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20. Capítulo 20


Fic: Meu Marido Até a Poeira Abaixar ATT 12 02 2014


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 20


Harry abriu os olhos preguiçosamente e sorriu ao se dar conta do monte de cabelos castanhos sobre si. Hermione estava abraçada a ele como se quisesse proteção, sua cabeça descansando sobre o peito dele.
O homem acariciou seus cabelos por alguns minutos antes de retirar, delicadamente, Hermione de si e colocá-la confortavelmente num dos travesseiros. Ela virou de lado e abraçou o travesseiro. Então, Harry arrumou o edredom sobre ela, colocou alguns cachos atrás de sua orelha e deslizou o polegar sobre sua face com carinho.

Adorava observar seu sono. Hermione parecia ainda mais delicada e inocente, parecia que nada poderia lhe atingir, ainda que seu ar transparecesse fragilidade. Parecia...
Inconscientemente, delineou seus lábios enquanto observava com distração sua feição tranqüila; feição esta, que raramente surgia quando estava lá embaixo, com “seus amigos”.

-Harry - ela murmurou em seu sono ou, talvez, ele achou tê-la ouvido dizer. Sorrindo intrigado o homem acariciou mais uma vez o rosto dela e se afastou dirigindo-se ao banheiro.

Quando o homem saiu do banheiro, tomado banho, Hermione já estava desperta e encontrava-se sentada, em posição de lótus no meio da cama, de maneira, Harry ponderou, pensativa. – Bom dia, doçura.

-Harry, eu tenho que – ela parou de pronto quando seu olhar o encontrou. O moreno a olhou de lado com curiosidade, observando o sorriso torto que aparecera em seus lábios. Ela mordeu o lábio inferior escondendo um sorriso travesso. Seus olhos passeando pelo torso dele, despudorados - como se acompanhasse as gotas d’água que perpassavam seu corpo ao encontro da toalha presa a sua cintura. – Não que ele se importasse. Harry achava divertido vê-la afetar desejo. Não tinha certeza do que mais gostava, se seus olhos que brilhavam mais intensamente ou suas bochechas ganhando cor enquanto ela sorria, pensava ele, de modo sedutor. Harry apenas sabia que perdia-se em fascínio.

– Definitivamente é um bom dia, Potter – ela respondeu lhe oferecendo uma piscadela, depois de deslizar sua vista, novamente, por seu torso nu, detendo-se na toalha que ele levava amarrada em sua cintura. – Você está pingando... – disse levantando-se e aproximando-se. Harry apenas sorriu, dirigindo-se ao armário. – Tem certeza que sou eu quem quer lhe perverter? – indagou quando lhe deu uma tapa no traseiro, antes de ir apressadamente para o banheiro rindo-se sob olhar descrente dele.
***

Nota mental: nunca mais ficar devendo a vida para um Weasley. Eles são maus-cobradores” Draco ponderou esfregando as mãos na cabeça como se quisesse esmagá-la.

Ele deixou a água correr por seu corpo sem atenção – sem lhe dar atenção. – Sua cabeça fervilhava com os acontecimentos das últimas semanas.
De todos os lugares que ele poderia se imaginar, este sequer entrava na lista. De todas as situações que poderia se encontrar, essa o estava matando aos poucos, estava o tirando do sério, estava deixando-o fora de si. E, de todas as pessoas que poderiam estar ao seu lado, certamente, Ginevra Weasley era a última a qual desejava por perto. Draco bem estava ciente que a recíproca era verdadeira e sorriu com deboche pensando em quanto tudo aquilo era surreal.

De todo modo, o destino, “ou qualquer que tenha sido o maldito encarregado por isto”, conspirava contra seus planos. Ironicamente lhes fazendo passar por aquele tipo de situação - novamente.
Achou que nunca mais precisaria fingir ser marido de Gina - Uma vez estaria de bom tamanho. Uma experiência, “muita da estúpida”, para nunca, nunca, nunca mais se repetir - que jamais mais precisaria estar em sua companhia para aparentar ser o marido perfeito quando sua vontade era mandar tudo ao diabo e sumir daquela “realidade alternativa” que “aquela ruiva visivelmente perturbada” criara para sentir-se mais a vontade a volta de amigos falsos – “trouxas!” - da época de faculdade. Por que estava mesmo metido naquilo? Ele expirou com força, cheio de frustração.

Não, aquilo definitivamente não estava em sua mente... Mentir para um bando de trouxas medíocres, fazendo-se passar por um homem casado; “casado” com uma mulher que deixava claro apenas olhando-o que, bom, ele nunca fora uma opção e sim uma sentença desagradável... - “Então, por que amaldiçoada razão, me escolhera para ser seu ‘marido’ nesta farsa?” - Tudo aquilo era muito enfadonho. Afinal, sabia que ela o odiava. A ruiva não precisava lembrá-lo disto sempre que encontrava seu olhar, visto que ele mesmo estaria feliz de dispensar sua companhia.
Mas ele estava ali, não estava? E, ainda que não fosse admitir em alta voz, para ela. Devia isto a Gina, sabia e sentia amargura por esse motivo. Se ela simplesmente tivesse partido quando viu Bellatriz lhe apontar a varinha... - o loiro fechou os olhos com uma das mãos. – “Mas ela tinha que ser uma maldita grifinória” Sorriu sem vontade. Sempre soube que os grifinórios tinham uma coragem que se confundia com estupidez, teve a prova naquele momento.
Se ele estivesse em seu lugar, talvez, não fizesse o mesmo. E isto era o que mais lhe irritava nela, naquela mulher destemida. Ela não pensou sequer um minuto em si quando o salvou, ela nem hesitou. Ela não pensou se ele merecia ou não ser salvo. Ou em todos os momentos que ele teve a oportunidade de humilhar sua família com frases cruéis na época de Hogwarts... Vingança nunca passou por sua mente. “Ela é uma idiota”. “Mas uma idiota que salvou sua vida, não é?” Sua mente acrescentou num tom reprovador e superior. E ele se viu odiando a si mesmo...
***

Gina olhou incerta para a porta a sua frente, estava a uns cinco minutos de pé ali, indecisa se deveria ou não bater.
Se deveria simplesmente esquecer e descer as escadas rapidamente indo, assim, ao encontro do café-da-manhã que a esperava, deixando-o só e que ele descesse quando estivesse pronto, quando lhe desse vontade.

A ruiva ignorou o fato de estar com medo de que se visse Hugo, poderia, em um estalar de dedos, ficar fora de si e agir impulsivamente (ela nunca fora do tipo de pessoa que tinha o dom do auto-controle, de qualquer forma). Ela se forçou a ignorar também a idéia que passou por sua cabeça por um instante de “loucura momentânea” – como ela mesma intitulara.
A idéia de que, se Draco estivesse consigo, se sentiria mais tranqüila. Repreendeu-se pela sensação que tinha em si no momento, como se ele pudesse protegê-la ali, naquele momento. “Sou crescida. Não preciso de proteção. Sou crescida... Eu não... Eu não preciso...”

Gina bateu finalmente na porta, esquecendo-se da frase que mentalmente estava a tentar se convencer. – O que quer Weasley? - uma voz abafada por conta da porta fechada, indagou estranhada.

-Você está no Box?

-Sim, mas por que você – Gina já havia entrado. – Mas... – pestanejou diversas vezes colocando a cabeça para fora do Box. – O que você está fazendo aqui?! – ele indagou com indignação.

A mulher virou os olhos. – Você esqueceu da sua toalha novamente – disse indiferente, colocando a toalha próxima ao Box. – Vê se não esquece da próxima vez.

Draco a ignorou. - Agora já pode ir – disse abanando as mãos.

-Não me trate como se fosse uma de suas empregadas – retrucou entre dentes antes de lhe dar as costas. Ela voltou-se repentinamente para ele. – Não demore muito – disse autoritária, Draco estava pronto para protestar quando ela acrescentou em um tom diferente, como se lhe custasse muito falar, mas com uma sinceridade que não pôde esconder. – Por favor, preciso de você lá embaixo, comigo - murmurou.

Draco ainda estava com a boca aberta enquanto Gina continuava a encará-lo, esperando uma resposta. O homem fechou a boca e erguendo a sobrancelha meneou a cabeça de maneira positiva. Ele pensou ter ouvido um suspiro de alívio da parte dela quando a mesma lhe deu outra vez as costas. Devia estar ficando louco. Gina sorriu intimamente saindo do local.
***

Alguns minutos depois, o homem saiu do banheiro, indo ao encontro do armário. Ouviu um resmungo e, lançando um rápido olhar pelo local, encontrou Gina tentando fechar o zíper às suas costas. Ela estava muito bonita com aquele vestido floral, observando suas costas no espelho enquanto ainda tentava fechá-lo. Ele sorriu indo ao seu encontro.

-Quer um ajuda? – indagou próximo ao seu ouvido, ela estava tão distraída que quase deu um salto se não fossem as mãos de Draco em seus ombros.

-Maldito seja, Malfoy! Você me assustou!

Ele deu de ombros a rodeando, deste modo ficando às suas costa. – Para uma auror, você está bem despreparada – Gina virou os olhos, sentindo ele colocar seus cabelos sobre apenas um dos seus ombros. - Esperava mais de uma das melhores aurores da Inglaterra - ele murmurou enquanto elevava o zíper devagar.

-Eu ainda posso acabar com você a qualquer hora – ela contrapôs num sorriso superior voltando-se para ele enquanto arrumava o cabelo. Ele ergueu a sobrancelha. – Você está pronto? Vamos?

-Espere um minuto – disse e se aproximou novamente. – Eu sei que Hugo lhe perturba.

Gina o encarou seriamente. – Só porque eu gostaria muito de azará-lo.

Draco virou olhos. - Pelo-amor-de-Merlim. Você quase o matou quando descobriu que era um homem casado.

-Isso não é verdade – Draco a encarou de maneira irônica. – Não é verdade! Hugo é um idiota, eu o odeio – garantiu secamente. – Você não pode confundir “ódio extremo” com “amor doentio”.

-Dizem que há apenas uma linha separando o ódio do amor – retrucou com um sorriso torto.

-Você pode citar algo menos démodé? Por favor?

-Admita Weasley. Você se sente atraída pelo--

-Você só pode ter enlouquecido – o interrompeu. – Já tive o suficiente de Hugo Pornnili por toda minha vida – disse amargamente, desviando o olhar por um instante. - E eu não “quase o matei” por ele ser casado e sim por causa daquela mania nojenta que ele tem de ficar alisando minhas pernas por debaixo da mesa! Sinto pena da esposa dele e – mas Draco já não estava escutando.

O loiro a encarou descrente. – Ele fez O QUÊ?!

Gina suspirou corando furiosamente. “Ótimo, por que você não pode um instante fechar essa boca, Weasley?! Agora, como se não bastasse, serei chacoteada, mais uma vez, um por Malfoy”.

-Escutou muito bem. E não se atreva a zombar de mim – disse apontando o dedo indicador para seu rosto.

-Não seja ridícula, Weasley. Isso não é engraçado, é doente – contrapôs em tom duro. – Quando isto aconteceu?

Ela cruzou os braços, amuada. – Ontem no almoço e à noite, no jantar.

-Por que não me contou?

-Eu posso me virar sozinha, obrigada – retrucou com escárnio.

Draco quis lhe sacudir naquele momento. – Mas não esqueça que, para todos os efeitos, sou seu marido! Eu poderia ter tomado uma há muito tempo.

-E o que você faria? Lhe daria socos e ponta-pés? – indagou erguendo a sobrancelha. - Eu posso fazer isso também.

-Ainda não me conhece, Weasley – retrucou impassível ainda que em seus olhos houvesse um brilho distinto e então a encarou. - Você verá o que posso fazer – acrescentou, sua mão indo ao encontro do rosto dela, mas não chegou a tocá-la. Draco segurou delicadamente a mexa sobre seu rosto e, como se sempre fizesse isso, a pôs atrás de sua orelha. - Deixe seus olhos a mostra, fica mais bela assim – disse apenas, antes de passar a caminhar ao encontro da saída.

Gina ficou parada um instante no mesmo lugar. Sem saber o porquê daquele comentário e gesto tão atípicos de sua parte para com ela. E sem certeza do que significava aquele novo brilho no olhar dele.
***

Do alto da escada, ele enlaçou seus braços. Ela não conseguiu dizer nada, apenas o olhou de lado, mas Draco não estava se importando com o olhar reprovador que a ruiva estava lhe dispensando... Ele estava ignorando.

Draco tinha um plano. Ele não sabia como Gina iria assimilá-lo. Mas não fazia diferença, sequer importava. Ele a fez ceder quanto ao colchão, poderia lhe fazer ceder uma vez mais. Visto que tudo tratava sobre o bem-estar deles naquela casa. Sorriu ligeiramente, esperava que fosse tão fácil como tirar conclusões precipitadas...

O café da manhã seria servido em alguns minutos, houve um atrasado imprevisto na cozinha. Enquanto isso, todos estavam na sala de estar. Exceto Harry e Hermione, estes ainda não haviam dado o ar da graça... Gina observou o olhar inquieto de Vitória e sorriu divertida. Ela poderia ver a loira maquinando um modo de ir ao encontro do quarto deles sem parecer desesperada para querer afastá-los sem sucesso.
O homem ao seu lado, entretanto, não tinha sequer um olhar divertido. Enquanto encarava Hugo, que parecia se comprazer em lhe devolver o olhar com arrogância, sentia mais vontade de espancá-lo. Hugo ainda não compreendera que ele, Draco, não era somente mais um marido... Não tinha idéia do quanto poderia ser perigoso.

-Estou cansaço de brincar com esse cara – Draco murmurou lançando um olhar fulminante a Hugo. – Vejamos se na tática de Harry e Hermione obtemos maior resultado - Gina o observou em confusão. Mas antes que pudesse ter qualquer reação, o loiro estava segurando levemente seu queixo e a fazendo lhe fitar. - Você pode me odiar o quanto quiser depois disso, Weasley. Mas é para... - ele não completou, apenas acabou com a distância entre seus rostos e a beijou.
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(continua)
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Olá! Obrigada pelos comentários... Desculpem-me a demora, os erros... terminei agora.
E eu detestei esse capítulo. Aff, só pra variar um pouco ¬¬
Se o capítulo está confuso... Perdoe-me, parece ser meu estado de espírito no momento.
Espero que gostem, comentem. XD
Beijo!

Queria desejar parabéns atrasado (XD) a Larissiiinha que fez aniversário dia 15/03 e a Natália021 que fez dia 21/03. Beijoks meninas! Felicidades!

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Comentários: 2

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Enviado por Isis Brito em 01/09/2011

aaahhh, ele beijou a Gina!! =D

Nota: 5

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Enviado por Jéssica J em 13/06/2011

beijo *----*

Nota: 5

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