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14. A Fuga


Fic: Harry Potter e a II Grande Guerra Bruxa . HG - 02.07


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Vão agora - disse Moude. – Irei distraí-los para vocês não serem notados. – e dizendo isso acenou com a varinha, e uma chuva de brilhos e cores foi notada saindo da floresta até eles, e Moude agitou novamente sua varinha, e dessa vez uma densa nuvem de fumaça azul se formou no caminho entre a floresta e a cabana de Hagrid, facilitando a fuga do quarteto, que entrou desabalado na floresta e sumiu de vista logo depois.



Capítulo 14 – A Fuga

Ao adentrar a floresta e sentir-se cobrir pela sombra e escuridão que ela proporcionava uma onda de pânico o invadiu, ao pensar que estavam deixando de lado grande parte das pessoas que ele amava, fugindo como um covarde, enquanto os amigos lutavam corajosamente. A cena de toda a confusão, os corpos caídos e o agouro de morte agora pareciam vivos em seu estômago, que havia esquecido o que eram movimentos regulares e agora agia de um modo mais agressivo que o salgueiro lutador.
Infelizmente não podia se dar ao luxo de ser pego, e muito menos arriscar que os amigos fossem torturados ou mortos durante o processo, e isso fez com que suas mãos se contorcessem involuntariamente com o simples pensamento, então clareou sua mente enquanto andavam, e decidiu assumir a partir dali, e garantir que todos pudessem ao menos sair vivos de Hogwarts, o lugar que Harry tanto amara, agora era tão perigoso quanto adentrar uma sala com Voldemort e seus Comensais da Morte.
- Vamos por aqui – começou Harry, apontando em uma direção em que as matas se adensavam. –, e mantenham a varinha em riste, qualquer sinal de vida, ataquem primeiro e perguntem depois.
Ninguém pareceu querer discutir com o garoto, e ele apenas visualizou o rosto pálido de Rony, os cabelos emaranhados e alguns cortes no rosto de sua amiga, e se surpreendeu ao ver que Gina o olhava intensamente, com uma calma que Harry queria ter no momento, se é que a “namorada” realmente estava calma, ou queria apenas parecer forte no momento, de fato Harry nunca viria a saber o que se passava na mente daquela ruiva desmiolada e impulsiva.
A floresta proibida sempre pareceu assustadora, mas talvez o medo que estivessem sentindo a fazia pior do que eles jamais teriam imaginado. O vento fustigava as árvores, circulava entre a mata fechada produzindo sons definidos no mínimo como aterrorizantes, e ainda havia a preocupação com todos os animais e seres mágicos que a habitavam. E Harry sorriu ironicamente que tudo isso era apenas um tempero, pois ainda havia os Comensais da Morte, que queriam pegá-lo e torturá-lo, antes de servi-lo de bandeja a um bruxo maníaco e homicida, e uma tremenda vontade de rir o acometeu com esse pensamento, pois tudo parecia acontecer com ele, e por vezes ele se perguntava se não seria melhor acabar de vez com tudo aquilo.
Sentiu o ar fugir um pouco de seus pulmões ao tomar um tapa no estômago, e concluiu sem muita dificuldade que era Rony que o havia acertado.

- Acho que ouvi alguma coisa. – disse Rony, agora num tom levemente esverdeado, e suando copiosamente ao apertar a varinha com tanta força, que Harry achou que iria parti-la só com a força que era aplicada.
O clima ficou muito tenso, e eles se encostaram um nos outros, apurando os ouvidos, atentos a qualquer barulho e movimento que indicasse que algo os havia alcançado. Felizmente depois de longos e intermináveis minutos, eles se descobriram sozinhos, e o barulho foi interpretado como natural, pelo menos para o local em que estavam. Harry olhou em volta, e notou que nesse trecho as árvores eram espaçadas, e havia uma clareira pequena, em torno de dez metros de raio, onde a grama e lascas de madeira jaziam ao chão, e seus pensamentos voaram para Grope talvez se divertindo.
Hermione, que não agüentava mais ficar naquele lugar, puxou a fila e começou a andar, mas só teve tempo de gritar ao ser empurrada ao chão por Harry, que gritou logo após o “educado” gesto:
- Protego! - e viu que o feitiço que vinha em sua direção havia rebatido e se perdido na selva, escorregando logo a seguir em um nodo de uma árvore particularmente grande.
Nesse momento, sentiu Gina disparar algo ao nada, que foi acompanhada por Rony, que se colocava como escudo humano entre os amigos caídos. Harry não teve tempo de pensar, e se levantou correndo, acompanhado por Hermione, e divisou para seu completo horror que três bruxos mascarados entravam em cena, sorrindo para eles.
- Ora, ora, ora, acho que capturamos alguns fujões da escola. – e Harry reconheceu imediatamente a voz arrastada de Lucio Malfoy, que ao mesmo tempo barrava o avanço de um dos mascarados, que produziu um som estrangulado ao ser acertado daquela forma.
- Você tem as suas ordens, Greyback. – Lucio disse calmamente. – Não devemos ferir o Potter, mas pode ficar com a sangue-ruim de presente para você. – completou sorrindo maldosamente, acompanhado do terceiro Comensal, que já disparava sucessivos feitiços contra os garotos, e o lobisomem investiu contra eles com uma risada grossa e entrecortada por algo que parecia um latido.
Harry não pensou duas vezes, e conjurou um escudo para se proteger do feitiço que vinha na sua direção, e passou a atacar o Comensal que disparava feitiços indiscriminados contra seus companheiros, fazendo com que o mascarado se voltasse para ele, e talvez assim deixaria seus amigos num perigo um pouco menor do que já estavam.
Um feitiço de furar os tímpanos estatelou-se no escudo que Harry erguia e por sorte não o atingiu. O garoto pensou em como reverteria à situação, visto que o Comensal o alvejava seqüencialmente, não dando tempo para o garoto sequer pensar. Ao disparar um feitiço de impedimenta que fez com que o Comensal tivesse que se esquivar abruptamente, aproveitou para entrar entre duas árvores próximas, em direção ao provável caminho que eles deveriam seguir, procurando que o seu adversário o acompanhasse e também houvesse tempo para pensar em uma maneira de escapar.
Ao entrar nas árvores, decidiu fazer uma loucura, coisas que seu cérebro sempre fazia em situações criticas como aquela, e que nunca o abandonara até aquele momento, e ele esperava que não houvesse chegado a hora de falhar. Movimentou sua varinha de modo displicente, e uma nuvem de fumaça se ergueu, ao tempo que um feitiço o atingiu no braço, causando uma dor aguda e uma sensação de queimação em todo o corpo. Harry ignorou a dor e mentalizou a vontade de ser livre, de sentir o vento fustigar a sua face, a sensação do vôo, e uma fênix se lançou ao ar, voando perto das copas e em segundos, visualizou o Comensal da Morte, alvejando feitiços contra a cortina de fumaça, para depois se espreitar entre as árvores, sorrateiro, tentando dar a volta e pegar o garoto no lugar onde ele julgava que Harry estava escondido.
Harry aterrissou atrás do Comensal, sua transformação de animago desfazendo-se antes de seus pés tocarem o chão, e ele bradou:
- Estupefaça! - e antes mesmo do feitiço acertar em cheio nas costas do Comensal, ele movimentou mais uma vez sua varinha.
- Petrificus Totallus!, - Incarcerous! - e o Comensal caído no chão foi paralisado, sobreposto e enrolado em grossas camadas de cordas, que o prenderam instantaneamente, deixando-o com a aparência de uma estátua de cera velha e gasta, envolta por cordas coloridas, que pareciam ter vida própria.
O Comensal atordoado e preso começou a movimentar os olhos, numa expressão muda de pânico e raiva. Harry sorriu vitorioso para ele, sentindo uma pequena vontade de eliminá-lo, mas o pensamento em Dumbledore, e como ele teria manejado toda aquela situação pareceu acordá-lo de um transe e ele correu de volta para ajudar os amigos.


Entrementes, Rony colocou-se entre Hermione, que havia sido derrubada por um feitiço vindo de algum lugar, e Greyback, e com uma fúria gélida em seus olhos, que beiravam o desejo de morte. Nunca teria coragem de tirar a vida de um ser - humano, se é que aquilo poderia ser considerado humano, mas se tivesse que o fazer, com certeza não hesitaria, ainda mais com o qu2e estava em jogo. Divisou minimamente Harry dar combate ao Comensal... Harry correr entre as árvores... Hermione se levantando lentamente... Mas não poderia ajudar, não agora
Greyback corria em direção a ele com a varinha em riste, e por um momento insano, Rony pensou em esmurrá-lo ao modo trouxa, fazê-lo sentir o máximo de dor possível, e assim acalmar toda a raiva que o possuía. Mas seu instinto bruxo falou mais alto, e ele saltou para o lado ao ver um raio púrpura passar por ele, e disparou em direção a Greyback um feitiço de Impedimenta.
O Lobisomem se desviou, tombando para um lado e agilmente recuperando a posição anterior, disparando um feitiço redutor, que estraçalhou as árvores em suas costas, e fez com que algumas lascas o atingisse, atordoando o ruivo por alguns segundos, o suficiente para não possibilitar um contra ataque, e Greyback passou a dominar a situação.
O duelo durou pouco mais que um minuto, pois apesar de contar com a sorte do lobisomem ter tropeçado e perdido o equilíbrio, ele bradou um feitiço de confusão que com certeza iria atingi-lo, mas uma risada o fez virar o rosto...
Mas era tarde demais... Rony havia se distraído, e buscava com os olhos o rosto daquela que seria a mulher de sua vida, e o horror de seu grito cortou o ambiente, ao ver a maldição da morte de Malfoy indo na direção dela. Tentou erguer a varinha, mas tudo que conseguiu foi gritar primeiro por Hermione, depois por sua própria dor, que ele acabara de concluir que algo o atingira, e provavelmente seria uma maldição de tortura, agoniaria até a morte...


Gina acordou de um sonho, parecia tudo um truque de sua mente, e despertou a tempo de ver seu irmão dar combate a Greyback, que avançava contra ele com uma raiva pavorosa, e Hermione se levantar vagarosamente com a vista pregada na direção de Rony, que disparava feitiços a esmo, todos passando longe do lobisomem. Um agouro tomou conta de Gina, e a ruiva divisou a tempo um sorriso presunçoso no rosto de Lucio Malfoy, que se encontrava do lado oposto da clareira, sua cabeça girou nas órbitas, e a única coisa que lhe pareceu viável foi disparar um feitiço estuporante, não em Malfoy, mas em Hermione, que tombou estrondosamente no chão, o sangue espichando para os lados, e a dor audível de seus ossos em contato com o chão duro da floresta, ao tempo em que uma azaração verde passou onde o corpo de Hermione estava segundos antes, em conjunto com um grito agudo de seu irmão, cada vez mais alto, ao tempo que Malfoy se virava para ela.
Ela correu na direção contrária aos combatentes, num rápido impulso e o feitiço de Lucio passou longe, e a garota agradeceu mentalmente os seus treinamentos de quadribol, que renderam a ela reflexos e movimentos extremamente rápidos, e descobriu que havia se afastado ainda mais de Malfoy, e ficando com o Lobisomem de costas para ela, enquanto torturava seu irmão. Ela teria que se preocupar com Malfoy depois, e rezou para que o escudo humano que Greyback fazia, mesmo sem intenção, desse tempo para que ela pelo menos libertasse Rony da tortura a que ele estava submetido.
Ele aparentemente estava rindo e perdido em sua própria sessão de tortura, e descobriu tarde demais que Gina já gritava:
- Sectumsempra! - rezando para que o feitiço funcionasse e conseguisse livrar seu irmão. Aparentemente nada aconteceu ao lançar o feitiço, mas um grito e um baque no chão, indicou que uma espada invisível explodia contra as costas do lobisomem sucessivamente, e ele gritava de agonia no chão.
Talvez ela pudesse ter feito mais por todos aqueles que amava, porém uma luz brilhante e prateada a acertou em cheio no rosto, e tudo ficou muito escuro.


Harry chegou a clareira sentindo uma dor aguda no baço, fruto do esforço físico a que estava se submetendo, e a todos os percalços que já havia enfrentado. Como em uma cena de cinema trouxa, ele viu Lúcio com a varinha em riste prendendo Rony com grossas cordas, Hermione ao chão gemendo de dor, tentando se arrastar até onde Rony estava, conseguiu visualizar também uma massa ensangüentada no chão, e Gina, e seu peito se comprimiu... Não era a mesma coisa que ver seus amigos, pois já havia se acostumado a enfrentar diversos perigos e situações com eles, mas Gina era diferente, era a sua Gina...
Talvez houvesse alguma chance se ele conseguisse derrubar o Malfoy, mas não precisou de fato agir. A terra tremeu por alguns segundos, e parecia engolir com uma furiosa rapidez a terra e as árvores que estavam em seu caminho, e Harry viu, e pela primeira vez em sua vida agradeceu aos céus por Grope correr em direção a Lúcio Malfoy gritando:
- Hagggerr mandar Grope... Grope defender Arry. – e o gigante avançava contra o Comensal, que disparou um feitiço contra a cabeça do gigante e se embrenhou na selva, acompanhado pelo “irmãozinho” de Hagrid.
Harry teria tempo de agradecer aos dois irmãos por terem salvo suas vidas, e correu para Hermione, parando junto a ela e libertando Rony, que apesar de relutante, foi em direção a Gina, enquanto Harry executava alguns feitiços de cura, que apesar de não terem sido tão eficazes quanto os que Madame Pomfrey pudesse fazer, foram o suficiente para sua amiga se erguer, empunhar sua varinha e dar um meio sorriso para ele.
Rony já os encontrava com Gina, extremamente pálida e com diversas escoriações e inchaços no rosto, que evitava olhar o garoto de olhos extremamente verdes, com medo de fraquejar por alguns momentos e demonstrar que estava assustada com a situação.
Um movimento mudo de cabeça os fez seguir adiante, a respiração arfando, e o vento gelado fustigando dolorosamente seus rostos já cansados da batalha. Não foi necessário ter um mínimo de percepção para Hermione ofegar, e todos perceberem que aquele frio enregelante não era somente da floresta...
Dementadores vinham na direção dos garotos, deslizando incorporeamente, deixando um rastro de pavor e destruição, sobretudo na fauna da região. O momento era aquele, e nada mais importava para Harry do que tirar os seus amigos de lá, escapar com vida, pelo menos mais uma vez, não poderiam morrer ali, não depois de toda a esperança que lhes foi colocada.
- Expecto Patronum! - E um veado irrompeu da varinha do garoto, que foi de encontro aos dementadores, fazendo-os se dispersarem, mas para seu pavor, eles contornavam seu patrono, se afastavam e se aproximavam, e nenhum dos outros três apresentava sucesso ao completar o feitiço suficientemente.
Era inútil lutar de outra maneira, mas assim que seu patrono virou apenas fumaça no ar, ele disparou sucessivos feitiços estuporantes, de impedimento, de desarmamento, enquanto berrava para que eles o ajudassem, para que eles espantassem os dementadores, para que pelo menos eles demonstrassem alguma esperança.
Rony olhava de Hermione para os dementadores, tentando inutilmente transformar o vapor que saia de sua varinha em algo corpóreo, Gina por sua vez estava recostada em uma árvore, esgotada, com os ferimentos parecendo cada vez mais abertos, onde sangue e pus se mesclavam em uma profusão branco-avermelhada, e Hermione se revezava entre tentar estancar o sangue da amiga, conjurar seu patrono e olhar desesperada para as inúteis tentativas de Rony.
Sem saber o que fazer, com alguns dementadores descrevendo semicírculos sobre eles, fechando cada vez mais o cerco, Harry espantou os gritos de seus pais, o sorriso de Sirius desaparecendo no arco, e a imagem de Dumbledore cruzando as ameias do castelo, e caindo ao chão, todo o sofrimento pelo que ele havia passado, toda a angustia e responsabilidade e correu ao encontro de de Rony, e cochichou ao seu ouvido:
- Por favor, Rony, se concentre, se eles chegarem mais perto nunca mais veremos o sol nascer, você nunca mais verá sua família de novo, você nunca mais verá Hermione...
Era inútil conjurar um patrono sozinho, e após alguns segundos de hesitação, um grande cachorro irrompeu da varinha do amigo, acompanhado por um gritinho de sua amiga de cabelos castanhos, e Harry enfim pode liberar todo a felicidade que sentia por ter amigos como aqueles, mesmo com todo o horror que ele tinha em seu passado.
Os dois patronos abriram caminho entre as árvores congeladas pela podridão dos dementadores, e os mesmos apenas visualizavam por sobre o céu os garotos avançarem e se afastarem, impotentes pela ação dos patronos de Harry e Rony.
Harry agarrou Gina, e a arrastou com ele, em direção ao caminho que eles supostamente deveriam ir, se já não houvessem se perdido. Seus dois amigos o seguiam de perto, respirando pesado, caminhando descompassadamente, e tropeçando em alguns galhos e troncos, tamanha era a intorpecência que todo aquele exaustivo dia provocava.
Ao correr, Harry se perguntava onde estaria Grope, os Comensais da Morte e seu amigo Hagrid, que mais uma vez se mantinha leal a ele, a Dumbledore, e salvara sua vida. O quanto devia a seu amigo gigante ele nunca saberia, mas com certeza era possível ele mensurar o quanto significava para ele.
A floresta parecia um embrenhado de árvores iguais, onde a cada dez metros percorridos pareciam se repetir, o som do vento fustigando a todos não ajudava em nada, e eles corriam pela sombra das árvores, sem saber o que havia a frente e o que ficou para trás, tudo parecia conspirar contra eles, mas, para o imenso alivio, embora que momentâneo do “Eleito”, ele visualizou uma clareira, uma estrutura rochosa pequena para os padrões da floresta, e ao passar, sentiu um leve tremor no corpo, uma brisa suave passando por ele, e pode perceber pela primeira vez que a magia sempre deixava resquícios, e que ali estavam protegidos, só era improvável que tal pessoa pudesse ter feito isso.


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Pessooallll, me desculpem pela demora, mas tive problemas no final do capitulo e demorou um poco a sair.


Agradeço a todos os comentarios, mas confesso que estou ficando meio desmotivado... Nunca fui de exigir comentarios, ateh pq nao acho isso legal, mas eu nao sei o que as pessoas estao achando da fic, entao eu fico meio assim quando estou escrevendo.


Um apelo: Comentem por favorrr.


Obriggado a todsss que leram, e respondo todos os comentarios no proximo capitulo, que já está a caminho.

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