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16. Giovanne


Fic: Não era ódio, era amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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As visitas de Luna e Draco passaram a ser praticamente diárias, ninguém suspeitava de absolutamente nada e Hermione estava claramente mais feliz, pois se estivesse acompanhada, poderia sair mais.
Naquela tarde o sol brilhava lá fora, o céu estava limpo e uma leve brisa refrescava o ambiente. Este era um clima totalmente atípico ao clima que os dementadores espalhavam pelas cidades.
- Acho que uma volta cairia bem, não acha? – sugeriu Luna que estava sentada ao tapete, observando Hermione e Draco brincarem com Tristan.
- Até que seria uma boa idéia, Tristan precisa mesmo de um pouco de ar fresco, o que acha Giovanne? – Hermione achava estranho tratar Draco por outro nome, mas concordaram que seria o melhor a fazer, caso alguém os escutasse.
- Por mim está tudo bem – completou o loiro com um sorriso.
Seriam uma típica família feliz se não tivessem passado por tudo que passaram. Amavam-se e isso não era segredo, cada olhar, cada palavra. O sentimento estava expresso em cada centímetro deles. Draco realmente se dedicava ao filho, então tudo aquilo que Dumbledore disse a Hermione era verdade. Sem a menor dúvida.
- O que foi Mi, você ta tão pensativa... – disse Draco, que vinha com o garotinho em seu colo – está com o olhar longe.
- Estou só pensando – respondeu calmamente, parecendo-se até com Luna – pensando em como as coisas poderiam ter sido.
- Não tem um dia em que eu não pense a mesma coisa, sabia? – soltou Tristan no chão, que correu em direção a Luna. Então os dois olharam a criança por alguns segundos. – É incrível como nossas vidas tomam caminhos totalmente diferentes...
- É, mas de uma maneira ou de outra eles acabam sempre se encontrando – eles haviam se aproximando lentamente enquanto observavam Tristan e estavam agora quase que abraçados. Draco olhou para Hermione e viu que ela tinha os olhos marejados, porém fixos nele.
- Ainda bem – concluiu com um sorriso - assim a gente se encontrou de novo e...
- Eu não sei se isso é uma boa idéia.
- Como assim? A gente está junto de novo, como isso pode não ser bom?
- Eu estou casada! E você está sendo procurado por todos os cantos...
- Por um crime que eu não cometi, e você sabe disso!
- Sim, eu sei, mas o resto do mundo não!
- Não importa o que o resto do mundo pense, eu me importo somente com você! Com o que VOCÊ pensa...
- Mas...
- Eu te amo isso não é novidade; e eu vou te amar sempre!
- Eu também te amo Draco...
- Então é só isso que importa! – e se beijaram apaixonadamente.

 System Of A Down - 04 - Hypnotize


Então ouviram um estampido vindo da árvore mais próxima, algo que, para um trouxa, passaria por um tiro, mas que para os bruxos era muito claro. Alguém os observava e havia desaparatado.
- Você ouviu isso? – perguntou Hermione espantada.
- Sim – embora tentasse manter a voz o mais calma possível, Draco não conseguia esconder seu espanto.
- Draco, você acha que...
- Não diga meu nome – respondeu rapidamente aos sussurros, já com a varinha em punho.
- Então tem alguém... – disse Hermione também segurando sua varinha
- Não mais. – observaram as árvores então Hermione correu para Luna.
- Aparate com o Tristan pra casa, agora!
- O que aconteceu?
- Vá Luna, vá e fique por lá, agora!
- Você vai também! – gritou Draco do lugar em que estava.
- Só nos seus sonhos – retrucou a mulher com veemência.
- Estou mandando Hermione!
- E desde quando você manda em mim?
- Desde quando sua vida está em jogo!
- E a sua vida, não conta?
- Eu posso me virar soz... Ahhhh – Draco caiu de joelho agarrando seu pulso esquerdo. Seus cabelos estavam se tornando mais loiros, a pele mais branca. O efeito da poção estava se esgotando.
- Ah Draco – Hermione estava ajoelhada ao seu lado.
- Vá embora Hermione... – o rapaz parecia juntar todas as forças que possuía para falar aquelas palavras
- Não posso te deixar aqui! – Hermione começou a chorar vendo o sofrimento de Draco.
- Você tem que ir agora! Ahhhhh.
- Draco!
- Ele está vindo eu posso pressentir!
- Ele quem? Voldemort? – havia espanto em sua voz, mas mesmo assim ela continuava ali, do seu lado.
- Vejo que você continua esperta, Granger – logo atrás da árvore saiu ninguém menos que Lorde Vodemort, com aquele mesmo rosto ofídico, aquelas mesmas feições desumanas.
- Você! – ofegou Draco levantando-se com muito esforço.
- Sim, sabia que você cumpriria a sua tarefa, está de parabéns meu caro. Trouxe-a a mim assim como eu esperava, mas cadê o garoto?
- Que? – Hermione tinha o rosto pálido, estava paralisada com as palavras do bruxo – do que ele está falando Draco?
- Não dê ouvidos a ele Mione.
- Não vá me dizer que esqueceu da sua tarefa Draco! Do nosso trato! Você tinha que trazer a garota e a criança. Achei que você não seria capaz, mas agora vejo que me enganei, parabéns! – Voldemort sorria.
- Sim, meu filho, você passou finalmente no teste – disse Lucius saindo de trás da mesma árvore que saiu Voldemort.
- Então isso tudo era uma armação? – Hermione olhava de Draco para os dois bruxos do lado oposto. Estava aterrorizada.
- Sim – exclamaram.
- Não! – berrou Draco.
- Ora filho, não precisa mais fingir – dizia Lucius num tom baixo e penetrante.
- Você mentiu esse tempo todo Draco?
- Não! Parem com isso! Mione, não acredite em uma palavra. É tudo mentira!
- Não pode ser...
- O incêndio na fábrica trouxa... – Voldemort começou a enumerar.
- O assassinato de Meg Smith – continuou Lucius.
- Não, é mentira – Draco repetia, mais para si mesmo que para qualquer outro, balançava a cabeça freneticamente, tinha as mãos nos ouvidos como se procurasse não ouvir o que lhe falavam.
- E agora você trouxe ela e a criança...
- Como prova final da sua fidelidade!
- NÃO! – Draco berrou ainda tapando os ouvidos com as mãos. Quando berrou saiu um jato branco da ponta de sua varinha, que estava presa entre os dedos em sua mão direita. Tal luz branca saiu com tanta intensidade que explodiu feito uma bomba, arremessando Lucius e Voldemort para trás. – é tudo mentira Hermione, acredite em mim, por favor. Eu te amo!
- Ora seu... – urrou Voldemort já de pé – Cruc...
- Protego! – Hermione colocou-se mais que rapidamente entre eles e disparou seu feitiço contra Voldemort – eu acredito em você Draco – disse se virando para o rapaz.
- Então não é mentira – sussurrou Lucius não muito longe deles, estava com os olhos fixos em Draco – você realmente a ama! Que nojo! É repugnante!
- Não leia minha mente! – berrou Draco, mais uma vez a luz branca saiu de sua varinha e seu pai cambaleou alguns passos, meio desnorteado.
- Sectusempra! – berrou Voldemort já em pé, apontando sua varinha para Hermione. Porém ouviu-se um “craque” próximo a eles e em questão se segundos um novo feitiço cortava o ar.
- Estupore! – eram Rony e Harry. O feitiço de Harry atingiu Voldemort em cheio, Rony, porém teve tempo apenas de se colocar a frente de Hermione e receber todo o impacto do sectusempra.
- Rony!
- Você! – berrou Harry para Malfoy. Sabia que estavam juntos nisso! Petrificus..
- Protego! – berrou Hermione.
- Mas o que?
- Ele está comigo Harry.
- Que?
- É isso mesmo, ele está comigo.
- Mione, ele é um Comensal!
- Não, não é!
- Como você pode ter certeza? – perguntou Rony, levantando-se do chão com um profundo corte em seu braço, produto do feitiço de Voldemort.
- Dumbledore me explicou tudo e Draco... Bom, Draco e eu temos nos visto faz tempo. Já faz um tempo que Luna o ajuda ...
- Luna? – perguntaram juntos
- Sim ,ela tem preparado poção polissuco esse tempo todo para ele poder ir em casa e... Espere um pouco! – Hermione parecia ter visto um Inferi, tamanho sua cara de espanto.
- O que foi?
- Cadê a Luna?
- Está em casa com o Tristan. – respondeu Rony sem entender
- E quem está de guarda esta noite?
- O Harry, por que?
- Ah meu Deus – gemeu antes de cair ao chão, chorando.
- O que foi Mione – Draco e Rony caíram ao seu lado, procurando dar-lhe apoio, Harry parecia ter entendido o recado.
- Expecto Patronum – então o cervo prateado saiu da ponta da varinha de Harry – Avise a Ordem para patrulharem, agora! – então o bicho saiu em meio a escuridão e sumiu de vista.
- Mione, fala comigo – dizia Rony – o que está havendo.
- Tristan... – ela estava sem ar, apoiava-se tanto em Draco como em Rony – Malfoy e Voldemort... vão... Tristan.
- Voldemort? Ele está caído aqui... – mas ao olhar para o canto em que Voldemort deveria estar estuporado, Rony viu nada alem da grama amassada pelo peso do bruxo, colocou-se de pé num pulo e viu que Lucius também não estava ao chão. – mas como eles...
- Vamos! – berrou Harry, então os quatro aparataram.
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Chegaram ao portão da casa, estava escancarado, assim como as porta e as janelas. A marca negra pairava sobre o teto. Hermione não conseguiu conter um grito de horror.
Entraram na casa e viram os móveis todos revirados, destruídos. Aos poucos toda a Ordem foi chegando a começaram a examinar a cena. Subiram todos a escada que dava para os quartos e lá encontraram mais destruição. O corredor refletia a luz verde da marca, que brilhava pela janela do último quarto: o quarto de Tristan.
Seguiram até a porta, conseguiam ver apenas o canto do berço. O quarto também estava todo bagunçado. Hermione entrou primeiro e deparou com um corpo estirado ao chão. Berrou mais uma vez ao ver aquela cena. Luna Loovegood estava morta, sua pele branca, seus cabelos bagunçados, um olhar de espanto e a boca aberta. Olhou então para o berço de Tristan, mas nem sinal do garoto.
- Meu filho... – ela correu em direção do berço, debruçando-se sobre as cobertas do garoto.
- Ele está vivo – disse Dumbledore, que estava ajoelhado ao lado de Luna, com sua varinha apontada na têmpora da garota. Um fino fio prateado saiu de sua cabeça até a ponta da varinha do bruxo e ficou pairando no ar. – Accio penseira. – então a bacia de pedra toa entalhada com runas se materializou bem ao lado do corpo da garota. – Infelizmente ela estava no lugar errado e na hora errada, porém, fazendo a coisa certa, olhem.
Ofereceu a penseira para Hermione, Rony, Draco e Harry. Continha apenas o pensamento de Luna, nada mais. Rever os últimos momentos de Luna fez Harry lembrar da noite em que seus pais foram assassinados. A cena era praticamente a mesma, Luna escondeu-se com Tristan no quarto do garoto e tentou ou máximo protege-lo, porém tinha sido imobilizada. Então Lucius avançava em direção a Tristan, que chorava no berço.
- Tudo isso é culpa desse filho de mestiço... – dizia com a varinha apontada para a testa do garoto – minha vontade é de matá-lo!
- Mas você não fará isso! – interpôs-se Voldemort – Não foi esse o combinado
- Mas Milorde, será muito mais fácil se...
- Você cumprir minhas ordens! – disse o bruxo com extrema raiva. Virou-se então para Luna e com um movimento brusco da varinha matou-a com a maldição da morte.
A imagem ficou escura; então todos retornaram àquele mesmo quarto, com o corpo da garota ainda ao chão.
- Temos que resgata-lo! – Hermione dizia aos prantos
- Concordo – Harry e Rony estavam um de cada lado da garota, prontos para qualquer negócio.
- Não, não vamos resgata-lo – Draco estava de frente para o trio, tinha a expressão firme, falava com convicção – Creio que deveríamos deixá-lo lá.
- Claro, assim ele terá a mesma criação que você! – berrou Rony – Muito cômodo da sua parte não é Malfoy? Agora você se manda e se junta com seu paizinho!
- Eu concordo com o Draco – disse Dumbledore, que apenas olhava a cena.
- Que? Mas professor, eles vão matar o Tristan...
- Se vocês aparecerem por lá, sim. É o que eles querem – o velho estava com a mesma calma de sempre, olhava por cima daqueles oclinhos de meia-lua com aquele mesmo olhar sereno – Esse é o plano.
- Eu não aceito isso! Eu não aceito que ELE coloque em risco a vida do meu filho – Rony apontava em direção a Draco.
- Espere um pouco, como você acha que eu estou me sentindo? Acha que eu gosto de ver o MEU filho junto com aquela laia?
- Laia que até pouco tempo você pertencia! Eu ainda não estou nem um pouco convencido que VOCÊ tenha mudado.
- Pouco me importa o que você pensa Weasley, mas eu conheço meu pai, sei também o que passa pela cabeça de Voldemort e não vou permitir que você aja por impulso e mate meu filho!
- Ah, agora ele é seu filho? E como assim você sabe o que passa pela cabeça de Voldemort? Realmente você só me dá provas de que continua o mesmo!
- Eu não tenho que te provar nada! Eu amo meu filho mais que tudo nessa vida...
- Você não ama ninguém exceto de você mesmo!
- PAREM! – Hermione, que até então estava quieta, posicionou-se entre eles – Agradeço a preocupação, mas isso não ajuda em nada! O fato de vocês brigarem não trará meu filho de volta!
- Por isso que devemos ir buscá-lo!
- Você o matará!
- Parem! Rony, você tem idéia de onde eles podem estar?
- Procure na casa DELE! – disse apontando Draco
- Muito óbvio – retrucou o loiro.
- Claro, despiste bem a gente para que eles...
- CHEGA RONALD! TENTE PELO MENOS UMA VEZ CONFIAR NO DRACO!
- Ótimo, fale seu plano, gênio!
- Eu creio que não seria prudente procurar por ele, pelo menos não agora. É exatamente isso o que eles querem. Temos que ter um plano, algo realmente bom!






















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