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14. Explosão em fábrica trouxa


Fic: Não era ódio, era amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O tempo foi mudando gradativamente. O sol já não brilhava com tanta intensidade e as noites pareciam durar mais e uma névoa fria começou a se instalar por todas as partes. Os bruxos sabiam exatamente o significado de tais mudanças: Dementadores.
Eles estavam cada vez mais agitados e atacavam qualquer um que cruzasse seus caminhos. Com isso o Ministério começou a ter mais e mais trabalho, consequentemente Rony começou a chegar cada vez mais tarde em casa.
Era difícil para Hermione saber que fazia mais de dois meses que não tinha notícia alguma de Draco; por incrível que podia parecer, ela sentia falta dele. Adquirira o costume de ficar todas as noites à janela esperando por uma carta que nunca chegara.
Começou então a se sentir preocupada; e se algo tivesse acontecido com Draco? E se o pai dele tivesse descoberto?
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 30 seconds to mars - a beautiful lie


Depois da inesperada visita de seu pai, Draco começou uma verdadeira vida de nômade. Não passava mais que uma semana no mesmo lugar. Procurava vilarejos pequenos, sempre em meio aos trouxas. Mas nada daquilo era o suficiente, pois seu pai o encontrava novamente, duas vezes desde aquele dia, mas a última ainda estava fresca na memória...

“Draco estava hospedado em um alojamento trouxa, próximo de uma fábrica de carros. Saía todos os dias para dar uma volta, observar a vila. No último dia estava passando em frente a fábrica quando ouviu a voz de Seu pai novamente:
- Boa tentativa, mas devo dizer novamente que não adianta fugir!
- O que você ainda quer comigo?
- Não fale nesse tom comigo Draco! Se você não me respeita, respeite pelo menos seu mestre!
- Mestre, que mestre? Ah... ELE...
- Como ousa tratar o Lorde das Trevas dessa maneira?
- Trato ele como bem quiser! Demorou, mas percebi agora o tipo de pessoa que se junta à ele; bando de covardes!
- CRUCIO! – Draco soltou um berro ensurdecedor e caiu de joelhos na calçada – Desrespeita o Lorde, ataca e mente para o próprio pai... Que caminho você tomou filho? Crucio. – Draco estava ofegante ao chão, tremia freneticamente.
- Do que você está falando?
- Disso! – e com um aceno brusco da varinha Lucius trouxe Draco para perto de si e esfregou a foto de Hermione em seu nariz.
- Não sei do que está falando...
- Mentira! CRUCIO!
- Ahhhh!!! – Draco havia sido atirado ao chão novamente e a pancada acabou por rachar sua testa na calçada.
- Você se acha muito esperto Draco, mas saiba que o Lorde das Trevas é muito mais; e eu também! Legilimens!
Draco estava muito fraco para impedir que o pai lesse sua mente dessa vez, então Lucius teve acesso a todos os pensamentos e lembranças do rapaz, das mais recentes até aquelas da época de Hogwarts. Aquele dia na casa de Draco, a noite no jardim de Hermione, as cartas, a Sala Precisa, a briga, Tristan...
As feições de Lucius se tornavam cada vez mais frias e malévolas a cada lembrança que via:
‘- O que faz aqui? – repetiu pausadamente – já disse que não te queria...
- “Rondando sua casa!”, sim, me lembro disso. Mas essa não é mais sua casa, não é? – respondeu sem alterar o tom de voz.
- Que seja – respondeu segundos depois – mas o que você quer aqui?
- Ver meu filho...
- Ele não é seu filho!
- Ora, você sabe que é! – ele continuava com o mesmo tom de voz, mas colocando-se mais próximo dela – Mas vim também para ver a mãe do meu filho...’

- Filho? – disse Lucius finalmente, seu rosto parecia ser feito de cera – você tem um filho com aquela imunda?
Draco permanecia ao chão, fazendo um esforço tremendo para poder alcançar a foto que estava ao seu lado. Lucius havia se precipitado ao seu lado e olhava o filho de cima, com a varinha apontada para sua cabeça. Ao ver o movimento de Draco para a foto ele se descontrolou.
- Então é verdade – disse com seus olhos fixos no loiro – você... teve... um... filho... com... aquela... sangue... ruim! – urrou dando chutes e mais chutes no lado de Draco – um... mestiço...
Lucius chutava-o com tanta força que começou a suar, tinha o rosto vermelho e os cabelos não estavam mais tão arrumados assim, agora caiam espalhados pelo seu rosto. Draco continuava de bruços, imóvel, uma poça de sangue ia se formando ao lado do machucado.
- O que está acontecendo aqui? – berrou o guarda da fábrica que, aparentemente assistiu todo o espancamento – preciso de ajuda aqui na entrada principal – disse em seu walk-talk – você o matou!
- Trouxa insolente! – resmungou Lucius.
- O que? – perguntou o guarda.
- Avada Kedavra! – disse apontando a varinha para o homem gordo, de meia idade que se aproximava de Lucius apontando o revólver. Nesse meio tempo o reforço que o policial pediu estava chegando à portaria da dábrica a tempo de ver o colega aindo ao chão.
- Parado! - berraram mais dez guardas, todos com as armas apontadas diretamente para Lucius. Este apenas olhou para os demais e com um gesto tão rápido berrou:
- Bombarda maxima! - então o prédio explodiu e começou a pegar fogo, matando assim os demais guardas.
Lucius se divertia tanto com a cena que não percebeu Draco aos seus pés. Ele não estava morto, mas estava realmente machucado. Essa era sua única esperança de fugir dali. Tinha a foto em sua mão e a varinha em outra. Juntou todas as suas forças para conseguir pronunciar a palavra que salvaria sua vida, pois ele sabia que era o próximo a morrer.
- Portus... - a foto entã brilhou intensamente, chamando a atenção do bruxo que estava ao seu lado, ainda rindo gostosamente pelo que tinha feito.
- O que está.. Avada...
Mas Draco já havia partido pela chave de portal que acabara de conjurar. Não sabia nem ao menos onde ir, percebia agora que não tinha amigo algum e encontrar Hermione agora seria óbvio demais. Temeu não encontrar um local para ir, alguém para lhe ajudar, mas então um nome surgiu em sua mente.
' Quem sabe dá certo" pensou no último instante que lhe restava.
Aterrisou então em um gramado, num local extremamente quieto. Estava tão fraco que adormeceu ali...
Na manhã seguinte sentiu os primeiros raios de sol em seu rosto, mas continuava sem forças para mover um músculo sequer.
- Ola, você está bem? - escutou então uma voz suave, meio etérea, chegar em seus ouvidos. Mexeu então o pescoço, deixando seu rosto mais à vista - Ola, ah... você! - exclamou a garota levemente espantada.
- Me ajude... Por favor, Luna..."
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Na manhã seguinte ao ocorrido todos os jornais, trouxas e bruxos, tinham como matéria de capa a explosão da fábrica de carros, porém a matéria era mais clara no Profeta, já que os trouxas não souberam ao certo explicar o motivo da explosão nem mesmo a causa da morte do guarda que estava do outro lado da rua: olhos e bocas abertos, expressão vidrada...
- Dá pra acreditar nisso? - disse Rony mostrando o jornal à Hermione, sentada a sua frente.
- Deixe-me ver.

"Onze trouxas morrem nesta madrugada" - dizia a matéria de capa, com uma enorme foto do prédio em chamas, mostrando ainda, ao canto da fto, a poça de sangue que Malfoy deixara ao sair pelo portal.

Um brutal acidente abalou toda uma vila de Trouxas durante essa madrugada. Uma fábrica de carros foi terivelmente destruída, acredita-se ser trabalho das trevas, mas o porque ainda não foi desvendado, afinal de contas, não havia nenhum bruxo do conhecimento do Ministério que habitasse aquela região.
"Levando em consideraçao os fatores que envolvem esse acidente temos plena certeza de se tratar de um serviço bruxo. Temos nossas suspeitas, mas preferimos não confirmar nada ainda" revelou o auros responsável pela operação, Alastro Moody.
Um dos bruxos infiltrados na polícia trouxa nos deu algumas informações:
" Aparentemente ninguém presenciou o ocorrido, tentei extrair a última lembrança do trouxa morto pela maldição da morte, mas tudo que vi foi um vulto alto, com a varinha apontada", revelou, " a perícia trouxa recolheu um pouco de sangue, encontrado no local, para que seja feito o reconhecimento atravez do 'DNA'; é um método meio demorado se comparado à magia, mas é a única solução até agora"
Quando entrevistado novamente, Moody deu ao Profeta, novas informações sobre o caso:
" Enquanto a ' piricia' trabalhava resolvi investigar aos arredores; é como eu digo: 'Sempre alerta!'. Encontrei não muito longe daqui um alojamento trouxa e resolvi entrar e fazer algumas perguntas. A dona do local me informou que no começo da semana havia chegado um rapaz um pouco afoito, com pouca bagagem e com uma ' tatuagem' no ante-braço esquerdo. Logo percebi que a tal tatuagem nada mais era que a Marca Negra. Então quando pedi para que ela me descrevesse o tal rapaz ela me disse que se tratava de um jovem, entre 20 e 25 anos, loiro, olhos claros e pele pálida, aparentava cansaço e fraqueza, tinha um porte físico forte, mas estava claramente abatido. Disse também que se atrapalhou ao pegar o dinheiro no bolso e deixou cair, mas palavras dela, ' uma varetinha de madeira'. Creio que até amanhã o fim da tarde já teremos a identidade do culpado", exclareceu antes de se retirar.
Bom caros leitores, caso isso realmente se confirme, o Profeta se disponibiliza a fazer uma edição extra para hoje a tarde, informando em primeira mão a identidade desse assassinato que só perde para o cometido por Sirius Black. ha mais de 20 anos"

- Jovem, entre 20 e 25 anos, loiro, olhos claros e pele pálida... ' tatuagem' no ante-braço esquerdo... deixou cair uma varetinha de madeira... - repetia Hermione atônita com a repotagem.
- Você sabe quem é, não é Mi - disse Rony que mantia os olhos fixos no jornal - É ele, Malfoy!
- Não... - ela não podia acreditar naquela notícia. Sentiu seu coração apertado em seu peito.
- Grave minhas palavras Mi, eu vou pegar ele; e quando o pegar eu vou matá-lo! - assim dizendo deu um murro na mesa e se levantou em direção ao andar de cima para tomar banho.
Agora estava sozinha na cozinha e não conseguiu segurar as lágrimas.







N/A: Gente!!! Empolguei!!!! Nem vi ainda o tamanho do capítulo, mas enfim, fiz eleem menos de 1 hora, espero que gostem! E quero também que comentem viu!!! Please!!! Gostaria muito de saber o que vocês estão achando da fic blz... Valew!! Beijos!!! Acho que amanhã posto o próximo!! Senão só na quinta blz...















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