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33. O Estranho Desaparecimento de


Fic: Harry Potter e o Prêmio de Riddle


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo XXXIII
O Estranho Desaparecimento de Gina


— O que você faz aqui? — Disse Harry sacando a varinha e a apontando para o indivíduo nas sombras.

— Você não andou treinando, Potter. — Disse com provocação. — Abaixe isso, você não está em condições de duelar, não que você fosse páreo para mim, mas com essa bengala você não vai poder nem fugir. —Debochou.

— Calado, o que faz aqui?

— Ou se não, o quê? Nem em sua mente você consegue pensar o que fazer caso eu não responda? Você teria coragem? É o que todos perguntam, você será capaz de matar o Lorde Negro? — A pessoa nas sombras se escorou em uma lápide. — Dumbledore sempre se questionou se você seria capaz de matar alguém…

— CALADO! Não ouse falar dele…

— Calado você, seu moleque insolente. — Disse sem alterar a voz. — Estou aqui para lhe explicar coisas que sua cabeça dura não compreende...

— Calado, você vai pagar por sua traição. SECTUNSEMPRA. —Gritou Harry fazendo sair todo o ar de seus pulmões.

— Desistiu da Oclumência e já está revelando o que vai fazer. —Disse o homem nas sombras desviando com um farfalhar da capa.

— Na verdade esse foi só para você se mexer, esse é o definitivo. —Harry apontou a varinha e se deliciou ao ver a expressão no rosto de sua vítima. — Você vai pagar por trair Dumbledore.

— EU SEMPRE FUI FIEL A DUMBLEDORE!!! — Gritou no instante em que saíram jatos verdes da varinha de Harry.

No instante que a maldição de Harry estava para acertar Snape que estava imóvel, faíscas vermelhas surgiram e engoliram a magia de Harry em suas chamas. Snape ainda estava vivo.

— Mas como, impossível, será que não sou capaz…?

— Você é muito capaz garoto, agora a última dúvida de Dumbledore foi esclarecida, você realmente é a pessoa que ele procurava, a pessoa que vai matar o Lorde Negro. — Snape caminhou até o local onde a maldição de Harry se extinguiu. — Esta é a prova de que você é capaz de matar. —Snape estendeu a mão e em sua palma estava uma pequenina ave ainda filhote. — E esta é a prova de que não sou um traidor.

— Fawkes? — A ave soltou um pio.

— Potter, Dumbledore se questionava se você seria capaz de matar um outro ser, para usar as maldiçoes, não basta querer muito causa a morte ou a dor em alguém, você precisa ter um pouco de maldade e desprezo em seu coração, você precisa realmente querer causar dor e morte, independente de quem seja. Não pode ser uma coisa só de ódio por uma única pessoa. — Snape entregou Fawkes para Harry. — Eu não tinha tantas dúvidas sobre você algum dia ser capaz de matar Voldemort, você está se tornando adulto e logo aprenderia isso, mas precisa praticar, Fawkes tem fortes proteções mágicas, isso significa que você realmente pretende matar, matá-la não seria fácil para qualquer um.

— Fawkes! Desculpe-me… — Harry acariciou o cocoruto da pequenina ave que soltou um pio.

— O que me espantou é que não fui capaz de saber o que você pretendia fazer, você conseguiu bloquear sua mente Potter, eu não consegui saber que feitiço você lançaria. — Harry reparou a mesma expressão de espanto que vira a pouco em Snape. — Como você conseguiu, Potter?

— Eu não sei! — Respondeu com uma sinceridade que nunca usara antes com Snape.

Os olhos de Snape se arregalaram, e por um momento Harry viu um sorriso simpático, mas logo a expressão zombeteira tomou a face de Snape.

— Sorte! Um fator com o qual você vem contando desde o seu primeiro encontro com o Lorde Negro. — Snape fechou a cara. — Treine Potter, treine o máximo que puder, o final de tudo isso está próximo e você precisa treinar. Manterei contato através de Fawkes, agora volte para Hogwarts, você não deveria estar aqui, você tem que deixar seus sentimentos à parte até o final dessa guerra, depois você poderá vir visitar seus pais, se eu te achei aqui, o Lorde Negro te achará facilmente também…


— Eu não vim visitar meus pais, estou procurando outra cova. —Falou Harry, depois olhou os arredores como se procurasse algo. — Mas não será fácil encontrá-la, aqui, há essa hora.


— Outra cova eh! Bem, não me importa, volte imediatamente para Hogwarts e não comente a ninguém sobre nosso encontro, nem mesmo a seus amiguinhos, informações podem vazar.

— Confio infinitamente mais neles do que em você. — Respondeu Harry com o mesmo sorriso zombeteiro de Snape.

— Seus pais também confiavam…


Snape desaparatou com um estalido e assim Harry pode ver duas lápides, cada uma com três arranjos de flor iguais, já murchos pelo tempo, mas em uma delas havia uma solitária e fresca rosa.

Nada estava escrito, além de Lílian Potter.




Harry voltou para o bar estalagem de Tom com a cabeça cheia e uma pequena ave em seu bolso que piava faminta. Harry pediu a Tom uns petiscos e os deu a Fawkes e depois subiu para o quarto que Tom havia lhe reservado.
Harry não demorou muito a dormir e ter estranhos sonhos com Snape e sua mãe correndo, sorrindo, felizes, em campos floridos. E depois Snape o cutucava nas costelas o empurrando para dentro do armário debaixo da escada da casa dos Dursley e todos, inclusive sua mãe, riam alto.

— Pare! Pare! — Harry ouviu um pio ofendido.

Ele tinha batido em Edwiges e ela havia se esborrachado na parede, a coruja branca soltou outro pio ofendido, bicou a mão que Harry havia estendido e saiu deixando uma carta no soalho. Harry olhou o corte profundo que ardia em seu dedo e depois se levantou para ver de quem era aquela carta.


“Caro Harry,

Devido a seu sumiço repentino eu resolvi pedir a Edwiges que te procurasse, ela pareceu também preocupada, pelo modo como ágil quando disse que precisava que ela te encontrasse, espero que esteja tudo bem contigo, porque não chamou a mim e a Rony para irmos com você.
Ele e Gina também estão preocupados, sem contar Minerva e Hagrid, você não devia sumir assim, estamos todos do mesmo lado. Volte logo para Hogwarts, talvez tenhamos boas notícias, mas queremos você aqui para confirmar.

Preocupadamente,
Hermione.”

“Boas notícias?!”
Bem ele também tinha notícias, talvez ele realmente devesse voltar com Rony e Hermione para procurar a tumba de Godric Grinfidor, afinal ela não sairia dali mesmo.

Harry se vestiu, pegou Fawkes, que já estava grande demais para só uma noite de sono, a enfiou no bolso de sua capa e desceu. Despediu-se de Tom e de Bianca, que ficaram interessados em como Harry iria embora, se nenhum ônibus passaria por ali e muito raramente passava algum outro veículo que pudesse dar uma carona.

Harry caminhou até os limites da cidade e quando teve certeza que ninguém poderia vê-lo, desaparatou.



Harry abriu os olhos e estava enfrente aos portões de Hogwarts, entrou por eles e caminhou pela estrada que levava até a entrada principal de Hogwarts.

Harry viu ao longe a turma de Rony tentando se manter voando pelo campo de Quadribol.
Harry seguiu enfrente e não se espantou em segundos por Rony estar voando ao seu lado.

— Oi! — Cumprimentou.

— Oi! — Respondeu Harry.

— Onde você foi cara, ficamos preocupados?

— Precisei dar uma volta, mais tarde te conto tudo. Quais são as boas notícias?

— Mais tarde…

Rony deu uma guinada na vassoura e voltou veloz para o campo de Quadribol.

Hermione deveria estar em aula naquela hora e ele mesmo deveria estar dando as suas, mas Minerva deve ter arranjado alguém para substituí-lo.

Harry resolveu subir para o corujal, lá seria o melhor lugar para Fawkes, e além do mais devia desculpas a sua grande companheira.

Harry entrou no corujal e depositou Fawkes em um poleiro e procurou sua coruja alva no meio de tantas outras. Lá estava Edwiges. De costas para Harry e com o rabo empinado.

— Eu sinto muito! — Começou Harry. — Pesadelos! Não sabia que era você. Desculpe-me ter te preocupado também.

Edwiges olhou para Harry com o rabo de olho.

— Tá, fique zangada enquanto isso lhe fizer bem, mas me faça um favor? Cuide de Fawkes, eu a machuquei também, sem querer, como com você. — Harry deu as costas para Edwiges e saiu do corujal.

Precisava dar uma passada em seu quarto e pegar umas vestes limpas e tomar um bom banho antes do almoço. Harry caminhou distraidamente perdido em seus pensamentos até a sua sala. Ao entrar percebeu que havia se esquecido da aula que acontecia em sua sala, mas o que o surpreendeu foi o que veio depois.

— Mione?! — Hermione o havia abraçado e pendurado em seu pescoço.

— Oh Harry, estive tão preocupada, por que você saiu assim?

— Eh, Mione, outra hora, alunos. — Disse Harry meio sem jeito ao que Hermione pôs-se de pé e ajeitou a roupa.

— Bem, tive que te substituir, Minerva está em meu lugar. — Hermione olhou atentamente Harry.

— Bom, então não irei atrapalhar mais, só vou até minha sala, mais tarde a gente conversa.

Harry passou desejando um bom dia a todos e entrou pela porta que ficava ao lado do quadro negro. Sentou-se em sua escrivaninha um pouco e pegou uma garrafa na última gaveta, conjurou um copo e se serviu.

— Boas notícias, estou precisando. — Harry ainda pensava no encontro que teve com Snape. — Preciso de um bom bate-papo para distrair a cabeça, não estou conseguindo arrumar meus pensamentos.

Quando Harry ouviu a sineta de termino das aulas e o costumeiro barulho de pés e cadeiras se arrastando se preparou para receber Hermione.

— Então, onde você estava? — Perguntou Hermione logo ao entrar na sala.

— Godric’s Hollow. — Respondeu Harry sem rodeios.

— Imaginei. Como você pôde ir sem a gente? Ficamos preocupados. — O humor de Hermione variava entre a seriedade e o desespero. — E aí, como foi? Encontrou algo?

— Não o que procurava. — Hermione o olhou sem entender. — Encontrei Fawkes... — Hermione sorriu. — E Snape. — Hermione se espantou e Harry lhe contou tudo, enquanto ela ouvia incrédula. — Você conta ao Rony, não suporto contar a mesma história mais que uma vez.

— E Gina? — A espinha de Hermione gelou ao olhar de Harry. — Tá, nada de envolvê-la mais nisso, mas ela também notou seu sumiço e ficou muito preocupada, nem compareceu às aulas segundo os outros professores.

— Eu vou tomar um banho agora, durante o almoço você e Rony me contam sobre a boa notícia. — Harry se levantou para ir pro quarto.

— Tá, mas o Rony que contará, ele que suspeitou, se estiver errado a culpa é dele, e não minha. — Hermione saiu pela porta que entrou e Harry foi para debaixo do chuveiro.



Quando Harry entrou no Salão Principal, as mesas das casas já estavam lotadas, instintivamente seus olhos caíram sobre a mesa da Grifinória à procura de Gina, mas ela não se encontrava em lugar algum.

Harry caminhou até a mesa dos professores observando bem as mesas das casas e seus olhos cruzaram com os olhos avoados de Luna, mas Luna estranhamente abaixou a cabeça. Harry se sentou em seu lugar habitual ao lado de Rony em uma das pontas da mesa.

— Então, quais são as boas novas? — Perguntou direto.

— Hoje durante o primeiro período um aluno do primeiro ano me torrou a paciência. — Harry ergueu uma sobrancelha. — Você sabe como os alunos do primeiro ano são atentados... — Harry a ergueu mais ainda tentando imaginar onde Rony queria chegar. — Resolvi tomar a mesma política que você, de tolerância zero. Dei-lhe uma detenção.

— Essas são as boas novas?

— Calma! E aí me lembrei de algo do nosso segundo ano, o pior dia da minha vida em Hogwarts... Detenção na sala de troféus, mandei imediatamente aquele pirralho para lá. — Harry já ia abrir a boca. — Foi quando me lembrei do seu sonho. “Onde mais eu estaria quando quero proteção?” Foi o que Voldemort disse em seu sonho.

— E? — Insistiu para que Rony parasse com a pausa dramática e fosse direto ao ponto.

— Harry seu quarto fica logo acima da sala de troféus. — Insistiu Rony com seu joguinho.

— E? Você não está querendo me dizer que seu aluno vai me incomodar à noite toda e não terei mais pesadelos?

— Harry, naquela sala está o Prêmio de Riddle por serviços prestados à Escola, aquele que eu limpei durante horas no segundo ano.



Harry entrou na sala da Diretora com um pequeno escudo em uma das mãos, seguido de perto por Hermione e Rony.

— Desculpe Profª. Minerva, mas preciso falar com a senhora e com o retrato do Profº. Dumbledore. — Disse Harry ao entrar de supetão.

— A que devo a honra Profº. Potter? — Perguntou Dumbledore sorrindo.

— Sem rodeios, precisamos destruir isso. — Harry jogou ao chão o pequeno escudo que reluzia a luz do sol que entrava pela janela.

— Harry! Esse é um importante Prêmio que foi dado a um brilhante aluno por grandes feitos. — Repreendeu Hermione.

— Esse é um Prêmio que foi dado a Voldemort por matar uma garota, a Murta, e guarda um pedaço da alma dele. — McGonagall tampou a boca com uma mão, em uma expressão de surpresa totalmente horrorizada.

— Você tem certeza disso, Harry? — Perguntou o quadro de Dumbledore.

— Não, mas a história de Rony é bem coerente. — Passado dez minutos com Rony enfeitando ainda mais sua história da primeira suspensão que dera, Harry se levantou. — Então, posso destruí-lo?

— Não entendi muita coisa, mas se Alvo estiver de acordo… —McGonagal olhou para o quadro de Dumbledore que afirmou com a cabeça. — Bem, então não temos como discutir.

— Cuidado Harry! — Precaveu Dumbledore.

— Já descobrimos uma maneira de destruir isso sem que alguma maldição nos pegue. Basta usar algum utensílio mágico destrutivo o bastante. Nós estamos usando veneno de Basilisco. — Harry olhou para Hermione.

— Na verdade estávamos. Harry, tenho outra coisa para te contar, só que eu havia me esquecido, assim que joguei o medalhão dentro do vidro com veneno de basilisco o medalhão derreteu e desapareceu.

— Mas…? — Insistiu Harry.

— O vidro se partiu e o veneno espirrou por todo o chão. — Harry arregalou os olhos. — E nada aconteceu, o veneno ficou totalmente inutilizável, perdeu sua mágica.

— E sabe, mamãe me falou que aquela coisa onde Gina derrubou a taça também não estava mais tendo efeito e ela não sabia por que, só sabia que não passava de uma vasilha com restos de várias coisas. — Disse Rony com a mesma cara de quando ficou arrotando lesmas. — Nojento. —Acrescentou.

— Então não temos como destruir isso agora? — Perguntou Harry.

— Ainda há uma maneira. — Dumbledore olhou para uma mesinha ao canto. — Mas insisto que tomem cuidado.

Harry abriu a tampa de vidro e retirou a refringente espada de Gryffindor. A última de suas relíquias, fora à armadura que Harry teria que destruir muito em breve.

— Você ouviu professor, não restará nada dela. — Disse Harry olhando para o quadro de Dumbledore.

— Eu me preocupo é se sobrará você.

Harry colocou o Prêmio de Riddle encima da escrivaninha da diretora. Deixou a bengala de lado e ergueu, desajeitadamente, a espada cravejada de jóias com as duas mãos.

— Espere Harry. — Falou Rony. — Eu tenho contas a acertar com esse Prêmio e além do mais, você mal consegue se manter de pé. Não podemos desperdiçar um golpe.

— Rony? — Harry olhou para o amigo e ao sentir sua perna fraquejar a decisão já estava tomada.

Rony pediu mais espaço e se afastou um passo largo da mesa e se preparou, como Harry, erguendo a espada no alto de sua cabeça.

— Cuidado Rony. — Pediu Hermione.

— Hiaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!


Houve um imenso clarão.

Rony se chocou contra Hermione e ambos foram atirados à parede, Harry caiu sobre uma cadeira e McGonagall foi atirada à outra parede.

Assim que Harry conseguiu abrir os olhos viu que não restava nada do Prêmio e nada da bela espada, tudo que havia sobrado eram os restos da mesa e de vários documentos.

Harry tentou erguer a cabeça com muita dificuldade para ver se seus amigos estavam bem.

— Hermione? — Chamou.

— Estou bem, um pouco tonta, mas bem. — Respondeu a garota com a voz fraca.

— Rony? — Perguntou Harry.

— Oh meu Deus! Ele não está nada bem.

Harry se levantou de um pulo para ver como estava o amigo, Hermione já o tentava erguer.
Rony estava com queimadura nos dois braços até a altura dos ombros. Escorria muito sangue pelas muitas feridas e estava desacordado.

— Minerva, você está bem? — Perguntou Harry ao ver McGonagall se ajoelhar ao seu lado.

— Vamos levá-lo depressa à enfermaria. — McGonagall fez um floreio com a varinha e o corpo de Rony começou a flutuar em direção a saída.

Hermione ainda estava no chão, chorando, coberta pelo sangue de Rony.

— Ele vai ficar bem Mione, você sabe o quanto Rony é teimoso, amanhã ele estará me provocando por eu ainda estar de bengala. — Disse Harry tentando convencer a si mesmo, mas o único pensamento que vinha a sua cabeça era que devia ser ele e não e Rony.

Harry amparou Hermione até a enfermaria, onde Rony já estava acordado e fechando a cara para as várias poções que Madame Ponfrey o forçava a engolir.

— Rony! — Exclamou Hermione, secando as lágrimas e sorrindo.

— Não falei, ele consegue ser ainda mais teimoso do que eu. — Disse Harry, também sorrindo. — Profª. Minerva, a senhora está bem?

— Estou Harry, só um pouco de dor de cabeça. — Respondeu McGonagall com o saco de gelo no alto do coque.

— Bem, esse foi o último. — Disse Madame Pomfrey, ao terminar de força Rony o último balde de poção. — Podem ficar um pouco, mas ele precisa descansar aqui até amanhã.

McGonagall saiu após desejar melhoras a Rony, e Harry não quis demorar muito, sentiu que Rony e Hermione precisavam ficar a sós.

Ao sair da enfermaria Harry trombou com alguém.

— Me desculpe! Ah! Luna. Quero dizer, Srta. Lovegood. — Harry ajudou Luna a se levantar, olhou para os dois lados do corredor. — Luna, onde está Gina? — Perguntou aos sussurros.

— Não sei, Profº. Potter. — Respondeu Luna olhando pro chão.

— Luna, ela não compareceu às aulas, ela por acaso ficou na Torre da Grifinória? — Harry tentou fazer Luna encará-lo, mas foi em vão.

— Não sei aonde ela foi, Professor. — Respondeu Luna pro chão.

— Então ela foi a algum lugar?

Harry saiu correndo pelos corredores, deixando sua bengala aos pés de Luna. Sua corrida só teve fim quando estava subindo a escada rolante da sala da diretora.

— Professora Minerva! — Gritou Harry quase sem ar. — Gina desapareceu.



*!* Galerinha, mais um capítulo escrito... Com certeza no próximo haverá ação... Meus estudos chegaram ao fim agora esse mês e é a hora de botar à prova.
Desejem-me sorte...
Tenho um vestibular e um concurso esse final de semana...
Comentem hein...
Estou vendo poucos comentários...
Agradeçam o trabalho da Juh, ela está dando duro sem net, para melhorar a leitura de vocês...
Valeu galera... flws e um abraço...
Juh, é contigo agora...
Bjos*!*


N/B:
Mais um capítulo betado...
Espero que vocês estejam gostando da história tanto quanto eu...
Bjos e até o próximo capítulo...
Juh Fitaroni :D

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