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23. CAPÍTULO 23


Fic: A INDOMÁVEL - EPÍLOGO POSTADO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Os lábios dele eram quentes e firmes, seu hálito fresco com a menta que usara para limpar a boca. Gina bebia dele, atraída por sua força e perdeu-se na maravilha da boca dele. As mãos dele subiram por seu rosto, os dedos enroscando-se em seus cabelos como que para segurá-la, o que não era preciso. Ela não queria escapar.
As lâmpadas diminuiriam, e novamente Gina pensou se ele não tinha o poder de algum modo criar uma iluminação mais íntima... ou se talvez o talento fosse dela. As mãos dele voltaram para os ombros dela e ele a levantou da posição ajoelhada em que se encontrava. A leve contração dele a relembrou de que ele estava ferido e ela sentiu uma ponta de culpa por fazê-lo se esforçar.
- Devo ir. – ela sussurrou.
- Não. Fique comigo.
Por um momento, ela fechou os olhos e fingiu que ele queria dizer mais do que apenas essa noite. Gina se assentou na cama perto dele. Ele se esticou, novamente se contraindo quando suas costas encontraram o macio colchão da cama.
- Você teme a perda de controle. – ele disse. – Eu lhe dou o controle essa noite. Estou as suas ordens.
Para ele assumir o papel passivo, ela imaginou, era uma tortura adicional. Assim mesmo ele abriria mão de seu poder para aliviar os medos dela. Era a forma mais forte de sedução.
Gina engatinhou até ele sobre a cama. Inclinando-se sobre ele, ela o beijou no pescoço. Movendo-se para baixo, ela saboreou a pele entre as faixas que cruzavam seu peito. Harry soltou um pequeno som pela garganta, mas suas mãos continuaram pousadas de lado.
Ela refez o caminho para cima até a boca dele, provocando-o com a língua até que ele aceitou o desafio. Permaneceram assim por um tempo, beijando-se, até as mãos dela começarem a passear. Ela correu os dedos pelo peito enfaixado até o umbigo e prosseguiu seguindo a intrigante linha de pêlos escuros que desapareciam dentro da cintura da calça dele. A mão dela deslizou mais para baixo, pela frente das calças dele onde encontrou a prova do evidente desejo dele. Ela o ouviu respirar fundo, mas ela ainda não a tocou.
A mão dela voltou para a rígida saliência no cinto dele, onde começou a desamarrar as calças. Ao abri-las, permitiu que ele saltasse para fora, e novamente ela se maravilhou com seu tamanho e magnificência. A mão dela se fechou sobre ele e ele se sacudiu involuntariamente, embora novamente não se aproximasse dela ou a tocasse. Tocá-lo era uma lição sobre contradição. Dureza revestida de pele de veludo, quente e duro em sua mão. Tocá-lo também produziu um estranho efeito sobre ela. Ela queria sentir as mãos dele sobre ela também.
Levantando-se acima dele, Gina desabotoou a frente de seu vestido. Harry a observava como um homem hipnotizado, apenas o subir e descer irregular de seu peito indicava que ela o afetava. Ela desceu o vestido até a cintura e então foi para a fita de seda de sua camisa e vagarosamente a liberou, abaixando as tiras pelos ombros.
Harry a encarava, seus olhos inflamados pelo brilho esverdeado na iluminação fraca, mas ele não a tocou. Não até ela pegar as mãos dele e as guiar até seus seios doloridos. Ele os envolveu, movendo seus dedos sobre os mamilos até que endureceram. Ela deslizou a mão pelos cabelos dele até a nuca, ficando de joelhos entre as pernas dele antes puxar a boca até seus seios. Ele pegou o mamilo em sua boca e o sugou, lambeu, e até mesmo mordeu, embora de forma carinhosa. Jogando a cabeça para trás, Gina apreciou a sensação da boca dele se movendo sobre seus seios, provando e provocando até que a suave palpitação entre suas pernas se intensificou.
Com os dedos ainda enroscado nos cabelos dele, ela puxou-lhe a cabeça para trás para que ele olhasse para ela. Ela se inclinou para capturar-lhe a boca, abaixando devagarzinho até se sentar sobre ele. O quadril dele se arqueou para ela, uma resposta involuntária, ela percebeu. A fricção não era desagradável. Enquanto suas bocas trabalhavam juntas, lá embaixo a firme pressão das partes masculina e feminina uma contra a outra tornava a respiração mais difícil. Ela subitamente se sentiu em chamas.
- Tire a minha roupa. – ela sussurrou.
Às ordens dela, Harry a puxou completamente para cima dele. Usando suas pernas para fechar as dela de modo a empurrar a vestimenta dela para baixo até onde às mãos dele alcançassem e desatar tudo o que encontrasse pelo caminho. Enquanto as bocas ainda estavam unidas, as línguas ainda entrelaçadas, as mãos dele a tocaram em seu traseiro nu, leve o bastante para fazê-la estremecer. Gina serpenteou para liberar as roupas ao redor dos quadris.
Ela puxou as calças de Harry, as deslizando por toda a extensão dele para removê-las. Quando se sentou aos pés dele, seu olhar o percorreu, esparramado nu na frente dela. A beleza dele quase a deixou sem fôlego. Vagarosamente, ela passou as mãos subindo pelas pernas dele, suas coxas, musculosas e com o mesmo tom dourado do resto do corpo. Ela estava num impasse.
- Não tenho certeza do que fazer a seguir. – ela disse.
- O que você quer, Gina? – ele perguntou, sua voz baixa e rouca.
- Quero que você me toque novamente. – ela respondeu – Do modo que me tocou lá embaixo na sala de jantar.
- Venha aqui.
Ela se rastejou para cima novamente e se colocou ao lado dele. Primeiro, ele a beijou – um longo e lânguido beijo que quase a fez derreter de encontro a ele. A mão dele deslizou pelo estômago dela, abaixando até chegar ao ninho de pêlos entre as pernas. Com a primeira caricia de seus dedos, ela era dele. Ele foi gentil até que ela se pressionou firme contra seus dedos, arqueando para ele.
A pressão continuava aumentando, e entre beijos que tiravam o fôlego ela gemeu o nome dele. Harry deslizou seu dedo para dentro dela, quase fazendo com que ela lhe rasgasse os ombros com as unhas.
- Você é tão quente, tão estreita. – ele disse contra os lábios dela, e até mesmo o som puro de sua voz a levou às alturas.
Ela estava quase perdendo o controle, e por um momento lutou para não se entregar, mas Gina se lembrou de que era sua escolha, sua vontade. Ela podia confiar nele.
- Eu quero mais. – ela sussurrou. A pressão dele contra sua perna era o que ela queria. Ele dentro dela. Que seu corpo soubesse o que sua mente não questionava. Não essa noite. Não agora.
- Tem certeza? - ele perguntou.
- Sim. – ela respondeu sem hesitar.
Ele a colocou de costas e depois estava em cima dela, separando as pernas dela. Ela se preparou para o que viria a seguir, mas ao invés de se apressar, ele se curvou para beijá-la novamente, deslizando a mão entre eles e continuando a estimulá-la. Ela estava sensível, incapaz de controlar o estremecimento em suas coxas ou o modo como ela se movimentava contra os dedos dele. Ele a levou quase ao ponto de quebra, e então ela o sentiu, ereto e pronto em sua entrada feminina. Ele não investiu precipitadamente, mas gentilmente a penetrou calmamente, um pouco por vez.
Gina sabia muito sobre o próprio corpo, corpos femininos em geral, já que fora chamada em tenra idade para fazer partos. Normalmente, ele encontraria uma barreira, mas Lorde Malfoy tirou isso dela. Lágrimas se juntaram em seus olhos por ele ter roubado aquilo que teria sido um direito dela em entregar.
- Estou te machucando, Gina? – os lábios de Harry tocaram a lágrima que escorrera por seu rosto.
Ela sacudiu a cabeça.
– Não. E-essa devia ser minha primeira vez!
- É a sua primeira vez. – ele disse. – Sua primeira vez comigo. E é a minha primeira vez com você.
Ele a beijou, deslizando mais profundamente para dentro dela, expandindo-a tanto que ela ofegou contra a boca dele. Ele era grande e a preencheu completamente. Completamente e ainda mais. Então ele começou a se mover, e a se mover de um modo que a estimulou ainda mais do que seus dedos. Ela pegou o ritmo e se moveu com ele, os profundos gemidos de prazer que ele fazia eram um afrodisíaco que aumentavam ainda mais sua paixão.
Eles se moviam juntos, beijavam-se, separavam-se para respirar e beijavam-se novamente sempre que suas respirações permitissem. A pressão dentro dela começou a aumentar novamente, mais forte do que antes. O suor cobriu os corpos deles. O cheiro dele estava nela e algo primitivo surgiu dentro dela. Ela se arqueou contra ele, sua cabeça esparramada no travesseiro até que ele capturou seu rosto com as mãos e a beijou novamente.
Quando ela abriu os olhos e olhou para ele, ele estava olhando para ela. Seus olhos eram bolas gêmeas de fogo, e apenas a visão deles a levou a uma espiral de perda de controle. Seu corpo se arqueou, convulsionou e um prazer tão intenso que era doloroso a varreu por completo. Ela se uniu a ele, suas unhas enterradas no ombro dele, seus dentes mordendo-o no pescoço. Então ele se impulsionou bem fundo, pareceu se segurar por segundos antes de subitamente se retirar do corpo dela, seu corpo se contorcendo, sua respiração irregular enquanto esparramava sua semente fora do útero dela.
Ela o segurou perto dela até que os próprios tremores se acalmassem e ele ficou deitado exausto e respirando com dificuldade contra ela, seus corações batendo em uníssono. As mãos dela se moveram pelas costas dele e ela sentiu o sangue.
- Suas costas. – ela ofegou. – Eu o machuquei.
Ele acariciou a garganta dela com o nariz.
– Não é nada. – ele disse. – Eu poderia morrer agora mesmo e morreria feliz.
Ela sorriu, se sentido tão verdadeiramente no lugar certo na cama desse homem, pele contra pele, coração contra coração.
– Você deve me deixar enfaixar novamente. – ela disse, correndo as mãos contra os sedosos e longos cabelos dele.
- Não há razão para se fazer isso ainda. – Ele se levantou nos cotovelos, olhou para ela, e a beijou novamente. – Estou prestes a rasgá-las novamente.
- Tem certeza disso? – ela perguntou com atrevimento.
Ele estava muito sério quando respondeu.
– Sim.

Harry acordou primeiro com a forte ferroada em suas costas. Ele tentou se mover apenas para encontrar uma mulher meio esparramada sobre ele. A segunda descoberta fez a primeira ser mais suportável. Ele levantou os cachos vermelhos do rosto de Gina e os colocou para trás. Um sorriso sensual curvou os lábios dela enquanto dormia. Harry a queria novamente imediatamente. Então lhe ocorreu que ela tinha se rendido a ele, e a compreensão o fez olhar para dentro.
Ele não se sentia nem um pouco diferente de ontem. Olhando para Gina, ele admitiu que não era verdade. A fera ainda vivia dentro dele, mas também viviam sentimentos de paixão e carinho por Gina que estavam mais fortes do que no dia anterior. Sim, ele tivera mulheres no passado, muitas mulheres, mas nenhuma como ela.
Nenhuma o fizera se sentir como ela o fizera noite passada. Como se fosse a sua primeira vez com uma mulher. Não precisava de bebida para acabar com a dor de sua solidão ou imaginar, quando sóbrio, se ela o quereria sem o magnetismo animal que seu cheiro liberava.
Ela não quis o seu cheiro. Ela quis a ele. E sem a bebida para entorpecer seus sentidos ele a quis, mais do que a qualquer mulher antes de ela entrar em sua vida. Apenas Gina o fez verdadeiramente sentir como se pertencesse. E talvez fosse apenas um sentimento de pertencer a ela. Mas era algo de que ele se esquivara durante toda sua vida.
- No que está pensando?
Ele olhou para baixo e a viu olhando para ele. Harry passou seu dedo pelo ombro macio dela.
– Estou imaginando se minhas costas protestarão muito se eu fizer amor com você novamente essa manhã.
- Mais do que suas costas irão protestar. – ela disse. – O que você fez com meu corpo? – ela tentou se mover e gemeu.
- Não tanto quanto eu gostaria de ter feito. – ele respondeu, beijando-a no alto da cabeça.
- Talvez depois de eu tomar um longo banho e cuidar de suas costas, nós poderemos conversar sobre isso novamente.
Ele suspirou.
– Tudo bem. Temos outros assuntos para tratar também essa manhã.
Os olhos deles se encontraram. Como ele supôs, ela também agradeceu a oportunidade de não pensar sobre a noite passada e o atual dilema deles. Harry havia matado um homem. Que soubesse, seu primeiro. Mas não fora ele quem rasgara a garganta do homem. A fera o havia feito, mas o homem teria agido de forma diferente se Gina estivesse sendo ameaçada? Não. Ele não acreditava nisso.
- Preciso ver James. – ela sussurrou de súbito. – Preciso abraçá-lo.
Harry liberou o peso dela de cima dele, admirado por sentir a pele quente e macia dela, então se levantou da cama. Ele foi até o guarda roupa, pegou calças limpas e as vestiu. Pelo bem de Gina, ele tentou não se contrair cada vez que seus movimentos puxassem as chicotadas em suas costas. Colocar a camisa foi tortura pura. Engraçado, ele não se lembrava de suas costas o incomodarem tanto noite passada.
- Eu vou buscá-lo. – ele disse. – Fique aí.
Gina puxou as cobertas para cima e as colocou debaixo dos braços. Ela parecia muito tentadora esperando em sua cama. Quase muito tentadora para se resistir, mas ele devia ter cuidado não apenas com seus próprios ferimentos, mas também com as exigências que já fizera sobre ela por toda noite. Mais tarde, ele se prometeu.
A ama de James sempre o olhava de modo nervoso quando Harry entrava no quarto. Logo eles não precisariam mais dela. James estava crescendo e um pouco de cereais e a transferência para leite de cabra estava em seu futuro próximo.
- A lady deseja que eu leve seu filho. – Harry explicou para Martha. A mulher acenou com a cabeça e ficou fora do caminho. Ele caminhou até o berço e sorriu para o garoto. Ao ver Harry, James mostrou seu sorriso sem dentes.
- Olá, homenzinho. – Harry disse, então se aproximou e o tirou do berço. O surpreendeu o quão natural se sentia agora enquanto carregava James. E como alguém tão pequeno pudesse puxar tão fortemente as cordas de seu coração. – Sua mãe deseja dar uma palavrinha com você. – ele disse a James, carregando-o para fora do quarto de criança na direção do próprio quarto.
Gina estava com os braços estendidos antes mesmo de ele chegar perto da cama.
– Dê ele para mim.
James deu um pequeno grito de excitação ao ver à mãe. Harry não podia culpar o menino. Ele entregou James para Gina, observando enquanto ela trazia o bebê para perto e espalhava beijos por todo o rostinho.
- Ah, ser jovem novamente. – Harry disse, sorrindo para ela quando ela voltou o olhar para ele.
Ela riu. Era delicioso. Seus pensamentos obscuros não podiam ser mais evitados e ele se sentou sobre a cama, observando Gina brincar com James.
- Não podemos lidar com Lorde Malfoy aqui em Londres – ele disse. – Ele é muito bem protegido.
Os pequenos dedos de James se curvaram sobre o dedo dela, ela olhou para cima para Harry.
– Devemos fugir?
- Não gosto de pensar nisso como uma fuga, mas como um modo de atraí-lo para longe.
- Para onde? – ela perguntou. – Para a residência de campo?
Ele sacudiu a cabeça.
– Não levarei esse assunto até Rony e Hermione.
- Mas ele é seu irmão. – ela argumentou. – Ele pode nos ajudar.
- E nós podemos muito bem fazer com que ele seja morto também. – ele explicou. – Além disso, a maldição cairá sobre mim logo. Ele não sabe. Prefiro que não saiba, pelo menos por agora.
- Isso tem a ver com seu orgulho? – ela perguntou.
Era uma boa pergunta, e Harry pensou muito e com cuidado antes de responder.
– Você e James, são minha responsabilidade, Gina. Preciso que confie em mim. Preciso que você tenha fé em mim, para que eu possa ter fé em mim mesmo.
Ela olhou para baixo para seu filho. Harry precisava que ela confiasse nele tão desesperadamente. Que acreditasse nele. Mas como ela poderia quando a vida dela e de seu filho estavam em perigo?
Quando olhou novamente para ele, seus olhos se suavizaram.
– Tudo bem, Harry. Eu vou confiar em você. Juntos nós conseguiremos montar um plano.



Capitulo quente não? Hhauahuaua
Bom pessoas perdão pela demora, aondo sem tempo pra nada
logo eu estarei entrando de férias, ai será mais fácil para atualizar
bjos

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