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21. A Marca Nera


Fic: Não era ódio, era amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A chuva continuava a cair fortemente pelas colinas, o vento açoitava as árvores com tremenda violência. Pedaços de granizo ricocheteavam pelas janelas e os raios cortavam o céu com rapidez e violência. Rony continuava desacordado, tinha a varinha a poucos metros de sua mão. Estava ali desmaiado, totalmente encharcado.
Então juntamente ao barulho da chuva juntava-se o som de passos, não muito longe do local em que Rony estava caído.
- Eu acho um absurdo ficar aqui nessa chuva. É óbvio que ele não voltará pra cá! – resmungava o primeiro de dois homens.
- Também acho que ele não aparecerá aqui, mas a sangue-ruim mora aqui agora, quem sabe ela não nos leve a ele – dizia o maior dos dois – creio que é isso que o mestre espera...
- Claro, é isso, mas com essa chuva... – continuava a resmungar.
- Ah Rabicho, poderia ser muito pior!
- Não sei não Avery, não sei não... – então ao olhar para frente Rabicho viu u corpo de Rony ao chão, sem reconhece-lo de imediato Hei Avery, o que é aquilo?
- Onde? – perguntou o bruxo já com a varinha apontada para a direção em que Rabicho mostrava – parece alguém...
Se aproximaram vagarosamente sempre com as varinhas em punho, quando estavam a pouco menos de um metro foi que reconheceram quem era.
- Não é aquele Weasley? – perguntou Avery – Aquele que era casado com a sanhue-ruim?
- Sim, é ele...- afirmou Rabicho já agachado ao lado de Rony – o que será que aconteceu? Ele está desacordado... – viu então que a varinha estava logo ao seu lado. Apanhou-a e entregou para Avery.
- Hum, vamos ver... Priori Incataten – disse apontando sua varinha para a varinha de Rony. Então viram que Rony havia apagado a própria memória – Nossa, nossa... o que será que aconteceu para ele fazer isso, heim Rabicho? – o bruxo atarracado apenas deu de ombro – mas não acho que devemos matá-lo, né Rabicho? – outra vez o bruxo apenas deu de ombros – devemos acordá-lo e quem sabe leva-lo ao mestre, afinal, uma memória não deve ficar vazia, o que acha Rabicho?
Avery tinha um sorriso maléfico em seu rosto, seus olhos iam da varinha de Rony até o próprio Rony desacordado no chão. “Ele poderá ser útil”, continuava a repetir, “Nuca se sabe...”. Passou alguns minutos matutando suas idéias até que resolveu o que fazer.
- Evervate – disse apontando para Rony, que acordou com se tivesse acordado de um pesadelo.
- Onde estou, quem são vocês?
- Ow, calma camarada, você levou um tombo feio – disse Avery naturalmente – deve ter batido a cabeça em alguma pedra, está tudo bem Chuck? – perguntou inventando um nome rapidamente.
- Acho que sim – disse Rony se levantando – ta tudo meio confuso...
- Normal cara, normal, vamos indo nessa, não podemos nos atrasar!
- Ir? Onde?
- Pro quartel, onde mais? – respondeu como se Rony tivesse eito a pergunta mais idiota de todas – o mestre nos espera!
- Mestre?
- Sim, Lorde Voldemort, o maior bruxo de todos os tempos!
- Bruxo....
- Sim Chuck, tome aqui sua varinha e vamos, te explico no caminho... Ah, você deve se lembrar do Rabicho, né? – disse Avery apontando para Rabicho, que apenas observava a cena sem nem ao menos abrir a boca.
- Ah, sim, claro... – respondeu Rony com dificuldade. Não se lembrava ao certo de quem era Rabicho. Seu rosto não lhe era estranho, mas não sabia onde o vira antes. Provavelmente se conheciam do mesmo lugar que Avery mencionara o “quartel”.
Em um gesto inconsciente deu uma última olhada para a casa onde nascera e crescera sem lembrar-se de absolutamente nada, nem ao menos como chegara ali. Viu que Avery e Rabicho já estavam passos a sua frente, então acelerou para alcançar seus novos companheiros. O que o aguardava dali para frente era um mistério...
Caminharam durante toda à tarde, Avery ia contando histórias que serviriam para “refrescar a memória de Rony”. Passada a primeira hora Rabicho começou a gostar da ‘brincadeira’ e começou a participar também.
- Estou lhe dizendo Chuck, o mestre ficará feliz em revê-lo. Você ficou muito tempo longe, no mínimo feito de refém por aqueles bruxos malditos! – ia dizendo Avery.
- Bruxos malditos? – perguntava Rony sem entender muito.
- Sim, moram perto daquela colina em que te achamos. Claro que apagaram sua memória para que você não se lembrasse deles para depois não ter como se vingar, mas creio que o feitiço foi forte demais, não é?
- É, acho que sim. Não me lembro de nada...
- Ah, mas não por muito tempo – disse Rabicho, que já havia mandado uma mensagem para Voldemort contando sobre Rony e sua amnésia – logo você estará conosco, como nos velhos tempos.
- Espero que sim – disse o rapaz já animado com a possibilidade de relembrar de toda sua vida.
A tarde ia caindo, já sem chuva, quando se aproximaram de um povoado bruxo bem afastado da casa dos Weasley. As luzes da rua já se acendiam, tamanha escuridão precoce.
- Acho que já podemos aparatar daqui, não é Rabicho?
- Sim , claro...
- Aparatar?
- Ah claro Chuck, segure no meu braço e não solte, depois te explico, ok? – e assim dizendo giraram para o vácuo da aparatação.
Chegaram em meio a um vasto gramado, onde a noite parecia ter chegado mais cedo, estava totalmente escuro, e ao longe Rony avistou uma mansão antiga, castigada pelo tempo, mas ainda conservava um certo luxo e suntuosidade. Caminharam mais dez minutos até chegarem ao grande portão de ferro que delimitava os terrenos da mansão. Passaram por ele e adentraram em um jardim grande que em outrora poderia ter sido extremamente maravilhoso, mas agora estava seco e totalmente malcuidado.
Entraram na casa e avistaram a sala de entrada, grande, cheia de quadros trouxas, visto que as imagens não se moviam, estava escura e empoeirada. Passaram então para a sala adjacente, um pouco menor, mas igualmente cheia de quadros. Ao fundo da sala uma lareira estava acesa na tentativa inútil de iluminar o ambiente. Estava acontecendo ali o que Rony imaginou ser uma pequena reunião, quatro pessoas estavam sentadas em poltronas formando círculos.
- Com licença mestre – disse Axley – trouxemos alguém para o senhor – completou dando passagem para Rony adentrar melhor na sala. Todos os olhares recaíram sobre ele. Olhares de surpresa e até mesmo de asco. Voldemort porém abriu um bizarro sorriso que espantou os demais presentes.
- Chuck, meu mais fiel seguidor! – disse levantando-se de sua poltrona e abrindo os braços em direção a Rony – Finalmente você retornou, devo dizer que nada mais foi igual desde a sua trágica partida, mas sei que tudo isso não foi intencional. Venha mais perto.
Rony andou apreensivo em direção do Voldemort, seu rosto não lhe era estranho. Sentia como se o conhecesse à anos. Deve ser verdade então, pensou, eu pertenço aqui...
- Mestre, eu... – gaguejou – receio não me lembrar de muita coisa – disse se ajoelhando em frente à Voldemort.
- Calma meu rapaz, isso já era esperado. Venha, sente-se aqui – disse apontando sua própria poltrona para Rony, o que fez vários comensais cochicharem entre si – Calados! Chuck passou por maus momentos junto àqueles bruxos, merece toda minha compreensão, não é meus caros? – e todos concordaram, mesmo aqueles que não achavam isso realmente. Não queriam ser castigados por Voldemort.
Então Rony levantou-se e, em passos vacilantes, sentou-se na poltrona de Voldemort. Este por sua vez não conjurou outra para si, andou em volta de Rony parando logo às suas costas.
- Porém as coisas serão melhores – disse colocando suas mãos nos ombros do rapaz – afinal, você está de volta, conosco! – e um sorriso maléfico passou pelo seu rosto ofídico e sem formas – e como um filho, eu lhe dou as boas-vindas, Chuck!
Com um olhar para os demais comensais da sala, Voldemort começou a aplaudir Rony, aplauso este que foi seguido pelos demais. O rapaz continuava sem entender muita coisa, mas percebi ser extremamente querido entre este grupo que tão bem o conhecia, aparentemente.
- Não podemos demorar com o seu treinamento – continuou Voldemort ainda atrás de Rony – afinal de contas um comensal tão bom quanto você não pode ficar sem memória mais um dia sequer – um olhar de curiosidade perpassou pelos presentes, todos imaginando quais seriam as memórias implantadas por Voldemort.

 Creed - Bullets


Walking around I hear the sounds of the earth seeking relief
Caminhando ao redor ouço a terra buscando alívio
I'm trying to find a reason to live,
Eu estou tentando achar uma razão para viver
But the mindless clutter my path
Mas o descuido bagunça meu caminho
Oh these thorns in my side,
Oh estes espinhos em meu lado
Oh these thorns in my side...
Oh estes espinhos em meu lado
I know I have something free
Eu sei que eu tenho algo livre
I have something so alive
Eu tenho algo tão vivo
I think they shoot 'cause they want it
Penso que eles atiram, pois eles querem isto
I think they shoot 'cause they want it
Penso que eles atiram, pois eles querem isto
I think they shoot 'cause they want it (!)
Penso que eles atiram, pois eles querem isto

- Rabicho traga-a – disse Voldemort com um olhar significativo para Rabicho.
- Trazer o que, milorde?
- A formidável relíquia que você conseguiu dias atrás – disse o bruxo pausadamente demonstrando nessas palavras toda sua ira pela ignorância de Rabicho.
- Ah.. sim, claro mestre... Um segundo – disse o bruxo atarracado, já ruborizado pelo seu erro.
Segundos depois ele retornava com uma bacia de pedra levitando em sua frente. Era extremamente velha, com entalhes de runas ao seu redor. Ali estava a penseira, que outrora pertencera a Dumbledore.
- Ótimo – com um breve movimento da varinha conjurou uma mesinha bem em frente a Rony e uma outra poltrona ao seu lado – agora podemos começar – e se assentou na poltrona.
Todos os comensais se posicionaram de modo que pudessem ver a cena. Voldemort levou a varinha até sua própria têmpora e após alguns segundos retirou uma substância branco-prateada, sem sólida nem líquida e depositou-a na bacia. Realizou esse movimento por mais algumas vezes até que a bacia se enchesse pela metade.
- Pronto meu caro, acompanha-me? – perguntou Voldemort por cima da bacia.
- O que são isso? – perguntou um Rony de olhar extremamente curioso.
- Pensamentos, lembranças sobre você. Pelo menos o que eu estava presente e o que você me contou. Receio que não sejam todas, mas acho que já se pode deduzir o resto.

I feel forces all around me
Eu sinto forças ao redor de mim
Come on raise your head
Vem do alto de sua cabeça
Those who hide behind the shadows
Esses que escondem atrás das sombras
Live with all that's dead
Vivem com tudo aquilo que está morto

Rony ficou contemplando a bacia por longos segundos. A dúvida e a razão latejavam em sua cabeça, mas a vontade de se lembrar era maior que as duas. Olhou então para Voldemort e se levantou da sua poltrona.
- Vamos nessa, estou preparado – disse firmemente. O bruxo retribuiu tal firmeza com outro leve sorriso e também se pôs de pé.
- Então siga-me.
Afundaram pela penseira e começaram a rodar em um turbilhão de pensamentos difusos, tudo rodava velozmente, mas Rony percebeu que aos poucos elas iam rodando mais de vagar até o momento em que pararam por completo.
Estavam em Hogwarts, no Salão Principal. Rony olhou para o grande número de crianças agrupadas em meio ao corredor e no chapéu depositado sobre um banquinho de três pés. A professora McGonagal já chamava alguns alunos para a seleção, então ele se viu.
Estava bem ao fundo junto com mais duas pessoas, uma garota de vastos cabelos castanhos e um garotinha de óculos e olhos vivamente verdes, conversavam aos sussurros para não atrapalharem a Seleção.
- Pra que casa vocês acham que vão? – perguntou o garotinho de óculos – Espero que eu vá para a Grifinória, a casa dos bravos! – disse socando o ar e com um sorriso no rosto.
- Eu não sei – disse a garota mexendo levemente a cabeça – para mim não faz diferença, só espero não cair na sonserina. Lá todos são tão panacas... – completou com um sorrisinho para um garoto loiro não muito longe deles – e você? – perguntou para Rony, que não tirava os olhos dela.
- Ham, que?
- Para que casa você quer ir? Não vá me dizer que quer ir para a sonserina?
- Bem, toda minha família é da Sonserina – disse orgulhosamente mostrando um anel com uma suntuosa serpente em forma de “S”.
- Ah que horror! – disseram os dois ao mesmo tempo.
- Achei que tinha algo errado com você desde o momento em que te vi! – disse a garota virando as costas e se juntando ao loiro que agora ria descaradamente. Harry também se juntou aos dois.
- Garota idiota – disse baixinho.

Look at me...look at me
Olhe para mim..... olhe pra mim
(Look at me)At least look at me when you shoot a bullet through my head
Pelo menos olhe para mim quando você atirar uma bala
Through my head
Por minha cabeça
Through my head
Por minha cabeça

A imagem ficou escura e logo depois foi clareando gradativamente. Eles estava nos gramados da escola, Rony estava sentado sob uma árvore, lendo suas anotações quando sua atenção recaiu sobre um pequeno grupo que se aproximava. Uma garota ladeada por dois rapazes, um loiro e o outro moreno. Lá estava ela, a garota que amava secretamente, mas ela o desprezava como a um trestálio. Olhou para ela e seu olhar foi retribuído, porém de uma maneira diferente.
- Lá está ele – disse o loiro com sarcasmo, apontando para Rony.
- Como se eu já não tivesse o tivesse visto – disse Hermione se aproximando de Rony – fiquei sabendo algo de você, Chuck – disse se ajoelhando perto dele.
- Ah... a é? O que? – perguntou nervoso com a proximidade da garota.
- Algumas garotas comentaram que você é apaixonado por mim... É verdade? – perguntou se colocando de frente para ele.
- O que? – sua voz saiu uma pouco mais esganiçada do que imaginava que sairia – Como assim? – estava muito nervoso, como que ela descobrira?
- Ora, não tem problema, eu já andei percebendo isso... – estava agora extremamente próxima dele, sentindo sua respiração. Draco, logo atrás deles fez menção de ir separa-los, mas foi segurado por Harry, que se divertia com a cena.
- Bem, se ... Se olharmos por.. por esse lado... Hum...- Rony pigarreou nervoso, aproximando-se lentamente da garota, pronto para beija-la – go... gosto si.. um pouco... sim... – gaguejava, não conseguia formar frases inteiras.
- Ótimo – disse Hermione com um sorriso no rostos, mas não o beijou e sim fez um leve movimento da varinha, fazendo Rony ser arremessado para o alto e ficar girando bobamente com as pernas pro alto. Os dois garotos riam gostosamente, assim como os demais alunos n jardim.
- O que está fazendo? – perguntou já vermelho, com o sangue descendo para a sua cabeça.
- Nada de mais – disse Hermione em tom de deboche – acho realmente que você merece um beijo, mas não meu... – e assim com outro movimento da varinha ela conjurou vários crustáceos do lago, que se enrolaram pelo rosto de Rony, arranhando-o o rosto com seus pequenos ferrões, fazendo com que seu rosto inchasse rapidamente.
- Me tire daqui! Me deixe em paz! – berrava em meio aos arranhões.
- Te deixar em paz? Claro, não o atrapalharemos mais... – e assim se retiraram deixando o garoto naquela situação.

In my lifetime when I'm disgraced,
Em minha vida quando estou desgraçado
jealousy and lies
Por ciúme e mentiras
I laugh aloud 'cause my life
Eu rio em voz alta por causa da minha vida
Has gotten inside someone else's mind
Adquirido dentro da mente de outra pessoa

Vendo aquelas imagens o Rony real já sentia o sangue pulsar em suas têmporas. A vergonha que passara era muita, mas ainda vinha muito mais. Outra vez a imagens ficou escurecida. Tornou então a clarear, muito tempo já havia se passado, estava adulto. Estava em um local pouco iluminado, aparentava um grande salão vazio, tinha a varinha em punho, à sua frente estava Hermione e Draco, que segurava uma mulher de aparência torturada.
- Soltem-na – pedia Rony calmamente – Leve-me, mas deixem-na ir, por favor.
- Olhe que lindo, ele está implorando pela vida dela Draco – disse Hermione com um sarcasmo que parecia o de Belatriz Lestrange.
- Típico – disse Draco – “Deixe-me em paz” – disse em uma voz esganiçada, imitando o rapaz.
- Não me envergonho – disse Rony já aos prantos – deixem ela ir, por favor, eu imploro. Ela está... ela está grávida – disse com um último sussurro, como se essa fosse a sua cartada final – deixem-na ir e me levem!
- Ora, você fala demais! – disse Hermione, impiedosa – Crucio! – gritou em direção à mulher que Draco segurava.
Rony berrou, tanto na lembrança como ao lado de Voldmeort, ver aquilo era muito para ele, mesmo essa lembrança não sendo real. Os gritos da mulher enchiam toda a sala com sua dor. Fora torturada mais duas, três vezes até desmaiar.
- Por favor – berrava Rony já com a voz falha – é a mim que vocês querem, deixem ela ir!
- O que te faz que queremos você? – perguntou Draco se divertindo com a situação.

Look at me...look at me
Olhe para mim ..... olhe pra mim
At least look at me when you shoot a bullet through my head
Pelo menos olhe para mim quando você atirar uma bala
Through my head
Por minha cabeça
Through my head
Por minha cabeça


- Claro – disse Hermione – nem mesmo ela é útil para nós. Olhou para a mulher e então disse – Avada Kedavra!
- Não! – o berro de Rony foi diminuindo até que a imagem mudasse novamente. Conseguia enxergar pouca coisa. Estava agora no alto de um morro, a neblina cobria quase toda a cena. Era possível apenas destinguir dois vultos.
- Vejo como você passou por terríveis perdas – disse Voldemort, o mais alto dos dois vultos – primeiro sua mulher, depois sua família. Todos assassinados impiedosamente...
- Sim, é por isso que lhe peço ajuda, proteção – disse Rony ajoelhado aos pés de Voldemort.
- Ah meu caro, Lorde Voldemort nunca nega arrego a sofredores como você – disse esticando uma das mãos, a qual Rony pegou e beijou.
- Obrigado senhor, muito obrigado.
- E além de proteção você gostaria de algo mais? Algo para aliviar o sofrimento da sua alma? – disse calmamente.
- Vingança? – perguntou Rony vacilante.
- Vingança não, rapaz. Justiça!
- Claro, justiça! – disse mais firmemente, colocando-se de pé – Quero justiça, com toda minha alma! Vou caçá-los e fazer com que paguem pela morte de cada pessoa que amei!
- É assim que se fala meu caro. E além de justiça, você estará fazendo algo bom para toda a comunidade bruxa, afinal eles são assassinos!
- Claro, assassinos!

Hey all I want is what's real
Hey.. tudo que eu quero é real
Something I touch and can feel
Algo que eu toque e possa sentir
I'll hold it close and never let it go
Eu segurarei isto bem fechado e nunca deixarei ir
Said why...why do we live this life
Digo porque ... porque nós vivemos a vida
With all this hate inside
Com todo este ódio por dentro
I'll give it away 'cause I dont want it no more
Eu lhe darei isto pois eu não quero mais
Please help me find a place
Por favor me ajude a achar um lugar
Somewhere far away, yes, I'll go and you'll never see me again
Algum lugar tão longe que eu irei e você nunca me verá novamente

Voltavam então para a sala mal iluminada onde todos os comensais esperavam pelo retorno de Voldemort e Rony. Sentaram-se em suas poltronas e Voldemort virou para o rapaz.
- Tudo o que você viu, foi o suficiente?
- Sim – respondeu Rony com uma fúria em seus olhos.
- Você saiu à procura deles, mas foi pego em uma terrível emboscada, torturado, teve sua memória apagada e então foi encontrado meses depois. Achamos que tinha morrido...
- Agora será diferente – disse friamente.
- Claro que será... Você está pronto? – perguntou o bruxo com a varinha nas mãos.
- Sim...
Voldemort pegou o braço esquerdo de Rony onde tocou com sua varinha, murmurando palavras inaudíveis. Ele sentiu uma dor lascinante, como se o queimassem com ferro quente, olhou para o braço e lá se formava ela: a Marca Negra.
- Bem vindo de volta, meu caro - disse Voldemort.
- É bom estar de volta - disse Rony, mais vivo como nunca se sentira.











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