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20. Ponto Fraco


Fic: Sitra Achra


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Como nos últimos dois dias, desde que Hermione partira, as discussões estavam quentes em volta da mesa de reuniões. Os membros mais velhos da ordem e os do governo estavam relutantes quanto a um ataque direto, já Harry achava que não poderiam permitir que Voldemort continuasse tomando territórios e tinha o apoio da AD, mas sozinhos não estavam em número suficiente para assegurar uma vitória.

-Harry, acalma-se, temos que planejar melhor tudo isso... –Lupin fala de modo controlado, mas Harry revira os olhos e bate na mesa, irritado.

-Enquanto nós conversamos, Voldemort aumenta seu território, seu raio de poder! Ele não tem mais os lobisomens ao seu lado, mas ainda tem os vampiros e demônios. –Harry quase rosna, aquela apatia já o estava deixando furioso.

-O que dois dias sem mulher não fazem... –Draco comenta baixo com Rony, que leva a mão a boca, mas o loiro é logo interrompido quando sua cadeira se quebra, fazendo-o levar um belo tombo.

-Não estamos brincando Malfoy. Estamos discutindo sobre um passo importante da guerra. –Harry fala com um olhar tão duro que todos voltam a se concentrar.

-Eu acho que a questão aqui é bem simples. –Gina fala após observar bem a atitude dos representantes do governo. –Enquanto Voldemort está fora da Inglaterra, tudo bem, não é problema nosso, certo? Pra vocês o resto do mundo que se dane, por tanto que nossas fronteiras estejam seguras. –Gina fala em tom acusador, olhando bem os engomadinhos do governo.

-Não podemos fragilizar nossas defesas para ajudar outros países. Não temos efetivo o suficiente ainda. –Um dos senhores vestido pomposamente fala em tom firme, mas pára ao ver Harry se levantar rapidamente, seu rosto subitamente pálido.

-Você tem certeza disso, Ak? Me descreva o lugar, agora! –Harry fala parecendo apavorado, o que deixa Gina e Rony subitamente tensos, o restante não sabia quem era Ak, porém se calaram diante da situação aparentemente séria.

“É como um quarto, tem dois berços lado a lado, nada de janelas, alguns brinquedos e fraldas.” –Ak também tinha a voz tensa e olha preocupado e culpado para Harry.

-Harry, o que está havendo? –Gina pergunta preocupada, sentia um aperto inexplicável no peito.

-Narcisa pediu a Dobby e Wink para levar Ryan e Camila para passear no jardim. –Draco o olhou assombrado, preocupado com sua mãe e sua filha. –De repente ela estuporou Wink, que estava com ela, e usou uma chave de portal para sumir...

-Isso é impossível! Minha mãe não tem condição alguma de fazer magia, mal consegue ficar consciente! –Draco fala como se aquilo fosse um absurdo, uma calunia.

-O que houve com minha filha? –Gina ignora o marido e pergunta aflita. Todos os Weasley já estavam de pé.

-Ela e Ryan estão num quarto sem janelas. Ak, não tem como saber onde estão... Comensal? –Harry descrevia e então se interrompe, ouvindo um relato de Ak. –Há um comensal trocando a fralda da Camila, eles foram seqüestrados. –O tom de Harry era atônito, Gina olhava em choque para Draco e Molly desmaiara. No entanto, meio segundo depois e Harry já se movia com Gina, Draco, Rony e os demais membros da AD.

-Eu vou ver como está minha mãe. Quero que alguém descubra quem entrou e como. –Draco fala de modo autoritário, mas seu nervosismo era visível.

-Rony, você comanda a investigação. Gina, você espera por notícias e se acalma. –Harry instrui, mas logo é interrompido pela ruiva.

-Você está louco se acha que vou ficar parada com minha menina nas mãos daqueles malditos! –Harry podia sentir a raiva transbordar da ruiva, sabia que ela estava ansiosa por derramar o sangue do culpado.

-Gina, seria perigoso pra você estar comigo. Mas não se preocupe, vou trazê-los de volta. –O brilho intenso nos olhos verdes a fez estremecer, quase podia ver a morte refletida neles.

Mal acabara de falar e Harry já desaparecia, sem fazer som algum. Aquilo assustou a todos, não se podia aparatar nos terrenos de Hogwarts, se bem que não parecia aparatação. Contudo, Amon não deixou que divagassem muito sobre isso, encerrou a reunião e partiu dizendo que conduziria mais investigações.

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Harry surgiu no topo da Torre Eifel, era o único local de Paris que se lembrava dos filmes que já vira e havia servido para quebrar o galho. Porém não precisou de muito para achar o que queria, visto que um comensal já se mostrava com uma varinha em punho.

- Il descende immédiatement! –O comensal grita com ele mais de uma vez e, mesmo sem saber o que significava, Harry dá um passo à frente, deixando seu corpo cair em queda livre.

O comensal dera alguns passos para trás, completamente boquiaberto. Então acompanhou com os olhos o rapaz aterrissar de pé, rachando o solo abaixo de si, mas no segundo seguinte via apenas dois olhos verdes tão gélidos que lhe lembravam apropria maldição da morte.

Harry pende a cabeça do comensal entre suas mãos de modo brutal sua mente, derrubando qualquer barreira que pudesse haver. Em segundos vasculhara todas as memórias sobre as bases de Voldemort. Do mesmo jeito que os comensais não conheciam a identidade de todos os outros, também não conheciam a localização de todas as bases.

“Ak, fique alerta, se reconhecer algum comensal com Ryan, me avise. Se ele estiver dormindo e algum comensal aparecer, acorde-o.” -Harry pede enquanto se transformava em sua forma animaga, assim seria mais fácil intimidar os inimigos.

“Fique tranqüilo, não descuidarei de nosso menino um segundo sequer. Só se preocupe com a caçada.” -Ak fala de modo alerta, apesar de parecer tão preocupado quanto Harry.

Segundos depois, Harry aparatava a frente da primeira base de operações, a sede do Ministério da Magia da França, nos subúrbios de Paris. Ele observava o prédio sem sua camuflagem trouxa, uma construção enorme, as paredes eram de pedra rósea e havia diversos detalhes dourados. Era uma construção moderna, mas com várias linhas clássicas.

No entanto, ele conseguia envolver boa parte do prédio com suas patas dianteiras, enquanto as traseiras ficam apoiadas no chão. Rugiu fortemente, enquanto puxava o prédio com suas patas em forma de mão, as garras enterradas nas pedras róseas. Em cerca de dois minutos os últimos cinco andares estavam caindo no chão.

Os bruxos que estavam dentro do prédio corriam assustados, querendo saber o porquê toda a estrutura estremecia como se um grande terremoto os atingisse. Já aqueles que despencaram junto com os andares superiores se arrastavam feridos ou jaziam mortos entre os escombros.

-Onde está Voldemort? –Aquela pergunta feita pela besta provocou um tremor involuntário nos bruxos. A voz grave e gélida os lembrava um deus furioso e impiedoso.

-Ele não está aqui! –Um bruxo com sotaque francês fala ofegante, trêmulo. Não sabia se a criatura era aliada ou inimiga, só sabia que queria estar o mais longe possível dela.

-Sabem onde posso encontrar a ele ou a dois bebês que ele seqüestrou? –Ninguém se moveu diante daquela pergunta, o que significava que ou não sabiam ou não diriam. –Então, pro inferno.

Alguns comensais aparataram, mas poucos conseguiram fazê-lo corretamente, a maioria havia ficado em pedaços, os demais corriam como loucos, os mais corajosos tentavam lançar feitiços, os quais ricocheteavam no pêlo negro e iam para todas as outras direções. A gigante pantera-besta corria esmagando os comensais, ou lançando-os longe com suas patas dianteiras, mordia-os e os engolia, deixando pedaços caírem no chão. Às vezes desaparecia e surgia das sombras, como um demônio atraído pelo medo e desespero.

Cinco minutos depois, Harry encontrava-se no Palácio do Eliseu, residência oficial do presidente francês e local de seu gabinete. Sabendo que o responsável pelo território conquistado estava lá, Harry voltou à forma humana e entrou após explodir o grande portão da entrada principal. Havia cerca de vinte comensais o esperando, porém não iria perder tempo, então forma uma base forte e move os pulsos para baixo, na direção do jardim bem cuidado. No instante seguinte, a terra se abriu aos pés dos comensais que caíram de uma grande altura em rochas pontiagudas, lembrando uma armadilha egípcia.

Rapidamente Harry entra no palácio, sentindo várias pessoas se movendo em sua direção, apenas três estavam paradas, no que deveria ser o gabinete onde Voldemort estaria. Não pegaria atalhos, iria direto ao inimigo. Viu dois homens surgirem e lançou feitiços que os fizeram voar em pedaços, depois outro feitiço na parede, explodindo-a, atravessando uma sala. Um feitiço lhe atinge as costas, causando formigamento, ao se virar se depara com três mulheres, um já lhe lançando alguma magia em forma de esferas brilhantes.

-Não percam meu tempo! –Resmunga desviando rapidamente das esferas, assustando-as, fazendo-as aparatar para outros pontos da sala. –Ratinhas tolas.

Harry passou a aparatar, chegando mais rápido que elas, de modo a poder lhe acertar murros violentos no rosto e corpo, deixando-as inconscientes. No minuto seguinte já estava em outra sala, havia cinco comensais, todos lhe alvejando, aquilo já o estava deixando além de furioso, impaciente. Se pudesse explodiria tudo, mas isso poderia machucar os bebês, então simplesmente defendeu com um feitiço escudo, depois aparatou para trás da linha, sem fazer barulho, pegando-os de surpresa e derrubando-os com um jato forte de chamas, cremando os mais próximos, os demais rolando tentando apagar o fogo desesperados.

Passou por outras três salas, se livrando rapidamente dos comensais, depois entrou no gabinete destruindo o teto do piso inferior e passando pelo buraco aberto, no entanto não era Voldemort quem estava lá e sim um francês que parecia praguejar sem parar. Sela a porta não querendo ser interrompido, então desvia dos feitiços negros, incluindo a maldição da morte, lançados pelo sujeito já de certa idade.

-Quanto mais quieto, menos indolor. –Fala de modo ameaçador, se aproximando e segurando a mão do homem entre as mãos, prendendo os temerosos olhos castanhos em seus verdes.

Imediatamente várias imagens lhe surgiram na mente. Este era um dos homens de confiança de Voldemort e por isso lhe deixara o governo francês. O bruxo estivera lá na semana anterior, mas apenas passara instruções e já não se encontrava mais lá. A ira de Harry foi ainda maior ao ver que o sujeito lhe ajudara a conseguir um esquema para que Voldemort pudesse ir com alguns comensais para a Grã-Bretanha. Com um rugido que variava entre furioso e desesperado, Harry volta a forma animaga, destruindo o teto do palácio e ganhando os céus.

Naquele dia Paris caiu nas sombras e dela só era possível ouvir gritos de horror e súplicas, maldições e feitiços eram bradados, contudo só chamavam a atenção da besta para si. Com a mesma facilidade que pessoas eram dilaceradas, os prédios caíam em ruínas, fossem antigos ou novos. Nenhuma guerra ou batalha napoleônica deixara tantos mortos ou derramara tanto sangue nas ruas da capital do país. A cidade luz virara a cidade onde reina a escuridão e o silêncio.
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No salão principal, todos os Weasley e Draco esperavam atentos e ansiosos por alguma notícia. Molly tomara uma poção calmante e agora tinha o consolo do marido e dos filhos, enquanto Gina estava nos braços do marido, apesar de sua mente parecer estar distante.

Quando Harry entrou, todo sujo de sangue, eles imediatamente olharam em volta, mas não viram bebê algum, virando-se então para os olhos de Harry, que pareciam totalmente vazios, quase desesperados.

-O que houve? Porque não os trouxe? –Gina pergunta aflita, rapidamente se juntando a Harry.

-Eles não estavam na França. Voldemort não estava lá e eu não tenho nem idéia de onde ele esteja! –Harry fala em tom derrotado, seu olhar estava perdido e, já sem forças, apenas se deixa cair de joelhos.

-Não é possível! Não havia ninguém que pudesse dizer nada? Nenhuma informação? –Gina já chorava, ainda não havia chegado nenhuma carta de resgate ou qualquer coisa do gênero.

-Voldemort não deixou brechas, sabia que iríamos pra França ou pra qualquer outra de suas grandes bases, provavelmente não está em nenhuma delas. Ele deve ter se escondido em algum lugar que não conhecemos. –Harry também já chorava, estava totalmente perdido.

-Acalme-se Harry. Nós estamos investigando... –Rony tenta acalmar o amigo, mas este logo se ergue, segurando Rony pela gola e o olhando furiosamente.

-Me acalmar?! Tem idéia de que meu maior inimigo está com meu filho? Meu filho ! O que vou dizer a Hermione? Ela está grávida, nos primeiros meses de gravidez, pode passar mal, até perder o bebê! –Harry não estava só furioso, estava também apavorado, era como se o mundo de repente caísse.

-Precisamos de Hermione, Ak pode avisá-la? –Gina pergunta como se estivesse tentando pensar em algo.

-Não, senão ele perde contato com Ryan. Teria que ser Amon, onde ele está? –Harry pergunta e ao mesmo tempo tenta sentir a presença do mestre.

-Ele foi investigar por aí, descobrir alguma pista de Voldemort, Tonks e Remo também. –Rony responde mostrando que todos estavam preocupados e querendo ajudar da melhor forma.

-E o pessoal da AD? –Gina pergunta de súbito.

-Todos tentando descobrir algo. –Desta vez é Draco que responde. –Fred, Jorge, Rony, preciso que venham comigo. Vou encontrar uns velhos amigos de meu pai. –Os três assentem positivamente.

-Harry, precisamos falar com Hermione. Tenta usar magia, usar sua ligação com ela. –Gina parecia mais concentrada nisto agora, sabia que quando Harry e Hermione estavam juntos, poderiam conseguir qualquer coisa.

-Talvez ela tenha sentido minha aflição e mande Maat, senão só Amon chegando. Precisamos esperar. –Harry também não gostava daquilo, mas era a única coisa a ser feita.

-Você está ferido, Harry? –Percy pergunta tentando se concentrar em coisas mais práticas. E foi só nesse momento em que todos pareceram analisá-lo com os olhos, tentando enxergar através do sangue.

-Não, só preciso de um banho. Eu vou tentar não demorar. –Fala com a voz fraca, começando a se arrastar escadas acima.

-Vou tentar achar Amon, não deixem a notícia se espalhar. –Gina fala agitada, sabendo que não suportaria ficar parada esperando.

A notícia do desaparecimento dos bebês estava sendo contida, apenas o pessoal presente na reunião sabia, os demais abrigados no castelo não poderiam saber. A exceção dos pais de Hermione, o que seria um problema com o qual Harry teria que lidar.

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Assim que chegaram a Lunizien, Hermione e Maat foram até Odin, pai de Amon e o único que poderia lhes dar permissão para consultar os pergaminhos sigilosos dos Marrilins. Tais pergaminhos ficavam na biblioteca central, distribuídos em vários pisos no subsolo, o que exigiu que ambas não se ausentassem para descansar e lessem enquanto comiam.

-Hermione, eu achei algo sobre... O que houve? –Maat vinha de um andar superior lendo um pergaminho, mas pára ao ver a jovem estática, com a mão sobre o peito.

-Eu não sei ao certo, mas sinto uma grande aflição. Tem algo errado acontecendo. –Ela sabia que vinha de Harry, uma grande dor e preocupação, algo maior do qualquer coisa que já havia sentido por parte dele.

-Nesse caso, vamos anotar tudo que descobrimos e voltar. Harry não se desesperaria por qualquer coisa. –Maat rapidamente assumiu um tom sério e compenetrado. Harry era seu descendente, e a perspectiva de algo grave acontecendo com ele lhe deixava aflita e com uma sensação horrível de falha.

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Já passava de meia noite quando Draco chega a Hogwarts, exausto, havia passado o dia correndo atrás de bandidinhos que viviam de serviços sujos e estavam sempre por dentro dos últimos golpes, mas ninguém sabia sobre algum novo esconderijo de comensais ou o paradeiro de Voldemort. Ao que parece, o lorde negro andava divulgando informações contraditórias, nenhuma que batesse com outra.

Gina não estava no quarto, talvez dormia com os pais ou estivesse no escritório, esperando informes da AD. Ele olha o berço vazio, onde sua filha deveria estar e sente um vazio inexplicável no peito. Antes que lágrimas lhe assaltassem, ele vai até o banheiro, despindo-se e ficando sob o jato de água quente do chuveiro.

Por mais que quisesse se concentrar na raiva que sentia de seu inimigo, só conseguia lembrar-se dos momentos que passara com sua pequena. Seu sorriso, seus olhinhos sonolentos, seu choro forte e cheio de personalidade, uma verdadeira Malfoy.

Quando se jogou na cama, cansado física e mentalmente, não demorou a dormir. Seu corpo precisava de descanso e logo já estava profundamente adormecido, mas não nos braços de Morfeu e sim nos de Lilith.

-Olá, Draco. –A voz o fez despertar, abrindo os olhos e deparando-se com uma sala luxuosa, onde ele estava sentado em um confortável sofá vermelho sangue.

-Quem é você e que lugar é esse? –Pergunta desconfiado, querendo saber como havia chegado aquele lugar.

-Sou Lilith, aquela que pode realizar seus desejos, se você realizar os meus. –Ela tinha o tom sedutor, mas seus olhos demonstravam muito poder. O jeito que ela andava não era só sensual, era confiante, mas tal confiança não vinha apenas do belo corpo, amostra pela camisola semitransparente, havia muito mais por trás daquela mulher.

-A única coisa que quero, é minha filha. –Draco fala de modo firme, olhando cada reação da mulher.

-Eu sei. E vou promover seu reencontro, mas para isso precisará me entregar o baú que está em poder de Amon-há. Creio que você saiba muito bem do que eu estou falando. –A voz dela era insinuante e os olhos negros, a centímetros do seu, eram hipnóticos.

-Se eu lhe der o coração, você me dará minha filha? É isso que Voldemort quer como pagamento do seqüestro? –Draco pergunta em tom sério e firme, sabia que havia um propósito para terem levado sua filha junto.

-Exato. Leve o coração a Mansão Riddle, eu estarei esperando-o e, se não estiver sozinho, eu saberei e você nunca mais verá sua filha. –A ameaça foi clara, apesar de não ter sido dito de forma ameaçadora.



N/A: Oi, cap tenso e que aumenta o conflito entre Harry e Voldemort, fic chegando ao fim, vai dando aquele apertozinho no coração, mas haverá continuação em breve, principalmente se comentarem bastante.

James V Potter : Você é realmente muito corajoso para ficar lendo e relendo, nossa! Mas aí vai mais um cap fresquinho para você ler e re-ler rsrsrsrs

Nanda_Diggory_Speleers: Demorou menos de 1 mês viu? E olhe que teve natal, ano novo... Ryan não apareceu nesse cap, mas aparecerá no próximo, aguarde!

Bianca Davi : Obrigada pelos elogios, fico feliz por você gostar das fics, elas dão trabalho rsrsrs Também acho o Harry e a Hermione fofos e o Ryan sendo um símbolo desse amor, tinha que ser fofo também.

The Jones ;D: O Ryan é a coisa mais linda mesmo, cap que vem ele vai fazer mais uma de suas fofuras. A Lilith aprontou mesmoooo, além de tentar o Draco, ela ainda seqüestrou os pobres bebezinhos indefesos *ou quase* rsrsrsrs.

Misty Weasley Malfoy*TMW*: Me formarei no fim desse ano (se eu conseguir estágio) em Sistemas da Informação. A Lilith aprontou o que você tinha imaginado ou te surpreendeu?

Thais Lupim : Boas sugestões, vou pensar sobre. Mas você acha que o final ideal pra Lilith é a morte?

Ingrid Teixeira : O Ryan é bem diferente do Richard e a Camila também vai ser bem mais discreta. Quanto ao Voldemort, ele não tem o coração, está tentando consegui-lo com o “elo fraco” do grupo, será que ele consegue? Harry e Hermione tão bem com dois, quer dizer, confesso que poderia fazer mais, porém não sou muito boa em escrever pra muitos personagens, principalmente quando são P.O. é algo que preciso melhorar muito ainda.

LiLa_GraNgeR: Você nem falou da Camila? Achei que ia comentar já que foi idéia sua rsrsrsrs O Ryan ainda vai fazer coisas legais nessa fic, quanto ao Draco, ele está sendo um paizão! Agora é ver como as coisas vão se encaminhar e como a Mione vai ficar quando chegar e souber o que houve com o filho.

Mione03 : Harry teve motivo pra não gostar, foi só a Mione se afastar pra tudo começar a dar errado! Ah, quanto ao Draco, eu acho que ele está é tendo um sexto sentido paterno rsrsrsrsrs.

*MaRy* :Você chegou perto, bem perto! Mas e aí, quais suas perspectivas para o final da fic? Devem ter só mais 2 caps.

Angel Cullen = Srta. Cereja: É, Rony ta meio de lado nessa fic, mas acho que ele se acerta com a Ana, o que você acha?

Anderson potter : Porque você acha que futuramente ela vai aprontar? E o que achou do plano do Voldie? Aposto que gostou o recado que o Harry deixou pra ele né rsrsrsrsrs

jack joy: Lilith colocou as garras foi no Draco, acho que ela ficou com um pouco de medinho do Harry depois do encontro no ano novo rsrsrsrs

Próxima atualização: Heroes, Príncipes do Apocalipse, Alvorecer

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