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3. Desentendimentos


Fic: Não era ódio, era amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 3 – Desentendimentos

Se era atenção o que Malfoy procurava, tinha conseguido. Depois do que acontecera no Salão Principal todos ficavam olhando e apontando para ele, mas o fato era que ele não gostava tanto assim de Pansy. Pra falar a verdade ele começou a sentir raiva dela cada vez que falava mal de Hermione, mas tentava ao máximo se controlar.
Hermione por sua vez resolveu ignorar Malfoy, já que sempre que a via ele fazia questão de beijar Pansy o mais escandalosamente que podia. Haviam parado com as aulas, e com o passar das semanas a coisa foi esfriando. Malfoy desistiu de chamar a atenção da garota com essa técnica e tudo foi voltando ao “normal”.



 Ana Carolina - Vai


Acordaram naquela manhã agradável, prontos para a aula de Transfiguração. Harry, Rony e Hermione desceram então para tomar o café da manhã com todos os outros. Quando o correio coruja chegou, Hermione reparou que junto com o “Profeta Diário” havia mais um envelope sem remetente, apenas o nome da garota. Ao virá-lo do outro lado viu que ele estava fechado com um brasão de cera; a letra M envolvida por uma serpente. Olhou então para a mesa da Sonserina e suas suspeitas foram confirmadas: era uma carta de Malfoy. Seus olhares se encontraram por um instante então ela rasgou a carta, sem nem mesmo abri-la.
Era visível a fúria no rosto do garoto, seus olhos estavam estreitos, os lábios comprimidos, os punhos fechados...
- Que carta é essa Mione? – perguntou Rony.
- Nem sei, acho que foi engano... Mesmo assim, já rasguei – disse com ar definitivo.
Depois do café seguiram para a sala da professora McGonagal, acomodaram-se em duplas: Harry e Rony, Hermione e Parvati, seguidas de Malfoy e Nott. A aula prosseguiu tranquilamente; até o momento em que Malfoy começou a mandar bilhetes para Hermione, que fora pega de surpresa...
“Não adianta rasgar minhas cartas...” Dizia o primeiro pedaço de pergaminho, que ao ser lido, também foi rasgado pela garota.
“Nem os meus bilhetes” Escreveu em outro pedaço. Irritada com aquilo ela rabiscou a resposta no verso:
“O que você quer?”.
“Te ver”
“Pois já está vendo! E quer fazer o favor de parar com esses bilhetes, alguém pode ver!”
“Ah Granger, você se preocupa de mais com os outros!”
“Claro! Esqueceu que eu tenho namorado?”
“E o que isso tem a ver? Todos pensam que eu namoro também!”
“E não namora?”
“Não!”
“Bem, mas isso não é da minha conta né?”
“Bom,você me pareceu bem interessada...”
“Ora, onde já se viu! Nem sei por que respondi o primeiro bilhete...”.
“Na verdade você respondeu o segundo bilhete... Mas falando sério, quero te ver!”
“Você só pode estar brincando! E quem garante que eu também quero te ver?”
“Ah Granger, você vai querer, eu te garanto que vai...”.
A garota ficou roxa com esse último bilhete, queria dar uma resposta à altura, mas foi interrompida pela sineta indicando o final da aula. Seguiu então para os terrenos da escola, teriam um período livre. Ainda nos corredores da escola Rony virou para ela e perguntou:
- Nossa Mione me empresta as suas anotações, não entendi absolutamente nada da aula de hoje? – pediu Rony meio desesperado por causa da matéria.
- Ah Rony – começou a garota, sentindo-se culpada, já que passara a aula inteira trocando bilhetes com Malfoy – hoje eu não fiz anotações...
- Como assim não fez anotações?
- Não fiz ué! Tenho que anotar tudo todas as aulas pra você copiar depois?
- Não fui só eu que não entendi! Harry também ficou boiando bastante na aula de hoje!
- Ei, não me coloque no meio, eu não pedi anotação alguma pra Mione...
- E nem se tivesse pedido, hoje não fiz anotações e ponto final!
- Nosso Mione, o que você ficou fazendo durante a aula?
- Olha aqui Ronald Weasley não é minha obrigação fazer anotações pra você, entendeu? Por que você não começa a fazer suas próprias anotações e pára de copiar das minhas?
- Então você FEZ anotações! – perguntou irado. Já estavam gritando em alto e bom som, Harry nem ao menos tentou interferir, não queria se meter na discussão do casal. O problema era que todos os alunos que estavam na aula com eles e os que saiam de suas respectivas classes estavam presenciando a discussão, inclusive os da Sonserina, que se divertiam com a cena.
- Já disse que não, que droga Rony!
- Mas se VOCÊ não fez anotações, o que ficou fazendo?
- Só porque não anotei nada não quer dizer que não prestei atenção na aula!
- Tudo bem, o que aprendemos hoje?
- Que? Ah...
- Sabia! Você não prestou atenção também! Não me venha dar lição de moral por não prestar atenção Hermione, você não pode falar nada! O que você fez na aula hoje, dormiu?
- Não! – respondeu ofendida – eu NÃO dormi na aula!
- Então o que você ficou fazendo que não prestou atenção nem anotou nada?
- Não é da sua conta!
- Lógico que é, sou seu namorado, caramba!
- Só porque você é meu namorado não significa que eu tenha que te contar tudo!
- Claro que significa!
- EU ESTAVA FAZENDO ALGO MUITO MAIS INTERESSANTE QUE GASTANDO MEU TEMPO PRA FAZER ANOTAÇÕES PRA VOCÊ! – gritou de repente, deixando Rony com uma expressão estupefata – E agora me dá um tempo vai!
- Está bem Hermione, te dou o tempo que quiser, to fora! – disse em tom decisivo.
- Ótimo, tirou as palavras da minha boca! Também to fora!
- Esperem um pouco – disse Harry se intrometendo pela primeira vez – vocês estão terminando?
- SIM – responderam em uníssono. Olharam-se fulminantemente e seguiram para lados opostos. Ele para o gramado, ela para a biblioteca.
Ao chegar lá ela se jogou em uma cadeira, sem pegar livro algum, procurou sentar no local mais escuro e calmo possível. Estava confusa, com raiva, mas ao mesmo tempo sem entender o real motivo da briga. O que se passava por sua cabeça quando começou a trocar bilhetes com Malfoy? Justo com o Malfoy! E que história era aquela dele querer vê-la? No mínimo estava zuando com a sua cara...
Respirou fundo e cobriu o rosto com as mãos, não estava chorando, talvez porque ainda não percebera que seu namoro estava terminado. Ouviu então alguém se aproximando e parando às suas costas. Este alguém colocou a mão em seu ombro. A garota então se virou para ver quem era e lá estava ele: Malfoy.
- O que você está fazendo aqui? Está feliz com a cena?
- E por que deveria estar? – perguntou com sarcasmo.
- Porque foi tudo culpa sua! – disse um pouco mais alto, despertando a atenção da Senhora Pince a bibliotecária.
- Culpa minha? Ah Granger, não vá me dizer que você terminou com o retardado do Weasley por minha causa... Quanto amor...
- Cala sua boca! – disse, sendo, mais uma vez, advertida pela mulher ao balcão “Querida fale mais baixo, tem gente que REALMENTE quer estudar!”.
- Uhul... Sendo advertida na biblioteca, impressionante Granger, não conhecia esse seu lado rebelde.
- Por que você não some heim? – disse pegando suas coisas e saindo dali.
- Não estou muito afim...Além do mais, gosto da sua companhia – disse pegando a garota pelas braços, fazendo os livros que carregava caírem no chão.
- Ah garoto, você só me atrapalha! – explodiu mais uma vez.
- QUERIDA, ASSIM VOCÊ TERÁ QUE SAIR DA BIBLIOTECA! – disse Madame Pince em tom fulminante.
- Viu o que você faz? – disse para o garoto quando abaixaram para pegar os livros.
- Não adianta me culpar por isso também Granger, foi tudo culpa tua.
- CUL... culpa minha – disse baixando o tom ao ver a cara da bibliotecária – se enxerga vai garoto...
- Eu me enxergo sim, e devo admitir que gosto muito do que vejo no espelho – disse em tom convencido.
- Só você e sua mãe...
- A qual é Granger – disse começando a seguir a garota, que saía da biblioteca e ia à direção ao Salão comunal – vai dizer que você também não gosta!
- Quanta ousadia! – disse ficando escarlate.
- Claro que não, pura verdade! Eu vi sua cara quando você caiu em cima de mim naquela aula – disse em seu ouvido, provocando arrepios na garota – e estou percebendo agora também que te deixo toda arrepiada...
- Você não presta sabia – disse virando-se pra ele e ficando cara a cara.
- É o que você diz, mas duvido que seja o que você realmente pensa.
- Alguém precisa colocar seu ego de volta no devido lugar. Me solta!
- Está nervosa Granger? – perguntou em seu ouvido – eu não mordo, eu só... – mas ao invés de completar a frase deu-lhe um beijo em seu pescoço, bem ao pé da orelha, tal qual um vampiro ao sugar o sangue de suas presas.
Hermione sentiu suas forças a abandonarem, as pernas tremeram e mais uma vez derrubou os livros que segurava. Malfoy a colocou contra a parede mais próxima e continuou a beijar seu pescoço, sua orelha, seu rosto, sua boca... Era totalmente diferente do que esperava se é que esperava algo. Ela pensou que o beijo do garoto seria algo tal qual sua personalidade: frio; mas foi pega de surpresa com um beijo assustadoramente quente e feroz.
No primeiro instante temeu se devia retribuir tal ato, mas não conseguia pensar direito, sua cabeça havia expulsado os pensamentos racionais, deixando apenas os instintos. Já com as mãos livres foi prontamente empurrando o garoto para longe, mas realmente não conseguia mover um músculo sequer.
Por mais estranho que poderia parecer, ela estava gostando do beijo de Malfoy, sentiu um estranho frio na barriga, coisa que não sentia com Rony. Passou a mão em seus cabelos, desceu para o pescoço, ombros, braços... Ele por sua vez, segurava sua nuca com a mão direita, a apertava seu corpo com um abraço com a mão esquerda, de modo que ela não podia sair, já que estava contra a parede também.
Sentiu o ar fugir de seus pulmões, afastou-o de si para poder respirar, mas ele por sua vez, não parou de beijá-la, voltando assim para seu pescoço. Ao ver que estavam no corredor sentiu como se suas forças tivessem retornado, empurrou Malfoy de repente, que com cara de espanto parou de beijar seu pescoço.
- Você ta louco? – perguntou finalmente, levando a mão à boca.
- Sabia que você não ia resistir... – disse se reaproximando e beijando-a novamente.
- Sai daqui! NÃO! Isso não pode, não... – disse agachando-se para pegar os livros.
- Não pode mesmo, você é uma sangue-ruim e eu, simplesmente perfeito. Não daria certo, mas é bom saber que você tem sentimentos por mim...
Hermione sentiu o sangue subir em seu rosto, não acreditava naquilo que ouvia, empunhou a varinha num impulso e olhou mortalmente para o garoto à sua frente.
- O único sentimento que tenho por você é ódio!
- Dizem que ódio de mais é amor... – disse olhando-a fixamente, com a varinha da garota bem no seu pescoço – mas só se for da sua parte, porque eu jamais poderia amar uma garota de sangue sujo como o seu! Esse beijo só mostrou o quanto você é fácil!
- Suma daqui!
- Não precisa falar duas vezes... – e assim dizendo se retirou com o mesmo ar sarcástico de sempre, deixando a garota ofegante, em prantos, mas mesmo assim controlada, devido à situação.




Ao passar pelo buraco do retrato, viu que a sala, antes cheia de burburinhos, silenciou-se quase que instantaneamente, então todos olharam para ela. Seu estado não era dos melhores: tinha as suas roupas amassadas, seus cabelos desarrumados, os olhos meio inchados e o rosto ainda afogueado pelo beijo de Malfoy, sem contar no caminho que as lágrimas deixaram em suas bochechas.
- O que estão olhando heim? – perguntou decidida a um grupo de garotas que olhavam para ela descaradamente – vão cuidar de suas vidas!
- Hum... nervosinha.... – debochou uma delas.
- Fica na tua viu garota – disse Hermione partindo para cima dela.
- Mione, calma! – disse Gina indo para o meio e separando as duas – O que deu em você?
- É aquele idiota do... – então percebeu que não poderia falar no nome do Malfoy senão traria à tona as aulas, os bilhetes, o beijo – Deixa pra lá Gina.
- É o meu irmão né? Pode deixar que eu vou falar com ele e...
- Deixa pra lá Gina! Eu vou subir tomar um banho e descansar um pouco...
- Mas você tem aula de Astronomia daqui a pouco...
- Hoje não, estou precisando descansar um pouco.
- Você não vai à aula?
- Já disse Gina, hoje não! – então subiu a escadaria, sendo seguida por inúmeros olhares desconfiados e espantados.
- Qual é a de vocês heim? Querem levar uma azaração? Cuidem das suas vidas! – disse Gina ainda mais brava que Hermione.




Já de baixo do banho a garota relembrava tudo que acabara de ocorrer entre ela e Malfoy. Por mais grosso, insensível e estúpido que ele tivesse sido, ela não conseguia esquecer seu beijo, seu toque...
Sentiu-se suja ao relembrar suas palavras: “Esse beijo só mostrou o quanto você é fácil!”. Ela não era fácil, sabia disso, só não entendia como se entregara tão facilmente e justo pra ele! Mas seus lábios, suas mãos, faziam-na tremer... Passou então as mãos pelos cabelos, sentindo a água morna escorrer pelo seu couro cabeludo, descendo para os ombros, pelas costas, pernas...
Desligou o chuveiro e enrolou-se na toalha, foi em direção ao espelho para se pentear, ao mirar sua imagem viu que havia uma marca vermelha em seu pescoço, exatamente onde o garoto havia beijado. Colocou a mão sobre a marca e viu os dedos do garoto em seu pulso e mais uma vez sentiu-se suja, usada. Não queria mais nada naquele dia a não ser dormir, foi o que fez...
No salão comunal da Sonserina Malfoy também chegou com um jeito diferente, estava quieto, passou direto por Pansy sem ao menos olhar para seu rosto.
- Draco... – começou a garota.
- Me deixa Pansy! – respondeu rispidamente.
Subiu para o dormitório e entrou direto no banho, mas ao contrário de Hermione, tomou uma ducha fria. Tentava colocar os pensamentos em ordem, mas era simplesmente impossível fazer isso já que a imagem de Hermione não saia de sua mente. Bateu de leve em sua cabeça, tentando espantar tais pensamentos para bem longe.
Lembrou do beijo, de como a garota reagiu, lembrou de seus lábios, seu cheiro... Chegou a se sentir culpado por tê-la tratado tão mal após o beijo, mas o fato de ter beijado uma sangue-ruim não saía da sua cabeça. Gostou de senti-la em seus braços, mas se alguém descobrisse sobre isso ele seria tido como um traidor do sangue. Pensou no que seus amigos diriam no que sua família diria...
“Ninguém precisa saber...”. Pensou consigo mesmo. “Mas o que está acontecendo comigo heim, até parece que eu vou querer ver aquela sangue-ruim de novo...”.
Saiu do banho pior que antes e se trocou para ir à aula de Astronomia, na única esperança de vê-la e, quem sabe, conversarem sobre o ocorrido. Chegando à Torre Norte uma decepção: ela não aparecera à aula. Ele a procurou pelos corredores, na biblioteca (onde foi expulso pela bibliotecária antes mesmo de entrar: “Nem você nem aquela garota entrarão mais aqui por hoje!”). Chegou à conclusão que ela ficara no Salão Comunal.
Resolveu então ir para o Corujal e talvez escrever uma carta para ela, se explicando e tudo o mais.
- Deixe de ser burro! Esse não é você! – disse para si mesmo no meio do caminho, espantando um grupo de segundanistas que passavam tranquilamente – ela ta me deixando maluco.. – concluiu para si mesmo. Resolveu voltar para o Salão Comunal, afinal de contas, a aula terminaria em alguns instantes.
Foi caminhando tranquilamente, sem nem mesmo olhar para onde estava indo, quando deu por si estava em frente ao quadro da Mulher Gorda, sem nem mesmo saber como havia chegado ali.
- O que deseja aqui garoto? Você não poderá passar...
- Que? E quem disse que eu quero passar?
- Então o que faz aqui? Sabia que eu já ia dormir?
- Ah, grande coisa seu quadro estúpido, tinha que estar na entrada da Grifinória mesmo.
- Olha como fala seu garoto impertinente!
- Ah, fica na sua, seu quadro velho e mof...
- O que você faz aqui? – perguntou Hermione, que acabara de passar pelo quadro – dá pra ouvir seus gritos de lá de dentro!
- Que? Ah dá é? Grande coisa!
- Vá embora, não quero te ver!
- E quem disse que vim por você?
- Então foi por quem, pelo Harry?
- Como você se acha garota!
- Aprendi com alguém sabe... Vá embora!
- Ah quer sabe, pra falar a verdade eu nem sei como vim parar aqui, só quero ir embora!
- E porque continua aqui? – perguntou de uma maneira bem grossa.
- É você que fica me enchendo de perguntas!
- Não seja por isso, passar bem! – e assim dizendo deu as costas ao garoto, fechando o quadro bem à sua cara.
- Ela está bem nervosa com você - disse a Mulher Gorda.
- Ah, vá dormir vai, não era o que você ia fazer mesmo? – disse mais emburrado que nunca – casa de gente louca... – saiu murmurando.

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