FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

32. Histórias


Fic: Harry Potter e o Prêmio de Riddle


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo XXXII

Histórias


Após o almoço Harry deu suas aulas da tarde e continuou com a política de muita lição e menos fofocas. Harry tinha certeza que se ele fosse um aluno agora estaria odiando a si mesmo, mas ele não estava ali para ser popular. Harry se reuniu a Rony e Hermione na biblioteca e pelo silêncio o clima não estava nada bom entre os dois e tendeu a piorar depois que uma coruja chegou para Rony.

Hermione fechou o livro com estrondo e se levantou para pegar mais uma pilha nas prateleiras. Rony abriu o envelope e seus olhos começaram a correr pelas linhas escritas. Quando Hermione voltou com mais de dez livros grossos e os depositou na mesa olhou para o embrulho ainda amarrado na coruja e depois para Rony que ainda lia a carta.

— Olha! Outro presente, ela deve estar interessada, dois em apenas um dia. — Hermione fechou a cara e ficou olhando para Rony esperando alguma resposta.

— Pra você. — Disse Rony alguns segundos depois pegando o embrulho e entregando a Harry sem tirar os olhos da carta.

— Pra mim? — Perguntou Harry sem entender nada e Hermione levantou os olhos, ligeiramente, do livro que lia.

— É, contei a ela que você estava tendo pesadelos ultimamente e ela te mandou isso, disse aqui que amanhã te manda uma coruja pra saber se resolveu. — Hermione fez menção de abrir a boca, mas Rony fechou a carta e se levantou. — Harry, se não se importa vou dormir, estou cansado.

— Tudo bem, agradeça a ela por mim. — Respondeu Harry.

— Pesadelos? — Perguntou Hermione após Rony sair da biblioteca.

— Sim, nada com o que se preocupar, a tal da Mab mandou pro Rony um filtro de sonhos, ou algo parecido, aí eu comentei que estava tendo uns pesadelos e… olha, é isso. — Harry desembrulhou uma argola muito parecida com a de Rony com vários fios verdes trançados em forma de redes no interior dela. — Rony disse que isso era pra afastar os pesadelos.

— Já ouvi falar, acreditava que eram só crenças sem fundamentos, mas no mundo da magia acredito em tudo. — Falou Hermione pouco interessada no objeto. — Que tipo de pesadelos Harry?

Harry olhou com uma cara triste para a amiga.

— Gina.

Harry contou sobre o pesadelo que tinha todas as noites sobre Gina entrar em seu quarto e depois a aparição de Voldemort e a morte de Gina e Voldemort dizendo: “- Não há lugar mais seguro que Hogwarts quando se quer esconder algo”.

— Não será uma pista? — Perguntou Hermione.

— Não sei, mas acho que estou preocupado demais com a Gina. —Respondeu Harry.

— Comigo? Por quê? — Harry nem quis olhar para trás, simplesmente olhou para Hermione que fez um sutil gesto com a cabeça.

— Nada demais Srta. Weasley, está fazendo suas lições? —Perguntou Harry sem se virar.

— Não, não é importante. — Respondeu Gina.

— Você pode acabar reprovando…

— Me reprove, mas antes veja isso. — Gina atirou um pequeno livro aberto sobre a mesa. — Estou indo deitar, estou exausta, amanhã me diga o que acha Professor.

Gina saiu da biblioteca sem nem olhar para trás e deixou Harry sem palavras, até que Hermione chamou sua atenção.

— Não se pode julgar um livro pela capa mesmo. — Comentou.

— Por quê?

— Passei uma centena de vezes por esse livro e nem sequer abri, nem estava na sessão reservada. — Harry olhou atentamente para o livro nas mãos da amiga. — Achei que não tivesse nada de muito importante.

— O que há de tão importante aí? — Perguntou Harry ao que Hermione lhe estendeu o livro na página que Gina havia deixado aberto.

Era um livro pequeno, não devia ter mais que vinte páginas, na verdade a capa e contra capa eram mais grossas do que o volume de folhas. Na página aberta Harry leu.

“Após a separação dos quatro fundadores de Hogwarts, eu segui com Godric Grinfidor como seu leal servo, Godric era uma pessoa muito justa e além de nobre era um valente e destemido guerreiro, lutava por vários povos, sem discriminação, lutou por bruxos e trouxas, logo após sairmos de Hogwarts ele encontrou um pequeno vilarejo que se formava, mas este vilarejo estava sendo atacado e devastado por lobisomens, Godric, montado em seu cavalo, com sua esplêndida armadura dourada, abaixou a viseira de seu elmo dourado e ergueu sua espada cravejada de pedras raras e foi expulsar todos os invasores peludos das noites de lua cheia. Godric´s Hollow foi o nome dado ao vilarejo que Godric salvou naquela noite e onde ele decidiu passar os últimos de seus dias”.

— Bem, encontramos algo de Grinfidor, mas isso não prova muita coisa. — Comentou Harry após ler.

— Prova sim, olhe a data da última vez que ele foi pego. — Disse Hermione apontando para a contra capa onde estaria o cartão com as datas de devolução dos livros.

— Você quer dizer a única, certo? — Debochou Harry ao ver que aquele livro só foi emprestado uma vez. — Há cinqüenta anos? No tempo de Voldemort?

—Exato! Por isso Gina achou importante. Um problema já está resolvido, espero. — Harry deu uma olhada a amiga e ela parecia aliviada, cansada, mas muito aliviada. — Você não está surpreso, Harry?

— Com o quê? — Perguntou Harry fechando o livro e colocando encima da mesa.

— O nome do vilarejo onde seus pais moraram? — Hermione olhou Harry atentamente, mas esse não expressou nada.

— Não, já imaginava, não podia ser só coincidência meus pais mudarem para o vilarejo de mesmo nome que um dos fundadores de Hogwarts. — Harry juntou suas coisas pegou o pequeno livro encima da mesa. — Tava procurando alguma leitura pra passar o tempo mesmo.

Harry se levantou e deixou Hermione sozinha na biblioteca, Harry deu uma passada na mesa de Madame Pince e pegou o livro na sua ficha. Harry foi ao corujal e escreveu uma carta para Gina.

“Gina,
Muito obrigado por sua ajuda, aqui chego ao fim da minha procura, você e Luna agora devem se concentrar só em seus estudos, não tem mais nada que você possa fazer agora.
Muito obrigado.
Harry”

Harry amarrou a carta ao pé de Edwiges e a mandou para Gina, depois disso Harry deu uma corrida ao seu quarto vestiu as vetes novas que Gina havia lhe dado, colocou no bolso o livro que falava de Godric Grinfidor, e saiu pelos portões do castelo com a varinha em punho. Quando chegou fora dos limites das proteções do castelo Harry desaparatou.



Harry abriu os olhos e estava parado enfrente a velha e destruída casa de seus pais, pensou em perguntar por que ali, mas ele já sabia a resposta, ele a muito queria dar mais uma olhada ali, sua batalha contra Voldemort tinha acabado com o local, mas ainda existia algo da família de Harry ali, ele podia sentir mais forte a presença de seus pais naquele lugar.

— Agora, onde eu deveria ir? — Harry deu as costas à casa de seus pais e olhou pro céu, já estava escuro, já era muito tarde, provavelmente o único lugar que estaria ainda aberto era a taverna estalagem do Tom. — Vou comer então.

Harry foi caminhando devagar até a taverna e ao entrar foi atendido pela garçonete que se parecia muito com Hermione, só que com menos roupa.

— Não esperava voltar a vê-lo. O que o trás de volta aqui? — Perguntou a garçonete encaminhando Harry até uma mesa. — Não passou ônibus nenhum por aqui hoje, ainda mais nesse horário, como você chegou?

— Vim de carona, estou querendo um jantar completo e gostaria de conversar com Tom, ele ainda está acordado? — Perguntou Harry com simpatia.

— Sim, está. Vou chamá-lo imediatamente. — A garçonete terminou de acomodar Harry e antes de ir perguntou: — Aquele seu amigo não veio?

— Não, ele não pôde, ele está ocupado. — Respondeu Harry imaginando a cara que Hermione faria com aquela pergunta.

Não demorou muito a chegada de Tom, o dono da taverna que estava sempre com um sorriso no rosto para qualquer pessoa. Ele se sentou junto a Harry e perguntou:

— Então, o que o trás aqui?

— Nada de mais, só estou interessado nas histórias que pode me contar. — Harry se acomodou melhor em sua cadeira quando o jantar chegou.

— Bem, não são muitos jovens que estão interessados nas histórias de um velho dono de estalagem. O que especificamente você quer ouvir?

—Que bom que perguntou, estou interessado na fundação desta cidade e em seu fundador. — Harry abriu bem a boca para enfiar uma boa garfada de purê de batata.

— Ora, vejamos, eu nem era nascido na época, mas meus antepassados já moravam aqui, meu tatata…tataravô foi um dos primeiros moradores dessa cidade. —Tom coçou a barba grisalha como se força a lembrar de algo muito difícil. — Essa estalagem foi o primeiro prédio a ser erguido aqui…

Tom foi contando que seu tatata…tataravô havia vindo morar nessas terras porque ele e vários outros trabalhadores de uma fazenda haviam ganhado terras ali como pagamento, por uma boa colheita, do senhor da fazenda onde eles trabalhavam. Seu tatata…tataravô ergueu logo uma casa e aos poucos mais pessoas vieram construir suas casas, no início muitos ficaram na estalagem do tatata…tataravô de Tom, até que suas casas ficassem prontas. Aquele vilarejo se tornou como uma grande família.

Tom finalmente chegou onde Harry queria, um dia “cães selvagens” começaram a atacar o vilarejo, eram animais enormes e surgiram tão de repente que muitas pessoas morreram sem nem ver o que as atacavam, esses animais atacaram ovelhas, porcos e tudo mais que era vivo. Pessoas tentaram se trancar em suas casas, mas as portas não eram fortes o suficiente para resistir aos animais.

— …muita gente morreu naquela noite e muitas mais teriam morrido, se não fosse uma estranha figura que surgiu no alto da colina, erguendo uma espada que refletia a luz da lua. Ele acabou com todos os cães sozinho. — Tom fez uma pausa dramática. — “Está tudo bem agora.” O estranho disse. — Tom mudou mais uma vez o tom de voz. — “Essas criaturas não vão mais aparecer por aqui”. Meu tatata…tataravô ofereceu comida e um lugar para o homem passar a noite. Ele vinha acompanhado de uma pequena figura, um senhor de muita idade provavelmente com roupas esquisitas e um chapéu cobrindo-lhe as orelhas.

Harry imaginou se a pequena figura não fosse um elfo-doméstico.

— Os moradores agradecidos ofereceram um lugar aqui para o viajante de armadura, seu nome era Godric Grinfidor, então os moradores da cidade decidiram dar o nome dele a cidade. É tudo que sei, a história verdadeira deve ter se perdido com o passar do tempo, essa não é uma história que se possa chamar de atual, já faz muito tempo e não é uma história registrada é uma história que foi contada de pai pra filho através dos anos.

— E o senhor sabe se sobrou alguma relíquia dele ou se ele deixou algo, ele foi enterrado aqui? — Harry sem perceber não estava mais comendo, estava, durante os últimos minutos, segurando um garfo cheio de arroz, purê de batata e um pedaço de carne a caminho da boca.
— Sim, ele foi enterrado neste vilarejo, naquele dia o cemitério daqui foi criado e neste mesmo cemitério está tudo que sobrou dele, para que ele proteja os que já se foram.

Harry se levantou da mesa pronto para ir ao cemitério, quando enfiou a mão no bolso não encontrou o que procurava.

— Ah! Droga! — Exclamou Harry.

— O que foi? — Perguntou Tom com bondade.
— Esqueci minha carteira, sai tão apressado que não me lembrei de pegá-la.

— Tudo bem, fica por minha conta, sua estadia aqui também, o tempo que precisar, mas não saia com tanta pressa termine de comer, onde você precisa tanto ir?
— Bem, eu queria ver o túmulo de Godric Grinfidor. — Respondeu Harry voltando a se sentar e voltando a comer.

— Ele é o seu conhecido que você veio procurar da outra vez?

— Não, não, meus pais estão enterrados aqui também.

— Imaginei, mas talvez seus pais possam ser descendentes de Godric Grinfidor, se eles já moraram aqui…

— Já moraram, mas acho meio difícil, eles vieram pra cá depois de me terem…

— Harry, você é o filho de Tiago e Lílian Potter? — Perguntou Tom espantado.

— Sim, sou.

— Conheci seus pais, foi muito trágico o que aconteceu com eles. —Disse Tom com um pesar nos olhos. — Bem, tenho que terminar umas coisas, vou deixá-lo terminar de comer, depois peça a Bianca um quarto.

Harry terminou de comer, mas não foi procurar Bianca, saiu da taverna e foi até a igrejinha e depois de atravessar o velho portão enferrujado saiu às escuras procurando onde estaria a tumba de Grodric Grinfidor. Aquela procura iria demorar já que não queria chamar a atenção usando sua varinha.

— Está aqui o que você procura. — Disse uma voz às sombras.



N/B: Olá pessoal, aqui está mais um capítulo... Mas cadê os comentários??? O Fillipe está se esforçando pra não demorar muito pra escrever e eu pra betar...
Por favor comentem e digam o que estão achando dos capítulos...
Bjão pra todos vocês,
Juh Fitaroni =*

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.