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4. Aula perigosa


Fic: Não era ódio, era amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 4 – Aula perigosa

Os dias que se seguiram foram bem constrangedores, nem Malfoy nem Hermione pareciam dispostos a melhorar de humor e ainda havia Rony, sempre olhando a garota para ver se ela olhava pra alguém.
- Por onde você andou na noite passada? – perguntou Rony – Por que não foi à aula?
Ela apenas lhe lançou um olhar e nada respondeu.
- Vai continuar me dando gelo?
Outro olhar, sem resposta...
- Está bem, você está saindo com alguém, não é? Fale a verdade!
Ela simplesmente largou os talheres com violência, pegou sua mochila e saiu do salão principal. Logo depois foi Malfoy quem saiu do Salão, bem discretamente. Foi alcançá-la somente no segundo andar.
- Hei, Granger!
- Ah não, você não...
- Preciso falar com você.
- Quer me humilhar mais é?
- Não, eu... Espera! – apressou o passo e conseguiu segura-la pelo braço.
- O que você quer?
- Já disse, quero... Nossa!
- O que foi?
- Seu pescoço...
- Não se faça de idiota! – disse a garota, vermelha, jogando parte dos cabelos pelo pescoço para esconder a marca.
- Bem... – então as lembranças do dia anterior explodiram em sua memória, mais incontroláveis que nunca – eu queria pedir desculpas por ontem, ter te tratado daquela maneira...
- Nossa que milagre, você me tratando bem...
- E quem disse que estou te tratando bem? Quero me desculpar por não ter te tratado como deveria, como uma inferior! – as palavras saiam de sua boca sem ele pensar.
- Ótimo, suas ofensas não me atingem mais Malfoy! – disse a garota se aproximando involuntariamente – fale o que quiser você não via me atingir – olhava fixamente em seus olhos.
- Não tenho mais nada pra te falar!
- Pois bem, já pode me soltar então?
- Disse que não tenho mais nada pra te FALAR! É diferente... – disse se aproximando ainda mais.

 Ana Carolina. - Alguém me disse.

- Nem tente Draco...
- Me chamando pelo primeiro nome, bom sinal...- disse com um sorriso malicioso no rosto. Antes mesmo que pudesse fazer algo para impedir, Hermione foi empurrada contra a parede e Draco a beijou novamente, tal qual no dia anterior.
- Não Draco... Muita gente... – sentia dificuldades para falar, mas mesmo assim tentava. Empurrou-o para longe, mas ele a puxou junto. Ela conseguiu se soltar dos seus braços e saiu correndo em direção ao fim do corredor, mas ele era demasiado mais rápido que ela, conseguindo assim alcançá-la com facilidade.
- Tudo bem então, venha aqui... – disse abrindo uma porta às suas costas e puxando-a para dentro. Voltou então a beijá-la sem preocupação, pois agora ninguém os veriam.
- Você quer parar! – disse firmemente já com a varinha em punho – não quero ser humilhada de novo, já disse!
- Opa! – disse com as mãos para o alto, em visível deboche – vai me azarar é?
- Bem que queria.
- E por que não o faz?
- Porque...
- Porque você está começando a gostar de mim, não é?
- Não seja ridículo! – disse já com a varinha abaixada.
- Não esconda Granger, você e eu sabemos, sentimos o que aconteceu ontem, você sabe do que eu estou falando... – disse se aproximando rapidamente dela e falando ao seu ouvido.

Alguém me disse que tu andas novamente
De novo amor, nova paixão, todo contente.

- Odeio admitir isso, mas você não me sai da cabeça.
- Também não achei muito agradável pensar tanto em você.
- Então você admite que sentiu também...?
- Admito, muito a contra gosto.
- Ótimo – disse beijando seus lábios.
Soltou seu material e ela fez o mesmo, olharam-se por alguns segundos sem saber ao certo o que dizer. Ela passou a mão em seus cabelos, rosto, boca. Ele beijou-lhe a mão, o braço, o pescoço, a boca.

Conheço bem tuas promessas
Outras ouvi iguais a essas.

Era loucura ficar com Malfoy, ela sabia muito bem disse, mas era impossível negar o que sentia. Não sabia se era amor ou paixão, mas sabia que tinha desejo, muito desejo, por ambas as partes.

Esse teu jeito de enganar conheço bem
Pouco me importa que tu beijes tantas vezes
E que tu mudes de paixão todos os meses.

Sentia cada músculo do corpo do garoto em seu próprio corpo, sentia o arfar do seu peito junto ao seu. Suas mãos faziam um vagaroso percurso pelo corpo de Malfoy. Braços, costas... Sentia sua espinha arrepiar a cada centímetro que sua mão descia.

Se vais beijar como eu bem sei
Fazer sonhar como eu sonhei
Mas sem ter nunca amor igual ao que eu te dei.

Ao sentir as mãos de Hermione próximas à sua cintura, Draco a puxou mais pra perto, bem mais preto. Começou a subir suas mãos pelo corpo da garota; pelas costas, nuca... Sentia ela respirando cada vez mais forte, então beijou seu pescoço como fizera antes. Forçou-a contra a parede ainda mais, pegou-a pelos pulsos e ergueu seus braços para cima da cabeça, ainda beijando-lhe o pescoço.
A garota fechou os pulsos tentando mostrar alguma força, mas era inexistente. Ele pegou-a no colo e a colocou sobre uma das pias. Segurava fortemente sua cintura. Ela puxava sua gravata para baixo, desfazendo o nó e puxando o garoto mais pra perto de si, ele já estava sema capa, jogara-a pela porta de uma das cabines do banheiro, então um grito despertou o casal daquele devaneio.
Murta-que-Geme saíra de dentro da cabine, revoltada por terem-na acertado com algo.
- O que você pensa que está... Oh! – disse ao ver Hermione sobre a pia, segurando a gravata de Malfoy, que já tinha dois botões de sua camisa desabotoados – Estou vendo que estão ocupados... – disse maliciosamente.
- Murta! – exclamou Hermione descendo rapidamente da pia e arrumando os cabelos – O que você faz aqui?
- O que EU faço aqui? O que VOVÊS fazem aqui? Se bem que isso eu já sei.... Mas será que SEU NAMORADO já sabe?
- Não tenho namorado – disse Hermione.
- Hum, menos mal, não é? Mas e se ele soubesse que você está com ELE – disse lançando um olhar para Draco.
- Você não faria isso né Murta? – a garota gargalhou gostosamente antes desaparecer em um dos vasos sanitários.
- Acho melhor a gente ir, a aula de Herbologia já vai começar em menos de cinco minutos – concluiu Hermione.
- Ainda dá tempo pra mais um, não dá? – perguntou Draco maliciosamente, abraçando-a novamente.
- Vamos Draco, a gente vai se atrasar...
A muito custo ele a soltou para que fossem à aula. Ela sabia que fora daquele banheiro ele a trataria como sempre tratou, seria duro, mas necessário, afinal de contas não poderiam levantar suspeitas.
A garota chegou em cima da hora para a aula, mas Draco não teria a mesma sorte já que saíra alguns minutos depois dela. Chegou à estufa ainda mais descabelada, percebera agora que havia perdido sua presilha.
- Nossa, onde você estava até agora? – perguntou Rony em tom inquisitorial. Ela nem ao menos o olhou e continuou seguindo seu caminho – Até quando ela vai me ignorar heim Harry?
- Não sei Rony, mas acho bom a gente entrar logo, a professora Sprout já entrou, vamos...
Saíram então de baixo da árvore que estavam e seguiram para a estufa; estavam no meio do caminho quando colidiram com Malfoy, que vinha correndo. Tanto a mochila de Harry como a de Draco caíram e espalharam os materiais pela grama.
- Olha por onde anda Potter!
- Se não me falha a memória, Draco, foi voe quem trombou comigo...
- Você estava no MEU caminho! – disse o garoto juntando seus pergaminhos.
- Não importa agora! – ao fechar sua bolsa reparou que havia algo brilhando na grama, uma presilha; olhou de perto e viu que dois fios de cabelo continuavam enroscados no objeto, eram longos e num tom meio acastanhado.
- Ah, isso é meu, Potter – disse Draco abruptamente ao ver que Harry segurava a presilha.
- Hum, que meigo – disse ironicamente.
- Não é meu... é da Pansy e... Ah, não é da sua conta! – disse ficando vermelho. Deu as costas aos dois e seguiu para a estufa. Lá sentou-se longe de Hermione, como combinado, mas mesmo assim a tinha em seu campo visual.
Durante a aula eles retiraram a seiva de dentro dos tubérculos de uma planta de aparência morta, mas caso errassem o tubérculo a planta criava tentáculos afiados, podendo até causar cortes profundos que não paravam de sangrar facilmente devido aos anti-coagulantes em seus tentáculos.
Em questão de meia hora Hermione já tinha uma tigela cheia de seiva, Rony e Harry tinham dificuldades para espremer os tubérculos, mas não tinha corte algum, já Malfoy estava distraído demais e acabou apertando o tubérculo errado, fazendo com que a plante se revoltasse. Um dos tentáculos atingiu seu ombro resultando em um profundo corte que sangrava intensamente.
- Ah, planta idiota! – gritou de repente, chamando a atenção de todos da classe, inclusive de Hermione, que ao ver o tamanho do corte, não conseguiu esconder sua preocupação.
- Ah meu Deus, ele precisa ir para a Ala Hospitalar agora – exclamou Pansy, horrorizada com o estado do garoto.
- Sim, mas até ele chegar lá já terá sangrado muito – disse a Professora Sprout indo rapidamente para o fundo da sala. Devo ter algo aqui para estancar o sangue até que ele chegue lá...
Hermione olhou para o garoto ao chão, agonizando de dor; por uma fração de segundo seus olhares se cruzaram e ela resolveu colocar o fingimento de lado e foi em sue encontro.
- O eu você quer aqui garota, saia, vai! – gritou Pansy
Hermione nem ao menos ouviu os gritos de Pansy, ajoelhou-se ao lado de Malfoy, sacou a varinha e apontou para o corte.
- Episkey – então o sangramento foi diminuindo gradualmente até parar por completo, agora estava apenas o corte, sem sangramento algum – agora quanto à dor, não sei fazer nada... – disse olhando para o garoto que continuava lacrimejando de dor – ao menos que... – assim dizendo conjurou um líquido de aparência verde e viscosa, cheirando fortemente à gasolina. Rasgou a manga da blusa do garoto, afundou-a no líquido e em seguida colocou sobre o ferimento.
- Obrigado – murmurou Malfoy baixinho. Hermione respondeu com um leve sorriso.
- Já pensou em ser Curandeira, Srta. Granger? – perguntou professora Sprout que assistia tudo de perto.
- Que, eu? Imagine só... – disse ficando vermelha.
- Pois fez um ótimo trabalho, acompanha Sr. Malfoy até a Enfermaria por favor e diga a Madame Pomfrey a origem do ferimento, está bem?
- Ah... claro professora – olhou para Malfoy e ajudou-o a se levantar. Ao passar pelas mesas mais à frente reparou que Rony estava boquiaberto com a cena.




- Você não deveria ter feito aquilo – disse o garoto meio sério, já a caminho da ala Hospitalar.
- Claro, e deixar você sangrando até lá Deus sabe quando?
- As pessoas podem comentar...
- Que comentem! – disse olhando para o garoto – só porque você é da Sonserina não significa que eu tenha eu te deixar sangrando até secar!
- Hum, prepare-se para as fofocas amanhã... – disse com um sorriso no rosto.
- Não ligo para fofocas... Pronto, chegamos
A garota repetiu para a enfermeira o ocorrido durante a aula e as precauções que tomara para estancar o sangramento e parar com a dor. A mulher escutava atentamente enquanto dava ao garoto uma poção meio azulada que cheirava estranhamente à hospital. Ao sentir o gosto do líquido Malfoy fez uma careta, voltando a atenção da enfermeira para ele.
- Vamos, beba tudo, é para eliminar qualquer suposto veneno da tal planta.
- Delicioso... – disse ironicamente após limpar os lábios com o dorso da mão.
- É eu sei – disse a mulher, que fechava o corte com a varinha – bom, vou colocar um curativo apenas para não infeccionar os pontos, mas se a Srta. Granger não tivesse estancado o sangue você teria que passar a noite aqui para repor a quantidade perdida... A propósito, já pensou em ser Curandeira heim Srta. Granger?
Draco e Hermione se olharam e caíram na gargalhada.
- O que foi que eu disse? – perguntou Madame Pomfrey sem entender o motivo do riso.
- Nada não... já podemos ir então? – perguntou o garoto.
- Sim, já vão para o Salão almoçar, creio que nem dará tempo de vocês retornarem à estufa.




Já longe da enfermaria Draco e Hermione resolveram tomar caminhos diferentes afinal de contas Pirraça não estava muito longe dos dois e se o vissem juntos com certeza sairia espalhando coisas que somadas ao acontecimento da aula de Herbologia seriam mais que o suficiente para levantar não suspeitas, mas certezas em todosda escola.

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