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19. Retorno à Hogwarts


Fic: Não era ódio, era amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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 Damien Rice & Lisa Hannigan - Cold Water


Parecia simplesmente impossível achar uma solução para todos os problemas pelos quais passavam. Os dias passavam sem nenhum progresso e pouco a pouco Hermione começou a perder as esperanças de algum dia rever seu filho. Isso a corroia por dentro. Estava cansada de repassar planos que cada vez mais se mostravam inúteis, queria acreditar que Tristan estava vivo, no fundo sabia que ele vivia, mas as evidências não ajudavam.
Hoje ele completaria onze anos e em poucos minutos ela o estaria levando para a Plataforma 9 e ¾ para seu primeiro dia de aula em Hogwarts. Como sonhara com este dia, mas ele nunca aconteceria, pois Tristan não estava lá.
- Eu quero meu filho de volta Gina, não agüento mais essa espera... – desabafava com a amiga.
- Calma querida – dizia a Sra. Weasley ao lado da filha- tudo acabará bem...
- Será que já não acabou Molly? Quase nove anos e nada! Nenhuma notícia, nenhum sinal... E se ele estiver mor...
- Não diga uma coisa dessas querida! Tristan está bem, acredite!
- Por mais que eu queira é tão difícil...
- Por que você não vem morar com a gente Hermione? Será melhor pra você, assim você não ficará sozinha naquela casa com tantas lembranças...
- Não, não posso abandonar a coisas do Tristan, além do mais eu... – então ao levantar o rosto viu que Rony estava entrando pela cozinha. Sua aparência também não era das melhores, esses anos todos Hermione nunca vira o rapaz tão abatido. Seus cabelos estavam desarrumados e sem brilho, sua pele parecia pergaminho de tão pálida e sem vida, seus olhos azuis não tinha mais brilho algum, aparentava uma velhice que não possuía.
- Oi Hermione, como vai? – cumprimentou serenamente.
- Na mesma...
- Ah Rony, querido, convença Hermione a vir morar conosco, será melhor pra ela...
- Eu já tentei mamãe, mas parece que ela prefere se afogar nas lembranças.
- Com se desse para esquecer... – respondeu secamente ao comentário do rapaz.
- Não disse para esquecer, mas sim para seguirem frente...
- E não é a mesma coisa? Rony, hoje ele estaria fazendo onze anos. Onze anos Rony! – disse não conseguindo conter as lágrimas.
- Eu sei Mione, lembro-me todos os dias – disse tentando controlar seu próprio choro. Então subiu para o seu quarto onde lá soltou toda a dor que trazia em seu peito – meu filho, cadê você...?
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- Vamos logo seu imprestável, o Mestre te espera!
A vida de Draco não melhorara nada nesses anos que se passaram. Ele continuava a ser tratado tal qual um elfo doméstico. Não tinha respeito de ninguém, muito menos de Voldemort, só não se rebelara por causa de Tristan. Sempre que podia observava o garoto, mas toda vez que era apanhado espiando era sempre torturado. Tinha hematomas por todo o corpo, cicatrizes pelos braços, escoriações pelo rosto e vários dedos das mãos quebrados, permanentemente.
- O que ele quer agora? Senhor...
- Vejo que você não aprende mesmo... Ele está esperando para que você sirva o garoto! Mas não vá se animando muito, hoje ele vai embora! – completou ao ver a expressão de felicidade na cara de Draco.
Chegando ao quarto de Tristan Draco viu Voldemort ao lado do garoto, aparentemente conversando, porém, ao ver que o rapaz já estava à porta, afastou-se do garoto com um sorriso no rosto.
- Draco, meu caro, espero que possa arrumar o malão de Tristan. Como você deve saber hoje ele completa onze anos e será mandado para a melhor escola de bruxaria de todas...
- Hogwarts...?
- Ah, vejo que continua esperto...
- Mas por que? Com todas as lembranças de...
- Não interessa o motivo! – disse em um tom mais alto para encobrir o comentário de Draco – agora faça o que eu mandei, arrume o malão do MEU filho...
- Sim senhor...
- Tristan, se arrume, partiremos em uma hora.
- Sim papai.
Ao ouvir Tristan chamando Voldemort de “papai” Draco não conseguiu segurar sua raivam expressa na forma de uma lágrima, percebida imediatamente por Voldemort, que mostrou um imenso sorriso de satisfação antes de sair do quarto do garoto.
- O que está havendo com você? – perguntou o garoto.
- Não é nada senhor.
- É melhor... – respondeu com indiferença – espero que arrume tudo corretamente, não quero ter trabalho quando chegar lá – disse se jogando na cama – Não vejo motivo para ir à escola.
- Como não, senhor? É necessário para sua formação como um bruxo e...
- Tudo que preciso saber meu pai poderia me ensinar. Ele é o bruxo mais poderoso que eu conheço.
- Até mesmo seu pai freqüentou Hogwarts, senhor...
- Sério? – disse o garoto sentando-se na cama, mais interessado na conversa.
- Sim senhor, e lá ele realizou grandes feitos, tanto bons como ruins.
- Ele nunca me disse sobre sua época em Hogwarts...
- É porque talvez ele queira que você descubra por conta própria – disse ao colocar umas mudas de roupa do malão. Então nesse momento Tristan viu a marca negra no Braço de Draco.
- O que aconteceu?
- Como?
- O que aconteceu com você?
- Não entendo, senhor...
- Você também é um deles, então por que é tratado assim?
Então Draco olhou a marca em seu braço e em seguida para o garoto. Esperava ter essa conversa com ele à muito tempo, mas não naquele local, muito menos naquelas circunstâncias.
- Digamos que é complicado...
- Hum... Mas diga-me mais sobre meu pai... Em Hogwarts!
- Ah claro. O quer que eu lhe diga, senhor?
- Tudo que souber! Seus amigos, seus grandes feitos, tudo!
- Bem, seu pai não era do tipo amigável, entende?
- Sim... – disse com um risinho.
- Ele não tinha amigos, mas sim seguidores, por assim dizer... Gostava de estar sempre certo sobre tudo, mas teve uma coisa pela qual ele não esperava...
- O que?
- Ele... ah, não sei se devo, senhor...
- Como não? Eu ordeno que me diga! – disse franzindo a testa em um ar inquisitorial.
- Mesmo assim não sei se devo, essa conversa já passou dos limites e se o seu pai descobrir que te disse isso...
- Eu prometo que não digo nada, por favor senhor Malfoy...
Mesmo criado por Voldemort por todos esses anos Tristan não era nada parecido com ele. Era sim meio presunçoso, mas Draco não sabia dizer se era por Voldemort, pois ele mesmo era extremamente presunçoso, mas ao mesmo tempo mostrava uma paixão e curiosidade dignas de Hermione.
- É sobre a minha mãe, não é?
- Como disse? – perguntou Draco espantado pela pergunta do garoto.
- É sobre a minha mãe que você sabe, não é? Meu pai nunca disse nada sobre ela. Disse apenas que ela morreu assim que eu nasci, é verdade?
- Bem, não sei muito sobre isso, mas...
- Então você sabe sobre ela?!
- Você deve me prometer não falar nada para seu pai...
- Eu prometo, venha, me conte tudo o que você sabe!
- Bem, seus pais se conheceram em Hogwarts, estavam no mesmo ano, mas em casas diferentes, ele era da Sonserina e ela da Grifinória. Ele sempre gostou dela, embora não gostasse de admitir isso...
- Por que?
- Porque ela... hum, ela era bem diferente dele...
- Hum, continue...
- Eles passaram maior parte dos anos brigando feito cão e gato, se é que me entende, mas então certo dia eles começaram a passar mais tempo juntos, escondidos, é claro, mas então começaram a perceber que tinham mais em comum do que imaginaram. Sua mãe era simplesmente magnífica, não foi a toa que seu pai se apaixonou perdidamente por ela.
- E ela por ele?
- Sim, e ela por ele... Mas era complicado.
- Por que?
- Porque seu pai veio de um mundo onde a imagem que tinham de amor era bem distorcida e onde a sua relação com sua mãe não era bem vista, então para protege-la ele fez inúmeras coisas, muitas delas foram besteiras, mas tudo o que ele sempre quis foi o bem dela...
- Parece que você conhece bem a história deles...
- Mais do que eu gostaria... – disse em um suspiro.
- Eu acho que puxei à minha mãe... – disse o garoto se olhando no espelho do quarto.
- Por que diz isso Tristan? Ham, senhor – completou ao ver o olhar do garoto em sua direção.
- Não tem problema – disse em meio a um sorriso – Digo isso porque não me pareço em nada com o meu pai... Gostaria de ter uma foto dela comigo.
- É... Ah, eu tenho uma aqui comigo... – disse sem menos perceber.
- Você tem? Deixe-me ver?
- Ah, claro... – tirou então do bolso uma foto antiga, quase que totalmente queimada, onde apareciam apenas Hermione e Tristan, ainda bebê.
- Onde você conseguiu isso?
- Ah, achei por acaso – mentiu rapidamente.
- Posso ficar com ela?
- Claro que pode, meu fi... senhor!
- Obrigado Sr. Malfoy, o sr. É bem legal...
- Tristan, você já está pronto? – perguntou Voldemort do lado de fora do quarto.
- Ah, sim papai, já estou descendo! – disse colocando a foto dentro do malão.
Então Draco com um movimento rápido da mão fez com que todas as roupas espalhadas entrassem no malão perfeitamente arrumadas.
- Uau, como você faz isso? Magia sem varinha?!
- Isso é algo que você conseguirá com o tempo... e coma necessidade...
- Quero algum dia poder fazer coisas sem a varinha, igual a você.
- E você conseguirá Tristan... – disse colocando a mão no ombro do garoto – Ah, antes que eu me esqueça, você poderia fazer um favor para mim?
- Claro!
- Poderia entregar essa carta à prof. Mc Gonagal? Não sei se ela continua em hogwarts, mas é bem provável. Não diga que é minha, somente que precisa ser entregue à pessoa certa.
- Se eu não encontrar essa Mc. Gonagal, o que eu faço?
- Entregue ao Longbotton, fiquei sabendo que à alguns anos ele vem dando aula de Herbologia em Hogwarts, como se eu não esperasse essa.
- Ok.
- Mas precisa ser segredo absoluto, você faz isso por mim?
- Sim.
- Obrigado! – disse abraçando o garoto em um impulso, que foi retribuído com igual intensidade.
- Tristan, meu rapaz, vamos! – disse Voldemort abrindo a porta do quarto – Ah, vejo que você continua aqui – disse para Draco.
- Ah, sim papai, esse inútil demorou eternidades para arrumar minha mala, nem acredito que já me verei livre dele...
- Fique tranqüilo meu filho, agora sua vida de bruxo está começando!
- Espero que sim... – disse com desdém, mas ao passar a porta deu uma última olhada para Draco, seguida de um leve sorriso.
- Boa sorte, meu filho – disse Draco baixinho depois que o garoto já descia as escadas.
Antes que comecem a ler, um aviso: Têm duas músicas ao decorrer da fic... a Primeira é Coração Vagabundo, na cena em que Hermione e Draco se reencontram; e a segunda música é Ti scatteró una foto, do Tiziano Ferro, logo no fim do capítulo... por favor, escutem às músicas durante essas cenas, fica outra coisa... e COMENTEM, por favor!! Ficou bem emocionante esse capítulo como um todo... Valew gente!!!



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