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13. Halloween


Fic: Harry Potter e a II Grande Guerra Bruxa . HG - 02.07


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo dedicado a Danielle Pereira que mesmo em seus comentários mais simples, me dá motivação para continuar escrevendo.
Obrigadooooooo



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Harry foi de deitar imaginando o que aconteceria naquele salão escuro, com toda aquela cerveja amanteigada, e um clima nada agradável para quem não queria envolvimentos amorosos.





Capítulo 13 – Halloween




O Domingo do dia das bruxas amanheceu sereno e um pouco mais frio do que os estudantes gostariam que fosse. Os raios solares contrastavam com as janelas incrustadas da neve que caíra na madrugada, o que dava um efeito belo e triste aos dormitórios, a todos que não houvessem fechado as janelas para o lado de fora.

Na torre da Grifinória, caso alguém observasse de longe, veria um garoto um tanto magro, com os cabelos revoltos negros, óculos arredondados e uma cicatriz em forma de raio em sua testa. Harry já havia tomado banho, feito toda a sua higiene pessoal e observava impaciente o dia amanhecer, e como já de costume, tentava ignorar a dor lancinante em sua cicatriz, que o atormentava cada dia mais.

Após muito observar a paisagem, e os “agourentos” trestálios sobrevoando o céu ao nascer do sol, Harry não pode deixar de achar um estranho paradoxo a visão, que lhe transmitia paz, mas fazia seu estômago resmungar agourentamente. A curiosidade de saber o que viria a seguir, somados ao medo das pessoas que poderiam se ferir, faziam o garoto cada vez mais querer descobrir o que Voldemort andava fazendo, e aconteceu mais cedo do que ele imaginava.

“ Harry já não era mais ele mesmo, e estava sentado em uma poltrona belíssima, localizada no centro de uma imponente sala, com quadros diversos espalhados, uma lareira localizada ao centro, e alguns sofás margeados ao lado do trono, todos de frente para o fogo crepitante. Analisava friamente um vulto sair do aposento, trazendo informações importantes para os seus planos, uma mescla de ódio e felicidade se apossaram dele, e ficou fitando em silêncio as chamas crepitarem da lareira, e quando tudo o que ele havia planejado seria posto em prática bem em breve, sua risada fria, ofídica, ecoou por todo o aposento...”

O garoto analisou a si mesmo, suado, pálido, contorcendo-se de dor no chão, a beira da cama de Neville, que dormia profundamente. Ninguém havia acordado, e Harry sentiu seu coração palpitar de maneira incessante e rápida, e ele precisava partilhar aquelas informações, ele sentia que algo iria acontecer, e pelo visto não seria nada bom.

Desceu as escadas à sala comunal, e ficou ali aguardando Hermione aparecer, na esperança de alguma idéia ou confirmação de tudo o que ele suspeitava. Parecia cada vez mais terrível, e as estranhas dele só confirmavam todos os seus temores. Parecia que havia anos que sentara naquela poltrona até uma garota de andar duro e determinado, e cabelos castanhos já não tão revoltosos quando a conhecera, despontou da escada e se dirigiu a ele com um sorriso.

- Bom dia, Harr... – mas parou ao ver a expressão do amigo. -, O que foi que aconteceu com você? – indagou Hermione, parecendo preocupada e sentando-se ao lado do amigo.

Harry acabou passando os quarenta minutos seguintes explicando a história repetidamente para Hermione, Gina e Rony, e perdeu-se no café da manhã com os amigos discutindo os motivos pelo qual Voldemort poderia estar tão feliz. Apesar de ter explicado as suas preocupações, nem mesmo Gina achava que Voldemort poderia ir tão longe a ponto de atacar Hogwarts em céu aberto, porém possivelmente poderia ter achado outro meio para entrar, afinal Draco Malfoy descobriu uma maneira o ano anterior, e só essa lembrança fazia Harry se corroer por dentro de dor, lembrando de seu antigo diretor que faleceu com essa pequena “descoberta”, e a sua mente foi para Severo Snape, as feições macilentas que agora odiava mais que sua própria vida, e que faria questão de vê-las apagadas daquele sorriso frio e sem vida de seu antigo professor.

Com o período todo livre e contando com o “apoio” de Hermione, os garotos rumaram para a sala comunal, a fim de passar o tempo restante jogando snap explosivo e xadrez bruxo. Após perder pela terceira vez consecutiva de Rony, Harry resolveu fugir do amigo e se deliciou vendo Mione experimentar uma das poucas vezes que perdia alguma coisa para qualquer pessoa, e a experiência era ainda melhor vendo-a ser derrotada sucessivamente por Rony, que a cada partida melhorava mais, ou talvez a amiga que estivesse nervosa demais com o jogo.

A tarde transcorreu sem novidades, com todos eles almoçando demoradamente, e tomando um excelente café da tarde furtado por grifinórios querendo herdar o posto de Fred e Jorge, numa sala comunal aquecida e apinhada de alunos. Na realidade, uma das poucas coisas que acalmaram Harry foi rir e jogar snap com seus amigos, uma experiência desafiante e engraçada ao mesmo tempo, ainda mais com o fato de ter que lidar com os gênios pesados de seus amigos e namorada. De fato, Gina estava mais preocupada em provocá-lo do que jogar ou fazer qualquer outra coisa, mas o garoto direcionava os olhares oportunamente para outras direções, e a ruiva passou a jogar sujo, e continuamente passou a roçar partes do corpo nele, provocando sensações que ele mesmo desconhecia, além da tradicional conga que suas entranhas faziam quando sentia aquele perfume floral que parecia único na pele da ruiva.

Ao final da tarde, Gina se levantou, pegou Hermione pela mão, e ambas subiram para os dormitórios, a fim de se arrumarem para a festa que começaria às nove horas.

Eles tiveram tempo apenas de murmurar o desagrado e se entreolharam, com a mesma cara que uma vez fora a mesma, mas Harry não se enganava, e dessa vez viu um brilho diferente no olhar do amigo ruivo, algo que ele não soube descrever, mas ele podia jurar que já havia visto o mesmo brilho no olhar de Hermione, Gina, Cho...

Passaram então a se acomodar de frente a lareira da sala comunal, e passaram o restante do tempo sobressalente contemplando os colegas de casa, rindo com algumas trapalhadas, sentindo-se incomodados com os olhares lançados a eles, e por vezes até envergonhados, pois um grupinho insistente de garotas quintanistas os analisavam tão atentamente, que poderiam arrancar um pedaço deles só com aquele olhar.

Deram-se por vencido, e se dirigiram aos dormitórios para por fim se arrumarem para a festa. Nenhum deles levou mais do que uma hora para se aprontar, e quando desceram, já havia alguns membros da ala masculina esperando, entre sorrisos nervosos de alguns a descontraídos de outros.

Harry estava vestindo uma nova roupa a rigor, totalmente preta, com golas altas e detalhes dourados, um sobretudo que lhe caia até a altura das canelas, dando uma sensação de imponência e simplicidade mutuas. Nada muito elegante, o garoto pensou, a não ser talvez por alguns bordados da roupa que eram em ouro, e um pingente que a dona da loja insistira em lhe dar, expressando os agradecimentos por tudo que ele já havia feito pelo mundo bruxo. Foi descobrir depois que o pingente pertencia a um bruxo antigo e famoso, e custava um valor absurdo.

Rony por sua vez, usava novas vestes a rigor que seus irmãos fizeram “questão” de presenteá-lo, com uma ajuda secreta de Harry. Era um smoke elegante, de cor marrom-avermelhada, com um sobretudo aberto nas costas e na frente, e um pouco mais curto que o de Harry, dando um ar mais descolado ao garoto. O tecido e a cor davam harmonizavam com os cabelos ruivos, deixando-o extremamente estonteante, até mesmo Harry se surpreendeu em como seu melhor amigo estava diferente, físico e mentalmente.

Os minutos se alongaram em um quarto de hora, um terço de hora, até completar quase uma hora exata, e por fim ele as avistou.

Ambas estavam usando belos vestidos, mas completamente diferentes em tudo. Gina descia as escadas com um vestido longo, de cor dourada e preta, que descia suavemente até pouco mais de seu joelho, exibia um corte vertical em uma das pernas, desde a sua ponta até uma parte de suas coxas, o que não passou despercebido por Harry. Os cabelos desciam lisos sobre as suas costas, com uma pequena franja de lado, o que dava um toque ousado e angelical a garota ao mesmo tempo. Completava a produção com uma maquiagem simples combinando com a roupa, um pequeno colar com um pingente que Harry reconheceu sendo o que ela havia dado para ele também, e uma sandália alta de cor preta, com um salto transparente, mas era tão alto que Harry achou que era sustentado por magia.

Hermione descia atrás de Gina, com um vestido mais longo que o da amiga, rodado perto de seus pés, inteiramente vermelho. Por sua vez, as costas eram inteiramente abertas, e deixavam exibir a pele macia e viva da garota, que parecia saltar aos olhos de quem quer que olhasse. Uma sapatilha de cano mais baixo e discreto que as de Gina era notada nos pés da garota, e seus cabelos perfeitamente ondulados em cachos bem feitos, presos na frente por uma presilha transparente delineavam as feições cada vez mais adultas de Hermione. A presilha por sinal parecia estar enfeitiçada, pois liberava um brilho embriagante como a luz solar refratada em um diamante, numa profusão de cores aos olhos dos presentes.

Apesar da paralisia, Harry conseguiu balbuciar:

- V... Você está linda. – disse o garoto, encarando-a por inteiro. Rony teve voz suficiente apenas para pegar a mão de Hermione e pronunciar um “Uau” mal formulado, que arrancou um sorriso da garota, então Harry concluiu que ela entendera o elogio.

Ao cruzarem o retrato da mulher gorda rumaram direto para o Salão Principal, mas o que se via a seguir não era exatamente o que Harry gostaria de ver naquela noite...

Todos os professores se encontravam a porta do grande salão, onde seria a festa do dia das bruxas. Harry gelou por dentro, e após ver uma cara de enterro no rosto de Hagrid quando o gigante o avistou, ele teve certeza que não gostaria de ouvir nada do que seria dito por McGonagall, que chegava naquela hora, com o rosto vermelho, e aparentemente com pressa

- Peço um minuto da atenção dos senhores, por favor – começou a diretora. – Infelizmente tenho más noticias. E como elas nunca costumam vir sozinhas, acho que é melhor vocês saberem de todas de uma vez. – e parou por um segundo para se recompor. – O ministério sofreu um atentado hoje, e o Ministro da Magia foi assassinado. Não temos mais detalhes sobre isso, mas peço que todos os alunos, eu disse todos vocês, devem ir imediatamente para as suas salas comunais, onde devem aguardar os diretores de suas casas. – e saiu apressada, murmurando antes algo no ouvido de Hagrid, e com um olhar de esguelha para Pomona, que rapidamente se dirigiu com Flitwick para o lado oposto.

O meio-gigante atravessou a distância que o separava do quarteto e apenas conseguiu dizer:

- Sigam-me agora... – mas foi interrompido por gritos e um estampido ensurdecedor.

Para o espanto dos presentes, o grande portão que os abrigava contra o vento enregelado que vinha do lado de fora foi aberto de uma maneira brutal, e tudo o que Harry não gostaria de ver, se concretizou em alguns segundos.

Tudo parecia estar acontecendo num filme preto e branco, onde viu os professores que ainda estavam no local lançarem feitiços contra os invasores, alunos correndo por todos os lados, e alguns bravos estudantes se postando lado a lado, fazendo chover feitiços nos mascarados que adentravam o grande hall de entrada do castelo.

Após disparar alguns feitiços indiscriminadamente, Harry sentiu-se arrastar para o corredor contrário ao grande salão, e se viu acompanhado pelos seus amigos, e todos eles se trancaram em um velho depósito de velharias de Hogwarts.

Mal ele suspirou e ouviu uma voz um tanto fraca, porém decidida.

- Harry, é você que eles vieram procurar, não acho que eles vieram aqui matar todo mundo, portanto temos que fugir depressa – e respirou fundo ao falar de novo, vendo que o garoto já abria a boca para retrucar. –, Você e Gina chamarão atenção demais se fugirem como animagos, então se cubram com a capa da invisibilidade, e vamos para a floresta proibida, nos encontramos lá. Eu e Rony vamos distraí-los, e encontramos vocês lá. – finalizou Hermione, tirando um colar finíssimo da roupa, e de dentro de um pingente apareceu sua famosa bolsa, de onde ela tirou a capa da invisibilidade para Harry que ficou paralisado, mas haveria tempo para explicações depois.


Sem dar tempo de o garoto responder, Rony e Hermione sumiram, e apareceram no lugar um lobo e um lince, e Gina atirou a capa por cima dos dois, e a porta se escancarou com Rony disparando entre uma batalha que parecia um pouco pior do que a que eles haviam visto, e Harry constatou para o seu horror que uma parte do teto havia cedido, e inúmeros alunos estavam caídos, atingidos por feitiços que pelo menos a uma analise rápida, não havia tirado a vida deles.

Harry e Gina passaram desabalados pelos combatentes, tentando ao máximo não serem notados, e o garoto divisou um animal de grande porte mais a frente, avançando contra um dos mascarados, que parecia levitar algumas pessoas, que pareciam penduradas pelos tornozelos. Ao se distrair, tropeçou em um grande volume que jazia no chão, mas Gina o segurou pelo pulso, porém foi tarde demais, pois dois sujeitos encapuzados abriam caminho entre os combatentes, e Harry só teve tempo de mergulhar com Gina antes que dois raios roxos atingissem-os em cheio.

Gina rolou no chão e caiu entre alguns estudantes feridos, e Harry lançou indiscriminadamente diversos feitiços não-verbais contra os Comensais da Morte, que tiveram que abaixar e conjurar escudos para não serem atingidos. Ao ver que ganhara alguns segundos, ele gritou para Gina:

- Vá atrás de Rony, eu vou despistá-los - e correu escada acima, disparando feitiços e tentando se defender dos dois Comensais que avançavam contra ele agora. Harry tentou não pensar em Gina, e entrou na tapeçaria que o levaria alguns andares acima, e com sorte os Comensais não conseguiriam sequer acha-la.

Ele lembrou de pular o degrau que sumia, correndo até o ar escapar de seus pulmões, e ao sair da tapeçaria, já não era mais Harry, era apenas um pássaro bonito e laranja que sobrevoava o castelo, que havia se precipitado por uma janela aberta, e ia em direção a floresta. Os pensamentos de que seus amigos estavam sendo massacrados e até mortos fazia com que todo o ar que ele possuía o queimasse de dor, mas felizmente ele não teve muito tempo para pensar no que fazer, pois alguma coisa na floresta pareceu brilhar por alguns instantes, e o professor Moude apareceu na parte de trás da cabana de Hagrid, visível ao garoto, e passou a chamá-lo para entrar, acenando freneticamente para a Fênix que sobrevoava a região.

Deu um rasante direto em direção à porta traseira, mais confuso com o fato do professor o ter reconhecido e adentrou rapidamente, e o professor fechou a porta com a varinha.

- Prestem atenção, por favor. Não há tempo para explicações agora, e temo que não tão cedo vocês as terão. Logo Voldemort e seus comensais estarão chegando para se apoderar do castelo, e eles estão agindo rápido – disse o professor num tom calmo, porém severo. – Peço que vocês sigam pela floresta proibida até ela se condensar o suficiente, e se desviem para a esquerda quando estiverem chegando perto da depressão em que se encontram as acromântulas. Chegando lá, aguardem amanhecer, e sigam em frente que vocês irão encontrar uma caverna, e de lá vocês poderão desaparatar. – continuou o professor. – E caso vocês encontrem Comensais da Morte que estão vigiando a floresta, vocês tem que garantir que eles não se lembrem de terem topado com vocês, e está fora de questão eles cogitarem tocar a marca negra. – finalizou o professor, perfurando-os com seu olhar.

- Vão agora - disse Moude. – Irei distraí-los para vocês não serem notados. – e dizendo isso acenou com a varinha, e uma chuva de brilhos e cores foi notada saindo da floresta até eles, e Moude agitou novamente sua varinha, e dessa vez uma densa nuvem de fumaça azul se formou no caminho entre a floresta e a cabana de Hagrid, facilitando a fuga do quarteto, que entrou desabalado na floresta e sumiu de vista logo depois.


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Ta ai gente, mais um capitulo.
Gostaria de pedir desculpas pelo tempo para escrever, afinal foram 2 semanas quase, e ele não é muito longo, mas eu precisava ligar alguns pontos da fic, e só achei a solução ontem, então demorou mais do que eu previ.

Sei realmente que eu cortei o capitulo numa parte importante, mas foi essencial, eu nao poderia avançar e nem retroagir. Tinha que ser ali, e garanto que logo voces vao entender porque. Já estou escrevendo o capitulo 14, e acho que nao vou demorar mais do que 10 dias para escreve-lo. Terá pelo menos o dobro do tamanho, e muito mais ação.

Gostaria de fazer um apelo a todos vocês:
Comentem a fic por favor, criticas, elogios, xingamentos, pedidos, qualquer coisa, contanto que voces digam o que estao achando. É extremamente importante para mim e para os autores em si que vocês comentem, pois precisamos saber o que estao achando. Por favor!

PS: Lariii, prometo que terá muito R/Hr ainda na fic, mas eu tinha que focar um pouco mais no ship principal, que no caso é Harry/ Gina. Mas acredite, voce ainda vai se surpreender com o casal aqui na fic, tenho planos diferentes da JK para o casal. HAHAHAH


Obrigado a todos e até a próxima.

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