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10. O orgulho de um Malfoy


Fic: Eximere Tempus


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Na hora do almoço, Hermione foi obrigada por Gina e Melissa a mostrar-lhes o quadro que Harry havia feito para ela e se depararam com Pavarti e Lila atônitas, olhando para o quadro devidamente pendurado na parede, a frente da cama de Hermione.

-Dêem o fora daqui que precisamos conversar. –Gina fala fazendo gestos com as mãos que indicavam a porta.

-O almoço já está sendo servido, se não forem rápido, não vai dar tempo para repassar a “novidade”. –Melissa completou se mostrando indiferente, mas sorriu ao ver o olhar que as duas deram antes de sair desejando felicidades para Hermione.

-Pelo visto elas também viram meus cartões de aniversário. –Hermione resmunga desgostosa, detestava dividir o quarto com as duas fofoqueiras de plantão.

-O quadro é lindo, Hermione! –Gina estava maravilhada olhando a tela.

-Realmente meu irmão se superou! Ele já havia dado um quadro de presente de casamento aos nossos pais que é fantástico, mas este consegue passar ainda mais claramente todos os sentimentos envolvidos. –Melissa estava encantada e muito orgulhosa. –Sem dúvida uma belíssima declaração de amor.

-Não o vejo exatamente como uma declaração de amor. É mais uma atitude de posse. A mão dele em minha cintura, o olhar firme e até a água respingando a essa altura, simbolizando o mar revolto... Tudo é uma declaração de que não importa o quanto eu corra, o quanto eu lute, ele vai sempre estar lá e que mais cedo ou mais tarde, eu serei dele. –Hermione tinha o olhar preso a pintura e o tom de voz neutro, não querendo que elas soubessem sua opinião sobre aquilo.

-Não sei como você consegue ficar tão impassível olhando uma demonstração de paixão como esta! –Gina tinha o olhar descrente e já perdia a paciência com a amiga. –Imagine-o te pegando desta forma, com esta força, te olhando como se fosse devorá-la, seu peito se comprimindo nestes músculos tão fortes e poderosos, toda essa aura de virilidade. –Gina apontava o desenho, mas especificamente as formas de Harry, reveladas pela camisa justa e transparente pela água. –Qualquer mulher derreteria e se entregaria de bom grado ao “sacrifício”. –Como sempre, havia muita malícia na voz da Gina, e desta vez Hermione não gostou nada.

-Se o acha tão irresistível assim, fique com ele para você! –Melissa sorriu ao notar o ciúme na voz da morena e viu que Gina também parecia ter percebido.

-Harry não faz meu tipo. Apesar de ser lindo, ele é muito bonzinho, muito romântico, muito respeitador! –Gina fala como se considerasse tudo aquilo como defeito.

-Gina é a única mulher entre os sete irmãos, você não pode querer que ela seja normal, não é? Principalmente com um irmão tratador de dragões, outro com vocação para capacho, gêmeos que parecem versões do Médico e do Monstro e um último que parece ter 80% do corpo reservado para o estômago. –Hermione não pôde conter o riso diante daquele diagnóstico.

-Pelo menos não sou eu quem pisa no garoto que é o sonho de consumo de 90% das garotas do mundo! –Gina retruca em deboche para Hermione, que pára de rir.

-Voltando ao presente, qual foi sua reação ao ver o quadro pela primeira vez? –Melissa pergunta curiosa e Gina parece esquecer a discussão anterior, compartilhando da mesma curiosidade. –Foi tão boa assim? –Melissa provoca ao reparar que Hermione corava.

-Confesso que me emocionei um pouco em excesso. –Hermione fala se virando de costas e observando a porta. –Mas vamos deixar isso pra lá e ir almoçar, que depois do almoço é aula da Lilian! –Hermione opta pela fuga rápida, o que deixa as amigas frustradas.

-Hermione Jane Granger, volte aqui agora! –Melissa exige correndo atrás de Hermione e sendo seguida por Gina.

A aula de DCAT seria, excepcionalmente, no jardim ou pelo menos fora lá que a professora pedira para os alunos a esperarem, portando apenas a varinha, nada de mochila ou qualquer material de estudo.

-Vejo que todos estão presentes e entenderam bem o que pedi... –Lílian fala ao aparecer por trás dos alunos e pára ao observar que Draco Malfoy estava presente. –Bem vindo de volta, Sr. Malfoy, voltou bem a tempo do primeiro teste deste ano letivo. –Não só Draco, como todos os demais soltaram exclamações de surpresa.

-Mas, professora, nós ainda estamos no meio de setembro, não temos nem um mês de aula! –Simas declara totalmente pálido.

-Mas a avaliação de hoje será para avaliar todo o conhecimento de vocês e, o mais importante, se vocês sabem usar o que aprenderam. Mas não se preocupem que haverá diversos outros testes surpresa que os prepararão para os N.O.M.’s e para a vida. –Lilian tinha uma postura séria e parecia que não admitiria questionamentos.

-Iremos duelar uns com os outros? –Após permissão da professora, Pansy pergunta olhando de lado para os grifinórios.

-Não. Prestem atenção porque vou explicar como será e não quero ninguém morrendo por não prestar atenção em mim. –Aquela afirmação prendeu não só a atenção, mas também a respiração de muitos. –Todos vocês começam com a nota máxima e irão perder pontos de acordo com o número de ferimentos e a gravidade deles. O teste consiste em ir à floresta proibida, procurar pela criatura que está atacando animais, capturá-la ou matá-la. Não voltaremos até que tenhamos cumprido a missão, alunos que atrapalharem outros ou que ferirem outros, serão rigorosamente punidos e, para quem se acha esperto, eu vejo tudo.

Lílian ficou alguns minutos em silêncio, observou cada um dos alunos e ninguém fez menção de perguntar nada, então disse para que se levantassem e a seguissem. No caminho ela foi passando as instruções, mostrou fotos dos animais feridos e deu indicações sobre o tipo de área em que provavelmente agiriam.

Nas duas horas que andaram, verificaram pistas, seguiram rastros e evitaram áreas perigosas, além de afastarem um ou outro animal perigoso que tentava se aproximar do grupo, alguns seguindo o cheiro de medo, outros apenas sentindo cheiro de carne fresca.

Harry já estava começando a ficar entediado, quando um brilho no chão, em meio às folhas secas, lhe chamou a atenção. Separou-se do grupo e se abaixou para verificar o que era, percebendo que o objeto era fino e parecia estar rachado em vários pedaços, apesar de parecer ser feito de prata.

-Mãe! Vem aqui, eu achei algo. –Harry fala ainda intrigado demais, para pensar em tratar a mãe como professora.

-Harry, já te falei para me chamar de Sra. Potter... –Lílian fala ao se aproximar, mas pára assim que vê o objeto na mão de Harry. –Ah, droga! –Lílian murmura para si, deixando Harry intrigado.

-Ovos de Occamy! –Hermione exclama ficando pálida.

-E isso significa o que? –Rony pergunta intrigado, outros alunos se juntavam ao redor deles.

-Que estamos com grandes problemas! –Ana Abbot fala com um gemido.

-Occamy é uma espécie de serpente com asas, são ferozes, têm bicos fortes, os ovos são de prata maleável e o pior é que possuem a segunda classificação mais perigosa feita pelo Ministério da Magia. –À medida que Hermione explicava, os alunos ficavam mais pálidos e se aproximavam uns dos outros, como se pudessem ficar mais protegidos.

-Ok, pelo visto temos aqui uma boa família deles, o que explica o número de ataques a animais da floresta. Quero que fiquem próximos, varinhas seguras de modo firme e olhos atentos não só no chão, mas também no céu. –Lílian instrui e depois se ergue, pronta para seguir em frente.

-Nós não vamos voltar? –Simas pergunta trêmulo, reação compartilhada pelos demais.

-Eu já havia avisado que não sairíamos daqui enquanto não resolvêssemos o problema, então vamos em frente. E tenham em mente que eles podem ser três ou um pouco mais, ou seja, estamos em um número bem maior. –Lílian já seguia a frente, seguida por Harry, que puxava Rony e Hermione consigo.

A caminhada foi tensa e silenciosa, Harry mantinha os olhos no chão e os ouvidos bem apurados, embora hora ou outra direcionasse seus olhos para o alto. Sua mão esquerda repousava de modo protetor na cintura de Hermione, trazendo-a para mais perto sempre que ela começava a se afastar dele.

Sem aviso, um grito assustou a todos, fazendo os pássaros voarem piando e os alunos se voltarem para trás. Uma serpente emplumada e com asas de médio porte tinha as garras do membro superior cravadas no ombro de Susana Bones. A garota gritava e se debatia, sua varinha jazia no chão e os socos que ela dava no animal pareciam não surtir efeito.

- Estupore -Dino, que era o mais próximo, lançou o feitiço no animal, que chiou e soltou a garota, voando para dentro da copa da grande árvore.

-Ele estava escondido na árvore, não dava pra ver! –Susana fala choramingando, seu ombro sangrava, mas por sorte sua varinha estava intacta.

-Não temos tempo pra choradeira. –Draco fala e chama a atenção para dois filhotes que vinham pela esquerda.

Quase ao mesmo tempo em que atacavam os filhotes, dois adultos surgiram de direções diferentes e começaram a sobrevoar, usando a cauda e os bicos para atacar e voando em ziguezague pelas árvores para evitar os feitiços.

Harry resolvera atacar um dos adultos, mas do chão já havia concluído que não haveria como, por isso procurou por Rony entre os alunos que corriam e o puxou para o lado, se aproximando de Hermione.

-Eu vou subir em uma das árvores para pegar um desses adultos. Rony você me dá impulso pra alcançar um galho. Hermione, você lança feitiços no bicho empurrando-o pra mim. –Harry rapidamente os instrui, apontando para uma árvore a frente deles.

-É muito perigoso, Harry! Se você estiver lá em cima, não teremos como te dar cobertura, você ficará exposto ao occamy. –Hermione observa preocupada, a árvore tinha uma copa densa e encobriria Harry e o occamy.

-Eu sei, mas tenho um plano em mente. Vocês confiam em mim? –Harry pergunta e, apesar de hesitantes, Rony e Hermione confirmam.

Harry disparou para a árvore e fez sinal para Rony lhe dar apoio. Hermione viu que um dos adultos voava na direção da árvore e lançou um feitiço estuporante no animal, obrigando-o a manobrar para evitar o feitiço. Rapidamente Harry alcançou o meio da copa, vendo que um occamy voava em sua direção.

Rony observou a trajetória do occamy e lançou um feitiço na copa da árvore, colocando fogo naquelas folhas, o que fez o occamy contornar pelo outro lado e dar a chance perfeita para Harry pular sobre suas costas. Harry cruzou seus pés na parte de baixo do occamy e passou o braço logo abaixo da cabeça, impedindo que o animal o bicasse.

Assim que conseguiu alguma estabilidade, Harry mirou a cabeça do occamy e lançou um feitiço atordoante e depois um estuporante, que fez o animal desmaiar. Harry percebeu que estava a quase três metros de altura e calculou um jeito de não se machucar muito com a queda, mas uma substância gelatinosa se formou sob si, amortecendo a queda, de modo a que nem Harry, nem o animal se machucassem. Porém, mal havia caído e ouviu um grito agudo que fez seu coração disparar. Olhou para onde Hermione estava e viu que a garota estava caída de costas, sem sua varinha e dois filhotes haviam agarrado suas pernas.

-Rony! –Harry chama já correndo naquela direção. –Pega a varinha dela.

Harry conjurou correntes em um filhote, enquanto acertava um chute na cabeça do outro, o afastando o suficiente para conjurar correntes em volta dele.

-Você está bem pra continuar? –Pergunta a Hermione, que estava com ferimentos nas pernas e nos braços.

-Sim, obrigada! Eu fiquei te observando e esqueci de olhar em volta, quando dei por mim, um adulto me derrubou e os filhotes me atacaram. –Hermione estava nervosa e parecia estar sentindo muita dor. A essa altura, Rony já chegava com a varinha dela.

-Levantem-se e ajudem a pegar o outro adulto. Só mais um e voltamos pro castelo. –Lílian fala apontando para o outro adulto, parecendo indiferente ao fato de Hermione estar ferida.

Harry não gostou daquela atitude, mas deixou para reclamar depois. Disse para Rony ficar com Hermione, enquanto ele tentaria pegar o outro adulto. Pôde observar que além do adulto que havia pegado, haviam mais dez filhotes acorrentados e parte dos alunos estava caída no chão com ferimentos nas pernas, a outra parte também tinha ferimentos, havia um lufa-lufa que estava com metade da camisa suja de sangue.

Deixando para pensar nisso depois, Harry se dirigiu para onde sua mãe estava, havia pequenas manchas de sangue no chão, que sugeriam que o animal estava ferido. Viu que ela apontava para a árvore, mais especificamente uma mancha mais escura entre os galhos. A cor alaranjada do corpo do occamy permitia que se destacasse entre as folhas verdes.

Lílian fez mais um gesto, dessa vez indicando que queria que Harry espantasse o animal em uma direção. Harry observou bem o local, havia muitos galhos e isso não permitiria que um feitiço acertasse o alvo com precisão, então deu a volta na árvore, percebendo que a única saída rápida para o bicho, seria justamente a direção que sua mãe havia apontado. Admirou a perspicácia e o poder de observação dela, só então compreendendo exatamente o que ela quisera dizer. Afastou-se na direção contrária da passagem e então lançou um feitiço explosivo na copa, que apesar de não ter atingido o occamy, o fez rapidamente se afastar para evitar o fogo. Neste momento Lílian lançou um feitiço que prendeu o pescoço do animal em uma corrente mágica, ligada a sua varinha. Harry rapidamente lançou um feitiço estuporante na cabeça do animal, que caiu inconsciente, em uma estrutura macia, conjurada por Lílian.

Harry e Draco, os dois alunos menos feridos, ficaram responsáveis por levar os animais presos até a cabana de Hagrid, enquanto Lílian seguiria com os demais para o castelo. Ainda se lembrando do que Draco fizera a Hermione, Harry preferiu manter silêncio durante o caminho, evitando até olhar na direção em que o sonserino estava. Assim que deixou os occamys na cabana de Hagrid, Harry fez um pequeno relato ao amigo e professor, logo depois se dirigindo até a torre da Grifinória para tomar um banho e se trocar antes de ir visitar os amigos.

Assim que chegou à enfermaria, Harry soube que Rony já fora liberado e que provavelmente estava jantando no salão principal, como a maioria dos alunos. Na enfermaria permaneciam aqueles com ferimentos um pouco mais sérios, como fraturas e perfurações mais profundas.

-Oi, como está? –Harry pergunta a Hermione, que estava deitada com ar triste, suas pernas enfaixadas do tornozelo ao joelho.

-Um pouco melhor. Eu torci o pé e tive algumas perfurações, devo ficar aqui até amanhã à noite. –Harry notou o ar triste dela e se sentou na beirada da cama, segurando sua mão com carinho.

-E porque está tão tristonha assim? Ainda sente dor? –Harry pergunta lhe acariciando a mão e o braço.

-Não, o remédio fez a dor passar. Eu só estou pensando em como fui descuidada e em como isso me fará ter uma péssima nota. –Harry teve que se segurar para não rir daquela preocupação.

-Não devia se preocupar tanto. Estava me ajudando com um adulto e, se não me engano, você impediu que eu e ele tivéssemos uma queda feia e por isso, acabou não vendo os occamys que se aproximaram de você. Tenho certeza de que a professora Potter irá considerar isto quando for dar a nota.

-Eu não tenho tanta certeza assim. Mas deixa isto pra lá, é melhor você ir jantar ou vai perder a hora. –Hermione fala após ver a hora que o relógio dele marcava.

-Eu posso comer qualquer coisa na cozinha depois. Agora eu vou ficar aqui com você, o que acha? –Pegando uma cadeira, Harry se sentou mais perto da cabeça de Hermione, dando-lhe um suave beijo na testa e iniciando um reconfortante cafuné.

-Eu deveria insistir pra que fosse, mas quero que fique. –Harry sorriu contente ao ouvir aquilo e Hermione retribuiu. –Você não se machucou, não é? –Havia um pouco de preocupação na voz de Hermione, que também o observava a procura de algum ferimento.

-Claro que não, ou já se esqueceu que eu sou um super bruxo? –Harry fala em tom brincalhão, mas Hermione permanece séria.

-Eu já havia me esquecido disso. Afinal, quando vão terminar de fazer os testes pra medir suas capacidades?

-Agora Dumbledore está muito preocupado com Voldemort, então disse que vão ter que adiar um pouco, mas eu estou bem, não vejo porque tanta pressa com isso.

-De todo jeito tome cuidado, não sabemos ainda o porquê disto tudo, então é melhor não abusar, entende? –Harry apenas fez que sim, já havia tido a mesma conversa com sua mãe e com sua irmã.

-Agora vamos parar de conversar, que a senhorita precisa descansar. –Harry fala tentando parecer sério e Hermione concorda, apertando mais forte a mão dele na sua, como se quisesse ter certeza de que ele continuaria ali.

Melissa caminhou de modo apressado até as masmorras, onde cumpriria uma detenção com Snape por ter discutido com uma sonserina, após ela sabotar sua poção, a qual acabou explodindo e deixando metade da sala fedendo a ovo podre. Passara horas embaixo do chuveiro para tirar o mau cheiro e agora não estava muito mais animada com a perspectiva de ficar algumas horas na companhia do detestável professor de poções. Sua impaciência era tanta, que nem bateu antes de abrir a porta, mas parou ao ouvir a voz exaltada que vinha da sala, resolvendo dar uma espiada.

-Como você acha que o mestre reagiria ao saber de um vexame desses, Draco? –Lucius Malfoy estava na sala com o filho e seu rosto estava rubro de fúria. –Meu único filho sendo derrotado e humilhado por uma sangue-ruim!

-Eu a estava vencendo, mas eu não sei como aquela nojenta cessou a maldição cruciatos e começou a lançar feitiços não verbais. Ela me pegou de surpresa... –Draco parara de falar e caíra urrando de dor, assim que seu pai lhe apontou a varinha.

-É assim que se usa a maldição da dor Draco. Se você não fosse um fraco, se conseguisse fazer alguma coisa direito, conseguiria subjugar qualquer um, assim como eu. –Lucius fala em tom gélido e firme, logo depois cessando a maldição. –Por sorte o mestre está muito ocupado fora do país e ninguém a volta dele ficou sabendo deste fiasco, mas saiba de uma coisa Draco, está foi sua última chance. Da próxima vez que jogar meu nome na lama, eu te mato e faço outro filho na inútil da sua mãe! –Lucius vocifera furioso, logo depois se recompondo e saindo, sem olhar uma segunda vez para o filho.

Melissa rapidamente se escondeu em um corredor paralelo, observando como Lucius caminhava soberbo como sempre, como se nada houvesse acontecido naquela sala. Logo depois voltou para a porta, a fim de ver como Draco estava. Ele se apoiava na mesa para levantar, apoiando-se com dificuldade, como se ainda sentisse muita dor.

-Maldito, desgraçado! –Draco resmungava parecendo furioso. –Como se eu me importasse com o imbecil do seu mestre! Eu, Draco Malfoy, nunca me subjugaria a nenhum mestre, nunca abaixaria a cabeça para as vontades alheias. –Draco parecia recuperar o equilíbrio, mas logo o perde ao jogar os objetos sobre a mesa no chão, voltando a cair sobre a mesa. –As coisas não vão ficar assim, primeiro eu vou me vingar daquela sangue-ruim metida a sabe-tudo, depois vou mostrar a esse verme, capacho de cobra, a real força de um Malfoy. –Draco fala com firmeza, conseguindo se por de pé e ajeitando as roupas amassadas.

Melissa viu que ele se preparava para vir em sua direção e resolveu se afastar rapidamente, resolvendo ignorar por completo sua detenção, já que o próprio Snape parecia ter se esquecido dela. Já era tarde e não conseguiria falar com o irmão, mas no dia seguinte iria com ele a enfermaria e contaria tudo na frente de Hermione, Rony e Gina. Ao alcançar o segundo andar pensou em falar com a mãe, mas achou melhor deixar para ir com Harry e talvez até com Hermione, já que ela era uma das implicadas na conversa dos dois Malfoy.

Lilian chegou ao quarto irritada, viera do escritório do diretor pensando em mil formas diferentes de torturar e matar Snape, que parecia ter se decidido a infernizar sua vida em Hogwarts. O diretor da Sonserina fora até Dumbledore protestar sobre seu teste daquela tarde, alegando que ela havia excedido todos os limites ao deixar seus alunos enfrentarem um animal classificado pelo ministério como muito perigoso.

-O que houve, querida? –Lilian não conseguiu evitar o susto ao ouvir a voz do marido, vinda do escuro.

-Snape me aborrecendo. Mas o que está fazendo aqui, Thiago? Não havia te falado para não se esgueirar até meu quarto? –Lilian tinha o ar severo e lançava seu melhor olhar McGonagall a Thiago.

-Assim me sinto um menino travesso! –Thiago fala com um sorriso maroto, que faz Lilian bufar irritada. –Eu vim conversar com Dumbledore, trazer informações sobre Voldemort. –Agora o tom dele era sério, o que fez Lilian se aproximar e se sentar diante do marido.

-Alguma novidade? Conseguiram descobrir de onde veio todo aquele poder dele? –Lilian pergunta ansiosa, sentia que aquilo tinha relação com o filho e isto lhe fazia sentir um frio subir a espinha.

-Nada sobre isso, mas através de satélites da inteligência trouxa, conseguimos saber como andam as coisas nos Estados Unidos. Os trouxas nada sabem sobre os bruxos, apenas acreditam que o presidente foi assassinado por terroristas, assim como o vice-presidente. Voldemort apareceu sob efeito da poção polissuco e governa sem problemas, uma parte das comunicações trouxas foram restabelecidas, mas ainda não estão em paz, há alguma resistência dos bruxos, mas a maioria se rendeu ao poder dos comensais e principalmente de Voldemort. –Thiago não paresentava muito ânimo em sua voz e seu semblante ficou ainda mais preocupado a seguir. –Estimamos que dentro de uma semana Voldemort possa se voltar para outro país.

-Alguma chance desse país ser o nosso? –Lilian pergunta em tom grave, sabia que não havia chances da Inglaterra se defender naquele momento.

-Acreditamos que não. Ele deve investir nos países da América e de continentes jovens, onde o número de bruxos é pequeno em relação ao de trouxas. A Europa e Ásia têm uma estrutura bruxa muito forte e construções cheia de magia antiga, seria muito mais difícil e complexo. Acreditamos que teremos no mínimo seis meses para nos reunirmos e nos prepararmos. –Thiago tinha um ar mais tranqüilo nesse momento, o que fez Lilian relaxar um pouco.

-Estou preocupada. Hoje levei os alunos do quinto ano para a floresta proibida, investigar ataques a animais. Encontramos dois occamys adultos e cerca de dez filhotes. Harry se saiu muito bem, mas o geral foi desanimador. –Lilian já se recostava ao marido que a aninhava nos braços para lhe fazer um cafuné.

-Pelo menos você os está preparando. Agora conte-me mais sobre o desempenho do meu garoto, quero saber como foi. –Thiago agora não escondia o orgulho pelo filho, o que fez Lilian sorrir mais tranqüila, tentando tirar as péssimas novidades da mente, pelo menos por hora.


N/A: Oi, o cap demorou um pouquinho, mas minha saúde se encontra um pouco melhor então a tendência é demorar menos daqui para frente. Bom, por causa dos meus problemas de saúde me atrasei muito a postar minhas fics, então por hora o sistema de postagem vai ficar suspenso até que eu tenha atualizado todas as fics!

N/A²: Acho que nesse cap a paciência da Gina com a Mione quase se esgotou né rsrsrs, se bem que nem a Gina e nem a Melissa sabem do beijo que Hermione deu no Harry rsrs. De toda forma vimos que ela está amolecendo e o Harry ganhando espaço. Agora falando de guerra, Voldemort já está praticamente no poder dos EUA e agora tende a começar a dominar as Américas, o que pensam sobre isso?

N/A³: Como minha internet está uma droga, neste cap não vou responder aos seus comentários, mas prometo que no próximo eu respondo a todos! As próximas atualizações são: Sitra Achra (Aposto que estão cantando aleluia rsrsrsrs, prometo que sai logo) e o capítulo final de Príncipe de Avalon.

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Comentários: 2

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Enviado por Jéssica J em 21/10/2011

ótimo cap!

Nota: 5

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Enviado por Isis Brito em 12/09/2011

capítulo tenso e fofo ao mesmo tempo...xD

Nota: 5

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