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11. Enquanto isso na Toca...


Fic: Harry Potter e os Mistérios de Hogwarts - quando a net voltar eu posto dois caps, prometo...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Depois que quase um século de atraso eu voltei (Eu voltei e agora é pra ficar... por que aqui, aqui é meu lugar...) Bem brega não? Sei que estou quase sem leitores agora e que não cumpri com o que havia dito de postar 90% antes do lançamento de DH, mas fazer o que, o tempo passou e eu comprei e li o livro, não vou dizer que não estou desapontado partes do livro, afinal JK escrevia um capítulo por ano de vida de Harry então subitamente ela pula 19 anos... pulou o ano que eles voltaram para concluir Hogwarts, pulou os três anos de treinamento na academia para auror, pulou o nome do novo professor de DCAT, será que a maldição foi quebrada com a morte definitiva de Lord Voldemort? Muitas perguntas permaneceram sem explicações e muitas perguntas surgem a cada momento. O que me deixou mal foi quando eu descobri que a autora não iria lançar mais nenhum livro da série. Apartir desse capítulo ao final eu vou passar a escrever algumas coisas que eu acho sobre o mundo de Harry Potter o livro, a fic, e outras generalidades, tal vez eu não o faça em todos os capítulos e, se vocês acharem que eu estou ficando maçante, me avisem que eu paro de escrever. Boa leitura a todos...



Capítulo 10
Enquanto isso na Toca...:

Assim que Harry e Gui haviam acabado de desaparatar, um exército de elfos domésticos invadiu a Toca, o primeiro a chegar foi o jovem Ping, que fez uma grande mesura a Sra. Weasley, que olhou curiosa para o elfo, não entendendo o propósito de ter surgido nos gramados de sua casa por nada.
Logo depois surgiram mais um pequeno esquadrão de dez elfos que logo se apressaram em tomar conta dos preparativos na cozinha, retirando Gina e Hermione dessa função, os elfos foram chegando e chegando até que havia nada menos que 300 elfos domésticos trabalhando.
Eles estenderam um grande lençol branco em volta do local onde seria realizado o casamento e proibiram qualquer um de espiar, Rony pareceu extremamente ofendido por causa de tudo e, como os elfos haviam retirado de suas mãos todo o trabalho que eles supostamente deveriam fazer, ficaram os três irmãos: Ron, Fred e George planejando e confabulando maneiras de burlar o forte esquema de segurança criado pelos elfos e espiar o que eles estavam aprontando dentro daquele pano branco.
A cada hora mais e mais elfos chegavam e várias coisas inusitadas aconteceram durante o dia, desde a chegada de cavalos alados até um dragão totalmente branco que passou a reforçar o esquema de segurança dos elfos.
Um elfo mais alto e encorpado que os demais coordenava tudo, e no meio deles haviam alguns elfos com roupas vermelhas com uma cruz dourada no peito. Que surgiam e iam direto para dentro do pano branco.
O dia se arrastou bem devagar para todos na casa dos Weasley, Molly Weasley não parava de reclamar o tempo todo de que os elfos domésticos estavam fazendo todo o trabalho dela, já os outros não estavam tão descontentes assim com o trabalho dos elfos, mas estavam ansiosos com noticias sobre Harry e Gui e seus duelos com os parentes de Fleur.
Foi com grande surpresa e felicidade que viram os primeiros parentes de Fleur chegarem ao local do casamento, era uma família muito grande, composta de oito garotas loiras com nome de flores, e três rapazes loiros, um senhor loiro com os cabelos começando a pegar tons grizalhos e com um cavanhaque volumoso, além de uma mulher morena que era a matriarca da família.
Todos eles ficaram surpreendidos com a grande movimentação de elfos domésticos que ocorria em volta daquela propriedade, mas sobre esse pormenor nada disseram.
Os Delacour sul-americanos se deram bem com os Weasley no ato, e os Weasley foram muito corteses com os Delacour recepcionando-os calorosamente e ouvindo as histórias que eles contavam sobre a travessia de Harry e Gui na floresta amazônica.
Algumas horas mais tarde chegou outra família dos Delacour com cinco moças, quatro rapazes, um senhor loiro de pele seca curtida pelo sol com um ar meio autoritário e uma mulher morena de olhos azuis com o rosto meio amalucado.
Os Delacour norte-americanos cumprimentaram os sul-americanos, a mulher com o rosto amalucado, quando passou em frente a matriarca da família Sul-americana fez uma reverência exagerada e beijou a mão da outra.
- Deixe de formalidade Katherine, já fazem alguns anos que pertencemos a mesma família, esse tipo de formalidade não se faz mais necessária. Se você quer me lisonjear me faça uma profecia, uma boa pra hoje, eim? – disse a mulher tirando um orbe azulado da bolsa.
Os Weasley olharam curiosos para as mulheres. Profecias não eram coisas que se podiam escolher data e hora para acontecer, elas simplesmente aconteciam... Mas para espanto dos Weasley, a mulher começou a revirar os olhos e começou a falar com uma voz rouca e grave:
- Um grande encontro dos que lutam contra o mal está próximo... Em três noites ele será... Será no lugar onde dois líderes dos sete secretos países hoje irão se encontrar... três são os meses que faltam para a lua de sangue se espalhar... cof... cof...cof...
- Grande profecia, pena que nem tudo que você disse foi alegre. – disse a morena com o orbe gravado com a profecia. – Hum... três dias para o grande encontro dos que lutam contra o mal e ele será no local onde dois líderes dos sete países secretos hoje vão se encontrar... vou mandar mensagem para os outros líderes para confirmar se dois deles se encontraram hoje... Agora aquela notícia sobre a lua de sangue era realmente perturbadora...
A mulher ficou refletindo enquanto os outros a olhavam confusos, neste ponto, felizmente para a mulher, os membros da família Weasley começaram a chegar a Toca e a toca foi ficando cada vez mais cheia de cabeças ruivas que passaram a superar muito as cabeças loiras.
Algumas horas se passaram e outra família de loiros chegou, composta por quatro garotas e dois rapazes, além de um homem que era loiro com rosto cansado e uma mulher igualmente loira com a pele mais alva que os Wealey já haviam visto até agora, dessa vez eles eram acompanhados de uma imensidão de Veelas que voavam for todo o céu da propriedade dando um show a parte.
- Eu pensei que você deteria o avanço deles, não achei que eles seriam habilidosos o suficiente para te derrotar, realmente aqueles eram jovens talentosos, o pior de tudo foi o ataque de mamãe deu... ela ficou furiosa... – disse ele olhando para uma das Veelas voando no alto das cabeças de todos – Penso que ela já está melhor agora.
Neste ponto, as primeiras estrelas do céu começaram a aparecer e os elfos retiraram o pano branco que se estendia em volta do centro do gramado revelando uma construção bizarramente enorme.
A estrutura era toda feita de cristal, parecendo um palácio de gelo, o dragão, que antes ficava pousado semi-camuflado próximo ao pano levantou vôo e começou a dar voltas pelas torres do recém criado castelo.
Um grande grupo de elfos domésticos com capas vermelhas liderados por um elfo maior que os padrões normais com roupas brancas e reluzentes atenderam aos convidados e levaram todos para seus devidos lugares em um grande salão de cristal onde se podia ver um grande altar com uma enorme pira ardendo em chamas.
As Veelas continuavam voando sobre a cabeça de todos cobrindo as pinturas do teto do salão que mostravam cenas de guerra em que seres de várias raças e lugares diferentes lutavam.
Os membros da família Weasley e os amigos não paravam de chegar e quando o salão encontrava-se consideravelmente cheio, ouviu-se o soar de trombetas anunciando a chegada de um ilustre convidado.
Pela porta do salão seis guerreiros com armaduras douradas e capas carmesim entraram pelas portas escoltando um homem moreno de olhos azuis com uma armadura negra e capa vermelha com uma cruz dourada no centro, atrás dele seguia outros dois elfos domésticos com capas igualmente vermelhas com a cruz dourada no centro.
O homem olhou em volta e foi em direção do Sr. Weasley para cumprimenta-lo.
- Desculpe-me minha pequena invasão Arthur, mas eu não pude deixar de aproveitar a o oportunidade de encontrar o jovem Potter quando soube que haveria uma festa pela boca dos elfos... – o homem olha para uma mesa e vê uma morena familiar no meio dela que também a encarava
- Não se preocupe Richard, temos bastante espaço e comida, além disso sempre ficamos encantados de receber tão ilustre visita.
- Não sabia que vocês conheciam Miriam Sant’anna. – indagou Richard
- Ela é uma das tias da noiva, conhecemos hoje. – Repondeu Arthur
- Vou cumprimentá-la, uma descortesia pode ser vista como conflito diplomático. – fala Richard afastando-se do Weasley, indo em direção da mulher que olhava fixamente para ele.
- Salve Miriam Saint’anna, Senhora e Rainha de El dorado, a mais brilhante e luminosa cidade dos Mayas, que vosso ouro nunca se embote. – cumprimenta polidamente Richard.
- Salve Richard Prewett, Senhor e Handall de Bifrost, Reino onde dormem os imortais e onde os sete portais são protegidos, que vosso conhecimento e sabedoria nunca seja perdida. – reponde ao cumprimento Miriam. – Diz-me, o que o rei do mais importante dos paises escondidos, faz em na festa de casamento da minha sobrinha.
- Bom não foi exatamente por causa dos noivos, mesmo tendo conhecido o noivo anteriormente, digamos que sou um dos últimos parentes vivos do padrinho, não podia deixar de comparecer...
- Compreendo... Ele é realmente um excelente rapaz... Se ele não tivesse uma ligação tão forte com você eu o convidaria para o meu próprio país, - falou Miriam - mas saindo de assuntos mais amenos, devo lhe informar que nossa profetisa anunciou a lua de sangue para daqui a três meses.
- Isso é realmente grave... Essa notícia já foi confirmada pelos centauros? – perguntou o homem.
- Ainda não, mas mantê-lo-ei informado. – respondeu a mulher.




Harry Potter, Guilherme Weasley, Fleur Delacour e Gabrielle Delacour chegaram aos gramados da toca no lado da casa oposto aonde estava o palácio de cristal feito pelos elfos e encontraram um batalhão de elfos os esperando.
Os elfos separaram a noiva e a irmã do noivo e seu padrinho, levando-os a aposentos distintos, Harry entrou num aposento de cristal junto com Guilherme que ainda não entendia o que estava acontecendo.
- Harry, você sabe o que está acontecendo? – perguntou Gui.
- Ora essa, você está se casando... A ficha só caiu agora?
- Não é isso... Acho que você entendeu e está de gozação... Que coisas são essas, por que todos esses elfos... e que roupas são essas? – perguntou o Weasley apontando para as roupas que um dos elfos acabara de trazer.
- Há!! Você estava falando disso... Eu meio que não sabia o que dar a vocês de casamento, então eu meio que patrocinei a festa... Espero que não esteja zangado...
- Zangado??? Eu? – Perguntou o Weasley – Estou é muito feliz. – disse o ruivo abraçando Harry – pensei que os parentes de Fleur nos desprezariam por não poder oferecer uma festa de casamento melhor para Fleur, mas graças a você teremos uma grande festa.
- Uma Grande festa? Uma Grande festa? – falou Harry – Vocês não terão uma grande festa, terão a melhor, terão a festa sem dúvida, nem em 1000 anos de Hogwarts se viu festa igual que nós iremos ver hoje. – garantiu Harry – será uma festa digna de um Rei.
Os rapazes se arrumaram rapidamente e logo um elfo maior e mais robusto que os demais entrou no quarto.
Harry estava vestido com vestes de bruxo a rigor negras enquanto Gui estava com vestes brancas dignas de um rei.
- Espero que esteja tudo a contento meu senhor. – falou o elfo – solicitei ao Hamdall alguns elfos emprestados para que pudéssemos cumprir o prazo.
- Eu não tinha elfos suficientes? – perguntou Harry.
- Decerto que tinha mestre Harry, porém não podia retirar todos os elfos do trabalho e deixar algumas atividades negligenciadas, os Potter são uma família com muitas posses e responsabilidades, não as podemos esquecer.
- Handall cobrou algum honorário pelos elfos? – perguntou Harry.
- Não, ele nos emprestou o serviço deles sem nada pedir em troca. – respondeu Thimns
- Então mais tarde lembre-me de agradecê-lo pela gentileza. – falou Harry.
- Podereis agradecê-lo ainda hoje, meu senhor, pois ele veio participar da comemoração, achei que seria apropriado, pois como poderia haver um casamento de um rei aonde outros reis não viessem assistir. – falou Thimns
- E é realmente muito apropriado, Thimns. – falou o Weasley em aprovação.
- Agradeço mestre Weasley. – disse o Elfo ao ruivo. – Mudando o assunto, o representante do ministério está querendo falar com o noivo e o padrinho do casamento.
- Pode deixá-lo entrar, Thimns.
O elfo saiu pela porta e logo um homem baixinho parcialmente calvo e gorducho vestindo um traje cerimonial bruxo verde limão entrou na sala, ele usava óculos com uma fina armação de prata digna de um nobre.
- Sr. Weasley, Sr. Potter, sou Niguel Flinks, representante do ministério da magia Inglês e serei o oficiante do casamento.
- Muito Prazer Sr. Flinks. – disse o ruivo.
- Decerto que o prazer é todo meu, Sr. Weasley. – respondeu Niguel. – Vamos falar sobre o contrato de casamento. Segundo as tradições Franco-Italianas, vocês cumpriram corretamente todas as etapas preliminares ao casamento no prazo estipulado, mas temos outras coisas que podem acontecer, a qualquer momento, durante uma cerimônia de casamento bruxa, algum convidado pode reclamar a noiva, ou mesmo um dos noivos pode desistir do casamento, nesses casos o padrinho ou madrinha deve assumir o local do noivo que desistiu para dar continuidade ao casamento, tem um episódio que aconteceu na época da primeira guerra criada pelo Lord das Trevas que ambos os noivos morreram vitimas de bruxos das trevas durante o casamento e no fim o padrinho se casou com a madrinha.
Harry engoliu seco, se acontecesse algo com Gui antes ou durante o casamento ele que teria que casar com Fleur?
- Quero informar-lhes – disse o representante do ministério – que por causa de fatalidades como essa, nós do ministério da magia, reservamos um par de aurores para escoltar e proteger antes de durante o casamento.
Sei que em tempos difíceis deveríamos separar um número maior de aurores devido a posição atual da família Weasley na guerra, mas, infelizmente, não dispomos de aurores suficientes no ministério.
- E quais são os aurores que escoltarão a mim e a minha noiva. – perguntou Guilherme Weasley.
- Kingsley Scalebolt e Ninfadora Tonks.
- Scalebolt não estava no Saint Mungus?
- Saiu hoje na parte da Tarde. – respondeu o oficiante do ministério.
- Não há problema, Harry, - falou Gui – Duvido que alguém resolva me atacar ou mesmo a Fleur, com uma multidão de Weasley e Delacour por perto.
Quando Harry, Gui e o oficiante do casamento saíram da sala encontraram Kingsley com um braço e uma perna quebrados, apoiando-se numa muleta.
- Desculpe-me não estar em melhores condições para fazer a escolta – disse o Auror Negro – Mas eu falo para vocês ficarem despreocupados, por que estava em piores condições quando enfrentei os últimos dois comensais que fizeram isso comigo.
- Os feiticeiros do Saint Mungus não curaram seu braço e sua perna quebrados? Lembro-me que Madame Pomfrey curava ossos quebrados quase que instantaneamente após a quebra.
- Quando a quebra é provocada por pancadas, colisões, quedas e outros meios trouxas ou mesmo por feitiços que não são de magia negra, então é trivial assim – Respondeu o Homem negro – Mas quando seus ossos são quebrados em conseqüência de feitiços malignos, bem... ai a história é um pouco diferente.
Quando os quatro passaram em frente ao palácio de cristal Harry e Gui, que eram os únicos que ainda não haviam visto o castelo não deixaram de soltar exclamações de admiração.




Opa... escrevendo ainda... Continuarei...







Palavra do Autor!

Nessa altura da fic vejo meus próprios erros e algumas vezes eu mesmo sorrio ao nota-los com preguiça de modificar a fic, um deles foi o caso de Kingsley Scalebolt, eu o coloquei no “grupo de resgate” (grupo de resgate de duas pessoas?) de Harry contra o ataque dos dementadores (como se ele precisasse de resgate...), mas logo depois disse que ele não poderia ajudar Gui no casamento por que estava no Saint Mungus em recuperação de duelos contra seis comensais para defender o primeiro ministro trouxa, agora eu digo que ele já se recuperou parcialmente... O pior de tudo é que os fatos ocorrem tão rápido e tão vivamente que eu nem consigo explicar tudo, aí as coisas ficam cheias de pontas soltas iguais a essa, tal vez eu faça uma edição da fic no futuro para corrigir esses errinhos, quem quer que tenha visto alguma coisa parecida com essa, por favor, me avise, conto com vocês

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