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29. A queda do rei


Fic: Reescrevendo a História


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Quando Narcisa entra em seu quarto, para por seu filho no berço, abafa um gritinho assustado ao ver o primo, o homem com quem traíra seu marido, sentado na poltrona em que costumava ninar Draco.

-O que pensa que está fazendo aqui? –Pergunta entre chocada e aterrorizada, mas sem falar alto, não queria que Draco acordasse naquele momento.

-Estava com saudades. –Responde como se fosse a coisa mais normal do mundo.

-Para começar, Lucius está aqui, no quarto em frente... –Fala enquanto põe o filho no berço com cuidado, mas seu tom era urgente e preocupado.

-No quarto dele, longe de você. –Sirius completa abraçando-a carinhosamente.

-É perigoso, além disso, o que fizemos não foi certo... –Sirius coloca o indicador em seus delicados lábios, calando-a gentilmente e a fazendo olhar em seus olhos.

-Fui obrigado a ficar longe de você pelo trabalho, mas hoje eu sou seu e preciso que seja minha. –O sussurro era sensual e demonstrava urgência, assim como o beijo que se seguiu, arrasando as defesas da frágil mulher em seus braços.

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Harry entra no pub em que marcara de encontrar com Snape, ficava próximo do hospital e era freqüentado por trouxas, um lugar ótimo para um encontro reservado. O amigo estava em uma mesa ao fundo, o olhar perdido no copo a sua frente.

-Notícias ruins? –Pergunta preocupado. Angelique havia saído do estado crítico, mas ainda estava em estado delicado.

-Não, Angel está bem. Os medi-bruxos ficam mais otimistas a cada dia que passa. –Snape o conforta, deixando um discreto sorriso surgir ao pensar na melhora de sua amada. –O que me preocupa é você e essa sua disputa de poder com Lucius. Se bem que mais ainda me preocupa o fato de ter se tornado comensal. Hermione e Lílian são tão amigas... –Snape agora tinha um ar preocupado, mas parecia não saber como falar o que queria.

-Não se esforce tanto Snape, antes de ouvir o que pensa de mim e de meus atos, preciso lhe contar algumas coisas. Peço que ouça tudo calado, que me espere terminar antes de dizer qualquer coisa. –Snape apenas assente e aguarda a explicação.

Durante os minutos seguintes, Harry lhe contou sua história, começando da profecia e do assassinato de seus pais, passando por seus enfrentamentos com Voldemort, a traição que os levou a última batalha e então a viagem no tempo, seus planos, avanços e terminando em suas táticas finais. Snape ouvira a tudo calado, fazendo caretas de desaprovação e descrença aqui e ali, depois pediu uma dose dupla de uísque, tomou-a devagar sob o olhar atento de Harry para só então se pronunciar.

-Eu acredito em você e me curvo diante de sua bondade. No seu lugar, eu teria sido impiedoso, vingativo, cruel... mas você foi superior, me perdoou, me salvou. É difícil de entender o porquê, mas obrigado. –Snape parecia emocionado, mas era bom em conter suas emoções, apesar de revelar em seus olhos levemente úmidos o quão admirado e grato estava.

-Não agradeça a mim, agradeça a Hermione. É ela quem não me deixa cair na escuridão, foi ela quem abriu meus olhos, que me fez ver que havia quem pudesse ser salvo. Eu sou um mero instrumento do anjo que tive a honra de desposar. –Harry fala com sinceridade, reconhecendo que não era o homem nobre que parecia.

-Quem mais está salvando? –Snape pergunta curioso, afinal Harry se envolvera com todos os jovens comensais mais promissores do lorde.

-Lucius nasceu para ser o que é, Rodolfo é um idiota que irá com a maré, Belatriz já não tem mais salvação, mas Régulos, você e Narcisa, estavam envolto pelas pessoas erradas, apontando-lhes caminhos errados, mas ainda tinham alguma salvação. Assim como estendi minha mão a você, Sirius se tornou o irmão presente e forte que Régulos precisava e o amante carinhoso e gentil que Narcisa ansiava em Lucius. –A declaração final fez Snape arregalar os olhos em surpresa, jamais duvidaria da lealdade de Narcisa a Lucius.

-Como Sirius conseguiu isto? E Draco... –Harry o interrompe, abafando o riso.

-Sirius reencontrou a prima no dia em que Draco nasceu, bancou o primo preocupado e se aproximou dela, deu o carinho e a atenção que Lucius não lhe dava. Foi só uma questão de tempo e charme. Não teria acontecido se Lucius não fosse tão obcecado por poder. –Harry comenta vagamente, não queria se prender naquele assunto. –O importante agora é derrubar aquele império negro, para isso preciso de você lá dentro, comigo.

-Confesso que tudo o que gostaria agora, era de afastar-me dessa guerra, ajudar a salvar Angel, para poder amá-la, fazê-la feliz. Mas tenho uma dívida com você tão grande que mesmo minha vida não pagaria, portanto, conte comigo para o que precisar. –Snape fala seriamente, olhando nos olhos verdes, os olhos de Lílian na face firme de Thiago. –Eu até o agradeceria de joelhos, jurar-lhe-ia fidelidade eterna, mas isto seria muito gay. –Aquilo faz Harry gargalhar alto, acompanhado do amigo.

Logo depois ambos pedem mais uma rodada de bebidas, dedicando-se a conversar sobre a vida em família de Harry, com sua esposa e seus pais.

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-Então, porque o idiota do Lucius passa tantas noites fora? Acha que ele tem uma amante? –Sirius pergunta enquanto brincava com os cabelos dourados de Narcisa, que repousava sobre si.

-Não, são apenas negócios. Creio que ele tenha se esquecido de que é humano e não uma máquina de conseguir riqueza e prestigio. –Narcisa fala aborrecida, preferia não ter tanto dinheiro e ter um marido, do que ser rica e respeitada, mas não amada.

-Deve dar trabalho agradar o ministério e Voldemort. –Narcisa estremece e se afasta rapidamente, levanto consigo o lençol, cobrindo-se.

-Sai daqui, Sirius. É melhor ir embora. –Fala com a voz firme, quase gélida. Agora parecia a Sra. Malfoy que todos conheciam.

-Eu sou auror e mais cedo ou mais tarde acabarei me defrontando com Lucius entre os comensais de Voldemort. A questão não é ele, não gostaria de matar o pai de seu filho, assim como não gostaria de te ver em um campo de batalha. Me preocupo com você e sua segurança, não quero que seja ferida por qualquer dos lados. –Ele tinha um tom suave, preocupado e até sincero.

-Não se preocupe, meu dever é cuidar de meu pequeno filho, o herdeiro de um grande império. Pelo menos é assim que Lucius se refere a ele, pequeno imperador. –Narcisa fala cabisbaixa, divida entre o que deveria ou não dizer.

-Sabe qual o próximo passo dele? Posso tentar me afastar da batalha, por você. –Ele havia caprichado no romantismo e no olhar ao falar aquilo, era sua grande chance.

-Promete realmente que ficará longe? –Pergunta olhando-o nos olhos.

-Sim, juro que me manterei longe da batalha. –Sirius promete sustentando o olhar, segurando firmemente a mão dela.

-Ele atacará diversos parlamentares trouxas e conselheiros do Ministério da Magia, de modo a substituí-los por comensais. –Confessa cabisbaixa, sentindo novamente que traíra o marido, só que de uma forma bem pior.

-Não precisa me dizer quem ou onde, só o dia. –Sirius tentava se manter calmo, apesar da exultante descoberta.

-Amanhã, durante a madrugada. –Narcisa olha-o como se buscasse algum indício de traição.

-Então fique segura, pois estarei bem aqui, quente em seus braços. E para provar que pode confiar em mim, não sairei deste quarto durante todo o dia, poderá inclusive ficar com minha varinha. –Anuncia acarinhando-a, trazendo-a para seu colo.

-Fará mesmo isto por mim? –Pergunta com os olhos marejados, prestes a chorar.

-Farei tudo por você. –Declara beijando-a, voltando a deitá-la e a cumprir seu mais doce trabalho. Só precisava adormecê-la e então contaria os planos para Remo, através do seu comunicador com o amigo.

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Já eram quase três da manhã e por isso Harry entrava em seu quarto a passos silenciosos, sem acender a luz para não incomodar Hermione, no entanto uma luz se acende, fazendo com que ele visse a esposa sentada, observando-o criticamente.

-Onde estava até essa hora? Tem noção do quanto fiquei preocupada? –Pergunta severamente, analisando o estado dele criticamente.

-Snape e eu ficamos conversando, fizemos alguns planos, perdemos a noção do tempo falando de como amávamos nossas mulheres. Sabe que eu esqueço de tudo quando falo de você. –Arrisca charmosamente, se aproximando da esposa devagar.

-Inclusive de que eu o estaria esperando? –Seu tom continuava crítico. –Você está fedendo a bebida. Está bêbado? –Pergunta olhando-o melhor, observando os olhos avermelhados, notando o tom vacilante de voz.

-Um pouquinho, eu acho. Snape sabe beber, acabei me distraindo. Mas estávamos seguros entre trouxas e eu não falei nada demais. –Fala em tom defensivo, mas tentando distraí-la, tocando-lhe suavemente o braço.

-Vá se distrair no sofá, Harry. –Ele a olha surpreso, enquanto ela pegava o travesseiro ao seu lado e o dava. –Odeio cheiro de bebida, então saia rápido.

Vendo nos olhos dela que não teria muita chance, apenas sai cabisbaixo, vendo-a se deitar e virar de lado, ignorando-o completamente. Tentou anotar mentalmente a perguntar a Sirius um feitiço para tirar cheiro de bebida e curar embriaguez.

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-Bom dia! Como estão todos? –Remo pergunta ao chegar para o café da manhã na casa dos Potter. Estava se tornando um hábito para o grupo passar a primeira refeição juntos.

-Tirando o Harry, todos bem. –Thiago fala sem conter um risinho.

-Muito engraçado! Publiquem logo no jornal que minha esposa me colocou pra dormir no sofá. –Harry resmunga irritado, ainda estava com dor nas costas por não encontrar posição no sofá.

-Pelo menos, da próxima vez chame todos os amigos pra beber e não só o seboso. –Harry direciona um olhar raivoso a Rony pela referencia ao antigo apelido. Mas Hermione se adianta a ele.

-Se houver uma próxima vez, nem precisa se dar ao trabalho de voltar para casa. –Hermione tinha o olhar severo, o qual era compartilhado por Sally e Lílian aos seus respectivos pares.

-Indo para um assunto mais importante, precisamos agir rápido. Sirius entrou em contato, está preso com Narcisa, acompanhando os movimentos de Lucius, mas me passou o plano. Parece que esta madrugada ele irá fazer com que comensais tomem o lugar de membros do governo trouxa e bruxo. –Imediatamente o clima muda, dando lugar à preocupação de como evitariam algo assim.

-Precisamos convocar a ordem, só eles poderão por as vítimas a salvo e substituí-las por peças falsas. –Thiago fala ao trocar um olhar com Lílian, Harry parecia pensativo e Hermione e Rony trocavam olhares preocupados.

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O dia foi corrido. Durante a reunião com a ordem da Fênix, foi decidido a quem protegeriam, todos da mesma forma, substituindo-os por prisioneiros de guerra, antigos comensais. Bastaria algumas poções e os comensais poderiam tomar o lugar de quem quisessem, suas ações seriam monitoradas e quando fosse o momento todos seriam presos e implicariam Lucius Malfoy.

Como o imaginado a ação foi rápida e silenciosa, ao estilo sonserino. Lucius substituiu o ministro da defesa trouxa, mais três assistentes do primeiro ministro e cinco bruxos com influência direta no Ministério da Magia.

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No sábado, apenas dois dias depois do golpe de Lucius, Harry estava pronto para o seu próprio golpe. Snape era seu braço direito, Belatriz seu braço esquerdo e mais dez comensais completavam o grupo.

Harry usaria a passagem secreta da Dedos de Mel para entrar no castelo, enquanto Snape entraria com Diana, renderia Hagrid e o faria abrir os portões para que os demais comensais entrassem. Para todos, Hagrid era apenas um guarda-caças sem magia e sem cérebro, então seria um obstáculo fácil, a metade dos professores estavam com todos os alunos no povoado para uma festa comemorativa, uma data qualquer que o ministério havia inventado para distrair os bruxos da guerra.

-Isso foi patético! Olhe só como essa besta caiu. –Um dos comensais fala ao ver Hagrid desabar após receber um feitiço estuporante de Snape, após abrir os portões da escola.

-Devíamos nos divertir mais com esse idiota...

-Deixem de falar bobagem. Há essa hora o alarme já soou. –Snape fala de modo apressado, dispensando Diana e começando a caminhar na direção do castelo.

-Fiquem alerta e não ataquem até o meu sinal ou para se defender. –Belatriz ordena, ia a frente com Snape, os demais formavam um V atrás dos dois, todos com varinha em punho.

Ao chegarem à frente das imensas portas que davam acesso ao castelo, depararam-se com Dumbledore, ladeado por McGonagall, Flitwick, Sprout, Vector e dois aurores uniformizados.

-É muita ousadia que apenas doze comensais porcarias tentem invadir Hogwarts! –Um dos aurores fala quase rindo daquela situação patética, os demais professores tinham o mesmo olhar pasmo.

-Rendam-se e as acusações sobre vocês serão brandas. –Dumbledore fala de forma calma, mas seus olhos irradiavam grande poder.

-Rendam-se vocês e o lorde das trevas poderá ser piedoso e mantê-los como prisioneiros. –Snape fala em tom corajoso, encarando os professores de cabeça erguida, apesar de assim como os outros comensais, estar usando máscara.

-Vamos logo dar uma lição neles. –O outro auror fala já brandindo a varinha e lançando um feitiço.

A formação em V era justamente para cuidar de ataques como aquele. Os dois últimos comensais conjuraram um feitiço escudo forte e os demais lançaram feitiços de ataque, Dumbledore recebeu três destes, nenhum era a maldição da morte. Harry os instruíra a usar apenas feitiços de média potencia, assim poderiam atacar rapidamente e sem se cansar demais, de modo a cansar rapidamente os velhos professores da escola.

Porém os professores não eram tão tolos e logo McGonagall lança um feitiço de área, obrigando-os a se separar. Belatriz e Severo se dividiram entre os aurores, os outros pegaram cada dois um professor.

Snape tinha a ficha dos dois aurores que estariam lá e sabia exatamente as fraquezas de cada um. O auror que duelava com ele era canhoto e tinha dificuldades com ataques a curta distância por usar a varinha na mão direita, então desviou de dois feitiços saltando e rolando para frente, chegando a um metro do adversário e o acertando com um feitiço negro nas costelas, havia pegado em cheio, quebrara todas as costelas do lado direito dele e o inutilizando para aquela batalha. Rapidamente se voltou para Belatriz, iria se livrar daquele auror, mas viu que a companheira havia feito isso muito bem e agora ia apoiar os que duelavam com McGonagall, ele duelaria com Dumbledore.

Apesar da idade e de ter pernas curtas, Flitwick era ágil e conseguiu lançar um feitiço que se assemelhava a um chicote e fez com que os dois comensais acabassem se atingindo, um caíra com o braço pendurado e o outro tinha sangue saindo dos ouvidos, então com o mesmo feitiço os pegou e lançou para trás, depois os prenderia adequadamente.

Sprout era opulenta e um tanto lenta, em tese um alvo fácil de se acertar, justamente por isso havia se especializado em feitiços defensivos. Com grande disposição começou a defender habilmente os feitiços dos comensais, seu rosto sereno os enervando, fazendo-os atacar mais forte, então bastou que ela fizesse um feitiço espelho e os comensais caíram inconscientes, atingidos por seus próprios feitiços.

Agora os professores tentavam formar um círculo em torno dos comensais, que de um jeito estranho fugiram em direção a porta do castelo, conjurando feitiços escudos para se proteger, parando lado a lado e olhando fixamente os professores.

-Resolveram se render? –Dumbledore pergunta parecendo levemente surpreso.

Antes que mais alguém dissesse algo, um estrondo foi ouvido vindo de dentro do castelo, instantes depois as portas eram abertas e os professores se curvaram com os braços em frente ao rosto.

-Isso, escondam seus olhos do rei das serpentes e rendam-se a mim, o mestre das serpentes. –A voz vinha de cima, mas ninguém se atreveria a olhar, já que o comensal estava em pé, em cima da cabeça de um basilísco.

-Como conseguiu trazer tal criatura até Hogwarts? Não tem idéia de que um ser destes poderia matar seus próprios aliados? –Dumbledore fala em fúria, sem olhar para o comensal.

-Ele não matará ninguém que eu não queira que ele mate, a não ser que este alguém seja estúpido o suficiente para olhar em seus olhos. Agora, quero que todos, menos Dumbledore, joguem suas varinhas aos pés de meus comensais.

Os professores buscaram o olhar de Dumbledore, como quem espera por uma ordem. O velho mago apenas aquiesceu, mas seus olhos estavam confiantes, o que os fez lançarem suas varinhas aos pés dos comensais, como o pedido.

-Ótimo! –O comensal diz enquanto descia após um salto da cabeça do animal, que deveria estar a quase três metros do chão. –Agora, vamos ver quem é mais poderoso, o mestre ou o discípulo. –Aquela afirmação só não pegou Dumbledore de surpresa, o mago parecia concentrado e olhava com firmeza para o comensal mascarado a sua frente.

-Me entristece ouvir isso, pois significa que falhei como mestre, porém não me esquivarei do desafio. –O tom de Dumbledore era grave, sua estatura pareceu crescer, estava ameaçador, poderoso, intimidava mesmo os comensais que assistiam e estavam em larga vantagem.

Sem mais palavras, Harry ataca primeiro, mas seu feitiço é prontamente repelido, fazendo com que os outros se afastassem um pouco, dando espaço para os dois duelarem. O contragolpe vem rápido, uma língua de fogo sai da varinha de Dumbledore e vai na direção de Harry, que defende saltando para o lado, mas logo recebendo um feitiço, como se Dumbledore já soubesse o que ele faria. O feitiço lançou Harry para trás, fazendo-o rolar no chão, era como se um forte golpe o houvesse atingido, os músculos de seu corpo doíam.

- Hel -Harry brada movendo a varinha, antes mesmo de se erguer, Dumbledore imediatamente ergue um escudo, não só a sua frente, mas a frente de todos, pois aquele era um forte feitiço explosivo. Nada vem da frente e sim de cima, não o feitiço explosivo, mas um raio que cai centímetros a frente de Dumbledore. –Não devia me subestimar, Dumbledore. –Todos haviam caído no chão, alguns de joelho, a eletricidade os deixara tontos e enjoados.

Harry mal levantara e várias raízes saíram do chão para atacá-lo, prendendo suas pernas e braços, fazendo-o largar sua varinha com o forte aperto em seu pulso direito. Ele grita de dor, mas o grito é abafado pelas raízes que apertavam seu pescoço.

-Ordene que esse basilísco se retire, mande-o para os fundos do castelo. –Dumbledore ordena, aproximando-se de Harry, completamente imobilizado.

-Vá pro inferno. –Antes que alguém pudesse perceber, um raio roxo sai da mão direita e um vermelho da esquerda de Harry e atingem o peito de Dumbledore, que gira no ar gemendo de dor, mas uma esfera verde o envolve e ele pousa de pé no chão.

Harry já estava livre das raízes, sua varinha flutuara até sua mão, seus passos eram confiantes e seu queixo estava erguido com altivez. Dumbledore parecia fraco, ferido, havia um pouco de sangue em sua mão. Seria o golpe decisivo e por isso ambos lançaram o feitiço ao mesmo tempo, ninguém soube que feitiços eram, só viram o raio dourado e azul se chocarem causando uma explosão luminosa que os cegou por segundos.

Quando abriram os olhos novamente, Harry se sentava no chão, ofegante, sua roupa chamuscada. Dumbledore estava caído de frente se arrastava devagar, tentando pegar sua varinha. Então Harry fala algo sibilante, em língua de cobra, a seguir o basilísco megulha a cabeça rapidamente e pega o diretor, engolindo-o.

-Acabou! Parem de chorar e saiam daqui, digam que o mestre das serpentes derrotou Alvo Dumbledore, que se inicia a era lorde das trevas. –Harry fala já se erguendo, jogando as varinhas dos professores de volta a eles. –Sumam daqui antes que resolva oferecer banquete completo!

-Vamos, mas apenas para retornar depois. –McGonagall anuncia com altivez, ameaçando o comensal vitorioso, não se importando com o riso debochado dos demais.

Os professores, chorosos, correm. Não era a hora de morrer em vão, a vingança precisava ser preparada e executada friamente. O basilísco era uma arma poderosa e teriam que pensar muito para descobrir como anulá-la.

-Bravo! És um verdadeiro mestre. –Um dos comensais brada exultante.

-O lorde não acreditará que além de termos a posse de Hogwarts, eliminamos Dumbledore. –Belatriz tinha a voz aguda e quase dançava enquanto se dirigia a Harry.

-Vamos comemorar com uma rodada de uísque de fogo! –Outro comensal propõe, mas Harry ergue a mão os silenciando.

-Sinto muito cavalheiros, dama, mas preciso ir. Belatriz, você avisa o mestre. Snape, volte para Angel. –Harry já se recompunha e andava na direção de Diana, que acabara de aparecer.

-Não vai comemorar conosco? –A pergunta foi verbalizada por um, mas vinha de todos.

-Após grandes vitórias, preciso ficar a sós com minha esposa. Com licença. –Dito isto Harry monta em sua testrálio, logo levantando vôo, mas não sem antes ordenar que o basilísco vá para seu novo esconderijo.

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Assim que deixa Diana no sítio de seus avós, onde ela ficava em um confortável estábulo, Harry aparata para casa, surgindo na sala, onde os amigos o aguardavam. E mais de um logo pergunta como tudo acontecera.

-Tudo como planejado, mas preciso descansar... –Mal terminara de falar, quando cai inconsciente, sendo pego por seu pai antes que caísse no chão.

-Leve-o pro quarto de hóspede, preparei-o como uma enfermaria. –Lílian instrui Thiago, que segue rapidamente para lá.



N/A: Oi, att rapidinha, a segunda fic em dois dias! Este cap marca a reta final da fic, que deve ter mais dois ou três caps.

thynnahy: Seus pedido foram atendidos e eu estou atualizando! Rsrsrsrs

Ingrid Teixeira: Estou um pouco melhor das costas, te perdôo por não comentar, desde que passe comentar todo capítulo apartir de agora rsrsrsrs Sei que as vezes dá preguiça, mas é tão rapidinho que não custa nada.

Luanna Fracalossi: Obrigada pelos elogios, espero que continue gostando da fic. Quanto ao fim de Sirius e Narcisa, bom, isto ficará bem mais claro na continuação desta fic.

Mione03: Os dois planejaram tudo e deu tudo certinho, agora é ver como Voldemort vai se comportar diante de tal vitória. Quanto a Mione, imagine ela indo visitar ela mesma na maternidade?? Rsrsrsrs ela é prudente demais pra isso, mas seria interessante.

Angel Cullen = Srta. Cereja: Voldemort está com tudo nesse cap, Lucius cada vez mais chifrudo e ainda por cima com falsa vantagem! Quanto a Twilight, já viu o filme? Eu adorei e você?

Josy: Eles não vão ter filho não, nada de Mione grávida, aliás o que achou dela mandando ele dormir no sofá? Rsrsrsrs Bom, diferente do livro 6, o Dumb dessa vez lutou.

jack joy: Acha que Voldemort vai desconfiar depois disso tudo? Eu acho que não hein rsrsrsrs.

Marina Martins: Ainda não tive tempo de ir até sua fic, mas deixa o link dela aqui, que quando der eu leio. Aliás, eu só leio fic HH, nada de Harry e Hermione com outros.

The Jones ;D: A Sally não vai morrer não. Realmente todas as vantagens estão com o Harry, ele conhece Voldemort muito bem, mas o contrário não é verdade! Bom, quanto a bandeja de prata, não deu, mas você chegou perto da verdade.

Kikawicca: Você fez um comentário quente, continue arriscando e vai desvendar o final da fic! Rsrsrsrsrss Não vou nem acrescentar nada para não estragar a surpresa.

N/A²: O que acharam da conversa do Snape com o Harry e do relacionamento do Sirius com Narcisa, ainda acham que deve ter futuro? E a Bella, o que acham que deve acontecer com ela?

Próxima atualização: Sitra Achra, Príncipe Istari e Heroes

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