FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

20. Despedida


Fic: Príncipes do Apocalipse


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Harry pegou Hermione nos braços e aparatou para o mais perto possível de Hogwarts. Assim que surgiram logo após a saída de Hogsmeade, a meia-vampira se libertou dos braços do moreno e saltou sobre ele, seus olhos vampíricos estavam avermelhados e suas presas enormes, a expressão de seu rosto nunca estivera tão ameaçadora. Harry tentou usar a força para empurrá-la, mas Hermione cravou suas enormes garras nos ombros dele e partiu os ossos do ombro, fazendo os braços de Harry caírem sem força.

-Devagar aí maninha! –falou um homem alto, vestido de negro e de porte aristocrático possuindo sedosos cabelos negros que lhe alcançavam os ombros. Ele segurou Hermione que se debatia e urrava como um animal faminto.

-Tudo bem, gatinho? –Cat fala se aproximando por trás de Harry e o levantando. Os braços do moreno estavam pendurados, os ombros completamente deslocados. –Acho que não.

-Eu estou bem sim, essas fraturas não são nada. –fala sem deixar a voz vacilar, como se não estivesse sentindo dor.

-Rapaz corajoso, não é qualquer um que fica calmo diante de uma vampira tomada pela besta, ainda mais quando se está indefeso. –o vampiro fala e depois geme ao sentir Hermione mordendo-lhe o braço, o qual logo afasta dela.

-Quem é ele e o que fazem aqui? –Harry pergunta desconfiado a Cat.

-Esse é nosso irmão que você ainda não havia conhecido, Mikhael. Viemos ao sentir que Hermione estava sendo atacada por alguma energia perigosa. –Cat responde passando a mão pelos braços de Harry, parando ao chegar aos ombros feridos. A carícia se seguiu de um calor e depois a uma sensação de resfriamento. –É só não mexer os braços que logo ficará bem.

-O que houve com ela e onde os dois estavam antes de vir para cá? –Mikhael pergunta, segurando-a ainda mais forte, Hermione não parava de se debater sob o olhar preocupado de Harry.

-Estávamos em uma missão secreta, a energia negra era de Voldemort, mas está tudo bem agora, não vai acontecer de novo. –Harry responde lançando um olhar frio e desconfiado a Mikhael.

-Tudo bem, vamos levá-los para o quarto dela. – Cat fala se aproximando de Harry e o abraçando por trás, antes de desaparecem sem fazer som algum.

Harry sentiu uma sensação de torpor como se fosse desmaiar, mas rapidamente se recuperou, percebendo que já estava no quarto da namorada. Foi inevitável não pensar que os vampiros não só tinham estilo, como também técnicas suaves e refinadas.

-A deixo inconsciente? –Mikhael pergunta a Cat, que apenas afirma com um gesto. Harry olha para ele preocupado e vê os olhos ônix ganharem forma de fenda, brilhando de um jeito estranho antes de voltarem ao normal, olhou para a namorada e a viu inconsciente na cama. –Acordará pela noite e vai estar faminta, é melhor garantir que tenha seu tipo de alimento por aqui.

-Porque estão fazendo isso? Porque a impediram de me atacar, quando isso só traria vantagens para vocês, transformando-a em uma vampira completa? –Harry inquire olhando-os analiticamente.

-Não seja tão desconfiado. Nós respeitamos as escolhas uns dos outros e sabemos que a dela é não ser como nós. –Cat fala de modo simpático, mas Harry vê que havia algo mais por trás daquilo.

-Eu não gosto desse estado dela, mas não permitiria que ela ficasse sob o domínio de um verme com cara de cobra, o que era bem provável que acontecesse se ela continuasse se deixando dominar pela energia negra. –Mikhael responde devolvendo o olhar não amistoso para Harry. –Não vou mentir. Eu preferia tê-la a nosso lado e bem longe de um ser inútil como você, mas jamais compraria briga com meu pai, vampiros costumam ter “amor a vida”. –Mikhael fala com clareza, sentando-se ao lado da irmã e passando seus longos dedos pelos cachos castanhos dela. –Hermione é muito superior a você, merece algo bem melhor. –falou a olhando, ao que Harry aproveitou para se jogar sobre o vampiro, empurrando-o contra a parede.

-Nunca mais toque nela! –vocifera fulminando-o com o olhar, o qual Mikhael respondeu com ironia, como se estivesse vendo uma criança de cinco anos tentando enfrentar um homem adulto e forte. –Eu não sou bonzinho como dizem, então não mexa comigo ou com quem me importo, pois senão eu te empalo com uma lança de prata. –Harry ameaça com seu olhar mais ameaçador, mas Mikhael apenas gargalha como se houvesse escutado uma excelente piada.

Harry não teve tempo de responder, lembranças de seu primeiro ano vieram em flash, destacando em câmera lenta a noite da morte de seus pais. Depois novos flashes, seus amigos prestes a morrer, Sírius atravessando o véu, Dumbledore morto, Cedrico caindo e depois Voldemort “voltando à vida” enquanto ele estava ajoelhado aos seus pés.

Já havia anoitecido quando Harry recobrou a consciência, estava deitado em sua cama de solteiro. Olhou para sua esquerda e viu que Hermione ainda dormia, em cima da mesinha de cabeceira havia uma carta destinada a si, a letra era bem desenhada, ainda mais bonita que a de Hermione.

“Nunca mais ameace um vampiro que não esteja definitivamente morto, pois da próxima vez, ele pode levar a sério”
Com carinho, Cat.


Sentiu vontade de queimar o pergaminho, mas se contentou em amassá-lo e jogá-lo longe, antes de se levantar para ir à cozinha. Aproveitaria que Hermione ainda dormia, para pegar alguma coisa para comerem.
Quando Harry voltou, Harry a encontrou saindo do banheiro, já de roupa trocada. Ela o olhou rapidamente antes de baixar a cabeça e ir se sentar na cama, estava visivelmente constrangida.

-Eu achei que estaria com fome, eu pelo menos estou. –Harry fala tentando quebrar a tensão, mas ela apenas assente antes de começar a comer. –Está tudo bem, foi culpa do horcrux, não foi?

-Sim, mas eu quase te matei, perdi totalmente o controle e isso poderia não só ser perigoso para você, como também para todos aqui. –Hermione fala se sentindo culpada, nunca perdera o controle de tal forma antes. –Se não fossem meus “irmãos”, não teria sobrado nada de mim mesma.

-A culpa foi minha, não devia ter deixado você tocar a horcrux, Dumbledore tentou nos avisar e não entendemos. –Harry disse segurando uma das mãos dela, fazendo-a encará-lo.

-Ela não me transformou em nada, aquilo que viu era eu mesma. –fala se voltando para o prato novamente.

-Aquilo era só uma pequena parte sua, então não tente me afastar, não vou te deixar e não tenho medo de você. –Harry fala se sentando ao lado dela e a abraçando, beijando-a carinhosamente quando ela tentou protestar.

-Definitivamente você é masoquista! –Hermione fala rindo e depois se voltando para o prato, sabia que não adiantaria retomar aquela velha discussão.

-Não acha excitante viver perigosamente? –pergunta roubando um pedaço de carne do prato dela.

-Ponha a mão no meu prato e você verá o quanto é “excitante”. –fala em tom ameaçador, mas fazendo-o rir.

No dia seguinte Harry destruiu a horcrux com um avada kedavra, deixando a jóia guardada. Alguns dias depois Rony recebeu alta e os dois contaram a ele tudo o que aconteceu. As notícias sobre novos ataques se multiplicaram, pessoas do alto escalão do ministério sumiam, ataques às autoridades trouxas foram registrados e o pânico se espalhou de vez pela comunidade bruxa, era extremamente raro ver um bruxo nas ruas a noite e os livros de proteção a residências não paravam nas prateleiras.

Era uma manhã fria e silenciosa, as notícias dos jornais deixaram todos os alunos apreensivos e os aproveitamentos durante as aulas caíam significativamente, não havia como se aliviar da tensão crescente. Quebrando o silêncio, Minerva McGonagall se ergueu e pediu a atenção de todos.

-Caros alunos, como a maioria deve ter lido ou tomado conhecimento por um colega, os aurores aposentados foram convocados para voltar ao trabalho, novos aurores estão sendo formados em cursos intensivos e os ataques daquele-que-não-deve-ser-nomeado, se multiplicam. Tendo isto em vista e atendendo a pedidos dos pais da maioria dos alunos, a escola decretará férias antecipadas e amanhã após o café da manhã, todos voltarão para as respectivas casas. Já enviei cartas a seus pais e todos estão os aguardando, peço então que arrumem suas coisas e se dirijam às salas de seus professores para pegar as lições de casa e trabalhos especiais para o retorno das aulas.

Houve um silêncio incômodo e a diretora voltou a se sentar, era visível para os alunos o quanto essa medida havia desagradado à diretora e aos professores, mas isso não importava, estar em casa com a família havia animado a grande maioria dos alunos. Hermione, porém, estava distante e pensativa. Harry e Rony souberam o porquê e se limitaram a mostrar seu apoio com um toque amigo, cada um pressionando levemente uma das mãos da garota.

Harry já havia arrumado suas coisas e agora se dirigia ao quarto de Hermione, sentia que ela estava bem para a situação que se apresentava e isso o confortava um pouco. Bateu na porta e entrou ao ouvir permissão, a garota estava terminando de arrumar suas coisas.

-Já arrumei tudo, a Sra. Weasley enviou uma carta dizendo que iríamos para a Toca via lareira essa noite, por que será mais seguro. –Harry fala para a morena, que respira fundo e fecha o malão antes de se virar para ele.

-Eu não vou para a Toca. –Harry ia falar, mas ela não deixou e o interrompeu. –Não é só porque o ambiente familiar pode me incomodar, não quero ver os olhares piedosos, nem os reprovadores quanto a nós dois, também não quero você tentando me consolar a toda hora... –Harry tentou interromper, mas ela não deixou –Além disso eu já me comuniquei com Drakul, vou passar uns dias na casa de Gabriel para aprender mais sobre meus poderes e também a me controlar melhor...

-Na casa do Gabriel? A única coisa que aquele cara irá tentar te ensinar é a ser uma boa amante... –Harry protestou furioso, mas não terminou de falar. Hermione o interrompeu com um tapa tão forte que o fez cair e bater as costas na outra cama.

-Ele é muito inteligente, paciente, me respeita e ainda disse que adorará minha companhia. Quanto ao que você insinuou, primeiro deveria confiar em mim...

-Não duvido de você, duvido dele! Ele pode te forçar, ou usar alguma poção ou coisa do tipo, sem falar que poderá te obrigar a beber sangue. –Harry tenta se explicar e manter a calma.

-Cat estará lá, além disso, Drakul me prometeu que todos respeitariam minhas escolhas.

-E agora você acredita em vampiros! –Harry retruca sarcástico.

-Eu sou uma e querendo ou não eles são “minha família”, metade de mim é como eles e eu não posso continuar ignorando isso, senão da próxima vez, eu posso matar você e todas as pessoas de quem gosto! –era claro que a última perda de controle ainda não havia sido superada por ela.

-Você estará cometendo um grande erro se os deixar entrar na sua vida. Tenho certeza que juntos podemos superar os problemas e eu e Rony te ajudaremos com o treinamento e seus poderes. Agora diga que você não vai encontrá-los e que irá comigo atrás das horcruxes. –Harry fala calmamente, tentando não transparecer seu desagrado com toda aquela situação.

-Eu não posso. Eu quero te ajudar, mas não irei conseguir antes de me conhecer por completo. –era a última palavra dela, Harry sabia.

-Se for, estará tudo terminado entre nós. –Harry fala antes de sair e deixá-la sozinha.

Hermione sentiu uma dor forte no peito, parte dela e parte dele, mas não choraria, estava fazendo o que era preciso e se ele não conseguia entender, é porque realmente não entendia a situação em que viviam. Acabou de arrumar suas coisas em silêncio, notou que nem Gina ou Rony tentaram falar com ela, o que dizia que Harry esperava que mudasse de idéia, o que a fez escrever uma carta que enviaria aos Weasley agradecendo o convite, mas explicando que não poderia ir a Toca.

Harry tentou disfarçar a apreensão que sentia, mas logo saiu para correr em sua forma animaga na esperança de conseguir tirar os problemas da cabeça. Passeou pelo jardim e adentrou um pouco na floresta proibida, quando voltou para o castelo já estava quase escurecendo. Encaminhou-se direto ao quarto de Hermione, iria tentar conversar com ela mais uma vez e se preciso lhe provar o quão perigoso seria ir para a casa de Gabriel.

Assim que chegou ao quarto da monitora-chefe, Harry entrou sem bater e se deparou com um quarto vazio. Olhou no banheiro e viu que também não tinha nenhum pertence da morena lá. Ao voltar para o quarto, já quase desesperado, viu dois envelopes em cima da cama, um era endereçado aos Weasley e o outro a ele. Abriu o que tinha seu nome depois de guardar à outra no bolso da calça.

“Sei que dever estar furioso e com certeza não me entende, mas lhe garanto que só estou pensando no melhor para nós dois. No fim dessas férias estarei mais preparada e mais consciente do que sou e do que poderia te oferecer.
Você disse que estaria tudo terminado se eu partisse, entendo seu medo, mas não abrirei mão do amor que tanto custei a aceitar, portanto fique ciente de que quando eu voltar, farei de tudo para te ter novamente.

Com amor, sua Hermione”


Harry urrou furioso e quase quebrou a perna ao chutar a cama de casal. Depois se dirigiu a passos apressados até seu dormitório, onde encontrou um Rony sonolento, mas que logo despertou ao ouvir a porta ser violentamente fechada.

-Quem morreu? –pergunta sem entender o estresse do amigo.

-Hermione. –vocifera se jogando na cama e olhando o teto como se começasse uma contagem.

-Vocês brigaram? -Rony se arrisca a perguntar, mas ao ver o olhar de Harry se arrepende.

-Ela não vai a Toca, prefere ir à casa do Gabriel , aprender sobre vampiros e seus poderes. –começa sério, mas depois usa um tom irônico atípico nele.

-Gabriel não é aquele que parece meio a fim dela? –Rony pergunta pensativo e vê o erro quando Harry se levanta e o encara com um olhar fulminante.

-Meio? Ele nem faz questão de disfarçar! Aposto que vai usar de alguma artimanha para “conseguir o que quer”. Isso sem mencionar o “respeito” as escolhas dela que vai ser mandado a...

-Eu entendi! –Rony o interrompe, até porque o próximo passo depois do palavrão ia ser magia involuntária, a qual poderia acertá-lo em cheio. –Também não acho que seja certo, talvez se falássemos com alguém, talvez McGonagall ou Lupin, eles possam trazê-la de volta ou pelo menos assegurar que ela vá ficar bem.

-São todos bons bruxos, mas simples humanos. Não creio que ninguém que exista nos dias de hoje possa vencer Drakul, ainda mais com aqueles filhos. Por incrível que pareça, minha única esperança é a Cat...

-Cat? –Rony o interrompe interessado, quando o assunto era a vampira ele ganhava um brilho diferente no olhar, além de uma súbita super-disposição. –Ela vai estar com Mione?

-Sim, mas duvido que ela o queira por perto... falo das duas. –acrescenta antes que o ruivo perguntasse.

-A Cat vai protegê-la, não se preocupe, ela não é má! –Rony fala subitamente tranqüilo e Harry sente vontade de esmurrá-lo.

-Não vou discutir com alguém que não está pensando com o cérebro! –resmunga antes de fechar as cortinas da cama e lançar um feitiço contra imperturbabilidade.

Algumas horas depois, Harry, Rony e Gina foram ao escritório da diretora, onde explicaram a ausência de Hermione. Como desconfiavam, Minerva nada podia fazer, Dumbledore se absteve de comentar o assunto e os três entraram na lareira frustrados e aborrecidos. Ao chegarem à Toca, Harry entregou a carta de Hermione aos Weasley e a reação foi à esperada: Molly se afundou em lágrimas e Arthur fez uma expressão de preocupação que se converteu em um ‘boa noite’, enquanto ia até a cozinha.

Harry apenas levou as malas até o quarto, não conseguiria dormir, então voltou a sua forma animaga para passear pelo jardim dos Weasley e tentar se distrair com aquela nova percepção sensorial do lugar.


N/A: Olha o cap aí! Nem demorou né? Sei que foi pequeno, mas é porque não tinha muito a ser dito mesmo.

N/A²: O que acharam do Mikhael? O que pensam da decisão da Mione e de como as coisas vão ficar quando ela retornar?

Próxima atualização: Sitra Achra e Eximere Tempus

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.