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2. Uma manhã no riacho


Fic: Um conto de fadas escrevendo o cap 4 - voltando a escrever - mais um pouco


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap. 2

Sabe leitor, o amor não é algo único, ou sozinho, ele é um conjunto de sentimentos, pensamentos, emoções, o amor nunca anda sozinho...


A verdade era única. Não queria se casar. Mas, como havia prometido a seu pai que o faria, deveria honrar sua palavra.
Graças a Deus seu pai lhe ouviu e deixou-lhe escolher seu marido, ela teria o tempo de duas semanas para encontrá-lo. O primeiro baile aconteceria em uma semana, e o segundo uma semana após o primeiro. Era pouco tempo para encontrar o amor? Ou o amor não precisaria de mais tempo?
Ela bateu o pé, rogou a Deus, mas não adiantou, raras vezes viu nos olhos de seu pai aquela determinação, ela não queria que o primeiro baile fosse no dia de seu aniversário, mas Arthur não a escutou, e o último baile seria uma grande festa onde ela deveria anunciar seu noivado. O primeiro baile estava se aproximando. Ela precisava agir, e rápido.

-Hermione, preciso de sua ajuda. – Declarou Gina ao entrar na residência da amiga.

Hermione levantou os olhos sonolentos do livro que lia, já se passava da uma da manhã e ela não conseguiria dormir antes de terminar aquela leitura.

-Sim, Gina, me diga o que lhe incomoda. – Falou dentre um bocejo.

-Estas um trapo amiga! O que houve, há poucas horas te vi linda no jantar a agora estas a cair. – Disse enquando se sentava no outro lado da cama, e passava as cobertas por cima das pernas.

-Sono. Apenas isso. E não consigo dormir sem terminar de ler este livro, é muito bom, deverias ler.

-Qual é o título?

-Utopia..que significa...

-Paraíso, sim eu sei.

-Como sabes?

-Eu já o li.

Hermione se virou na cama e fitou a amiga.

-Como já o leu. Nunca lês um livro antes de mim.

-Pois bem, este eu li, e não concordo com você, não é um livro excelente, e sim sentimental e tedioso.
Hermione suspirou.
-Não irei discutir Thomas More com você a uma da manhã, ainda mais sem ter terminado o livro. O que você quer?
-Há, quase ia me esquecendo, quero sua ajuda.
-Sim, isso eu já entendi, mas com o quê?
-Quero poder passar pelas ruas do velarejo sem ser reconhecida.
-Você está maluca? Seus pais me cortariam a cabeça se te ajudar.
-Mione, por favor, eu nunca saio deste castelo, se não for para ir para outro! Estou querendo apenas viver um pouco antes de me aprizionar para sempre.- Declarou triste a princesa.
-Mas Gina, agora você pode escolher...
-Mas como encontrar algo que desconheço? Como escolher alguém depois de uma valsa?
Hermione baixou os olhos para o livro, e o encarou por um instante.
-Se você for encontrada, não quero meu nome no meio, entendeu? Você o fez completamente sozinha.
Gina sorriu e abraçou Hermione, afundandoo rosto dos cabelos cheios da amiga.
-Você é a melhor amiga do mundo.-Declarou Gina.
-Ou a mais maluca. – Completou Hermione.

Na manhã seguinte:

-Vamos, rápido para que nenhum guarda a veja. – Disse Hermione entre sussuros. – E vista logo esta capa.
Gina obedeceu, colocou a capa cizenta sobre os ombros e escondeu as chamas vermelhas dos seus cabelos sobre a toca.

-Levarei Condessa. – Disse decidida.
-Leve o cavalo que quiser, Gina, mas lembre-se que ninguém pode te reconhecer. Você é a princesa e se alguém lhe descobrir, sozinha, pode ser muito perigoso.
Gina suspirou.

-Eu sei, mas uma princesa não pode pedir um dia de aventura?
Hermione soriu.
-Pode sim, mas tome cuidado.
Haviam chegado nos estábulos, seguiram até a baia de Condessa, Hermione ajudou Gina a colocar os arreios e a montar.

-Cavalgue com cuidado, não queremos nenhum osso real quebrado. Siga nessa direção – Hermione apontou para o sul – Iras encontrar a primeira vila em pocuo tempo. – Mexendo nos bolsos retrou um pequeno saco. – Havia me esquecido, irás precisar de ouro – Disse entregando o saco – Não gaste tudo com besteiras hem.
_Obrigada Mione – Gina soriu e apertou carinhosamente as mãos da amiga. – Você é a melhor.
-Vou fingir que creio em você. Agora vá, e não volto tarde demais, se seu pai descobrir que você saiu...
-Eu sei, serei uma princesa morta antes de poder dizer...
-Liberdade!

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O dia estava perfeito para uma calvagada e um banho no riacho, e Apollo, seu cavalo, precisava se exercitar. Pegou sua roupa mais surrada para montaria, ele iria aproveitar o dia para cavalgar entre as macieiras perto do rio, assim enquanto se banhava, seu cavalo se empanturrava de maçãs.
Selou Apollo, a estrebaria estava vazia naquela hora da manhã, seu padrasto e Draco só acordarão quando o sol estiver alto, e Ronald deveria estar por ai, como sempre.

Montou Apollo, agitou as rédeas e cavalgou em direção as macieiras. Estava realmente um lindo dia, o sol já havia nascido a pelo menos duas horas, e seus raios adentravam pelos galhos verdes das árvores formando sombras e cores magníficas. O cheiro de maçã era intenso, e Apollo relinchou alegre. Quando chegaram perto do riacho, Harry soltou as rédeas do cavalo, retirou a sela, e o deixou livre para ir atrás de suas adoradas maçãs.

O riacho era um lugar lindo. Era como uma piscina natural, rodeada de altas pedras. Era ali o fim de uma longa corredeira, e a água caia limpa e fresca. O barrulho das cachoeiras a cima do riacho eram reconfortantes, e a pequena queda d’água que o enchia da água mais límpida fazia um som calmante e suave, como um murmuro.
Enquanto Apollo ia de maçã a maçã, Harry se despiu, deixou suas roupas embaixo de uma arvore que havia perto do riacho, e mergulhou. A água em principio lhe pareceu gelada, mas umas braçadas depois, seu corpo já havia se acostumada com a temperatura. Mergulhou algumas vezes, e atravessou o riacho a nado. Subiu em algumas pedras e pulou lá de cima, como ele e Rony sempre faziam.

Quando deu seu último mergulho e estava voltando para a superfície, ele ouviu. Parecia que algo batia com força na terra, e de repente parou. Um estrondo dentro da água e ele pôs a cabeça para fora, algo havia caído no rio. Ele olhou ao redor e avistou um belo cavalo branco, que se encaminhava para as macieiras, olhou ao seu redor, dentro do rio e foi então que a viu surgir de dentro das águas, os cabelos vermelhos estavam todos enojados, e ela tentava se manter na superfície ao mesmo tempo em que tentava tirar os cabelos da frente dos olhos.
Pelo jeito que gritava, a jovem não havia visto ele. Ele se abaixou um pouco mais, para ela não o ver, e ficou apenas observando-a travar uma luta consigo mesma.

Entre gritos raivosos e movimentos bruscos ela conseguiu chegar à beira do riacho, onde se pôs de pé.

-Condessa, quando eu por minhas mãos em você...argh...Como você pode me jogar nesse...Argh...por causa de maçãs! Por acaso não lhe dão maçãs o suficiente nos estábulos? Você precisa correr igual...igual...argh..a uma louca para....Merda! – Ela gritou por fim. E olhou ao seu redor para confirmar que estava sozinha.
Saiu do riacho e tentou espremer ao máximo a água do vestido, por sorte havia escolhido um bem simples, para cavalgada, não havia nenhum tipo de armação, estava vestindo apenas o vestido e suas ciroulas. O espartilho molhado começou a lhe incomodar, parecia apertá-la cada vez mais. Então decidiu retirá-lo.Desfez o laço que prendia as costas do vestido, e o abaixou até a cintura, Harry que se mantinha quase completamente escondido pelas águas levantou-se de supetão e gritou para a jovem.
-Não faça isso. – Ele já estava na margem do riacho de pé.
A jovem se virou, e soltou um grito alto e agudo. Correu e se escondeu atrás de uma macieira.
-O se - senhor...o s-senhor...esta-a sem ro - roupas.
Foi então que Harry se lembrou. Ele saiu do riacho calmamente e seguiu até a árvore onde ela estava, que por coincidência era onde ele havia deixado suas roupas.
-Não se aproxime!-Ela gritou – Os guardas de meu pai estão por aqui e se você me tocar você...
-Só estou indo pegar minhas roupas, milady. – Ele apontou para as roupas e ela olhou-as. – Se você fechar os olhos, isso pode se tornar menos constrangedor para mim.
Ela fechou os olhos bem apertados. Desde que o notou nu ela tentou manter os olhos longes. Nunca havia isto um homem nu, e por Deus, esse era incrível.
Ele tinha os cabelos negros longos até os ombros, no rosto, barba por fazer, ombros largos, quadril estreito e...ela fechou bem os olhos para não continuar o percurso cintura a baixo.
Ouviu o farfalhar de roupas enquanto ele se vestia. Depois silêncio. Ela abriu os olhos e se deparou com ele a fitando.
-Qual seu nome? – Ele perguntou.
Ela se levantou, e tentou afastar, em vão, as fitas que grudaram no vestido.
-Meu nome? – Ela perguntou excitante.
-Sim, seu nome. Você tem um, não tem? – Ele tinha um sorriso no rosto.
-Tenho? – “Ai Deus, e seu eu disser quem sou, e se ele for um ladrão”.- Me diga o seu e eu direi o meu.
Ele riu, mas lhe respondeu.
-Harry.
-O meu é Ginny. – “É isso, meu apelido de infância”. Ela sorriu satisfeita com sua esperteza.
-Ginny, podes-me dizer como foste parar aqui?
-Meu cavalo. Acredito que ela tenha sentido o cheiro as maçãs e veio direto para cá. – Ela pôs a mão no peito e respirou fundo, o espartilho a estava apertando cada vez mais.
-Estais se sentindo bem? – Perguntou preocupado.
-Meu espartilho esta me apertando. – Ela respondeu, e logo depois pos a mão em frente os lábios em uma expressão de surpresa. – Oh, me desculpe.
-Você que ajuda? Posse te ajudar a desarmá-lo.
Ela o fitou desconfiada, que proposta mais indecente foi esta? Mas ela já estava quase sem ar, e sabia que sozinha não conseguiria desfazer os laços de Hermione.
-Se o senhor prometer não olhar...
-Eu prometo.
Ela virou-se de costas, o vestido já estava desamarrado, ele foi até ela e começou a trabalhar nos laços do espartilho. Estava realmente apertado. Ele tentava inutilmente não rosar os dedos na pele alva e delicada dela. Quando a tocava de leve, e sem querer, sentia arrepios pela pele, era como se sua mão formigasse. Ele desfez os laços e abriu o espartilho, assim pode ver as costas dela. Tão delicada e suave, que pensou que se a tocasse com suas mãos calejadas a machucaria, quase a tocou, mas recuou quando ela se ajeitou e retirou o espartilho com cuidado, para ele não ver mais nada.
-Pode amarrar meu vestido? – Ela pediu excitante.
-Sim. – Ele respondeu simplesmente com medo do que poderia dizer.
Ele cruzou a fita pelas costas do vestido, e fez um laço. Quando ele a terminou se virou, ficaram muito próximos um do outro, tão próximos que Harry até pode contar as sardas que salpicavam o rosto dela, e a luz que emanava das íris cor de mel.
-Obrigada. – ela disse formalmente. – Podes me dizer para qual direção fica o castelo?
Ele respirou fundo antes de responder.
-Para o norte. Moras lá?
-Sim.
-Você trabalha no castelo?
“E agora?”...
-Sim- ela olhou ao seu redor para ver se encontrava condessa, mas não a viu.-Preciso encontrar meu cavalo.
-Eu creio que eles estão mais a dentro, é onde ficam as melhores maçãs.
-Podes me mostrar?
-Sim, vamos.
Ele a guiou por entre as macieiras até uma parte um pouco mais a dentro, onde pôde avistar o belo corcel negro e Condessa, a égua branca espanhola.
-Você tem um belo animal. – Ele disse acariciando o flanco de condessa.
-A ganhei de minha mãe há dois anos. – Ela se ajeitou ao lado da égua e montou com facilidade. Havia ganhado muita experiência em montaria em suas aulas de equitação. – Para o norte?
-Sim, siga reto ao norte, a estrada é tranqüila e lhe levará facilmente para o castelo.
-Obrigada então senhor...
-Apenas Harry, por favor.
-Harry. Obrigada por me ajudar.
-Foi um prazer. – Ele respondeu, mas logo se arrependeu de dizer quando ela levantou uma sobrancelha. – Disponha. – Ele completou.
Ela agitou as rédeas e seguiu em direção ao norte. Harry ficou acompanhando ela com o olhar até que Apollo relinchou ao seu lado.
-Bonita, não?
Outro relincho. Harry se virou e bateu no pescoço de Apollo com carinho.
-Sim, lindas, mas não são para o nosso bico. Vamos meu amigo que a gente tem muito trabalho pela frente.


Na.: (Tonks dando pulinhos) - Nossa, quanta gente passou por aqui, e por merlin eu to no TOP 20!!! Que honra!!!
Obrigada pelos comentarios, a todos que comentaram, e obrigada pelo pessoal que acompanha ou acompanhou minhas outras fics por estarem nessa também. Espero que voces tenham gostado desse cap. A fic vai ter sempre caps curtos, os quais quero postar pelo menos um por semana...OK.

Origada Dani por betar o CAP, e por me ajudar a melhora-lo.


Beijos galera até o proximo

Comentem, votem!!!


Tonks Butterfly

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