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9. Capítulo 9


Fic: Entre o amor e o ódio - por Bruxicca


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Capítulo 9

Lílian aos poucos foi se acalmando. O ambiente estava tão tenso que todos ali, tinham percebido o desaparecimento do Conde e da Gwen. Todos estavam pensando o que teria acontecido com o Duque de Griffindor, sendo que as mesmas perguntas estavam na cabeça de todos.

'Por que ele não acompanhou as mulheres?' 'Onde ele se encontrava nesse momento?' 'Teria sido capturado também?'

Todos ali naquele solário conheciam a inimizade do Duque de Griffindor com o Duque de Slyteryn e de tabela com o Conde Malfoy. E sabiam do que o Conde era capaz de fazer.

Podia se ouvir uma formiga andando no solário de tão silencioso que estava. De repente a porta do solário abriu e por ela passou três figuras, sendo a primeira delas recebendo um abraço apertado assim que entrou no solário.

- Meu pai... - Lílian soluçou - você está vivo, graças a Deus.

- Calma minha filha, eu estou muito bem... - tentando brincar com a filha, que ele percebeu estava muito nervosa. - sem nenhum arranhão.

Então como se a última palavra fosse um estopim, todos começaram a falar novamente e juntos.

Enquanto isso no Castelo Malfoy...

Naquele lugar escuro, fétido o Rei sentiu do que viu quando a porta foi aberta. Esperava que fosse o seu algoz. Quando percebeu que não o era, mas sim sua sobrinha. E com a ela, trouxe um pouco de pão, queijo e uma jarra de vinho.

- Majestade, por favor, coma alguma coisa e beba um pouco de vinho.

- Minha querida, você está se arriscando muito a vir aqui e trazer comida para mim.

- Oh! Meu tio é o mínimo que posso fazer por Sire. Já que meu marido cometeu essa burrada e essa traição. - começou a escorrer lágrimas no seu rosto.

O Rei chegou à mão no rosto da sobrinha e secou suas lágrimas.

- Narcisa, não adianta você ficar desse jeito. Infelizmente não tem como você ir contra seu marido nesse momento. Mas fique tranqüila vamos dar um jeito. Afinal tudo tem jeito.

- Claro, Sire. - disse Narcisa, acabando de enxugar as lágrimas.

- Sei que não deveria pedir, mas, minha querida, gostaria de pedir um favor. - disse pensativo.

- O que sua majestade desejar. - se prontificou.

- Você vai mandar alguém de sua extrema confiança ao Castelo Potter, onde acredito que todos estejam, avisando que o seu pai não morreu foi só um engodo para me tirar do castelo e conseqüentemente para me raptar. Não sei qual é o plano dele, mas, posso supor que seja para fazer eu renúnciar a favor dele. E também levando o recado de que todos estão bem, e quando atacarem tomarem cuidado, visto que nem todos no Castelo são culpados pela a pérfida do seu marido e do seu pai.

Depois o Rei deu um beijo na testa da sobrinha, voltou a se deitar no catre, para tirar um cochilo. Narcisa sabia que tinha sido dispensada, logo foi tomar providências para a mensagem do Rei chegar aos Potter.

- Dobby - chamou quando chegou ao salão principal.

De volta ao solário...

Tudo já tinha se acalmado no solário, com a chegada do Duque de Griffindor. Aproveitando que todos estavam conversando, Tiago se aproximou do amigo e perguntou:

- Onde que vocês estavam? - claramente se referindo Lady Gwen que tinham chegado com eles.

- Eu, caro Tiago, estou vindo das muralhas. Tinha ouvido a corneta tocando e achei que poderia ser alguma mensagem, daquele bastado do Malfoy, agora se você está falando do Duque, ele falou que iria explicar tudo. - não tocou no ponto principal, Lady Gwen.

O amigo achou muito estranho, viu que não era hora de puxar o assunto. Primeiro, por que o amigo quando fazia aquela cara não adiantava perguntar nada e depois o Duque tinha tomado à palavra.

- Já está anoitecendo e não vamos poder fazer nada essa hora, então eu sugiro a todos descansar ou voltar a seus afazeres, contando que depois do jantar nos reuniremos outra vez para decidimos qual estratégia tomar para liberarmos o Rei e Sir Lupin.

Sirius e Tiago ameaçaram protestar contra a ordem do Duque, por que nunca seria uma sugestão vinda do Duque. Mas foram rapidamente cortados pelo o próprio Duque.

Que lhes lançou aquele olhar que não admitia ser contrariado. Ambos calaram a boca e foram os primeiros a sair do solário. Tiago acompanhado da esposa, logo depois Sirius e por coincidência Lady Gwen, mas essa última na direção oposta dos outros, seguindo para o quarto que a ela foi destinado.

Depois foi saindo um a um do solário, sobrando o Conde Snape, o Conde Potter e o próprio Duque de Griffindor.

Continuaram conversando.


Gwen estava tão alheia ao que se passava a sua volta, e mais ainda em seu quarto que não percebeu quando alguém bateu a porta, e sem que esperasse permissão entrou.

Gwen sentada na sua cama, apenas olhou de soslaio para o visitante e perguntou:

- Com que direito você entra no meu quarto? - perguntou ainda sem olhar para a cara do visitante.

- Minha querida... - disse e deu um passo para trás acabando de fechar a porta e passando a tramela na mesma. - Você mesma me deu essa liberdade... - deixando o assunto pairar sobre eles. Fazendo assim um suspense.

Se fazendo de desentendida, Gwen perguntou: - Quando?

Então o homem deu suspiro que tanto indicava que estava perdendo a paciência quanto estava gostando daquele jogo de gato e rato, no qual ele era o gato, lógico.

Lentamente, ele foi andando na direção dela, não deixando a ela alternativa nenhuma que não fosse se levantar e começar a recuar enquanto ele ia de encontro a ela.

Gwen não conseguia esboçar nenhuma palavra para tirar aquele homem dali ou que não viesse na sua direção. Apenas o olhava agora de frente cada vez mais assustada e ele cada vez mais perto.

Até ela não ter mais saída a não ser encostar-se à parede e esperar por ele.

Ele então vendo ela estava encurralada e ofegante, foi andando na sua direção ainda mais lentamente, com passos de felinos, levantou suas mãos e colocou as na cintura dela, com os polegares massageava o local e sua boca a milímetros da dela.

Deu tempo a dela apenas de sussurrar seu nome antes de beijá-la.

- Sirius...


Mais uma vez no Castelo Malfoy...

Malfoy estava na sua sala do trono, como ele próprio chamava o solário, passando ordens ao seu Capitão Goyle.

- Eu quero que você coloque reforços nos quarto cantos do Castelo ninguém sai e ninguém entra, está entendido.

- Sim, Meu Senhor. - evitando olhar nos olhos do Conde.

- Capitão - chamou o Conde, não esperou que o Capitão virasse para falar. - Essa ordem deve ser cumprida também pela a minha amantíssima esposa. E ela em hipótese alguma deve chegar perto da torre dos prisioneiros.

Depois Malfoy sem esperar pela resposta balançou mão dispensando o Capitão.

Naquele solário que era absolutamente bem decorado, com pratos pendurados nas paredes em ouro com esmeraldas e além de outras pedras preciosas, um par lanças de justa em ouro, que o Conde ganhou na sua primeira disputa.

Com um sorriso cínico, lembrando como tinha subornado, para que ele ficasse a frente de todos aqueles paspalhões, que se achavam muito honrados e honestos para fazerem alguma coisa ilícita.

Ainda com o esboço do sorriso nos lábios, chamou seu assistente:

- Crabbe. - prontamente foi atendido.

- Sim, Meu Senhor.

- Quero que você vá à torre que estão os prisioneiros e me traga o ex-Rei de Hogwarts.

Fazendo uma mensura, Crabbe, foi fazer o ordenado.

O jantar no Castelo Potter...

Todos estavam reunidos em pé no salão principal junto às mesas de refeições na forma de T, esperando a chegada da Rainha para iniciar o banquete real. Por que sempre que alguém da realeza estava presente em algum banquete, este se tornava real.

Sendo distribuído os lugares à mesa por ordem de importância. Na cabeceira a Rainha e o Duque de Griffindor do lado deste, o dono do Castelo, seguindo por seu filho e nora, Conde Sirius e Lady Cassandra.

Do outro lado, seguindo a Rainha, o Conde Snape, Lady Gwen e Lady Ana.

Seguindo tanto de um lado como de outro os postos menos importantes até chegar à mesa onde os servos faziam suas refeições.

Logo a Rainha chegou, todos puderam se sentar e os pratos começaram a ser servidos. E também o burburinho de conversas aqui e ali.

Sirius sabia que provocaria ciúmes em sua amada. Tendo chegado a essa conclusão sobre Gwen, quando em vez de terminar o que tinha começado com a ela no quarto, saiu de lá antes que chegassem as vias de fato, só dando um estalinho e prometendo mais momentos como aquele.

Puxou um assunto totalmente sem coerência com Lady Cass, mesmo que todos soubessem que era sua prima, iria fazer ciúme na Gwen. O que ele não compreendia era a carranca do Conde Snape para ele, nem os olhares assassinos, era certo que tiveram suas diferenças na juventude, o que, diga-se de passagem, não foram poucas. Mas supunha que já tinham sido resolvidas. Não se lembrava de ter brigado com ele de novo, a não ser que... só poderia ser isso mesmo... ele gostava dela... - abriu um sorriso e fez uma cara como se tivesse descoberto algum muito importante. Esse sorriso não durou nem meio segundo quando viu o que sua amada estava fazendo.

"Como dizem, - pensou Gwen - um dia é da caça outro do caçador", sutilmente Gwen passou a mão nos braços do Conde Snape de modo que somente quem prestasse atenção a eles perceberia o que estaria acontecendo. O que não acontecia. Era como se somente os quatro estivessem à mesa. Gwen sentiu mais do viu quando o Sirius alterado tentou avançar em ambos. Gwen deu um sorrisinho cínico para ele, e virou para a Rainha e pediu permissão para se levantar.

- Majestade, poderia me dar permissão para levantar da mesa, estou com um pouco de dor de cabeça.

Mesmo entretida na conversa dela com o Duque e o Conde, a Rainha disse:

- Claro, minha filha, vá logo para seu quarto que em seguida mandarei alguém levar uma poção a você.

Fazendo uma mensura, Gwen saiu do salão principal.

Sirius, apenas a acompanhou com o olhar, sabia que daria muita bandeira se pedisse para se levar também. Com um sorriso, maroto nos lábios ficou imaginando a vingança...

Ao seu lado Lady Cass que estava acompanhando tudo desde o início, pois era parte interessada, pensou: "Coitada da Gwen, não queria estar na pele dela quando o Sirius pegar ela de jeito, afinal quem brinca com fogo acaba se queimando". E continuou seu jantar normalmente, de vez em quando dava umas olhadinhas para o Snape.

No Castelo Malfoy...

-Ora, ora se não é meu caro tio que está aqui me fazendo uma visita... - disse Malfoy, cínico e dando uma gargalhada.


N/A: Gente... mais um capítulo no ar...

Leiam... Divirtam-se e Comentem...

Beijos

Bruxicca

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