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11. Destinos


Fic: Não era ódio, era amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Os dias viraram semanas, as semanas viraram meses. O casamento de Rony e Hermione já havia acontecido e todos acreditavam que o filho que a garota esperava era realmente de Rony, melhor assim, pensavam.
Longe de Hogwarts a vida era outra, Harry finalmente conseguiu trabalho como auror, Hermione estudava para ser curandeira e Rony trabalhava no Ministério como primeiro assistente do Ministro. Há cinco meses não tinham notícias de Malfoy, o que tornava tudo mais fácil. Mal sabiam que o rapaz estava mais próximo do que imaginavam.
Em um povoado calmo, à aproximadamente 300 quilômetros do Ministério estavam reunidos os Comensais, juntamente com Voldemort, para a cerimônia de iniciação de Draco. Desde que descobriu sobre o casamento de Hermione e Rony, o garoto sem empenhara como nunca em seu treinamento, atingindo méritos extraordinários em feitiços, fuga, rapto e tortura de trouxas.
Seu pai, por sua vez, aproveitou-se de tanto empenho e com o passar do tempo fez de Draco uma máquina pronta pra aniquilar quem se meter no caminho, sendo trouxas ou não.

 Natalie Merchant - My Skin


A noite estava fria e tempestuosa, os preparativos para a iniciação estavam prontos, ao soar das dez horas da noite ele entra na câmara escura onde trouxas foram presos e torturados.
A quilômetros dali estão Rony e Hermione, tranqüilos em sua casa. Tinham acabado de jantar e ela estava terminando de guardar a louça, sempre preferiu fazer as coisas do jeito dos trouxas e não se incomodava nem um pouco. Acordara naquele dia com uma sensação estranha, mas não quis preocupar o marido com isso, seu filho estava prestes a nascer, mas algo estava estranho naquela noite, ela podia sentir.
Draco entra então na câmara e logo recebe a Marca Negra em seu braço. Passando para a câmara ao lado, logo se depara com a primeira de cinco vítima, um jovem bonito, moreno, estava meio pálido e tinha um ar assustado. Não teve pena do rapaz e logo lançou-lhe a maldição Cruciatus. Era como se a dor do rapaz tivesse ecoado até a casa de Hermione.
Quase que ao mesmo tempo em que o feitiço lançado por Draco atingia o rapaz, Hermione sentia uma dor em seu ventre. Naquela câmara Draco matava impiedosamente e na casa Hermione sentia dores mais fortes a cada feitiço que ele lançava.
- Rony! – gritou finalmente quando já estava caída ao chão – Rony, me ajuda!
- Mione, o que foi?
- Me leva... me leva pro... – mas ela não conseguiu terminar a frase, acabou desmaiando.
Rony aparatou imediatamente para o Sant. Mungus, que estava bem vazio naquela hora.
- Ajudem, por favor! Ajudem!
Draco já havia matado outros dois trouxas, faltavam apenas dois: uma garota e um velho. Ao encarar a garota sentiu uma pontada em seu peito. Ela tinha os cabelos castanhos, crespos, estatura média, lembrava Hermione. Chorava muito, estava assustada demais. Ao ver que o garoto tinha a varinha apontada para seu rosto, colocou-se de joelhos e implorou:
- Pelo amor de Deus, não me mate! Eu imploro! Prometo que, se sair daqui, não conto pra ninguém e...
- Calada sua suja! – gritou Lucius, que assistia a cena, orgulhoso do filho.
- Por favor moço... – disse segurando a barra das vestes de Draco.
- Como ousa tocar nele? – interviu Lucius, empurrando a garota com o pé. Ela chorava muito e tinha o rosto cortado em algumas partes.
- Pára com isso! – disse Draco finalmente.
- O que? – espantou-se o pai.
- Chega, pra mim chega!
- Como assim, chega? Entendo... – disse olhando para a garota – ela lembra muito aquela sangue-ruim não é? Granger, se não me engano... Faz muito tempo não é Draco?
- Não é isso...
- Não minta pra mim!
- Não estou!
- Sinto... Cheiro... De mentira – disse Voldemort, que até então só assistia a tudo – o que houve Draco, estava indo tão bem...
- Foi a sangue-ruim – disse Lucius.
- Quem, essa daqui? – disse apontando para a garota que voltara a segurar as vestes de Draco – Avada Kedavra!
- Outra sangue-ruim, mestre.
- Deixem-na em paz!
- Então eu estava certo... – disse Lucius.
- Estou fora! – disse o rapaz tirando a máscara de Comensal.
- Deixe-no meu caro Lucius – disse Voldemort ao segurar o homem – creio que poderemos lucrar com essa raiva do seu filho...
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Enquanto isso no hospital, Hermione dava a luz a um garoto, Tristan. Olhos azuis, pele branca e os cabelos (o pouco que tinha) eram castanho-claro levemente enrolados, tal qual o da mãe. Hoje a Família Weasley, juntamente com os Granger, estavam em festa.
Com o passar dos dias Draco se instalou em uma hospedagem de trouxas, no mesmo povoado em que os pais de Hermione moravam, tentando assim obter alguma informação sequer sobre a garota.
Naquela tarde quente de terça-feira, resolveu sair para dar uma volta pelos arredores e acabou encontrando a Sra. Granger, uma mulher alta, de cabelos crespos, assim como a filha.
Pensou muito antes de se aproximar, mas acabou fazendo-o pensando que após saber notícias sobre Hermione ficaria mais alegre, que erro...
- Olá, boa tarde...
- Olá, eu te conheço de algum lugar?
- Ah, não, mas eu estudei com a sua filha, Hermione.
- Ah sim, e você se chama?
- Eu? Ah... Draco – pensou em dizer outro nome, mas pareceria muito falso – então, voltei ao país faz pouco tempo e pensei em encontrar os colegas e bem...
- Ah, mas Hermione não mora mais conosco – disse a mulher com um sorriso no rosto – ela mora com o marido, não muito longe daqui, em um povoado bruxo e...
- Verdade, ela está casada! –disse não conseguindo esconder seu espanto.
- Você não sabia? Não eram amigos? – perguntou meio desconfiada.
- Sim, mas esqueci-me de avisar que tinha viajado, a muito não falo com ela, mais de um ano pra falar a verdade.
- Bem, então não me espanta você não saber onde ela está – disse com um sorriso – ela está casada faz um ano, está tão feliz... Ela e o marido já tiveram até um filho, olhe – disse tirando uma foto de dentro da bolsa.
Na foto estava Hermione e Rony, no colo da garota estava Trisan. Os três olhavam alegremente. Rony tinha o braço sobre o ombro da mulher, que segurava o garoto, este brincava distraidamente com a mão da mãe.
- Linda família, não é? Hei o que houve?
- Nada – disse levantando a cabeça rapidamente - ela está casada com o Weasley? – disse secamente.
- Sim, mas há algum problema nisso – acrescentou ou ouvir o tom na voz do rapaz.
- Não, nada... Ah bom, tenho que ir...
- Ah sim, claro, eu também.
- Viu, a senhora poderia me dar essa foto, pra recordação?
- Claro, tome tenho outras – disse entregando a foto ao rapaz – tem certeza que está tudo bem? Você parece tão abatido...
- Estou bem sim, muito obrigado – então deu as costas à mulher e seguiu de volta para seu quarto, na estalagem.
Era incrível como a notícia do casamento de Hermione e Rony o abalara, ainda nutria esperanças com a garota, mas agora tudo estava diferente e aquela foto era a prova concreta de que ela não pensava mais nele.
Olho novamente para a foto e seus olhos recaíram sobre a criança. Não pôde deixar de sorrir ao ver o garoto, mesmo sendo filho dela com o Weasley. Draco chegara àquele povoado com a esperança de rever Hermione, mas agora não tinha mais tanta certeza se realmente seria o certo. Voltou para o hotel em que estava hospedado e por lá ficou.


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