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8. O dia depois de amanhã


Fic: Harry Potter e a II Grande Guerra Bruxa . HG - 02.07


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ao som de uma música familiar a Harry, ele se retirou com Gina, ambos se despedindo lentamente, cada um absorto em pensamentos, em como o destino parecia os unir, e como apenas um homem parecia controlar o destino de todos eles... Alguém que Harry desprezava mais do que qualquer pessoa no mundo, alguém que tirara de Harry a chance de conhecer seus pais, de ter um padrinho, e um futuro...




Capítulo 8 - O dia depois de amanhã...



Os dias subseqüentes ao casamento passaram rapidamente aos olhos de Harry, que se viu extremamente atarefado com tudo aquilo que deveriam preparar para a jornada, e a "rápida" passagem por Hogwarts para o testamento de Alvo Dumbledore, que Minerva fez questão de lembrá-los pessoalmente em uma rápida passagem pela Toca, pareceu perfilar mais uma longa lista de preparativos. Decidiram por fim ir até o Beco Diagonal, com a desculpa de comprar os materiais para o ano letivo, e assim terem a chance de examinar alguns exemplares de livros que os garotos iriam necessitar. Chegou por fim, o dia da ida ao Beco, anterior ao embarque no expresso de Hogwarts, e Harry parecia extremamente cansado ao levantar-se da cama, ainda sonolento, e apreciar talvez pela última vez a casa que lhe parecia já tão distante, onde ele teve certeza de que alguns dos melhores momentos de sua vida, foram frutos dela...

Com os olhos anuviados pela cascata de água que se formava, Harry tentou desviar os pensamentos de tudo aquilo que ele amava, lavando o rosto diversas vezes, e caminhando novamente ao quarto, para preparar o malão de viagens para uma curta estadia no lugar onde Harry se sentiu pela primeira vez amado, onde encontrou uma casa, e também seus principais medos e perdas, o lugar onde ELE havia morrido, sem que Harry nada pudesse fazer para ajudar. As longas respirações de Rony foram o único som que o garoto ouviu por algum tempo, e por fim, ao terminar a arrumação, decidiu dar ao amigo uma noite completa de sono, sem que as incertezas o atingissem antes da hora.

Ao entrar na cozinha, encontrou Gina e Hermione já a mesa, conversando aos sussuros, sendo encaradas por uma tristonha Sra. Weasley, que ao ver Harry adentrar o ambiente, quebrou o clima tenso que parecia se abater sobre a Toca naquele momento.

- Harry, que bom que você chegou, os bacons acabaram de sair, vamos, vamos, sente-se. - e Molly apontou uma cadeira longe das meninas, e para seu desgosto, Harry fingiu que não viu onde ela apontava, e sentou-se ao lado de Gina.

Molly rapidamente se calou e voltou aos seus afazeres, frustrada pela tentativa que falhara a pouco. O fato não passou desapercebido pelo trio, e eles desataram a comer quando receberam um olhar fulminante da mãe de Gina, não podendo iniciar uma conversa a respeito do acontecido. Rony vagarosamente se juntou ao grupo, e com sua sensibilidade sem limites, não percebeu os olhares tensos e cheios de significados de todos.

Harry contou os minutos até conseguir finalmente se trancar no quarto de Rony, com a desculpa que ia se trocar para a ida ao Beco Diagonal. O amigo adentrou pouco tempo depois, visivelmente irritado com a atitude de sua mãe.

- Ainda bem que vamos embora amanhã, cara. Não estou mais aguentando a mamãe. Vamos nos arrumar logo que ela disse que já vai subir para nos chamar. - e Rony apressou-se para colocar roupas mais leves, pois o dia estava ensolarado, e o garoto não queria sentir o famoso calor seco e sufocante de Londres. Em silêncio fez sinal para Harry o acompanhar e ambos desceram, e para o espanto deles, Hermione e Gina já estavam postadas na sala, apenas esperando a Sra. Weasley terminar algo que eles não conseguiram identificar, mas que parecia extremamente saboroso.

Sob a escolta de Lupin e dois desconhecidos a Harry, o quarteto, acompanhado de Molly Weasley pegaram uma chave de portal junto a Toca, e alguns minutos depois davam entrada no Caldeirão Furado, que conservava a mesma aparência de sempre, exceto pelo número de pessoas, que estava drasticamente reduzida a três clientes mal encarados em uma mesa afastada da entrada. O dono, Tom, continuava seu serviço parecendo nao notar a presença dos garotos, pois eram ladeados e seguidos de perto, com Harry sob a capa da invisibilidade. Não era seguro para ele circular livremente pelo Beco Diagonal, ainda mais em tempos tão perigosos, o que foi prontamente aceito pela Sra. Weasley, que praticamente o enfiou dentro da capa.

O Beco Diagonal parecia ter perdido sua mágica, aparentava ser muito mais velho do que era, devido ao número de pregos e táboas nas portas das lojas fechadas e abandonadas, na falta de sorriso dos visitantes, e no clima nada amistoso entre as pessoas. Lupin adiantou-se aos demais e disse:

- Eu vou com Rony, Hermione e "Pontas" para a Floreios e Borrões, e a Gina vai acompanhar Molly, que se não me engano, vai comprar itens para Herbiologia, um caldeirão, e vestes para Gina, correto? - finalizou Lupin, encarando Molly que parecia aterrorizada por estar em local aberto. Harry sentiu uma enorme afeição por seu antigo professor, principalmente por chamá-lo de Pontas, o apelido de seu pai.

-Sim, é isso mesmo, e eu encontro vocês na Floreios, portanto, NÃO saiam de lá, me entenderam? - disse a senhora, irritadíssima, parecendo que a ordem também abrangia Remo Lupin, que apenas sorriu e seguiu seu caminho.

Passaram rapidamente por algumas feições curiosas, admiradas e até mesmo fulminantes contra eles. Por fim, adentraram a Floreios, que continha um número grande de pessoas, que constratava com o Beco em si, e para a felicidade dos três, Lupin apenas disse:

- Estarei na seção de feitiços extraordinários. - e dizendo isso se dirigiu a um emaranhado de estantes, deixando o trio a sós.

E Hermione rapidamente se dirigiu a direção oposta, murmurando incompreensivelmente. Ao chegarem a livros extremamente medonhos, ela os mirou.

- Eu vou procurar por aqui alguns feitiços e encantamentos que iremos precisar. Rony, você procura sobre animagos e feitiços de memória, pegue apenas poucos livros, pois não poderemos carregar muita coisa. E Harry, procure o Lupin, precisamos de um bom livro sobre patronos - e parou diante do olhar inquisidor do amigo, mas continuou. -, Apenas peça e pegue o livro, ele já está nos ajudando. - Hermione finalizou se voltando para a estante, passando os dedos entre os volumes, tentando divisar o que havia escrito em todos eles.

Harry seguiu em direção a saída, para facilitar a sua localização dentro da loja, e assim achar Lupin mais facilmente. O encontrou pouco depois, sem muito esforço, e quando não havia ninguém olhando, o cutucou levemente no calcanhar, o que fez com que Remo soltasse uma exclamação e praguejasse baixo, arfando e com a varinha em mãos.

- Quer me matar de susto? Por pouco eu não azaro tudo aqui em volta. Nossa, você tem o talento do seu pai para me pregar sustos. Eu nunca me acustumei com essa capa de Tiago - disse Lupin, encarando Harry um pouco a esquerda de onde ele realmente estava. -, Diga, Harry, o que esse velho professor pode te ajudar, porque eu tenho certeza que você não deixou seus amigos sozinhos apenas para me fazer companhia. - Lupin finalizou astutamente.

- Er, é que eu pensei, sabe, se você podia nos indicar um livro sobre patronos, mas por favor, sem perguntar o que eu não possa responder. - Harry finalizou apreensivo.

Lupin fez que sim com a cabeça, e passou a andar entre os corredores, até chegar em uma estante baixa e velha, com fileiras quase vazias de livros, e apenas um punhado amontoado a um canto. Dirigiu-se a ela, e pegou um livro de coloração púrpura e jogou aos pés de Harry.

- São tempos difíceis, Harry. As pessoas estão tentando se defender, por isso quase não há livros de DCAT. Não que isso vá ajudar àqueles que não tem experiência, porém você não pode culpá-los de tentar. Esse livro, não é muito popular entre o público em geral, por parecer superficial e reduzido, mas acredite, as respostas que você procura provavelmente estarão entre essas páginas. Boa Sorte. - e Lupin deu as costas, dirigindo-se novamente ao local de onde havia saido.

Mas antes de o professor sumir, ele sentiu uma dor excruciante em sua cicatriz, e olhou o pequeno G em seu peito brilhando, e voltando a seu estado natural, ao tempo que um patrono surgisse entre os dois, anunciando:

- Eu e Gina aparatamos, o Beco está sendo invadido. Saiam daí imediatamente. - e o patrono se dissipou, sem dar a chance de Harry entender realmente o que estava acontecendo.

Em questão de segundos, Hermione e Rony se juntavam a Harry e Lupin, que mantinha a varinha erguida, porém parecia receoso e pensativo. Após alguns segundos, ele se virou e disse:

- Eu irei verificar o que está acontecendo, vocês três, quero que aparatem assim que eu sair por aquela porta. Isso não é uma brincadeira, é real. Não podemos perder vocês depois de todo o trabalho que estamos tendo para protegê-los. - Lupin os encarou com uma expressão dura e se dirigiu a saída da loja.

Harry retirou a capa da invisibilidade e se virou para os amigos.

- Eu sei, não podemos deixar as pessoas serem mortas enquanto esperamos sentados no sofá da casa do Rony. - Hermione disse tudo isso de uma vez, surpreendendo os garotos.

- Isso mesmo, temos que lutar, mas e se formos capturados? - Harry concluiu esperando uma resposta dos amigos.

- Não seremos, ao menos você não. Só iremos lá fora se você for com sua capa, aí podemos lutar, e você seria o elemento surpresa, conseguiria nos proteger, e ao mesmo tempo não se expor - Rony disse isso olhando diretamente nos olhos de Harry. -, E isso não é um pedido, vamos lá. - concluiu virando em direção a saída, trocando um olhar rápido com Hermione, que esboçou um sorriso, ergueu a varinha e o acompanhou. Harry insatisfeito, colocou a capa e seguiu seus amigos.

Harry definiria como um pandemônio o que ele via à frente. Pessoas corriam frenéticamente e eram atiradas ao alto, outros lutavam com tanta rapidez que era possível apenas ver luzes entrecortadas por gritos, e ao meio da balburdia, Harry divisou um conjunto de pessoas vestidas de negro, a qual alguns combatentes enfrentavam a muito custo, e dentre eles estava Lupin. Rony e Hermione avançaram pelos flancos na descida do Beco Diagonal, o que dava uma vantagem, pois o beco não era tão largor a descida favorecia os feitiços disparados da parte superior, sendo também mais fácil chegar ao centro da confusão, que ficava próxima a travessa do tranco.

Harry decidiu, por fim, ir ajudando as pessoas no caminho, e passou a alvejar diversos feitiços em simpatizantes dos comensais, que quando conseguiam ao menos ficar em pé, pareciam abobados, e procuravam meios de se esconder, desaparatando para longe do combate, ou erguendo escudos em vão, contra o vento que uivava fortemente naquela tarde. Foi avançando rumo ao centro da confusão, ao foco real de tudo aquilo. Por mais que não gostasse de ver a cena a seguir, os Comensais da Morte pareciam se divertir, e não estavam preocupados com nenhum objetivo aparente senão uma grande algazarra, e isso cada vez mais o irritava. Rony dava combate agora a um comensal que parecia se divertir com as tentativas fracassadas do ruivo, e Harry virou-se para o amigo e lançou um feitiço do corpo preso, que acertou o comensal, tirando-o instantaneamente de combate. Rony apenas sorriu e seguiu em direção a uma mulher com cabelos muito revoltos, que duelava com Hermione, e torturava ao mesmo tempo dois bruxos caidos, aparentemente desacordados.

Ao se virar, Harry a viu. Era ela, ninguém menos que Belatriz Lestrange ria aprovadoramente do caos instaurado, e sem se aguentar, Harry tentou estuporá-la, porém um Comensal passou a frente do fetiço sem querer, e foi lançado a metros do local. A comensal imediatamente desaparatou, e surgiu ante o trio, executando um estranho feitiço, que obrigou Harry a sair da capa para proteger sua amiga, que se encontrava na linha do feitiço púrpura desconhecido lançado pela Comensal. Ao ser exposto, ela apenas sorriu, e seguiu disparando feitiços tão rápidos, que Harry conseguiu apenas conjurar um escudo, e sentiu todos os fetiços ricochetearem, fazendo com que ele se sentisse mais enfraquecido a cada momento.

O garoto respirou fundo e tentou analisar a batalha que se seguia, e para seu horror, viu Rony sangrando e caído a um canto sendo torturado, enquanto ele protegia Hermione, que estava visivelmente fora de combate. Ao fim, antes de pensar em qualquer coisa, viu Lupin surgir em meio a luta que parecia estar em seu fim, e deu combate ao atacante de Rony, o protegendo daquele homem insano que parecia querer torturá-lo até ele enlouquecer. Essa distração custou caro a Harry, que foi jogado para trás por um forte feixe de luz que cruzou o beco, e se viu caido, diante de Lúcio Malfoy, que levantou sua varinha a altura do peito e o atacou.

- Avad... - Mas ele não pode pronunciar o restante da maldição da morte, pois Tonks e Gina surgiram do nada, e a famosa azaração do bixo papão atingiu Lúcio com tal impacto, que ele caiu desacordado, aos pés de sua prima, que gritou de raiva, dando combate a Tonks, que já alvejava a comensal com feitiços.

A ruiva apenas gritou para Harry:

- Eu levo a Mione, pegue o Rony e vamos sair daqui agora! - disse a garota, disparando mais um feitiço contra um comensal que tentava se aproximar, o que o retardou alguns segundos, tempo suficiente para a ruiva sumir junto com a amiga.

Lupin instantaneamente deu combate a um dos últimos comensais que restaram no beco, e Harry correu em direção ao amigo, divisando pela última vez a batalha devastadora que havia acontecido, e sentiu aquela famosa sensação de ser enfiado em um cano, e seu estômago embrulhou, ficou tudo escuro, e ele sentiu o ar fresco tocar seu pulmões após alguns segundos. Olhou rapidamente o amigo a seus pés, que fez um sinal de positivo com a cabeça, ele o amparou, erguendo-o e cedendo um ombro para Rony, que aceitou de bom grado a ajuda. Ao se virar, divisou que Gina estava debruçada sobre alguém, ao passo que Molly murmurava apontando a varinha e pronunciava palavras estranhas, que Harry não entendeu mesmo se aproximando. Rony pareceu estar completamente curado, e correu desajeitadamente em direção a elas, e ajoelhou-se no chão, ao lado do que parecia ser Hermione, a julgar pelos revoltos cabelos castanhos esparramados de maneira desordenada.

O desespero já havia se instaurado, e ele batalhava internamente porque deixara seus amigos entrar naquela batalha estúpida, porque não seguira as ordens de Lupin, porém foi interrompido quando, para seu alívio, Hermione se levantava vagarosamente com a ajuda de Molly e Gina. Ela deu um sorriso cumplíce para Harry, e aceitou ser levada até a Toca por Rony, que estava milagrosamente curado, ou parecia estar. O garoto os seguiu, e seus olhos não puderam deixar de reparar o olhar de Gina, que não parecia desapontada mas sim com um misto de admiração e orgulho.

Harry entrou e se acomodou na sala, sentando-se perto de Rony, num silêncio quase sepucral, em que ele trocou apenas alguns olhares com Gina, que analisava sua mãe preparar algumas poções em silêncio, e vez ou outra, lançava um olhar assassino contra eles, que parecia congelar o ambiente. O clima foi quebrado apenas com um aviso, de que Tonks e Lupin estavam se reunindo com membros da Ordem, para definir algumas estratégias. Harry sentiu-se muito mais leve, quase uma pontada de felicidade estava brotando em seus lábios, pois todos estavam bem.

Eles sabiam, que mais cedo ou mais tarde, a Sra. Weasley explodiria, e todos desejavam internamente, que isso demorasse o maior tempo possível. Pena que não demorou mais que alguns instantes.

- POR MERLIN, onde diabos vocês estavam com a cabeça para fazer uma coisa dessas? Depois de todo o trabalho que estamos tendo para mantê-los a salvo, vocês querem bancar os heróis e salvar o mundo. E não bastasse vocês terem demorado para desaparatar quando eu enviei a mensagem, essa senhorita ali - e apontou Gina, que agora estava encolhida a um canto. -, Começou a ter um ataque de histeria, e insistiu que vocês estavam em perigo, e o pior de tudo, o pior de tudo mesmooooo, foi a Tonks ter acreditado naquela besteira, e ter aparatado junto com ela. - disse a Sra. Weasley de uma só vez.

Antes que alguém pudesse pensar em responder, ou apenas tentar acalmá-la, ela apontou a varinha para eles ameaçadoramente.

- Aí de vocês, se tentarem fazer isso de novo. Eu transformo vocês todos em sapo, e vou deixá-los preso no sótao, junto com o nosso vampiro, até eu me sentir satisfeita e achar que vocês aprenderam a lição. Onde já se viu, e agora nossa querida filhinha mais nova, deu para manifestar dons premonitórios na familia. Era só o que me faltava - disse a Sra. Weasley visivelmente alterada. -, Harry, Gina, venham até aqui, vamos ministrar essa poção nesses dois, senão vou ter que levá-los ao St Mungus. E falando nisso, esperem só até seu pai saber do ocorrido, eu garanto que seria mais fácil enfrentar um rabo córneo-hungaro sem varinha. - finalizou Molly, que agora se concentrava em tratar as feridas de Ron e Mione.

Gina trocou um olhar cúmplice com Harry, apontando com a cabeça o seu colar, o que fez o garoto entender o que foi que a havia alertado do perigo.

Passado algum tempo, e as cicatrizes desaparecendo do corpo dos garotos, a Sra. Weasley colocou o jantar para eles em silêncio, e passados longos minutos, um a um foi subindo a seus quartos, para tentar durmir, arrumar as coisas para ir a Hogwarts ou, no caso de Harry, para refletir tudo o que estava acontecendo. Afinal, pela primeira vez em sua vida, ele parecia ter visto um olhar de desapontamento no rosto da mãe de Rony, coisa que ele jamais pensaria que fosse acontecer. Felizmente, os sentimentos não eram dos piores, pois por um milagre do destino, ninguém morrera ou saira gravemente ferido.

É Harry, realmente dessa vez a sorte pareceu estar do seu lado. Mas o pior está por vir, e como está...

Esses foram os últimos pensamentos do garoto em sã consciência, antes de ser praticamente arrancado da cama, com o sol a pino e gritos por todos os lados de Molly, para todos se apressarem porque senão chegariam atrasados para pegar o expresso de Hogwarts.



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Lobby Básico:

Visitem a minha One-Shot (Drama) que eu postei aqui na Floreios, vocês irão encontrar o link no meu perfil. O nome dela é o Futuro tem Futuro? Parte II
É um paralelo a fic O Futuro tem Futuro? , porém não é realmente necessário a leitura para entender a segunda. Trata do ponto de vista da Gina, seus pensamentos, lembranças e sentimentos, no pior momento da vida dela. Leiam, comentem, e me chinguem se quiserem. \o\




Avisos:

Galera, Voldemort vai tomar o ministério e Hogwarts não vai mais ser segura. Só que eu imaginei isso pouco depois da chegada do quarteto em Hog, e por isso os meus acontecimentos vão ser um pouco mais demorados.

A fic está chegando perto da parte central, onde a estória vai se desenrolar muito mais rapidamente, porque foi o ponto de partida da minha idéia para escrever essa FIC. Então as atualizações se tornarão muito mais rapidas, e os capítulos irão aumentar exponencialmente.


Agradecimentos:

Prika Potter, Camila Diggory, Lari Tonks e Bira: Agradeço IMENSAMENTE a leitura de vocês. Espero que estejam gostando, e eu esteja correspondendo as expectativas. Criticas e sugestões serão muito bem vindas, e o prazer de escrever, se torna dobrado quando as pessoas gostam daquilo que escrevemos. Obrigadooooo !

Tathy: Uma das minhas mais fiéis leitoras. Não sei nem como te agradecer, seus comentários me deram força em um momento que eu estava quase desistindo da fic, e eu não vou esquecer. Espero que você não me bata pelo tempo que eu demorei para postar, mas é que eu estava sem semanas de prova, e também com o meu projeto da short. Obrigadoo demaissss, muito mesmo, e espero a sua resenha do capítulo.

Jade Weasley: Uma das minhas autoras favoritas, e talvez, bem provavelmente, a mais enrolona da história. VOCÊ ENROLA DEMAIS para atualizar as suas fics, mas vale a pena esperar. Espero que tenha gostado do Capitulo, e eu dedico em grande parte a você, que ainda está me devendo a leitura completa da fic, mas eu te perdoo por hora.

Leticia e Lari Forrester: Quero resenhas, muitas resenhas, comentários, xingamentos e maldições imperdoáveis. Mas comentemmm e digam o que acharam oka? Fico muito feliz de ter leitoras que gostam do que eu escrevo, isso me faz querer escrever cada vez mais rápido, e me aperfeiçoar para melhorar mais e mais. Obrigadoooo !

Nandagina: AHHH, você deixou um comentário malcriado na minha outra fic, mas eu te perdoo okay? uaSuHASuhas. espero que goste do capitulo, já que você me perguntou umas 09483468350986390586 vezes se eu ia atualizar. BRIGADOOO \o\

Mihh: Seu comentário me pegou de surpresa, e confesso que o ego subiu até as alturas com as suas palavras. Espero que o capitulo corresponda as expectativas, e logo logo o próximo está por ai. Obirgado demais pela leitura, e espero suas resenhas. \o\ xD

E quero agradecer a todos os leitores, a todos aqueles que mesmo nao deixando resenhas, se deram ao trabalho de perder algum tempo lendo a minha fic. Obrigado demais, só tenho a agradecer. E comentemmmmm. COMENTEMmm


COMENTEMMMMM !


Obrigado e até o próximo capítulo.

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