Oie! Eu finalmente dando as caras^^.
Queria agradecer muito pelos comentários, me desculpar pelo atraso (e eu não uso olho-de-peroba gente, só poli-flor mesmo... u.u). Desculpa, desculpa, desculpa! Não é minha intenção atrassar as atualizações tanto, nunca é. Mas sempre acontecem imprevistos... E eu ando muito atarefada. E fazendo algumas provas...
Sinto muito.
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Fiz uma short é um tempinho, mas como o site estava fora de ar, se pude postar hoje, se você quiser dar uma olhada...
Chama-se "Romance" e, só pra variar um pouquinho, é RH oO *Mentira gente!* a fic é HH, completamente HH.
Vamos ao que realmente interessa aqui:
Capítulo 21
Hermione assomou a cabeça pela porta do banheiro. – Harry – o moreno ergueu a cabeça do livro que tinha em mãos para encontrar os olhos da amiga. – Você pode pegar uma roupa para mim? Acabei por esquecer quando vim ao banheiro – acrescentou virando os olhos.
Harry sorriu maliciosamente. – Porque você mesma não a pega, Herms?
-Não pode fazer esse favor?
O homem deu de ombros, dirigindo-se ao armário de roupas. Escolheu uma saia que ia até os joelhos dela; ela tinha dois cortes laterais quase atrevidos. Quando via Hermione vesti-la, sempre a achava particularmente bela; e uma blusa de manga longa de zíper na frente. E pegou calcinha e sutiã em uma das gavetas casualmente, como se sempre fizesse isso por ela.
-Aqui estão, carinho. Precisa de ajudá-la para vesti-las? – ele indagou insinuante. Hermione pegou as roupas e riu fechando a porta com um “Fica para a próxima vez”.
Instantes depois, a morena saiu no quarto de banho com uma toalha na cabeça, arrumando sua saia displicentemente e com a blusa por fechar. – Preciso do creme de cabelo – ela dizia ao encontro da penteadeira. – Acabei por esquecer que não posso usar magia para isto – continuou apontando os cabelos emburrada.
Harry apenas a seguia com o olhar, Hermione continuava reclamando sobre o quando seu cabelo estava danificado e ele só tinha olhos para a beleza natural que ela estava lhe expondo distraidamente. Era certo que ele não podia ver muito, mas a lembrança daquele dia no banheiro de casa o engolfou como uma onda; e sua imaginação perdeu os limites...
A verdade, quanto a Hermione, é que ela não estava nem um pouco interessada se seu cabelo se encontrava ou não “danificado”. Pelo menos não quando observou o olhar que Harry a dispensava. Lhe parecia... Desconcertado e confuso.
-Algum problema, Harry? – indagou franzindo o cenho.
O homem meneou a cabeça negativamente, antes de voltar-se para ela e, sorrindo, responder:
-Nenhum. Estava apenas pensando.
-Compartilhe seus pensamentos comigo.
O moreno se levantou e foi ao seu encontro. – Não era nada demais, Hermione – contestou tocando a blusa dela, juntou as duas partes e subiu o zíper; seu dedo polegar, enquanto se elevava, perpassava por sua pele de maneira quase imperceptível.
Hermione ergueu a vista para encontrar seus olhos, mas Harry seguia em seu labor de fechar a blusa da amiga. A morena mordeu o lábio inferior levemente. – Harry – o homem a encarou. – Precisamos conversar...
**
Gina suspirou assimilando sua nova condição. Quem era ele para tomar seus lábios desse modo?
A ruiva se afastou imediatamente e o encarou como se Draco fosse um leproso, antes de enlaçar seu pescoço e o beijar tão duramente a ponto de Keyla ter a impressão de que Gina iria deslocar o queixo do homem. Keyla torceu o nariz, mas um casal que gostava de demonstrar o amor. De ser explicito.
Gina quebrou o beijo, depositando seus lábios sobre os do loiro alguns vezes antes de se aproximar de seu ouvido. – Enlouqueceu? Por que fez isso?
-Veja o rosto de seu amiguinho Hugo e, se ainda continuar com dúvidas, lhe explico.
A mulher deu uma risada. Hugo observava-os em desconcerto, parecia mais bem enojado com a cena que presenciava. Parecia... A ruiva ergueu a sobrancelha, enciumado. Era fato, Hugo tinha seios problemas. Virando os olhos, a bruxa volta-se para Draco. Sorriu.
-Talvez, desse modo, me deixe em paz - ela se aproximou novamente de seu ouvido, falando seriamente:
-Se a Hermione souber disto... Eu te mato, Malfoy. Ela nunca mais me deixará em paz.
-Acredite, eu sou o último que quer que os Potter descubram.
-Da próxima vez, me peça permissão – disse em tom baixo, Draco apenas riu, beijando-a novamente em seguida. Ela queria esmurrá-lo, mas se contentou em puxá-lo para si.
Eles não viram quando Vitória subiu as escadas.
**
-O que houve?
Hermione pestanejou um par de segundos antes de atinar que tinha a atenção do bruxo a sua frente. – A... – fechou os olhos por um instante e comprimiu a boca com força, tornando-a uma linha, para evitar vomitar pelos nervos. – A Vitória me fez uma proposta – “ completamente indecente ” Pensou com amargura. Harry fez um ademais para que prosseguisse. – Swing – o viu estreitar a vista, franzindo o cenho; a morena assentiu. – Troca de casais. – Então o fitou, esperando por uma reação que não veio. Harry permanecia estranhamente impassível. – E... – respirou fundo, desviando o olhar. - e - tinha os olhos lacrimejantes quando voltou a encontrar seu rosto. – Eu sei que você acha a Vitória uma beldade – murmurou erguendo os olhos para o teto, pensando em deter, desse modo, prováveis lágrimas. – Mas não quero sair com o Josh – disse por fim, deixando escapar uma lágrima de remorso, enquanto fixava a vista no pescoço de Harry.
Harry abriu a boca de testa franzida; incerto se compreendera bem tudo que sua amiga dissera. Afastou-se um pouco, tentando ainda se orientar.
Escutara bem? Ela dissera: “troca de casais”? Ouvira bem? Hermione dissera: “sair com o Josh”?
Onde aquela mulher, Vitória, estava com a cabeça para lhes propor algo tão... errado? Harry tinha dezenas de palavras passando por sua cabeça, mas nenhuma se enquadrava suficientemente bem. Por Merlín! Era tão fora de sua realidade aquele tipo de comportamento... Que chegava a desconcertá-lo.
Voltou-se para a amiga para perceber que ela ainda esperava uma reação sua, para perceber que estava preocupada. E que, sim, ela ponderara diversas vezes sobre a possibilidade de aceitar ou rejeitar a proposta do casal Warker. Essa era, afinal, Hermione. Não poderia esperar menos de sua sempre tão racional amiga.
Ainda que aquilo estivesse simplesmente fora de cogitação – apareceu um pequeno esboço de sorriso na face de Hermione quando encontrou esta resposta no amigo.
Harry admitia que encontrava na senhora Warker uma beleza chamativa e até mesmo que, de início, ficara encantado, mas era apenas isso. Depois de algumas horas – estudando-a, conversando, observando-a. - Vitória tornava-se o tipo de pessoa que, ele sabia, não queria na sua vida. Sua beleza, de repente, evaporação ao se precatar da vastidão de sua frivolidade. Era o tipo de mulher que você admira a primeira vista e se decepciona quando esta mesma principia uma conversa...
Além do mais, ele abominava a hipótese de ver Hermione nos braços de Josh Warker; era um homem que não lhe inspirava confiança e, só o fato de ter concebido com a idéia da esposa, fazia Harry perceber que também não era uma boa “companhia”.
Céus! Onde se encontravam? Que tipo de pessoas eram aquelas?
Não, aquele não era o tipo de “férias” em que se imaginara. Nunca pensou que pudesse se arrepender por uns dias fora das saletas do ministério, mas começava a rever seus conceitos. Principalmente quanto ao que tinha sobre o casal Warker.
Harry sempre os viu como pessoas ricas o suficiente para serem um tanto esnobes, um tanto frívolas... Até mesmo mesquinhos, certamente falsos. Nunca perigosos. Mas os Warker eram invejosos... E isto, os cegava. A felicidade e o bem-estar alheio pareciam lhes queimar, lhes marcar a pele. E isto sim, tornava tudo mais “perigoso” por assim dizer.
-Hermione... – ele começou, mas ela negou com a cabeça, tocando seus lábios.
-Vitória está, desde que pôs os olhos em você, interessada – murmurou. – E você disse que ela era bela – acrescentou em um tom quase acusador.
Harry sorriu. – Posso achar mulheres belas, mas isso não significa que queira dormir com elas – contrapôs, retirando delicadamente o dedo dela de seus lábios. – Além do mais, deveria saber que eu nunca a forçaria a nada. Muito menos a se entregar a um homem como aquele – disse beijando sua testa.
-Ela está interessada em você – repetiu baixinho, fechando os olhos sob o toque dos lábios dele, em sua bochecha no momento. Ela queria, não... ela precisava ouvi-lo dizer que não fazia sequer diferença aquele ponto. Ouvi-lo dizer que não se importava e que, bom, infelicidade a de Vitória estar interessada numa das únicas pessoas que não pode ter.
-O que quer que eu faça? – o moreno indagou em seu ouvido. – Que eu vá ao encontro dela e a beije apaixonadamente? – ele riu. – Eu sinto muito, carinho, não posso fazer isso – os lábios dele firmaram sobre sua orelha. - Primeiro porque sou comprometido – murmurou quase divertido, demasiadamente sedutor... mordiscando o lóbulo de sua orelha. – Segundo: prometi a uma amiga que não tocaria em mulher alguma, exceto esta mesma amiga... Ou não seria exatamente essa a promessa? – os lábios dele encontraram o pescoço de Hermione com vagarosidade, ela já o havia inclinado levemente para lhe dar maior acesso. – Já nem sei... E terceiro: Vitória terá de me desculpar, mas não estou interessado.
-Isto não muda o fato dela estar afim – insistiu aferrando-se a ele.
-Também não muda o fato de que, mesmo ela estando afim, eu não esteja. Lembre-se daquele ditado antigo, “quando um não quer...”.
Hermione assentiu ao momento, sem uma ordem concreta de pensamentos e contra-argumentos que pudesse utilizar enquanto sentia os lábios de Harry brincarem consigo e as mãos de Harry envolvendo-a pela cintura.
Obteve um segundo de racionalidade, e alcançou recrutar entrecortadamente: - Vitória é distinta. Você não entende...
-Não entendo o quê?
-Ela... – fechou os olhos. - Ela é... mesquinha e invejosa.
-É sim, meu bem. Mas ela não nos conhece, hm? – retrucou na curva de seu pescoço e ombro. – Se ela soube que está brincando com fogo... – Harry sorriu maliciosamente erguendo sua mão sobre as costas da morena, ao encontro de sua nuca.
Hermione abriu os olhos e encontrou certos olhos verdes sobre os seus. - Brincando com fogo - murmurou, assentindo de modo quase imperceptível. - Vou matá-la se não fizer alguma coisa.
Harry sorriu divertido. – O que eu posso fazer para que mude de idéia?
-Não muito – contrapôs devagar. – Aquela mulher tem o dom de me tirar do sério, Harry! É tão, ela é tão inconveniente – murmurou frustrada. – Eu a odeio, odeio, odeio!
–Ignore, Hermione.
Ela desviou o olhar. – Não é tão simples assim – replicou zangada, será que ele não entendia? Vitória gostava de provocá-la. Gostava de vê-la fraquejar. “Simplesmente não tenho suficiente sangue-de-barata para aturá-la como se estivesse num maldito paraíso” Pensou com rancor e escarninho.
Harry segurou seu queixo e virou seu rosto até que pudesse fitá-la nos olhos. – Não é mesmo. Mas vai deixá-la vencer, assim, fácil?
Hermione ergueu a sobrancelha, cheia de altivez. – Não há como Vitória vencer, Potter.
-Então me prove - disse ao pé do ouvido. Aquilo fora realmente sugestivo...
-Não me provoque, Harry.
-Você, sempre tão libidinosa, senhora Potter...
Hermione riu, voltando a encará-lo. – Você me fez assim - Harry ergueu a sobrancelha. – Está vendo, não sou a única pessoa não-inocente no quarto.
-Não tenho culpa se você me lançou um olhar demasiadamente sensual.
-Eu não lancei olhar algum – se defendeu franzindo o cenho. – Não posso fazer nada se vê sensualidade em tudo que falo, ou faço. – acrescentou irreverência, assustadoramente sedutora. Exageradamente sugestiva.
-Sabe de uma coisa, Hermione? – indagou sorrindo carinhosamente, dispensando-lhe, logo em seguida, um beijo em sua... bochecha. Hermione sorriu com resignação. - Você é perfeita.
-Faço o que posso – disse ela numa piscadela.
-E, às vezes, amor, você também é extremamente medita.
-Também te amo, Harry.
-Eu sei – contestou encolhendo os ombros, voltando a lhe abraçar. – Quem não ama Harry Potter? – Hermione estreitou a vista sob a indagação, estava pronta para contrapor quando os lábios de Harry tocam os seus. – Não retruque Herms.
-Isto irá custar muito a você... - disse como se estivesse a negociar, ainda que tivesse a boca a excessos centímetros da de Harry. - Quero dizer, eu não retrucar.
-Digamos que posso pagar caro – respondeu no mesmo tom.
-Quão caro? - ela indagou aproximando seu rosto um pouco mais do dele.
Harry apenas sorriu movendo o seu próprio para frente, de modo, por fim, seus lábios se encontraram.
Dizem que é preciso apenas uma centelha para certas coisas pegarem fogo...
**
Vitória bateu na porta mais uma vez. Será que ainda se encontravam dormindo? Não era possível, havia pedido para um dos empregados avisar que o café, por conta de um imprevisto, sairia mais tarde. “E o bendito empregado disso que havia dado o recado!”
Irritada, bateu com mais força na porta e, para seu grande prazer, ela se entreabriu. – Ops... – “disse” com um sorrisinho, a abrindo mais. – Harry? Herms?
**
Afastaram-se, Harry intrigado e Hermione possessa.
A morena quase destruiu todo o quarto ao ouvir aquela voz chegando perto - Os perfumes que estavam na penteadeira flutuavam, as gavetas abriram e fecharam um par de vezes, a cama se moveu, a janela e a cortina abriram...
Harry segurou seus ombros com força. – Hei! Calma – Hermione o encarou indecifrável e seriamente.
-Vitória está vindo – disse calmamente, aquilo o deixou preocupado. – E ela terá uma ótima surpresa – disse sorrindo com perversidade.
Harry a olhou em tom de aviso. - Hermione...
Mas sequer fez diferença para ela. No instante seguinte, Hermione o estava empurrando para a cama, fazendo-o cair deitado, ao mesmo tempo em que abaixava o zíper de sua blusa. E postou um joelho de cada lado das pernas dele, quando subiu à cama, seus braços de cada lado da cabeça dele.
-Acha que eu se arrancar sua blusa seria demais? – indagou num murmúrio, ainda com aquele sorriso perturbador.
-Enlouqueceu? – Harry perguntou rindo-se, parte incrédulo.
-Foi você quem disse para eu não deixá-la vencer...
-Eu disse para ignorá-la, o que é muito diferente.
Ela sorriu deslizando suas mãos ao encontro do tórax de Harry. Quando o atingiu, ela segurou a blusa e, num puxão, os vários botões se espalharem pela cama e alguns foram ao encontro do chão. – Compro outra pra você – disse apenas, observando o olhar dele, antes de ajudá-lo a retirar a blusa e jogá-la no chão.
-Você bem que podia me ajudar, não é Potter? - o moreno ergueu a sobrancelha, tentando encará-la nos olhos somente, tentando não olhar para a parte de pele dela que estava a mostra por culpa do zíper aberto. Não ajudava a lembrança de que estava sob ela, entre suas pernas, numa cama. – Vamos lá Harry... – pediu lançando seu melhor olhar do tipo “preciso-de-um-protetor”.
Harry desviou o olhar para não cair em sua armadilha, mas, para sua infelicidade, seus próprios olhos lhe pregavam peças. Estavam concentrados agora na pequena parte de tecido à mostra sob a blusa dela.
Olhou para Hermione, ela ainda lhe dispensava aquele olhar. Olhou para baixo, era demasiada tentação... Os olhos de Hermione, o sutiã de Hermione... Escolha difícil.
Cansado de tentar encontrar a razão que nunca teve, Harry segurou sua cintura, sob a blusa, e a girou. De modo que era ele quem estava por cima agora. – Será que eu vou me arrepender d--?
Hermione, sorrindo, havia coberto os lábios dele com os seus. Suas mãos explorando de maneira possessiva suas costas. Como nunca havia feito.
Suas bocas se encontravam com paixão e malicia, como se provocassem um ao outro, como se apenas agora fossem capazes de explorar realmente toda a extensão dos lábios de cada um, esquecendo-se do pudor, porque estava encenando. Usufruindo o amor do senhor e senhora Potter, aqueles que realmente não existiam... Como se daquela situação, pudessem tirar muito proveito. E podiam...
“Oh... Woww... Céus!” Ela queria gritar de excitação quando uma mão de Harry deslizou de seu ombro a blusa, beijando o local e a outra encontrava seu ventre e subia devagar, ela tinha certeza – ou desejava muitíssimo.– que esta sua mão não se deteria tão próximo... Ela estava tremendo, será que seu amigo percebera?
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-Harry? Hermione? – por que eles não respondiam? Estava ali, a dois passos dentro do quarto, chamando-os e o casal não respondia. Dali não conseguia ver nada... Talvez se desse mais alguns passos...
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(continua)
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Spoiler capítulo 22
Você não tem um coração fraco, não é?
Agüenta tudo?
Tem certeza?
...Depois não diga que eu não avisei.
Tudo bem:
E Harry acorda suando frio... Estava febril!
Tudo não passara de um delírio?!
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XP, pois é. Eu sou... um tantinho assim *Yasmin junta o polegar o indicador da mão direita* sádica...
Mhauhauahauaa. É zuação gente...
É que, quando eu 'tou meio febril (tô dodói - o vírus da gripe me ama) - como é o meu caso no momento. - eu tenho tendência a ficar assim... mais sem-noção que o normal XD
PS: Com comentário eu saro! XP
Beijoks! |