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18. De volta ao covil de mestre


Fic: Não era ódio, era amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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 slipknot - slipknot


- Eu te disse que ele não prestava! Eu disse Mione! – Rony bravejava pela sala, andando de um lado para o outro. Hermione estava encolhida no mesmo lugar em que Draco a amarrara, estava em estado de choque. – Mas não! Você o trouxe pra dentro de casa, deixou-o informado de tudo e todos! Ótimo Hermione! E agora ele matou o Dumbledore...
- Chega Rony! – Harry também estava tão parado quanto Hermione, mas sua cabeça estava extremamente ligada em tudo, pensava agora no próximo passo para resgatarem Tristan. – Ninguém podia imaginar que Draco iria fazer algo deste tipo!
- VOCÊS não podiam imagina né? Porque eu sempre soube que ele não prestava! Eu sempre te disse Hermione, aquele homem não presta! É exatamente igual ao pai e ao seu “senhor”. Agora você me entende não é? E ainda confiamos a ele parte do plano de resgate do Tristan, não acredito como você pôde se enganar mais uma vez! Será que não foi o bastante? – Despejar sua raiva em Hermione não era o que ele queria, mas estava muito descontrolado para pensar no que estava fazendo. A garota levantou-se do chão e encarou Rony com os olhos vermelhos e inchados de tanto chorar silenciosamente; e sem dizer nada saiu da casa.
- Precisava falar desse jeito cara? Você foi longe demais... – e assim dizendo Harry foi se juntar com a amiga.
Ela já estava bem adiantada, assim que passou pela porta da entrada desatou a correr, e custou a Harry alcança-la. Chorava agora descaradamente, tanto que as lágrimas ofuscavam sua visão. Acabou caindo na grama, perto de um banco onde ela e Draco passaram muitas horas conversando durante todos esses dias.
- Mione, você está bem?
- Não é justo...
- Eu sei, nenhum de nós esperava que isso pudesse acontecer... – Harry guiou a amiga até o banco e sentou-se ao seu lado, passando um de seus braços pelo ombro da garota.
- Não é justo! – ela tinha o rosto escondido no peito de Harry, repetia a frase compulsivamente – Ele não podia ter feito isso...
- Calma Mione, agora temos que nos concentrar em Tristan, era o que Dumbledore gostaria que fizéssemos agora.
- É verdade Harry, é verdade...
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Caminhava sozinho pela estrada escura e deserta que levava até a casa de seus pais. Caminhava pesadamente, arfando sob o peso do corpo de Dumbledore, coberto agora por uma grande capa de viagem preta.
´Espero que isso seja o suficiente... Coloquei o Ministério inteiro atrás de mim mais uma vez, MAGNÍFICO! – Draco conversava consigo mesmo quando se aproximou de um grande portão negro de aspecto meio enferrujado. Abriu-o e entrou pelo vasto jardim. Estava próximo à porta de entrada quando uma voz cortou o silêncio.
“O que está fazendo aqui, traidor do sangue?”
- Vim ver o Lorde das Trevas!
“E o que te faz pensar que o Lorde quer vê-lo?”
- Imagino que a notícia da morte de Dumbledore já tenha chegado até seus ouvidos! – disse Draco depositando o corpo de Dumbledore no chão, mas ainda coberto pela capa.
“E o que você tem a ver com isso, seu impertinente?”
- Apenas isso! – disse tirando a capa de cima do corpo do velho – EU MATEI ALVO DUMBLEDORE! Matei-o como prova de minha fiel lealdade ao Lorde das Trevas!
Não demorou muito até que o jardim ficasse cheio de Comensais querendo ver de perto o corpo do homem que Voldemort tanto temia e odiava. Eram murmúrios de espanto, de exclamação, e alguns até de desconfiança.
- Como que você conseguiu matá-lo? Juntamente VOCÊ!? – perguntava Bellatrix com o olhar completamente atônito em Draco.
- Você não entenderia, não é? Imagino que minha temporada com Harry Potter fez todos vocês acreditarem que eu tinha “mudado de lado”. Pois bem, funcionou com vocês e também com Dumbledore...
- Inacreditável... Como podemos ter certeza que você foi realmente o autor do crime?
- Minha querida tia, felizmente não tenho que te provar absolutamente nada, basta que o Lorde acredite em mim e tudo estará bem.
- E quem disse que ele acreditará em você?
- E quem disse que não? – Draco odiava aquela mulher, conseguia odiá-la mais que a Voldemort, se possível, odiava a todos que o cercavam. Ela mantia o contato visual com o rapaz, tentando examina-lo completamente, como um raio-x, ele por sua vez sustentava o olhar com igual ferocidade.
- Draco querido! – toda aquela tensão foi quebrada pelo grito de Narcisa, que corria em direção ao filho – Graças a Merlin você está de volta!
- Mamãe, tudo bem com a senhora? – Narcisa o apertava em seus braços com tanta força que era quase impossível respirar, em retribuição ao abraço, Draco conseguia apenas dar algumas palmadinhas nas costas da mãe.
- Ah, seu pai ficará tão feliz em vê-lo...
- Não conte com isso Cissa... – resmungou Bellatrix ao lado dos dois, ainda examinando o corpo de Dumbledore.
- Bella, como pode...?!
- Estou apenas dizendo a verdade, querida irmã; Lucius foi extremamente humilhado com toda essa história de Draco e a sangue-ruim. Afinal de contas, por mais que ele estivesse apenas “curtindo com ela”, eles tiveram um filho juntos e isso não se pode negar!
- Onde está meu... O Tristan? – perguntou Draco, sentindo um repentino calor em seu corpo.
- Não é da sua conta – disse Bellatriz com desdén.
- Claro que é, afinal de contas ele é meu filho, como você mesmo disse, não é?
- Claro que é, mas o Lorde não permite que ninguém chegue perto do fedelho.
- Mas eu sou o pai dele!
- Grande porcaria essa! O Lorde possui seu filho agora, Draco...
- Ora sua vaca!
- Oh... Que boca mais suja é essa em Draquinho? – Bellatriz se divertia imensamente com essa situação – Quando Tristan for mais velho, vai ter o Lorde Voldemort como pai, e não você seu moleque...
- Sectucempra!
- Ah! – Bellatrix soltou um grito agudo de puro horror ao ser atingida pelo feitiço, que fez aparecer um corte profundo em seu rosto pálido e cadavérico – Ora seu filho da...
- Oh que boca mais suja é essa em titia? – Draco respondia agora com a mesma ironia que ela lhe mostrava, como a odiava!
- Como se atreve a me atacar dessa maneira? Depois tem a coragem, ou melhor, a audácia de dizer que está do lado do Lorde!
- Sim, do lado do Lorde, não do seu! E fique sabendo que tenho muito mais guardado!
- Viu só Cissa, você cria um filho com todo o amor pra depois ele se voltar contra você dessa maneira!
- Como já disse, estou contra você, e somente VOCÊ, Bellatrix.
- Vejo que a ovelha desgarrada voltou ao rebanho... – então o silêncio reinou entre os Comensais. Foi-se abrindo um caminho entre eles e então apareceu Voldemort, com aquele mesmo olhar ofídico, aquela falta de sentimento.
- Milorde – apressou-se Draco em reverenciar.
- Não precisa se esforçar tanto Draco. Imagino que seja difícil pra você ter que representar ao extremo!
- Você não faz idéia o quão difícil foi, Milorde, aparentar felicidade em meio aqueles malditos quando na verdade meu desejo era estar aqui junto ao Lorde.
- Faz-me rir Draquinho... – desdenhava Bellatrix. O rapaz, por sua vez, apenas lhe lançou um olhar mais frio que conseguiu, girando levemente a varinha entre os dedos. A mulher olhou a varinha e se escondeu atrás de Voldemort.
- Então você volta depois de todo esse tempo me trazendo o corpo de Dumbledore e espera que eu te perdoe... – Voldemort analisava a situação com a perspicácia de um investigador – mas é claro que a sua prioridade não sou eu, claro que não! Eu sei disso Draco, não precisa desmentir – interrompeu quando o rapaz fez menção de falar – Eu sei que sei maior desejo é ver seu filho, e para provar que não sou tão ruim quanto seus amiguinhos pensam, aqui está ele – então com um gesto longo do braço apareceu o que Draco pensou ser apenas o cestinho de Tristan flutuando pelo ar, mas quando olhou melhor viu que um pequeno elfo doméstico vinha deambulando logo abaixo do cesto, provavelmente tentando se equilibrar com o peso – Aqui está, pode pega-lo.
Draco não conseguia entender qual era o jogo de Voldemort, continuou atônito, com medo de ser apenas uma armadilha. Temeu que ele já tivesse descoberto todo o plano e que era apenas questão de segundos até Voldemort atacar.
- Vamos Draco, não quer segurar o garoto?
Ele então olhou para dentro do cesto e lá estava ele, dormindo aconchegado em meio as cobertas. Fazia pouco tempo que não o via, mas como estava diferente! Quase não conseguiu conter a emoção, mas fez-se de forte, estava em território inimigo, não podia deixar tudo ir por água abaixo, não naquele momento.
- Tristan... – estava com o garoto em seus braços. Ele continuava dormindo pesadamente, não demonstrando sinal algum de que iria acordar – Tristan sou eu, meu filho... Seu pai está aqui agora...
- Aí que você se engana meu caro Draco – interrompeu Voldemort – você não é mais o pai dele.
- Como assim, claro que sou o pai dele!
- Não mais. A partir do momento em que ele chegou aqui, você deixou de ser o pai desse garoto – Então Voldemort fez outro gesto longo com o braço e Draco sentiu Tristan deixar seu braços. Tentou segura-lo com mais força, mas era impossível, então o pequeno embrulho começou a levitar suavemente em meio a noite escura.
- O que você está dizendo Voldemort?
- A partir de agora ele é MEU filho – então ao dizer essas palavras ele pegou Tristan, ainda dormindo, em sues braços, fazendo a cara mais amável e paternal que conseguia – ele não se lembrará mais de nada que lhe aconteceu antes. Não se lembrará da sangue-ruim, não se lembrará do Weasley nem das pessoas que conviviam com ele. E o mais importante: ele não se lembrará mais de você e passará a chamar a mim de PAI – então levantou o rosto e encarou Draco, ainda fazendo aquele olhar amável, mais parecendo um dissimulado, forçou então um sorriso ao ver a cara de espanto de Draco.
- O que você fez com ele? – eram as únicas palavras que conseguiu pronunciar.
- Eu? Nada! – disse com espanto – Não fiz nada... ainda. Estava apenas esperando você chegar! – então um riso maquiavélico perpassou por seu rosto. Apontou a varinha para o embrulho e murmurou o feitiço – Obliviatte... Querido filho, ao acordar você não se lembrará de nada até esse momento, me tratará como seu único e mais amado ente, me tratará como seu pai...
- NÃO! – Draco não podia acreditar no que via, tinha que impedir de alguma maneira, tinha que desfazer o feitiço naquele exato momento!
- SIM! SIM! E quanto a você – berrou Voldemort logo após devolver o bebê à cesta – E quanto a você! – disse se aproximando de Draco, com seu dedo fino e branco apontado para a cara do rapaz – você ficará trancado, totalmente trancado e isolado de tudo e de todos verá seu tão precioso filho apenas quando EU quiser e já venho lhe avisando, não costumo ter essa vontade com freqüência!
- Você não pode fazer...
- Não posso por quê? Porque você me trouxe o corpo de Dumbledore e por isso deverei te perdoar? ENGANO SEU! Não cairei mais uma vez em seus planinhos tolos e manipuladores. Dumbledore pode ter conseguido te manipular, mas a mim você não manipula! Digamos que agradeço seu gesto, mas um bom ato não redime uma vida inteira de pecados!
- Você diz isso pra mim ou pra você mesmo, Tom? – agora se Voldemort duvidava de alguma coisa, teve certeza plena; Draco havia entregado o plano todo apenas por chamá-lo pelo primeiro nome; e isso ficou estampado nos olhos de Voldemort.
- Vejo que meus julgamentos continuam corretos. Levem-no daqui!
Então Draco sentiu dois Comensais segurarem seus braços e o imobilizarem rapidamente, sua varinha foi quebrada então tudo apagou após um golpe forte em seu cocuruto.
Acordou com uma tremenda dor de cabeça, seu nariz sangrava e provavelmente tinha um dos braços quebrados, tamanho a força do Comensal que o segurara.
-Finalmente acordou meu caro... - Draco gelou ao ouvir aquela voz, como era possível? – Estava começando a me preocupar, afinal de contas passara-se quase quatro dias!
- Dumbledore? Mas como?
- Ah meu caro, “Há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia...”.
- Mas é claro que sim... – disse Draco tentando se sentar no chão sentindo cada centímetro de seu corpo doendo intensamente.
- Está tudo bem...
- Claro que está, perfeito! – ironizou.
- Isso não foi uma pergunta Draco...
- Eu não entendo Dumbledore, fizemos tudo isso por nada!
- Claro que não, será que você não percebeu ainda?
- Percebi o que? Voldemort não acreditou em nada, me trancou aqui e ainda por cima pegou meu filho!
- E você ainda diz que fizemos isso por nada!
- Eu não entendo! – disse o rapaz escondendo o rosto entre os joelhos, tudo que queria era chorar – A realidade dói demais...
- Dor... – murmurou o antigo Diretor – você sabe que a dor é a única coisa real nessa sala.
- Que, como assim? – porém ao levantar a cabeça Draco já estava sozinho, jogou então a cabeça para trás, tentando se apoiar na parede, mas então uma voz, bem ao longe o trouxe de volta para si.
- Não vai acordar mais, Bela adormecida? – ouvia um homem bem ao longe e risos que o acompanhavam.
- Talvez você tenha pegado pesado demais com ele naquele dia Nott, já se passaram quase quatro dias... Eu acho que ele está morto.
- Não seja tão otimista assim – respondeu Draco fracamente de dentro da sua cela, ainda deitado no chão.
- Vê se pode Renvier, foi torturado quase que até a morte e continua fazendo gracinhas... Talvez ele queira um pouco mais – disse o Comensal já preparando a varinha.
- Pode me torturar o quanto você quiser Nott!
- Ah seu... – o homem já tinha a varinha apontada em direção à Draco quando o outro comensal se colocou entre ele e a cela.
- Você está louco Nott? Não pode fazer isso! O Lorde disse claramente que o queria vivo!
- Ah... Então seu “Mestre” tem planos para mim? Que animador... Lembre-me de agradecê-lo por não deixar vocês me matarem – disse se sentando ao chão.
- Embora você não mereça viver, sim, ele te quer vivo!
- E posso saber o por quê?
- Claro que não! – respondeu Renvier antes de sair juntamente com Nott, rindo da pergunta de Draco.
- Ótimo! – tentou se levantar à muito custo, cada milímetro do seu corpo estava dolorido, o braço quebrado estava completamente inchado, suas costelas doíam a cada movimento de sua respiração, mas o mais importante era estar vivo. Pensou em tudo que havia passado até aquele momento, pensou em seu filho, agora nas mãos de Voldemort. Será que já o reconhecia como pai? Será que havia esquecido sobre ele e Hermione? – Hermione... – murmurou baixinho enquanto lágrimas escorriam pelo seu rosto manchado de sangue. O que será que Hermione estaria fazendo naquele exato momento? Então fechou os olhos e escorregou pelas grades da cela até chegar ao chão, a tristeza tomou conta do seu corpo. Draco fechou os olhos e respirou profundamente.
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- Quatro dias, parece que se passou uma eternidade – disse Hermione para Harry – agora tudo está mais difícil sem Dumbledore...
- E sem o apoio do Rony... – completou Harry que lia e relia as anotações de Dumbledore.
- É; e sem o apoio de Rony...
Era difícil saber que Rony não estava mais ao seu lado. Ele, depois de Tristan, era a pessoa que mais importava para Hermione. Mais uma vez o ciúme de Rony acabou os separando.
- Mione, posso te perguntar uma coisa?
- Claro Harry, pergunte.
- É sobre Malfoy...
- O que tem ele? – perguntou a garota de sopetão. Não esperava que Harry trouxesse o nome de Malfoy em uma conversa, pelo menos não tão cedo.
- Você realmente acha que ele matou Dumbledore?
- Como assim? Nós vimos tudo Harry. Não tem como Dumbledore estar vivo.
- Não é isso. É que depois de ler esses papéis que eu achei, fiquei pensando se... Ah, deixa pra lá!
- Ficou pensando o que Harry, me fale!
- Você provavelmente vai achar loucura, mas eu acho que Dumbledore tinha um plano.
- Um plano? Claro que tinha, todos tínhamos um plano até que Draco se revelasse, não é?
- Sim, é claro... – vendo o estado da amiga Harry resolveu adiar a conversa para uma outra hora, mas continuou ali examinando os papéis de Dumbledore, a garota por sua vez, subiu para o quarto.
Era extremamente difícil para Hermione falar sobre Draco. Por mais que tentasse ela tinha que admitir que Draco ainda ocupava um grande espaço em sua cabeça...

















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