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24. Frome


Fic: Harry Potter e o Segredo de Corvinal


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 24
- Frome -


Frome, cidade a nordeste de Somerset, foi construída nos terrenos altos ao redor do rio que leva o mesmo nome. Sua população gira em tono de 24.500 habitantes e metade dos economicamente ativos trabalha fora da cidade, em Bath, Bristol, Warminister, Westbury ou mais longe.


 


Apesar do ar despretensioso do lugarzinho, a verdade é que as ruas de pedra conduzem o visitante ao cenário de alguns dos eventos mais importantes da História da Inglaterra. E não se trata daquelas moedas romanas do século III d.C (que, aliás, é o maior tesouro de moedas romanas jamais encontrada) ou então o monastério de São Aldhelm construído em 685. Também não é o fato do rei William, o Conquistador, ter tomado a maior e mais rica propriedade de Somerset, que estava em Frome (que golpe deve ter sido para os barões saxões ver um normando tomando posse de tamanha riqueza!). Nem mesmo o passado de grande pólo da indústria têxtil, que mereceu inclusive uma citação de Daniel Defoe, autor de “Robison Crusoe”.


 


Não. O que era interessante em Frome para os dois bruxos que transitavam pela secular cidade, é que esta abrigou um witenagemot no ano de 934. Tratava-se de instituição que, do século VII ao XI, tinha a função de assessorar o rei, sendo composta pelos mais importantes nobres do reino (tanto do clero quanto seculares). No inglês antigo, a palavra significa “reunião de homens sábios”. Witan era o nome dado ao membro do witenagemot.


 


- ... é motivo suficiente para que Helga ou qualquer ou dos fundadores terem viajado até aqui. Afinal: “há mil anos atrás, aproximadamente... ninguém sabe ao certo... Hogwarts foi fundada”. – Citou Zacarias Smith. – Coincide com este witenagemot.


 


- Desculpe, mas... – Ana o interrompeu, enquanto saltava por uma poça d’água na rua de pedra centenária. – Por que um fundador estaria em uma reunião de figurões medievais trouxas?


 


- Não havia só trouxas no witenagemot. – Zacarias revirou os olhos e continuou a subir a rua, com Ana atrás dele.


 


- Não?


- Ele era formado pelos mais importantes nobres da época. Você acha mesmo que um fundador de Hogwarts, um grande bruxo e, além de tudo, um nobre (porque todos os quatro eram) não se encaixa nesta categoria?


 


- Aaaaah... Claro. Bruxos e trouxas ainda não estavam separados, pois o Estatuto Internacional de Sigilo em Magia só seria aprovado pela Confederação Internacional de Bruxos em 1689. – Concluiu Ana. – Sim, faz sentido. Os fundadores não ignorariam a importância deste conselho. Mesmo Salazar Slytherin, que desprezava os trouxas, não resistiria ao poder que um witenagemot representava.


 


- É, mas só Gryffindor ou Slytherin podem ter sido witans. – Zacarias teve que rir da expressão confusa da prima. – Ora, Ana, os trouxas não têm o mesmo histórico de igualdade entre homens e mulheres que os bruxos. Uma mulher, conselheira do rei?


 


- Verdade. – Ela teve que concordar. – Mas então, se Helga ou Rowena vieram para a reunião dos witans, seria para... sei lá... “trabalhar suas influências nos bastidores”, que era a alternativa para mulheres poderosas e, no entanto, sem direito a voz. Hum... O que será que sendo discutido no ano de 934?


 


- Pode ter sido qualquer coisa. Não importa, podemos fazer uma pesquisa depois. Ou melhor, quem sabe a Hermione faça. Parece que ela fica feliz com isso, então... Ana? – Zacarias se calou ao perceber que estivera falando sozinho.


 


Há dez ou quinze passos atrás, Ana desviara do caminho e agora estava entrando em um grande edifício de concreto com a inscrição “Museu” acima da entrada. Contrariado, Zacarias a seguiu, resmungando que não tinham tempo para isto.


 


Ainda estava resmungando no ouvido de Ana quando esta se irritou: “Como assim não é importante o motivo que poderia ter trazido um fundador... e o mistério de Corvinal junto com ele? Você andou cheirando Pó-de-Flu, Zacarias?”. Por sorte, um dos guias do museu se aproximou e perguntou se poderia ajudá-los. Quando Ana perguntou sobre o witenagemot (Zacarias bufou) e o que ele havia discutido naquele ano, o homem eficientemente respondeu:


 


- Ah, bom... Não sobrou muito dos registros, mas, o mais provável, tendo-se em conta os acontecimentos históricos é que tenha sido os preparativos para um ataque militar. Neste ano, o rei inglês Æthelstan organizou uma ofensiva contra o norte, mais especificamente contra o rei escocês Constantino II. Parece que ele não teve grandes vitórias frente aos escoceses, mas garantiu a submissão de Constantino seqüestrando-lhe o filho. – O sorriso cortês do funcionário se apagou e ele ficou preocupado diante das expressões chocadas dos dois. - O que foi? Disse alguma coisa errada?


 


Não é difícil imaginar o que ia pelas mentes dos bruxos: o rei provavelmente pôs em discussão uma operação militar contra o norte, contra a Escócia. Hogwarts ficava na Escócia!


 


- É claro que os fundadores teriam interesse neste witenagemot. – Disse Ana para Zacarias.


 


- Perdão? – O funcionário olhava de um para o outro, confuso.


 


- Obrigada pela ajuda, senhor. – Ana lhe sorriu e puxou o primo para fora do museu.


 


Estavam tão desesperados para discutir o assunto em um lugar sossegado, que não notaram que a expressão inocentemente confusa do homem se desfez em um esgar malicioso, enquanto tirava um celular do bolso.


 


- Sou eu. – Ele disse para a pessoa do outro lado da linha. – Sim, eles estão a caminho. E acho que sei como apressar as coisas.


 



***


 


Uma frente fria estava atravessando o norte da Escócia naquela virada de ano. Apesar de o dia ter amanhecido ensolarado, no dia anterior choveu por toda a manhã e nevou ao entardecer.


 


Dentro, os feitiços de Hogwarts mantinham aquecidos os poucos alunos que haviam preferido ficar na escola no período das festas. Os Novos Marotos seriam alguns destes alunos... Se tivessem ficado no castelo, como disseram a suas famílias.


 


- “Só vamos olhar, Mel, só olhar”. – A corvinal repetiu as palavras de Hector em tom de falsete, fazendo uma careta depois.


 


- Não começa, Mel. – Hector disse entre os dentes, mas incapaz de fazer outra coisa que não fosse rosnar em direção da menina, infeliz. – Você concordou, como todos nós.


 


Aliás, nenhum deles podia fazer nada além de falar, já que todos estavam amarrados em um porão escuro por cordas resistentes. Os gritos não adiantariam: estavam longe demais para que qualquer pessoa os ouvisse.


 


- Hum-hmmmmm! – Grunhiu Joshua de seu canto, demonstrando apoio. A qual dos dois, ninguém sabia.


 


O lufa-lufa havia mordido um dos bandidos na tentativa de fugir e, como castigo, o amordaçaram. Agora estavam os cinco sentados no chão de costas uns para os outros, com os pulsos e os tornozelos atados. E a pior parte é que nem tiveram tempo de reagir como cabia a bruxos, ou seja, usando suas varinhas. Varinhas estas, inclusive, que tinham sido confiscadas.


 


- Parem, vocês dois. – Andrew interveio. – Não adianta chorar agora que os diabretes estão soltos. Temos que nos concentrar em uma maneira de sair daqui ou de buscar ajuda.


 


- Quem sabe sintam nossa falta... – Foi a proposição tímida de Danna.


 


- Difícil - Bufou Mel - já que dissemos em casa que ficaríamos em Hogwarts e em Hogwarts, que iríamos para casa. Não vão perceber nada até a volta às aulas!


 


- Ora, a ideia foi sua! – Exclamou Hector, indignado.


 


- Eu sei, eu sei! – Exaltada, a corvinal elevou a voz na escuridão, dirigindo-se para o lugar onde achava que Hector estava, pois ficava difícil se localizar quando você está atado de costas a mais quatro pessoas. - Acha que eu não me daria um soco agora, se minhas mãos não estivessem amarradas?


 


Três segundos de silêncio se passaram até que Danna acrescentou, ainda tímida:


 


- O que eu quis dizer é que pode ser que Hagrid sinta falta dos testrálios...


 


Os garotos haviam roubado os animais (ou pego emprestado, como eles se disseram), assim que desembarcaram das carruagens de Hogwarts na estação de Hogsmeade. Aproveitaram-se do fato de que a maioria dos alunos não conseguiria, de qualquer forma, ver o “produto do roubo”. Saíram de fininho até as proximidades da vila, ainda deserta, e alçaram vôo rumo à casa misteriosa próxima ao chalé de Myron Wagtail.


 


O tumulto provado pela pequena discussão que estavam tendo  atraiu um dos homens até o porão. Ele acendeu a luz (luz totalmente trouxa, uma lâmpada ligada a uma rede elétrica) e os garotos se cegaram com a claridade súbita. Quando se acostumaram com ela, vasculhavam o local com os olhos, afoitamente. Foi com certo alívio que notaram que o homem que descera era um senhor de certa idade, provavelmente de uns setenta anos, com barba e cabelos brancos à moda de Papai Noel.


 


- Crianças, eu imploro, fiquem quietas ou terei que amordaçar todos vocês como o seu amigo ali. – Ele apontou para Joshua, que lhe lançou um olhar nada amigável apesar do tom suave do velhinho. – Não precisam ter medo, não lhes faremos mal. Não somos assassinos de crianças.


 


- Não de crianças? Quer dizer que só de adultos? – Foi a pergunta arguta de Andrew, que encarava o ancião com indignação e com uma maturidade que o impressionou.


 


- Ah... – A interjeição soou como um gemido e o homem pareceu ter, de repente, cem anos. – Tem razão, meu filho. As coisas saíram do controle... Loucura, eu digo, mas ninguém me ouve... Não era assim no meu tempo, não, não era. Mas eles se tornaram minha vida, minha única família...


 


Os cinco encararam o velho, surpresos com a súbita torrente de lamentações. O homem suspirou mais uma vez, percorreu os rostos dos garotos com a mais pura expressão de remorso, parando em Danna.


 


- Meu Deus, olhe só você, olhando-me através dos cabelos caídos na face, como um animal assustado. É de cortar o coração – ele se inclinou para afastar uma mexa de cabelo de Danna (o que provocou um movimento brusco de Andy, como se fosse impedi-lo).


 


Então, algo estranho aconteceu. Danna continuou a olhá-lo e a expressão o velhinho tornou-se turva, distante, quase sem vontade.


 


- Acho que eles apertaram demais estas cordas, não foi? Estão machucando seu pulso. Vou afrouxá-las.


 


Só que, em vez de somente afrouxar as cordas, o ancião desatou o nó, libertando as mãos de Danna completamente.


 


- Pronto. Assim está melhor... Não é preciso apertar tanto... – Ele olhava para as mãos de Danna, como se ainda pudesse ver as cordas lá. – Agora, acho que vou dar uma caminhada lá fora... Sim, acho que é uma boa ideia...


 


Puderam ouvir os passos dele subindo as escadas, depois lá em cima, na casa e, finalmente, o som abafado de botas pisando na neve e se afastando. Só quando tiveram certeza de que o homem estava longe, Hector voltou-se para Danna:


 


- Rápido, solte a gente!


 


A própria Danna parecia não estar entendendo o que acontecera. Tremendo, ela conseguiu soltar as mãos de Andrew e de Hector, que estavam mais perto e depois tratou de libertar os próprios tornozelos, enquanto os dois soltavam Joshua e Mel. Tão logo Josh teve a mordaça tirada da boca, encarou Danna, muito assombrado:


 


- O que você fez com ele?


 


A garota negou vigorosamente com a cabeça, encolhendo-se.


 


- Danna não fez nada. – Andrew disse, firme. – O velho resolveu nos soltar porque quis.


 


- É verdade, talvez ele só quisesse fingir para si mesmo que não, porque foi demais para ele trair seus amigos. – Mel acrescentou. – Ele estava em choque, só isto.


 


Nenhum deles realmente tinha certeza daquilo, mas resolveram deixar a especulação sobre os poderes de Danna de lado, já que ela se mostrava tão apreensiva.


 


- Mesmo que tivesse sido a Danna... Eu teria gostado. – Hector encerrou a questão com uma piscadela bem-humorada e Joshua sorriu para Danna, enquanto acenava com a cabeça, concordando.


 


E, simples assim, mais uma vez, os Novos Marotos mostraram a Danna que a queriam como amiga exatamente como ela era. Com poderes de selkie e tudo mais. Embora nenhum deles tenha visto, os olhos de Danna se encheram de lágrimas de felicidade e ela quase não ouviu quando Hector os orientou a sair silenciosamente do porão, pois não sabiam quantos mais ficaram na casa para vigiá-los.


 


- Só aquele velhinho para tomar conta da gente? – Hector soou totalmente ofendido, quando constaram que estavam sozinhos. – O que eles acham que somos? Bebês?


 


Andrew, mais prático, logo saiu à procura das varinhas, encontrando-as na mesa de centro da sala.


 


- Mas nem as varinhas eles tiraram do nosso alcance? – Desta vez, Hector estava possesso. Sem dúvida, fora um golpe muito forte no orgulho dele. – Será que eles sabem que somos conhecidos como os Novos Marotos?


 


- Eles eram trouxas, Hector, como é que eles iriam saber? E se soubessem, como entenderiam o que isto significa? – Andy revirou os olhos.


 


Joshua e Mel lançaram olhares repreensivos para Hector. Não era a primeira vez que ele quase revelava a existência dos livros de J.K. Rowling para Danna e Andrew que, como sangues-puros sem qualquer ligação com “personagens” de Harry Potter, estavam alheios ao maior fenômeno literário e cinematográfico do mundo dos trouxas nas últimas décadas.


 


Hector foi salvo de dar uma resposta quando um grande borrão branco voou zunindo na frente deles, assim que abriram a porta que dava para fora do chalé. Um longo e agudo som ecoou na manhã fria logo antes do “borrão” pousar em um galho de árvore e encará-los com o que parecia ser um severo olhar de cesura.


 


- Albus! – Exclamou Mel, deliciada em ver sua harpia de estimação. – Você me seguiu! – A afirmação foi feita enquanto acariciava as penas branquíssimas e eriçadas do topo da cabeça da ave, que pareciam um cocar de índio.


 


Toda a resposta de Albus foi bicar levemente a orelha da menina e dar um puxãozinho, como se dissesse: “É, é, agora vamos embora daqui, sua travessa”.


 


Por entre as árvores, os testrálios começaram a surgir, como se tivessem sido chamados. E, quem sabe, não foi Albus quem os chamou?


 


Ainda no início daquele ano, os novos marotos tiveram a surpresa de que, de repente, podiam ver os animais que puxavam suas carruagens da estação de Hogsmeade até a escola. Sempre souberam que elas estavam lá, porque seus pais contaram (Mel, porque havia lido os livros). Mas constatar que as coisas horríveis pelas quais tinham passado, no final do ano anterior, marcara-os tanto a ponto de ver criaturas como os testrálios, manteve o grupo, até então barulhento e conversador, totalmente em silêncio naquele primeiro dia.


 


- Vamos voltar a Hogwarts e contar para a Diretora McGonagall o que ouvimos aqui, antes de sermos pegos. – Andrew propôs. – Ela faz parte da Ordem da Fênix, vai saber o que fazer.


 


- E precisamos sair daqui logo antes que... Alguém volte. – Estava claro que Danna temia que, seja lá o que dera no velhinho que os soltou, tivesse passado e ele se arrependesse.


 


- Não vai dar tempo. – Hector discordou. – Vocês ouviram o que aqueles caras planejam. Se voltarmos para Hogwarts vai ser tarde demais.


 


- Você quer que a gente vá direto até eles e os impeça? – Andy resumiu os pensamentos do melhor amigo.


 


Os cinco garotos se encararam gravemente, conversando daquela forma silenciosa que só os que passaram por muita coisa juntos são capazes de fazer – era como ler as mentes uns dos outros sem usar legilimência. Em poucos segundos a decisão do grupo havia sido tomada, sem que uma única palavra fosse pronunciada.


 


- A gente tem que parar de fazer estas coisas. – Foi a frase conformada dita por Mel.


 


No entanto, não deixariam passar a oportunidade de ter uma ave-correio tão forte e veloz como a harpia de Mel. Andrew rascunhou um bilhete no pedaço de papel e  caneta que encontraram no chalé e o entregou à Mel para que ela o afixasse na perna da ave (Albus não deixava ninguém chegar perto, com exceção da menina, o irmão, Felipe, e é claro, Hagrid).


 


- Pelo menos, não são dragões que o Carlinhos Weasley cria em Gales. – Joshua disse, enquanto olhava os sinistros testrálios na neve.


 


- Ah, meu Deus! – Mel arfou. – Eu lembro de onde conheço aquela loira que vimos dias atrás! – E então, ela ficou furiosa. – Ela estava o tempo todo... Que fingida, que... Que...!



Por sorte, o palavrão em português não foi entendido por ninguém além de Albus (que, afinal, era uma ave brasileira). Ele ergueu as asas e grasnou como se estivesse chocado com os modos de sua dona.


 



***


 


O campo estava amaldiçoado, dissera o homem magro de meia-idade que cuidava do campo onde treinava o time de futebol da cidade, Badger Hill. Não havia outra explicação para que perdessem todas as partidas jogadas em casa e, no entanto, estarem invictos nas que se realizaram em campos adversários. O clube chegou a contratar uma bruxa local para dar um jeito, mas até agora os métodos não tinham logrado êxito.


 


- Sentiu isto? – Ana perguntou quando estavam bem no meio de sua caminhada pelo campo, depois que o zelador deixou o “casal” em férias (a história inventada pelos primos ainda causava embrulho no estômago dos dois) à vontade para que tirassem fotos do estádio. Havia uma leve ressonância mágica vinda de um ponto do gramado, ficando mais fraca quando se afastavam para qualquer lado.


 


- Deve ter algo enterrado. – Zach concluiu, e após uma troca de olhares, decidiram literalmente “ir a fundo” no assunto. Ana pôs-se de costas para Zach, vasculhando o local para ter certeza de que ninguém ia ver o que estava acontecendo, pronta a lançar um feitiço de confusão no zelador caso ele aparecesse.


 


Quando uma pequena explosão soou atrás dela, Ana quase deu um pulo de susto e encarou o primo entre surpresa e reprovadora: - Não podia ser mais discreto? – Olhou para o pequeno buraco escavado por magia.


 


- O que sugere que fizesse? Escavasse do jeito trouxa? – Zach resmungou enquanto estendia o braço dentro cavidade de aproximadamente meio metro de largura e um de profundidade. A terra escavada se empilhava à direita, um amontoado de areia e grama.


 


Os dois ofegavam quanto Zacarias alcançou um pedaço de metal e o trouxe para a superfície. Era uma chapa retangular, não muito menor que uma folha de papel moderna e com aproximadamente um centímetro de espessura. Mesmo cheio de terra, ambos reconheceram imediatamente uma característica do objeto quando ele brilhou ao sol.


 


- Feito por duendes. – Disseram em uníssono. O toque da metalurgia dos duendes era evidente pela qualidade lisa e perfeita do metal, sem falar da durabilidade, apesar da leveza da placa. E, claro, na magia contida nela.


 


Havia inscrições, aparentemente inglês antigo, ambos concordaram. Era difícil de ler, mas conseguiam, não sem muita dificuldade, entender o sentido geral das frases. Depois de gastarem um minuto tentando deixar tudo como estava antes – sem resultados muito bons, já que a grama agora parecia crescer em ondas no local – distraíram-se com a placa e na tentativa de entendê-la.


 


Uma pequena confusão eclodiu do canto esquerdo do campo. Um emaranhado de corpos rolava no que parecia ser uma briga. Em dois segundos ficou evidente que eram cinco corpos menores tentando submeter um maior. As vozes exaltadas claramente pertenciam a crianças e uma única, de uma mulher que xingava com voz fina e mimada.


 


 



***


 


 


- Espere aí... – Murmurou Ana. – Eu conheço aqueles cabelos castanho-dourados! – Correndo, ela e Zach chegaram até a turba. – Mel! – Ela ofegou quando reconheceu a sobrinha e, em seguida, todos os demais garotos. – Josh! Danna! Andy! Hector! O que estão fazendo aqui? Não deveriam estar em Hogwarts?


 


- Er... Longa história, tia Ana. – A corvinal respondeu quando seus amigos finalmente tinham imobilizado a mulher abaixo deles. A menina afastou uma mecha do descabelado cabelo, mudando rapidamente de assunto: - Tínhamos que deter esta daqui. Ela os estava seguindo. Chegamos bem quando ela estava prestes a azarar vocês dois.


 


A loira jazia de bruços no chão, gemendo, de rosto voltado para baixo. Hector, Andy e Josh estavam sentados em cima dela, seus pesos a imprensando. Quando a mulher fez mais uma tentativa de se levantar, ela virou o rosto um pouco, revelando o perfil que Ana reconheceu imediatamente:


 


- Felícia Althorpe! – Surpreendeu-se. – Era você que estava ajudando aqueles homens misteriosos? Mas como...


 


- O pai dela é membro honorário da Ordem. – Harry apareceu vindo do canto oposto do campo, acompanhado de Rony, Lupin, Tonks, Moody, Carlinhos e Gui. De outra entrada, chegaram Fred, Jorge, Arthur Weasley e Snape. – Devia estar roubando as informações do pai e repassando para eles.


 


- O que estão fazendo aqui? – O queixo de Hector caiu em surpresa.


 


- Acho que a pergunta é o que você está fazendo aqui, mocinho. – Os cabelos de Tonks ficaram flamejantes, enquanto o filho empalidecia. – Supostamente, deveria estar em Hogwarts!


 


- Esperem, esperem! – Moody pediu silêncio. – Quero entender isto aqui. – Aproximou-se mancando de Felícia, fazendo um gesto impaciente para que os garotos saíssem de cima dela (o que eles fizeram de um salto, os olhos saltando diante da ordem do ex-auror) e a imobilizou com um feitiço. – Por que estava ajudando aqueles homens? Quem são eles? – Rosnou as perguntas.


 


Felícia olhou assustada para todos os lados, positivamente quase chorando quando viu Carlinhos, e começou a bater as mãos no chão em um claro gesto mimado de frustração.


 


- Quem são eles? – Mood repetiu vagarosamente, as sílabas marcadas, sinal de que estava perdendo a paciência. Parecia que até as árvores próximas tremeram de medo com a ameaça contida na voz no ex-auror.


 


Felícia cantou como um passarinho, depois disto. Narrou como tinha sido abordada a um ano atrás, depois da festa de Natal do Ministério, por uma mulher italiana. Primeiro, achou que ela fosse bruxa, por causa da quantidade de informações que tinha sobre o mundo mágico, mas depois descobriu que a mulher tinha tanto magia quanto um bule de chá. No entanto, a esta altura, Felícia conhecia a extensão dos poderes não-mágicos da mulher e do grupo ao qual pertencia, e não ousou contrariá-la. Não sabia quem, exatamente, era aquela gente, tudo o que sabia é que era uma organização com séculos de existência.


 


A italiana sabia que era filha de Felix Althorpe, diretor da Reserva de Dragões da Romênia; e, o que nem mesmo Felícia sabia, que ele era membro de uma organização secreta chamada “Ordem da Fênix”. Queriam que ela roubasse as informações mandadas para o pai dela e as entregasse para eles.


 


- Peloamordemerlim, e por que fez isto? – A boca de Rony caiu, meio chocado, meio raivoso.


 


Felícia olhou de soslaio Carlinhos, antes de responder. – Eles... Eles... ameaçaram a vida do meu pai. Apesar de não serem bruxos, são muito poderosos, acreditem em mim.  Podem, inclusive, neutralizar temporariamente os poderes de um bruxo. Têm umas máquinas... Bem, não sei como. Mas fiz isto para proteger meu pai.


 


- Mentira! – Mel gritou, batendo um dos pés no chão, em indignação infantil. – Nós fomos até o chalé em Asheshire! Ouvimos, quando eles comentaram entre si, que você tinha acreditado na promessa de transformar a todas as pessoas do mundo em bruxos! Que você odiava os trouxas!


 


- Não! – Felícia guinchou, olhando rapidamente para Carlinhos. – Você tem que acreditar em mim, eu nunca quis machucar ninguém...


 


- Eles disseram para você que se o portal em Sommerset não fosse aberto até hoje, toda a força mágica do planeta iria explodir e se irradiar de forma que transformaria todos em bruxos. – A corvinal continuou. – Você – apontou para Felícia – também estava no chalé no início do mês, Hector e eu a vimos conversando muito satisfeita com as pessoas que frequentavam o lugar. Não se parecia nem um pouco com alguém que estava sendo ameaçada.


 


Os garotos explicaram como tinham achado o chalé onde o grupo misterioso se reunia. Neste ponto, os garotos tiveram que se interromper para ouvir sermões irados de Tonks e Ana sobre meter o nariz nos assuntos da Ordem (de novo!) e por não terem contado imediatamente para os adultos (Hector resmungou que, se tivessem contado, eles iriam saber que tinham andado bisbilhotando). Talvez Tonks tenha ouvido, porque lançou um olhar atravessado para ele e rosnou sobre terem que conversar sobre o castigo que ele iria receber por mentir sobre ficar em Hogwarts no Natal e para decidirem o seu castigo.


 


Felícia pareceu alheia a toda aquela conversa, a pele do rosto tão verde que dava a impressão que ela iria vomitar. Sua varinha tinha sido tirada dela e Fred e Jorge postavam-se cada um a lado, segurando seus braços. Quando ela ergueu os olhos, fitou-os direto em Carlinhos.


 


- Eu fiz isto por você! – Gritou, próxima ao desespero. – Todos aqueles anos na Romênia, eu estive apaixonada por você. Mas tudo que sabia fazer era falar de sua preciosa Ana e do quão corajosa ela era! Eu sabia sobre a sua família, heróis de guerra, todos eles... Você mesmo é conhecido por causa da Batalha dos Dragões. Seu cunhado é Harry Potter, pelo amor de Deus! – Apontou para Harry com a cabeça. - Achei que a única maneira de ser merecedora do seu amor fosse fazer algo tão impressionante quanto a mulher de quem você não parava de falar. Com todos os seres humanos sendo bruxos, não haveria mais Comensais da Morte. Não haveria razão para defender a supremacia bruxa quando todos são bruxos. Não haveria mais motivos para o Estatuto de Sigilo existir! Eu faria um bem para a humanidade. – Ela arrebatou-se, esperando que Carlinhos concordasse com ela.


 


- Já pensou talvez haja uma razão para que nem todas as pessoas sejam bruxas? – Lupin perguntou, recebendo apenas um breve e esquivo olhar de descrédito de Felícia. – Já pensou que talvez nem todos os trouxas queiram ser bruxos?


 


Carlinhos a fitava em um misto de incredulidade, asco e muita pena. – Eu já te disse um milhão de vezes, Felícia. Eu amo minha esposa. Ela é uma mulher valorosa, sim, mas não há nada no mundo que vá me fazer parar de amá-la. Não é algo que se escolha, nem que se ganhe por melhor mérito, simplesmente se ama uma pessoa. E eu amo a Ana. Temos uma filha linda. Nada que você faça vai mudar meus sentimentos por você... que até hoje considerei uma amiga.


 


Os olhos angustiados de Felícia se transformaram em orgulho ferido. – Então fique com a sua esposa e a família trouxa dela. Fique com a sua preciosa fedelha chorona...


 


Foi tudo muito rápido. Um segundo os gêmeos estavam lá, segurando Felícia e ouvindo a tudo boquiaberto, no outro, Ana se moveu para cima dela com a varinha em punho, o que só deu tempo para os dois soltarem Felícia e saírem do caminho da irada cunhada antes que sobrasse para eles. Outro segundo e Ana pensava melhor, trocando a varinha pelo punho. Um soco bem dado de direita no nariz da loira, e Felícia desabou no chão, um filete de sangue escorrendo do nariz, os olhos aturdidos de dor e de surpresa.


 


Quando Harry e Carlinhos finalmente tiveram tempo de se mover e segurar Ana, ela já tinha acabado. A auror apenas olhou para a mulher caída no chão, que segurava inconsolável o seu nariz uma-vez-perfeito, e rosnou: – Até agora eu senti pena de você, Felícia. Uma garota mimada que se esqueceu de crescer. Mas eu vou te avisar de uma coisa: mexa com a minha família de novo, eu faço picadinho de você. Use esta sua boca nojenta para falar da minha filha novamente, e eu mato você.


 


Ana deu dois passos para trás, tentando se acalmar. Harry respirou fundo, colocando os pensamentos em ordem. Precisavam interrogar Felícia, descobrir tudo o que ela sabia. Ainda tinha as crianças. E eles precisavam sair dali também, antes que o zelador ou qualquer outro trouxa os visse.


 


- Você está presa, Felícia Althorpe. – Ele declarou com autoridade de auror. E, para os demais. – Vamos sair daqui.


 


- Então, depois de tudo o que meu pai fez por vocês, pela Ordem... – e ela olhou para Ana – até mesmo por você, vão me mandar para Azkaban?


 


- O que quer dizer como que seu pai fez por mim? – Ana franziu o cenho.


 


Felícia ergueu uma sobrancelha. – Ora, ora... parece que Carlinhos não divide tudo com você, afinal. Ele nunca te contou quem o ajudou a trazer todos aqueles dragões da Romênia há dez anos? Quando você foi burra o bastante para cair na armadilha de Você-Sabe-Quem, e Carlinhos teve que salvá-la? Meu pai arriscou a carreira e a liberdade dele para deixar Carlinhos treinar e depois usar naquela batalha os dragões da Reserva da Romênia. Você deve sua vida ao meu pai! – Disse a última frase em triunfo.


 


- Althorpe pediu para manter isto em segredo. – Carlinhos correu até Ana e segurou-a pelos braços. – Primeiro por causa da lei de então, que proibia o treinamento de dragões. E, mesmo depois do perdão dos governos bruxos, diante do sucesso da batalha, ele pediu para não ser mencionado porque havia muitos bruxos das trevas na Romênia, então. Ele achava que seria mais útil se sua ligação conosco permanecesse sigilosa. Ainda hoje ele prefere assim. Na realidade, ele exigiu que fosse assim, com apenas poucos membros da Ordem sabendo. Diz que nunca se sabe quando um bruxo das trevas vai cometer um deslize na frente dele, simplesmente por não saber que é membro da Ordem. – Então, ele lançou um duro olhar para Felícia. – Seu pai é um bom homem. Ele seria o primeiro a concordar que você precisa pagar pelo que fez.


 


Felícia desviou os olhos, envergonhada, enquanto Ana digeria as novas informações. Finalmente, sorriu: - Eu entendo, não se preocupe.


 


- Vamos, gente. – Harry os apressou. – Temos que sair daqui. O Ministério precisa saber disto e os garotos – ele olhou para os cinco -, precisam voltar para Hogwarts.


 


Estava muito bravo por terem se arriscado assim, mas, por outro lado, ele não tinha moral para passar-lhes sermão quando ele próprio fazia o mesmo em sua época. Só rezava para que Lyan e Joanne não seguissem o mesmo caminho quando crescessem. O que era pouco provável, tendo em vista os genes Potter e Weasley que carregavam.


 


- Sair de Badger Hill? – Zacarias perguntou. – Concordo. Mas não podemos nos afastar de Sommerset. Ouviram o que a moça disse. Aquela gente que nos atacou ontem está tentando impedir o portal de se abrir hoje. Não podemos deixar.


 


Rony bufou. – O quê? Aquela coisa sobre transformar todos em bruxos? Nós já descobrimos que não dá (1). A própria Rowena Ravenclaw sabia. Não pode ser isto.


 


- E se for o contrário? – Snape falou calmamente, se manifestando pela primeira vez. – Sabemos que eles não são bruxos. Talvez estejam tentando fazer com que ninguém tenha poderes mágicos. Só disseram o que disseram para conseguir a cooperação da srta. Althorpe.


 


Felícia arfou em horror.


 


- Temos que abrir o portal, então. – Ana declarou calmamente.


 


- Mas não sabemos como. – Lupin falou.


 


- Agora sabemos. – Ana gesticulou para a placa de metal, ainda nas mãos de Zacharias. – Acho que eles sabiam que em algum lugar em Frome, mas não sabiam onde. Esperavam que Felícia o pegasse de nós, não é? – Disse a última frase para a loira, quase rosnando. – Tentando uma abordagem mais sutil do que a de ontem, com Zacharias e Luíza, imaginando que assim teriam mais sucesso.


 


- Espere aí. – Harry pediu. – Está dizendo que esta placa de metal...?


 


- Mostra exatamente quem deve ficar em cada Gigante de Sommerset, sim. O que eu estava procurando há meses. – Ana respondeu.


 


- Mas como pode ser? – Rony exclamou. – Esta coisa está enterrada aí há uns mil anos. Muitíssimo antes de nascermos. Ou nossos pais. Ou nossos avós. Ou os avós de nossos avós. Ou...


 


– Acho que todos entenderam, Rony. – Hermione acabara de chegar, vinda de um canto do campo. – E antes que pergunte, eu deixei Sirius e Helena com os meus pais. E a Gina deixou os gêmeos com o senhor e a senhora Weasley.


 


Um “ploc!” alto e agudo surgiu do canto à direita, e Gina aparatou no campo. – Tive que lançar um feitiço de confusão no zelador. Quase que ele pega vocês. Por que ainda estão aqui?


 


- Eu é que pergunto! – Rony franziu o cenho. – Mione, você acabou de dar a luz à Helena, devia estar em casa...


 


- Isto foi há quase um mês Rony! Eu estou ó-ti-ma. E além disso... – Ela ficou mais séria. – Gina e eu tivemos mais daquelas sensações... Sentimos que tínhamos que estar aqui.


 


- SIM! – Ana exclamou alto, sorrindo. – Eu preciso mesmo de vocês. – Voltou-se para Snape. – E de Serenna.


 


- Mas, primeiro, vamos sair daqui antes que tudo o que precisemos é de um feitiço de memória contra o trouxa que cuida do local – Moody rosnou -, ou pior, de muita sorte para lutar contra um bando de trouxas esquisitões que nos odeiam e que ainda por cima conseguem anular a nossa magia.


 


Todos ficaram parados, olhando estupefatos para as longas considerações do ex-auror.


 


- APRESSEM-SE! – Ele rugiu para a massa inerte, que correu para obedecer-lhe.


 


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N/A: Nem sei como começar. Tanto tempo sem atualizar. Deve ter gente querendo me matar.


 


Com certeza, deve ter gente querendo me matar.


 


Ou pior, que já nem está mais ligando para mim... que me esqueceu (nada mais terrível para o contador de histórias do que ninguém querer saber de suas histórias).


 


Mil perdões pelo longo período sem notícias – se puderem perdoar a minha grosseria. Infelizmente, o Cronos, o senhor do Tempo, bem como as Musas da inspiração, não estiveram de mãos dadas comigo durante todo este tempo. Não sei se eles brigaram: quando um aparecia, o outro sempre estava ausente. Assim, quando tinha tempo, as ideias não vinham. Quando vinham, não tinha tempo e/ou ocasião de escrever.


 


Outros projetos tomaram meu tempo, também (quando a inspiração não ajuda de um lado, a gente não briga com ela: faz o que ela quer, e pronto).


 


Mas, parece que hoje, finalmente, consegui terminar este capítulo. Sem ter mandado para uma betha e com o meu Word “corrigindo” palavras que não devem ser corrigidas (ideia para idéia, por exemplo), deve estar com um monte de erros. Me perdoem por isto, mas não vou aguentar nem mais um segundo para postar. Tenho que fazer isto logo, agora, antes que mais alguma coisa atrase este capítulo! ***dramática!!!!!!!!!!!!!!***


 


Agradeço mil vezes ao pessoal que deixou comentários (li todos com carinho, podem ter certeza).


 


Vou me despedir com um abraço e postar logo, porque esta fic já esperou tempo demais, não acham?


 


ABRAÇÃO PRA TODO MUNDO!


  


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(1) Harry Potter e o Retorno das Trevas, de Sally Owens.

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Comentários: 8

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Enviado por Nena Dyonisio em 27/12/2020
Queria tanto o final!
Nota: 5

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Enviado por PINK MANDINHA em 26/08/2013

Parabéns!!!!
Querida qndo vc vai postar o próximo capíulo....

Nota: 5

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Enviado por Escarlet Esthier Petry em 31/03/2013

Oi!!!

Nota: 5

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Enviado por liliane mangano em 08/04/2011

Que bom que você está de volta, estava com saudades.

Abraços

Nota: 5

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Enviado por Regina McGonagall em 29/03/2011

Ainda bem que fiquei sem paciência onde estava... e resolvi conferir o FeB!  E aí, essa ferramenta nova sensacional avisando a sua atualização! Menina, você nem me avisou, sua malvada!
Hehe, perdoadísisma, tá tudo bárbaro demais!
E cada vez mais incrível essa história, e mais divertida, e cada vez amo mais o Moody - que bom que o salvamos, né?

MA-RA-VI-LHO-SO!

Nota: 5

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Enviado por Mimi Potter em 29/03/2011

AHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!Felicidade total por vc ter postado!

Cap muito bom!Estava morrendo de saudades da Ana e dos Novos Marotos!

bjs

Nota: 5

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Enviado por Escarlet Esthier Petry em 27/03/2011

Parabéns capítulo maravilhoso só não demora tanto para atualizar viu.

Nota: 5

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Enviado por Priscila Louredo em 26/03/2011

Ah que saudade que eu estava dessa história! Mas, valeu a espera. Quero só ver o "castigo" dos novos marotos e também a abertura do portal, claro.

Querida, que não te falte mais inspiração! Estou morrendo de saudades. Espero revê-la (e às suas histórias) em breve.

Bjks da Pri

Nota: 5

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