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22. O filho pródigo


Fic: Não era ódio, era amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Como assim, sumiu? Isso é uma piada, não é? – perguntava a Sra. Weasley ao saber que Rony não estava em casa.
- Mamãe, subimos para procurá-lo mas ele não estava lá, e acho que a senhora deveria ver o quarto – completou Fred, que aparecera na tarde seguinte para um almoço em família.
- O que tem o quarto dele? – disse a mulher já subindo as escadas. Chegando ao último patamar da casa se deparou com a porta do quarto de Rony. Estava aberta, então entrou.
Assustou-se com a cena, o quarto estava totalmente destruído, cama, mesa, cortina, a pintura da parede... Papéis rasgados coalhavam o chão junto à poeira e farpas de madeira. Era inacreditável imaginar que Rony era o responsável pela destruição. A mulher caiu de joelhos entre a sujeira, soluçando profundamente o sumiço do filho. Puxava para si as roupas caídas ao chão, como se esperasse que Rony surgisse dentro delas.
- Ele não pode ter feito isso comigo, não pode... – balançava para frente e para trás, como um elfo doméstico, repetindo as palavras para si como se fossem uma oração.
- Vamos mamãe, vamos descer – disse Gina puxando a mãe para fora do quarto.
- O que você acha que aconteceu aqui? – perguntou Fred para Harry.
- Não sei, mas não há sinal de luta nem nada do tipo...
- Então você acha que foi ele mesmo quem fez isso?
- Provavelmente... – disse Harry se abaixando para pegar um envelope próximo onde a Sra. Weasley estivera caída.
- O que é isso?
- É o papel do divórcio dele com a Hermione... – disse o rapaz, que lia o papel atentamente – e está assinado – disse entregando para Fred.
- Então, o que vocês acham que aconteceu aqui? – perguntou Gina entrando no quarto – consegui acalmá-la, Jorge ficou lá com ela...
- Olhe isso Gina – então Fred entregou o papel para a irmã.
- É minha culpa Harry – disse após alguns segundos – briguei com ele por não ter assinado o divórcio, depois ele entrou e se trancou aqui, lembra?
- Não Gina, não é sua culpa, nada é sua culpa... Acho que ele só precisa de um tempo para si ....
- E se ele não voltar Harry? Ele nunca fez nada do tipo...
- Exatamente – disse Fred, chamando a atenção dos dois para si – a vida toda ele fez somente o que esperávamos que fizesse, acho que ele se cansou de ser assim... previsível.
- Então por que ele não conversou conosco Fred? Somos a família dele, não somos? – disse aos prantos.
- Ele jamais diria Gina... Jamais!
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- Todos estão te procurando, Chuck, já era de se esperar...
- E por que isso mestre?
- Porque você se infiltrou perfeitamente entre esses montros, implantou as memórias que eu lhe mandei, o plano estava começando a ficar falho quando te aprisionaram, mas agora parece que tudo está voltando da maneira que deveria estar... – inventou Voldemort.
- Não entendo... – disse Rony com o Profeta Diário em mãos. Uma grande foto sua estampava uma reportagem na primeira página – e por que me tratam por Rony Weasley?
- Porque essa foi a identidade que você adquiriu: Ronald Weasley. Creio que você deveria voltar para cumprir com o plano, afinal de contas, já se passaram mais de duas semanas e sua “família” deve estar muito preocupada, ‘Rony’ – disse em meio a um sorriso maquiavélico
- Mas eles poderiam me torturar novamente, não podeiram?
- Creio que não, eles acham que o feitiço que apagou sua memória fora forte o suficiente para você se esquecer de tudo, meu caro. Você deverá voltar e agir normalmente, como se não soubesse realmente da verdade. E tome muito cuidado para que não vejam seu braço, afinal, se virem a marca saberão que você sabe de toda a verdade...
- Como queira mestre – disse Rony fazendo uma breve reverência.
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- Não sei mais o que fazer – disse Harry à Gina e aos demais Weasleys – Não recebemos notícia alguma, não há mais onde procurar, é como se ele tivesse desaparecido!
- Mas para onde ele poderia ter ido Harry? – perguntou Hermione aflita com Draco ao seu lado. Estava agora morando na casa dos pais de Hermione, onde também trabalhava no consultório do pai da garota – Rony não poderia ter ido tão longe, poderia?
- Não sei Hermione, são sei mesmo...
- Acharam! Acharam meu Rony! – disse uma histérica Sra. Weasley entrando pela porta da cozinha trazendo um bilhete nas mãos – Arthur acabou de me mandar isso! Ele foi visto em um pub perto do Ministério, vagueando...
- E quando ele virá pra casa? – perguntaram os irmãos
- Assim que o examinarem, acham melhor, sabe, afinal ele passou muito tempo longe e...
- Não quero ir pra hospital nenhum! – ouviram uma voz familiar vindo da sala da frente, então todos levantaram de uma vez das cadeiras e foram conferir com os próprios olhos. Rony estava realmente de volta, parado na sala, em pé, aparentemente discutindo com o pai – estou lhe dizendo, estou bem!
- Mas Rony, por Merlin, você sumiu por duas semanas, precisamos te levar pro St. Mungus, fazer uns exames só pra ver se você está bem mesmo... – dizia o homem com paciência.
- Não basta eu falar que estou bem? Não preciso ir para hospital nenhum! Que coisa!
- Mas filho não seja crian...
- Não sou seu fi... criança! – disse em uma explosão de raiva – que coisa, só quero ir pro meu quarto!
- Está bem mas...
- Então está bem... – disse em tom definitivo subindo o primeiro andar de escadas e entrando no quarto de Gina, não fazia idéia da onde ir.
- Este é o quarto da sua irmã – disse o homem que apenas olhava Rony com uma expressão de total espanto com a brutalidade do rapaz.
- Eu o acompanho – disse Harry se soltando de Gina e seguindo Rony.
- Você... – disse Rony se lembrando das lembranças de Voldemort.
- Sou eu cara, o Harry, seu amigo – disse com um sorriso.
- Claro, amigo... vamos.
Subiram então os lances de escada no mais total silêncio. Harry ia lançando olhares furtivos ao amigo esperando que ele falasse algo sobre seu sumiço, mas Rony não abria a boca, muito menos olhava para Harry. Chegando então à porta do seu quarto, magicamente reconstruído, Rony entra, sendo seguido rapidamente por Harry, que fecha a porta.
- Obrigada Potter, agora pode me deixar, por favor?
- Potter? Nossa Rony, eu achei que você estava estranho, mas não ao ponto de me tratar como o Malfoy... Me chame de Harry, só Harry, cara!
- Ótimo, HARRY, será que eu poderia ficar sozinho por um tempo?
- Claro... – disse o rapaz desapontado pela frieza do amigo – só não se esqueça que você não está sozinho Rony, estamos todos juntos, desde sempre, cara. Sua família e seus amigos quase morreram com a sua ausência. Digo isso porque eu fui um deles, agora não venha afastando a todos depois de todo esse tempo longe, sues pais não agüentariam... EU não agüentaria, irmão! – e então saiu pela porta fechando-a novamente.
- Tá legal... – resmungou Rony se jogando na cama e observando o quarto ao seu redor. As paredes estavam lisas, sem pôsteres nem fotos.
Os móveis que ele antes quebrara estavam reconstruídos e as fotos estavam perfeitamente remendadas. Seus olhos caíram então sobre a maior de todas, a foto de seu casamento com Hermione. Estava sobre a escrivaninha, em um grande porta-retratos ornamentado.
Examinou friamente o retrato. “É ela...”, imaginou vendo Hermione e se lembrando mais uma vez das memórias implantadas de Voldemort. Estava linda naquele vestido de noiva, todo branco-perolado, sorriam felizmente para a foto, todos reunidos, ele, Hermione ao centro, Harry e Gina ao lado, o Sr e a Sra Weasley do outro, com Fred e Jorge, Carlinhos, Gui e Fleur, Percy e mais umas pessoas que ele não conhecia, então seus olhos recaíram sobre a loira ao lado de Gina. Era ela, lembrava claramente dela, de suas lembranças...
- Como pode ser? – disse olhando mais firmemente para Luna, que também sorria bobamente para a foto – Como pode se eu estou casando com ela? – seus olhos iam de Hermione para Luna então as lembranças de Voldemort começaram a estourar em sua mente como rojões ”- Soltem-na – pedia Rony calmamente – Leve-me, mas deixem-na ir, por favor. - Olhe que lindo, ele está implorando pela vida dela Draco – disse Hermione com um sarcasmo que parecia o de Belatriz Lestrange”.
- Não pode ser... – continuou Rony – Ela é a minha esposa, não essa repugnante! – estava totalmente confuso, olhava para Luna ao canto da foto, mas não entendia o porquê estava se casando com Hermione. Olhou então as outras fotos e viu que em todas elas estavam Harry e Hermione ao seu lado, viras Luna em apenas duas ou três, mas sempre ao canto, aos lados, nunca com ele – Mas cadê ELE? – perguntou se referindo a Malfoy. Não havia foto alguma que indicasse a existência do rapaz. Olhou mais uma vez para a foto de seu casamento e então viu que ele e Hermione estava se beijando felizmente enquanto todos os demais jogavam algo que lembrava arroz sobre suas cabeças. Então uma forte dor de cabeça o fez largar o porta-retratos que caiu ao chão, quebrando seu vidro.
Rony perdeu as forças, tamanha a dor que sentia, caiu de mal jeito sobre a cama, sua cabeça parecendo que ia explodir, fechou os olhos e então flashes começaram a surgir. “- Ah Granger, você voltou para a escola? Não me diga que terei que aturar você por mais um ano! Pensei que o Ministério já havia assinado a lei que proibia sangues-ruins de estudar em Hogwarts... – disse em meio aos risos.(...) Cale a boca Malfoy, não vou aturar mais você falando assim dela! – disse Rony já com a varinha em punho”.
- Ah!! – a dor era muito forte para agüentar sozinho, gritou com todas as forças, tendo o som abafado pelo travesseiro. Então as imagens foram sumindo e a dor foi diminuindo gradativamente. Abriu os olhos e a imagem do quarto foi se refazendo. Sentiu algo quente escorrendo pelo seu rosto e outra onda de dor o possuiu.
Mais imagens surgiram como flashes... “- Está bem Hermione, te dou o tempo que quiser, to fora! – disse em tom decisivo.(...)”. Abriu os olhos novamente, cada centímetro do seu corpo doía, deveria ter se contraído todo, olhou então para o travesseiro branco em que se agarrara, uma enorme mancha vermelha era vista em sua fronha, seguiu então para o banheiro e lavou o rosto, seu nariz havia sangrado, e muito.
Ao enxugar as mãos viu então a Marca Negra em seu braço, examinou-a atentamente, negra, vívida. Não conseguia entender, tudo que Voldemort lhe dissera e as imagens em sua cabeça, nada parecia bater.
- Eles devem ter me enchido de mentiras... – pensou olhando para seu reflexo – povo repugnante! – foi tirado de seus devaneios por uma forte batida na porta.
- Rony querido, você está aí? Está tudo bem? Vi sangue em seu travesseiro... – era sua mãe.
- Ah, está tudo ótimo, mãe – disse secamente – apenas me cortei, mas estou ótimo...
- Quer que eu veja? Posso fechá-lo se quiser...
- Não precisa! – disse um pouco sem paciência.
- Ahm, está bem, está bem... Venha jantar, querido, a comida está pronta...
- Já vou! – então conjurou umas bandagens e cobriu a Marca Negra, era afinal uma ótima desculpa... – Mulher enxerida! – disse pra si mesmo – Agora que comece o combinado! – então olhou mais uma vez e não pôde deixar se sorrir, um sorriso maquiavélico, frio, não pertencente ao antigo Rony.
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Todos os Weasleys estavam reunidos em torno da mesa, assim como Harry e Hermione, que viera assim que ficou sabendo do retorno de Rony.
- Então Rony, como é estar de volta? – perguntou Hermione dando um longo abraço no rapaz.
- Magnífico – disse meio sem emoção pelo fato de mais uma vez se lembrar de Hermione da maneira que Voldemort queria. Olhou então para a pessoa que estava ao seu lado, encarou-o por alguns segundos e então finalmente reconheceu Draco Malfoy.
- Weasley, bom que voltou, todos estavam preocupados... – disse Draco estendendo a mão para ele, que não pegou de imediato.
- Claro, Malfoy... Inclusive você, não é? – olharam-se por mais alguns minutos, Draco já havia desistido de cumprimentar Rony quando a Sra. Weasley pigarreou, certamente para desviar a atenção dos demais.
- Vamos jantar então, todos em família! – um emocionado sorriso passou pelo seu rosto e ao olhar para Rony seus olhos encheram de água.
- À família – entoou o Sr. Weasley erguendo uma taça do melhor hidromel do Três Vassouras. E todos seguram o seu gesto, exceto por Rony, que apenas levantou a taça, não pronunciando nada – está bem meu filho? – perguntou olhando para o rapaz.
- Tudo ótimo pai – fingiu em um sorriso – estava apenas imaginando como consegui passar tanto tempo longe daqui...
- Falando nisso, por onde você andou durante essas semanas? – perguntou o pai ainda observando Rony.
- Ora Arthur, não devemos comer primeiro, não acho que Rony queira relembrar esses dias...
- Estive pro aí, pensando nas coisas – respondeu como se sua mãe não tivesse dito nada.
- E não podia ter-nos avisado?
- Não – disse se servindo de torta, sem nem ao menos olhar para o pai. Ninguém da mesa estava comendo, apenas ele, que parecia não se importar com nenguém.
- E por que não? – perguntou calmamente olhando o filho com os olhos estreitos.
- Por que não queria que ninguém me importunasse! – disse em um tom seco jogando o talher o prato com a torta já pela metade.
- Quer dizer então que sua família o importuna? – perguntou já perdendo a paciência – Sua mãe quase morreu de preocupação, eu não conseguia dormir imaginando onde você poderia estar metido, ninguém conseguiu fazer mais nada a não ser procurar por você e é assim que você nos trata?
- Não pedi para ninguém largar a sua vidinha medíocre por minha causa!
- Não pediu, mas é o que fazemos! É o que fizemos por você e faríamos por qualquer um nessa mesa!
- Não tenha tanta certeza da recíproca – resmungou voltando sua atenção para o prato, mas seu pai já havia escutado.
- Como disse? – perguntou se colocando de pé e puxando o rapaz pelo braço, o braço enfaixado que escondia a marca negra.
- Arthur não, ele está com o braço machucado! – gritou a Sra. Weasley já em prantos. O homem então soltou o braço de Rony, que não demonstrara nenhum sinal de dor. Ao ser solto, sentou novamente na mesa como se nada tivesse acontecido e continuou a comer o que restava de sua torta.
- Então, não vai dizer nada? – perguntou o homem ainda de pé, com todos os olhando – vai ficar aí sentado comendo?
Então num movimento brusco Rony se levantou e atirou o prato contra a parede, errando a Sra. Weasley por centímetros. Todos estavam boquiabertos com a reação do rapaz, que aparentemente não vira que quase acertara a mãe. Foi então em direção a porta da cozinha quando Draco se colocou entre ele e a saída.
- Não deve desculpas a ninguém, Rony? – perguntou se elevar o tom de voz.
- Sai da minha frente Malfoy! – foi empurrar o rapaz, mas este fora mais rápido pegando-o pelo braço, novamente o enfaixado –me solte! – disse Rony – Como se você fosse o mais indicado para me falar sobre desculpas e educação! – então puxou o braço com violência, deixando a mostra um pedacinho da Marca Negra, que Draco reconheceu imediatamente.
Rony parecia não ter percebido, apenas arrumou a faixa e encarou Malfoy mortificamente. Este por sua vez apenas abriu caminho para Rony, que saiu da sala de jantar sem nem ao menos olhar para trás.

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