidando a entrar no castelo e deixar os dois sozinhos, mas quando se viraram deram de cara com uma figura misteriosa, um rapaz alto e loiro que mantinha o capuz preto cobrindo-lhe o sedoso cabelo claro e parte do rosto sombrio. Olhava direto para Kevin e Rose.

- Você ‘ta com algum problema? – Alvo perguntou desconfiado ao rapaz, ele nem piscava.

- Alvo... – Lily tentou falar com o irmão.

- Tudo bem ai Alvo? – Kevin perguntou em voz alta. Havia ouvido a pergunta do amigo e resolveu conferir se estava tudo bem.

O estranho não se mexeu. Kevin reconheceu o garoto do trem e foi para o lado de Alvo.

- Tem algum problema comigo moleque?

Os olhos cinzas do rapaz brilharam, mas ele não respondeu.

- Kevin vamos entrar, deixa ele pra lá – Rose chamou tentando evitar briga.

- Se tem algo contra mim, diz. Podemos resolver agora mesmo...

Um riso frio e sarcástico saiu dos lábios vermelhos do loiro. Alvo e Kevin fecharam os punhos sobre as varinhas. Rose e Lily cruzaram um olhar preocupado. O rapaz ria... um riso arrastado e irritante. Deixou o capuz cair e Rose soube logo que esse devia ser o loiro que sua prima havia falado que conhecera no trem.

- Que idiota... – falou com sua voz arrastada – ainda não notou que você não é páreo para mim?

- Quer mesmo apanhar moleque? – Kevin ergueu a varinha apontando pra o novato.

- Não estou vendo ninguém aqui CAPAZ de me tocar...

- Seu miserável!!!

- O que estão fazendo aqui fora? Andem! A seleção já começou...

A professora Parkson havia saído da escola com cara de poucos amigos para ver se ainda tinha alunos lá fora e ficou ainda mais irritada quando viu o grupinho discutindo.

Pansy Parkson estacou onde estava quando seus olhos se cruzaram com o olhos cinzas que ela amara a vida toda.

Por um instante pensou ver ali outra pessoa, ou melhor dizendo, por um instante se viu ali com 15 anos e perdidamente apaixonada por um futuro Comensal da Morte. Um arrepio correu-lhe a espinha fazendo-a estremecer. Por aquela fração de segundo pode sentir o gosto do eterno namorado em seus lábios... sentiu um nó em sua garganta.

- Você... – sua voz escapou em um sussurro.

O rapaz deu as costas ao grupo e entrou no castelo.

Ainda por um instante o grupos não se moveu. Lily e Rose trocaram um olhar preocupado enquanto que Kevin e Alvo continham um ódio incontável contra o ‘novato’. O grupos passou pela professora estática sem falar nada e ainda indignados entraram no salão principal e foram procurar lugares na longa mesa de Grifinória. Não conseguiam compartilhar a alegria dos colegas no salão lotado.

Do lado de fora Pansy Parkson continuava perdida em suas lembranças, já a tanto tempo trancadas no fundo de sua mente, que agora nem parecia acreditar que era verdade que já as vivera algum dia.

Aquele garoto podia ter sido seu filho...

*************

- Quem aquele idiota pensa que é? – Kavin sentou-se ainda rangado na mesa de Grifinória. A seu lado Thiago Potter e o melhor amigo de Kevin, Charlie. – aliais, QUEM é aquele idiota? Nunca vi aquele cara por aqui...

- De quem estão falando? – perguntou Thiago entrando no assunto.

- De uma cara que veio no trem – respondeu uma Rose muito preocupada.

- Novo professor? – Charlie arriscou.

- Não. Deve ter nossa idade... – Rose falou baixinho para não chamarem atenção dos colegas que assistiam a seleção.

- Meio tarde pra entrar pra Hogwarts não... – comentou Thiago.

- Tenho certeza que nunca o vi por aqui – afirmou Lily.

- O fato é que ele tem algo contra mim... E ele vai pagar caro se pensa que pode bancar o valente...

- Porque ele ia ter algo contra você Kevin? – disse Rose se aconchegando ao rapaz – É só um novato... aposto que amanha nem lembraremos que ele existe...

- SCORPIUS MALFOY!!!

Automaticamente o grupo de Grifinórios se virou para onde a diretora McGonagal havia chamado o nome do rapaz. Fez-se silêncio absoluto no salão quando as grandes portas se abriram e o jovem loiro entrou de cabeça erguida. Caminhou resoluto por entre as mesas totalmente confiante, mesmo sob o olhar dos mil estudantes de Hogwarts o observando. Diante da mesa dos professores, sentou em um abanco maior do que o que costumava se usar na seleção. Podia ver o salão inteiro dali, as quarto mesas, as quatro casas. Um sorriso brincou em seus lábios quando McGonagal se adiantou para pôr-lhe o Chapéu Seletor, que mal tocara nos primeiros fios de cabelo já anunciava seu veredicto.

- SONSERINA!

O jovem Malfoy se ergueu e ainda de cabeça erguida rumou para a mesa da Sonserina, que assim como as outras estava em silêncio por não saber bem o que dizer.

Aos poucos a vida voltou ao salão.

- Scorpius Malfoy? – Kevin falou mais para si do que para os outros – Aquele pirralho chorão?

- Malfoy... – Lily lembrava de tudo que seu pai contava sobre a família Malfoy – A família Malfoy quase matou papai durante a guerra... mas porque ele teria algo contra você Kevin?

- Porque quando ele tinha 11 anos eu mostrei a ele o lugar que ele e a familiazinha maligna dele merece, o chão. – ele olhava o rapaz a distancia na mesa da Sonserina...

Rose olhou para trás, procurando onde o loiro se sentara. Acabou encontrando-o ao lado da Skeeter e palavras vieram a sua mente... e ela nem lembrava bem de quando ou onde as escutara.

“É melhor não fazer amizade com o garoto Malfoy... Vovô Weasley não ia querer que se casasse com um puro sangue...”

Scorpius sentou na mesa sem se importar muito em escolher companhias, não precisava de ninguém. A garota a seu lado porem parecia interessada em conhece-lo pois quase imediatamente ergueu a mão para cumprimenta-lo.

- Scorpius Malfoy! Nunca achei que nos reencontraríamos...

Ele avaliou a garota antes de aceitar o aperto de mão. Era bonita.

- E eu já a encontrei algum dia?

Ela riu divertida.

- Sou Liz Skeeter, sua colega de classe e quem sabe no futuro seja algo mais... – falou e passou ponta da língua nos lábios umedecendo-os de forma bem provocativa. Ele riu.

“Bem que papai mandou tomar cuidado com as garotas de Hogwarts...” pensou divertido se servindo do banquete que acabara de aparecer em sua frente.

****************

Pandora estava deitada na cama esperando o marido.

Seu casamento havia melhorado depois de voltarem para Inglaterra a três dias, isso podia dizer com certeza. Draco não a ignorava mais, não era rude. Claro que ate aquele momento eles tinham Scorpius por perto e Draco só pensava na volta do garoto a Hogwarts. Agora que estavam sozinhos não saberia dizer se continuariam naquela trégua maravilhosa.

Mas o marido não tocara ainda. Mesmo que dormisse com ela toda noite, não a procurava e isso ainda a deixava muito preocupada. Modeu o lábio inferior tentando em vão achar uma solução para aquilo. Quanto tempo um homem podia passar sem procurar sua mulher? E se ele estivesse procurando alguma outra?

Draco entrou no quarto em silêncio e sem ligar a luz. Trocou de roupa vestindo a calça de dormir que sempre usava. Deitou-se ao lado da esposa, se aconchegou em seu travesseiro e tentou dormir.

“Tão perto e ao mesmo tempo tão longe...” ela pensou com amargura.

Tinha que resolver sua situação. Seu desempenho no trabalho havia caído muito nos últimos meses em que seu casamento estava em crise. Podia sentir o calor do corpo do marido perto do seu. Sabia que ele ainda não havia dormido.

E Pandora não era mulher de esperar iniciativas...

Sem pensar muito ela abraçou o marido. Pode sentir Draco ficar um pouco tenso no inicio enquanto ela se aconchegava a ele, mas isso não a impediu de se aninhar ao marido. Gostava mais dele do que pensava.

A primeira coisa que passou pela mente de Draco foi afastar a esposa, mas sentir seu calor, seu perfume, sua pele... Nem tinha idéia de a quanto tempo estavam afastados, só sabia que era bem mais do que podia suportar. A desejava amargamente, mas não podia perdoa-la assim... está certo que não tinha certeza se ela o havia traído ou não... mas na duvida... melhor castiga-la um pouco mais.

Mas afastar a esposa naquele momento seria um castigo a ele, não a ela.

Respirou fundo. As coisas estavam melhorando mesmo... deixou um mão deslizar pelos longos cabelos escuros de Pan em carinhos silenciosos.

Pandora dormiu com o coração mais leve.

**************************

Scorpius seguiu para Sonserina na companhia de Liz. Não que tivesse gostado da garota... mas no momento era muito útil que houvesse alguém para o guiar. As masmoprras lhe pareceram mil vezes mais aconchegantes que a maldita torre de Grifinória com todo o seu vermelho. Despediu-se como pode da menina e entrou em seus aposentos do 5º ano. o local ainda estava vazio, pois seus ocupantes estavam mais preocupados em matar as saudades do que dormir.

Mas Scorpius não tinha saudades de Hogwarts.

Durante esses anos que passou em Durmstrang ele não gostava nem de ouvir o nome da outra escola. Mas agora que o casamento de seus pais estava em crise, tudo que ele podia querer era sair da Bulgária. Sair de Durmstrang. Ate gostava do professor de Alquimia.. mas seu pai tinha muito ciúme dele! Isso não era bom... depois que seu pai e o professor saíram ‘no tapa’ dentro da escola como se fossem trouxas, ai a situação ficara crítica! Ir pra Hogwarts chegou a ser uma benção. Ali não havia nenhum ex-namorado de sua mão para atrapalhar...

Mal sabia ele que havia uma ex-namorada de seu pai...

Aproveitando o silêncio Scorpius pegou um pergaminho e pena.


Pai,
Estou-lhe escrevendo de Hogwarts! Fico feliz de ter vindo estudar aqui. Diferente do que o senhor falou, as pessoas são simpáticas comigo e já estou até fazendo amigos. Mande um beijo pra mamãe e fique tranqüilo: tenho certeza que serei bem feliz aqui.
Um beijo, com toda saudade do mundo,

Scorpius

P.S: O senhor tinha razão, o Castelo é lindo pai.







N.A.:
Desculpem o atraso...

~~~~§~~~~ LARA MALFOY ~~~~§~~~~

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