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12. Reencontro


Fic: Não era ódio, era amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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 Ne-yo - Closer


O tempo passou rápido por ali e Draco começou a viver tal qual um trouxa; trabalhava no próprio hotel onde morava. Era trabalho simples, carregador, mas tinha moradia e ali ninguém conhecia seu passado. Tudo parecia perfeito, exceto por pensar em Hermione constantemente...
Era sábado, o hotel estava cheio de hóspedes devido um conferência que aconteceria no salão do próprio. Médicos de várias partes do país chegavam para as palestras. Draco estava, como de costume, descarregando as malas de um imponente carro preto, que pertencia ao presidente do Conselho de Medicina, quando tudo aconteceu.
O rapaz carregava a última mala quando ouviu aquela voz que a tanto esperava ouvir:
- Sim mamãe, vou ficar aqui no hotel a tarde toda aqui no hotel e gostaria de saber se a senhora poderia ficar com o Tristan por mim. – era ela, Hermione. Como estava linda! Usava um conjunto de calça e terninho, branco, tinha os cabelos cacheados presos em um gracioso coque; em um dos braços segurava um pilha de pastas e papeia, tendo ainda o celular apoiado no ombro. Do seu lado vinha um garotinho de quase dois anos, olhos azuis e cabelos castanho-claro tão cacheados quanto os da mãe. – Obrigado mamãe, vou só deixar essas pastas aqui na recepção e já chego aí. Beijos!
Era incrível como não mudara nada. Sempre carregada com papéis, pastas e livros; ela estava realmente carregada, tão carregada que se atrapalhou toda ao desligar o celular e acabou derrubando tudo que carregava.
- Ai droga! Tritan ajuda a mamãe, por favor? – disse ao se agachar – Tristan... Ai meu Deus, Tristan!
Ao se abaixar para recolher os papéis acabou soltando a mão do garotinho, que saiu em direção ao outro lado da rua. Porém, logo na esquina vinha um carro a toda velocidade. Hermione parou o que estava fazendo e correu em direção ao filho, mas ele estava fora do seu alcance. Draco, tomado por um impulso, largou o que estava fazendo e também saiu em direção ao garoto, passando por cima de tudo e de todos.
Conseguiu então segurar o garoto em seu colo, mas mesmo assim foram atropelados pelo carro que, mesmo tendo freado não conseguiu parar por completo. Protegeu então a criança com o seu corpo, tomando assim todo o impacto da colisão. Não se machucou, apenas alguns arranhões pela queda.
Levantou com o garoto em seu colo, estava assustado, chorava muito, mas quando olhou para quem o segurava, parou quase que instantaneamente chegando até a abrir um sorriso.
- Tristan! – Hermione vinha na direção oposta, também chorava – Ah meu Deus, muito obrigada... – quando viu então a pessoa que salvara seu filho sentiu como se o chão houvesse sumido. Ficou sem palavras, sem ação – Dra...Draco...
- Oi Hermione – disse calmamente ainda com a criança em seu colo.
- Mas como? Você...
- Trabalho aqui agora, por incrível que pareça. Lindo filho!
- Obrigada... Você se machucou?
- Não, foram só alguns arranhões.
- Mas podem infeccionar! Deixe-me ver – disse pegando o rapaz pelo braço esquerdo.
- Já disse que não precisa... – mas ao puxar o braço acabou deixando aparecer a Marca Negra. Tentou cobrir rapidamente, mas ela já havia visto.
- Saia de perto do meu filho! – disse tirando a criança do colo de Draco.
- Hermione...
- Saia de perto de mim! E não encoste no meu filho! – disse afastando-se do rapaz; Tristan então começou a chorar.
- Deixe-me explicar...
- Explicar o que? O seu ritual de iniciação? Não, obrigada! – disse baixando a voz.
- Não é nada disso... – tentou então se reaproximar.
- Sai de perto de mim! Nunca mais pense em olhar nem pra mim nem para meu filho! – o garoto ainda tinha os olhinhos fixos em Draco.
- Como quiser, não quero te perturbar; nem você nem a sua família.
- É bom! Rony não ficaria nada bem em saber...
- Morro de medo do Weasley – ironizou.
O silêncio então instalou entre os dois, o clima era tenso, mas mesmo com ódio de Malfoy, Hermione reparou que havia um certo brilho em seus olhos quando olhava para Tristan.
- Estou avisando Malfoy, se chegar perto do meu filho...
- Eu jamais faria mal a ele, mesmo sendo filho seu com aquele idiota; se bem que ele não se parece muito com o Weasley... Ainda bem! – e seus olhos correram da criança para Hermione – não sei porque, mas gostei dele. E acho que ele também gostou de mim, não é rapazinho? – disse olhando novamente para Tristan.
- Que absurdo! – resmungou a garota.
- Pa-pa....
- Com disse? – espantou-se Draco.
- Papai... – repetiu.
- Ele, ele me chamou de pai?
- Claro que não! – espantou-se Hermione – Ele só está querendo o pai e...
- Papai! – disse Tristan mais um vez, esticando os braços em direção a Malfoy.
- Mas é claro... – disse o rapaz – agora tudo se encaixa... Em Hogwarts, a briga... o desmaio... Hermione, ele é meu filho...
- Não!
- Ele é meu filho... – repetiu atonitamente parecendo não ter ouvido a garota.
- Ele não é seu filho! É meu, meu e do Rony!
- Mas por que você nunca me disse?
- Porque ele NÃO é seu filho!
- Mione...
- Não Draco, você não tem esse direito! – disse afastando-se dele.
- Mione...
- Você sumiu por quase três anos...
- Não, me escuta...
- E quando eu mais precisei do seu apoio você sumiu!
- Você não entende...
- Não Draco, VOCÊ que não entende! O Rony ama essa criança! Ama como se fosse...
- O pai...? – perguntou.
Ela estava num beco sem saída, chorava mais que nunca, Draco ia se aproximando lentamente e Tristan olhava encantado para aquele homem a sua frente.
- Mione, por que você nunca me disse nada?
- Porque você nunca assumiria!
- Como não?
- Você foi fraco Draco! Não teve coragem de me assumir nem para seu pai! Como você diria a ele que é pai de, nas palavras dele, um mestiço?!
- A minha relação com meu pai é mais complicada do que você imagina...
- Jura, não parece – disse olhando para o braço esquerdo do rapaz – parece que você terminou exatamente como ele sempre quis.
- Isso não é verdade!
- Então me fala a verdade!
- A verdade é que eu te amo! Sempre te amei!
- Você não ama nem a si mesmo! – disse com as lágrimas escorrendo por todo seu rosto.
- Hermione...
- O que aconteceu entre a gente já passou...
- Não fala isso...
- Éramos jovens e nossas vidas tomaram rumos completamente opostos...
- Mas eu continuo te amando!
- Agora devemos seguir como se nada tivesse acontecido – continuou como se ele não houvesse dito nada. Segou as lágrimas do rosto e continuou – Eu estou casada, amo meu marido e ele me ama. Nós temos um filho e você não tem o direito de interferir nisso! – disse firmemente.
- Eu não sabia que você estava grávida...
- E não mudaria nada se você soubesse!
- Me perdoa...
- Só quero que você desapareça da minha vida, como você fez a três anos.
- Hermione...
- Isso não é um pedido!
Nessa hora ele percebeu que aquele era o fim da conversa. Afastou-se então da garota, com a cabeça baixa. Respirou profundamente e olhou novamente para a criança. Então retirou do bolso um envelope meio amassado, de aparência meio antiga.
- Acho que demorei demais para te entregar isso, mas nunca é tarde para um pedido de desculpas, não acha? – a garota permaneceu em silêncio, mas pegou o envelope – prometo que sumirei da sua vida, pra sempre... – ela então viu uma singela lágrima caindo do olho de Draco e sem aviso algum ele desaparatou.
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 Rihanna - Rihanna - PS: I'm Still Not Over You


O resto do dia seguiu normalmente, o que acalmou Hermione, mas o sumiço de Draco fora percebido pelos demais trabalhadores do hotel, ela porém, desconversava sobre o assunto.
Ao cair da tarde ela retornou para casa, juntamente com seu filho, que já não tinham mais nenhum machucado em seu braço. Não conseguia parar de pensar em Draco e no como ele estava mudado; estava humilde, bondoso e vivendo como trouxa. Será que era realmente verdade, ou estaria apenas cumprindo mais uma prova para seu treinamento de Comensal?
Tinha muitas dúvidas, mas não pôde negar que quando seus olhares se cruzaram na rua uma chama reacendeu em seu peito, mas aquilo era inaceitável, afinal de contas, agora ela estava casada e não seria prudente jogar tudo para o alto por causa dele. Mesmo porque ela não tinha certeza de nada...
Não demorou muito para Rony chegar e veio logo abraçando a mulher e o filho:
- Olá querida vocês estão bem? Fiquei sabendo do ocorrido, mas aquele Ministério estava um verdadeiro inferno!
- Estamos bem sim, obrigada... – disse com um sorriso.
- Você não sabe o quanto fico feliz! Como que vocês...
- Um homem salvou Tristan...
- Um homem? Quem?
- Não sei ao certo, não perguntei o nome dele e...
- Papai! – disse o garoto de repente.
- Como disse filho? – perguntou Rony meio espantado, pegando o garoto no colo – papai está aqui. Mas como assim não perguntou o nome dele, Mione?
- Esqueci Rony, na hora eu fiquei nervosa e só agradeci e...
- Ninguém do hotel sabia o nome dele?
- Era papai... – repetiu o garoto no colo de Rony, o que fez Hermione gelar. Rony por sua vez, abriu um sorriso.
- Era o papai? Não filho, parecia o papai, não é? – disse rindo. Hermione sentiu um alívio em seu peito e então deu o assunto por encerrado.
Subiu direto para seu quarto, tomar um banho, colocar a idéias em dia, relaxar um pouco, afinal, estava precisando... Abriu o chuveiro e enquanto a banheira enchia ela foi se despindo. Ao tirar eu casaco a carta de Draco caiu do bolso, chamando sua atenção; havia esquecido completamente da carta. Abriu o envelope e viu um papel meio encardido, com as letras corridas e borradas em certos pontos, como se a carta tivesse sido escrita às pressas e escondido.
Antes de ler resolveu trancar a porta do banheiro para evitar surpresas, acomodou-se na banheira com a carta em mãos e então começou a lê-la.

Hermione,

Não sei nem por onde começar, mas é necessário que você leia esta carta com muita atenção, pois talvez seja minha única chance de explicar a você o que realmente aconteceu.
Eu não sou perfeito e tem muitas coisas que eu queria não ter feito, ontem em Hogwarts eu mostrei a minha covardia em não enfrentar meu pai por algo que, pra mim, é mais importante que tudo, você!
Eu nunca quis dizer tudo aquilo pra você e agora eu sei que é tarde demais e que, provavelmente, eu estou morto pra você. Mas preciso que você saiba no quão importante é pra mim.
Temo pelo meu destino, sei que este trem está me levando para minha destruição. Você era a única pessoa que me mantia são e por um erro meu eu te perdi pra sempre. Espero algum dia ter coragem suficiente para reverter toda essa situação e quem sabe mostrar a você um lado de mim que você nunca viu; um lado que só existe por sua causa.
Você me ensinou a amar e a ver o lado bom das pessoas. Eu não queria te perder, mas de alguma maneira eu sei que você estará sempre comigo... Mas eu não consigo viver sem ter você ao meu lado, eu preciso de você para viver!
Quando disse tudo aquilo pra você, não sabia na hora que estava matando a mim mesmo, mas agora eu vejo. Sem você eu não tenho nenhuma perspectiva pra mim, a única coisa que ainda me segura é o amor que sinto por você, mesmo sabendo que ele já não é mais correspondido...
Ainda vou reparar todos os danos que te fiz, mas por enquanto espero que você me desculpe e entenda tudo o que fiz e porque o fiz. Adeus...

Draco
Todos os acontecimentos voltaram à memória de Hermione como um turbilhão; as boas e as ruins. Chorou por todas as vezes que não conseguiu, pelas noites em claro imaginando onde ele estaria. Pelos momentos que viu Tristan sozinho e por agora, que pensava em Draco quando logo ao lado era Rony quem cuidava do garoto. Chorou pela ausência de Malfoy e por sua petulância de aparecer dessa maneira em sua vida.
Ficou ali sozinha com seus pensamentos, mas a batidas na porta a trouxe de volta para a realidade, era Rony:
- Mione, você está bem? Faz uma hora que você entrou no banho...
- Que? Uma hora? Já estou saindo! – era incrível como o tempo tinha passado rápido. Olhou-se no espelho e viu seus olhos vermelhos, inchados. Definitivamente Draco havia voltado para sua vida.





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